Place de la Concorde – Paris, França

Entrámos na maior praça de Paris de bicicleta e tivémos que fazer ali uma paragem para a contemplar. Pensar que naquele mesmo espaço estava instalada a famosa guilhotina (“The Black Widow”) que cortou as cabeças do Rei Luis XVI e de Marie Antoinette não deixa de ser arrepiante, no entanto hoje em dia nada faz adivinhar o seu passado.
No século XIX, o vice-rei do Egipto oferece o obelisco que hoje define a praça. Veio de Luxor do templo de Ramsés II e acabou por dissipar todas as dúvidas sobre o que fazer na Praça da Concórdia.

We have entered the largest square in Paris by bike and we had to make a stop there to contemplate. To think that in the same space it was installed the famous guillotine (“The Black Widow”) who cut the heads of King Louis XVI and Marie Antoinette is nonetheless chilling, however today does nothing to guess your past.
In the nineteenth century, the viceroy of Egypt offers the obelisk that now defines the square. Came from Luxor Temple of Ramses II and eventually dispel all doubts about what to do in the Place de la Concorde.

Continue a ler “Place de la Concorde – Paris, França”

sleep: BEST WESTERN ARAMIS – PARIS, FRANÇA

Ao procurar por um hotel em Paris tínhamos dois requisitos: que fosse central mas que não fosse colado a nenhum dos principais monumentos da cidade. Apesar de tudo, queríamos alguma tranquilidade para chegar ao hotel.
Paris fazia parte do nosso roteiro da viagem de carro que estávamos a fazer, era a cidade mais importante a visitar e por isso decidimos não arriscar e marcar o hotel a partir da última cidade onde estivémos. Fomos ao Booking e o melhor preço que encontrámos para o que queríamos levou-nos ao Best Western Aramis que fica na zona de Saint-Germain. 
When looking for a Paris hotel we had two requirements: it had to be central but not glued to any of the major monuments of the city. After allwe wanted some tranquility to reach the hotel.
Paris was part of the roadmap of the road trip we were making, it was the most important city to visit and so we decided not to risk it and book an hotel from the last city we stayed in before coming here. We went to ¡Booking and the best price we found for what we wanted lead us to the Best Western Aramis which is in the SaintGermain area.

Não nos arrependemos, o bairro é muito simpático e a Rue de Rennes tinha suficientes cafés para tomarmos o pequeno-almoço sem pagar esse extra no hotel. Por dentro pareceu-nos o típico hotel de Paris mas simples, sem grandes luxos e não era muito grande. O nosso quarto não era muito grande mas era confortável. Verdade seja dita, passámos muito pouco tempo no hotel. O preço foi 100€ por noite mais as taxas de 2€, não achámos particularmente barato mas quando andámos á procura este foi o que apresentava melhor preço/qualidade. 

We didn’t regret it, the neighborhood is very friendly and Rue de Rennes had enough coffee houses to have breakfast without paying extra in this hotel. Inside it seemed the typical Paris hotel but simple, without great luxuries and it was not very big. Our room was not very large but it was comfortable. Truth be told, we spent very little time in the hotel. The price was 100 per night plus 2€ of extra rates, not particularly cheap but we felt when we were looking for one that this was the best price / quality.
 
Tinha numa rua perto um estacionamento pago onde deixámos o carro, não foi muito caro porque alguns dias não se pagava. Além disso a uns 300 metros está um posto da Vélib o que nos permitia ir de bicicleta para qualquer lado. 
It had a street near a pay parking where we left the car, was not very expensive because some days were free. In addition in about 300 meters there was Vélib post which allowed us to bike everywhere.
 
 
Morada: Rue de Rennes 124
Metro: Saint-Placid

Our guide of:
http://hojeconhecemos.blogspot.com.es/2001/11/guia-de-paris.html

  
 

do: VÉLIB PARIS – FRANÇA

O que sempre invejei em algumas cidades europeias foi o facto de quem lá vive circular por elas de bicicleta. Mas Lisboa tem o seu traçado único, não lhe chamam a cidade das 7 colinas porque lhe fica bem mas sim porque de facto, há umas boas subidas (e descidas) e porque não foi trabalhada nesse sentido.
Quando visitámos Paris e vimos o sistema Vélib percebemos que tínhamos ali a nossa oportunidade ainda que por um ou dois dias de viver essa experiência de nos deslocarmos pela cidade com esse meio de transporte, mais saudável e menos poluente.

What I always envied in some European cities was the fact that those who live there can go aroung it in their bikes. But Lisbon has its unique layout, it’s not called the city of 7 hills because it is right but because in fact, there are good climbs (and descents) and because it wasn’t built accordingly.
When we visited Paris and saw the Vélib system we realized it was our chance even for a day or two to live this experience, move around town with this transport, healthier and less polluting.

O sistema que ao principio parece algo complicado é na realidade bastante simples. Quem vive na cidade pode pedir um cartão e é com ele que tira as bicicletas, só tem de o encostar ao leitor da bicicleta que quer. Os primeiros 30 minutos são grátis, uma vez que se trata de um incentivo á sua utilização para voltar a ter mais gente na cidade que carros. Estudantes, gente que se desloca para o trabalho, de todos os tamanhos, feitios e idades aproveitam a borla do 30 minutos para pequenas deslocações…livres do stress do trânsito ou de saber onde estacionar. 

The system that at first seems tricky is actually quite simple. Who lives in the city can apply for a card and it is used to take away the bikes, simply touch the reader of the bike you want. The first 30 minutes are free, since it is an incentive to use to return to more people in town than cars. Students, people who move for work, of all sizes, shapes and ages enjoying the tassel of 30 minutes for small displacements free from the stress of traffic or know where to park.
Mas são também uma opção prática para os turistas, principalmente para os que querem aproveitar a cidade no seu todo e não andar debaixo de terra um dia inteiro. Para nós, o sistema é outro, pagamos para ter um código, temos que passar o cartão de crédito e sai um papelinho que guardamos sempre, nele estão os digitos que colocamos na máquina para tirar as bicicletas (fizémos tudo na máquina, não fizémos online). O mesmo esquema, os mesmos preços.
 
But they are also a practical choice for tourists, especially for those who want to enjoy the city as a whole and not to walk under the ground all day. For us, the system is another, we pay to have a code, passing the credit card comes out a piece of paper that we keep at all time, it is the digits we put in the machine to make the bikes (we did everything on the machine, we did not online ). The same scheme, the same prices.
 
Eles garantem terem postos de 300 em 300 metros e mesmo ao virar da esquina do nosso hotel lá estava um. Têm um senão, em locais muito turísticos costumam estar cheios pelo o que deixar a bicicleta implica procurar outro posto e outro e outro. Muita gente stressou com isso, mais os locais.
E atenção com as instruções, é muito importante segui-las, acho que falhei um passo e a bicicleta ficou bloqueada. A linha de atendimento só falava em francês e tivémos que pedir a ajuda a um local para falar com o senhor para desbloquear a situação.
Para mim uma das melhores maneiras (e mais económicas) de conhecer Paris.
 
They guarantee to have 300 posts in 300 meters and just around the corner from our hotel there was one. It has a catch, in very tourist places usually the spots are filled which means you have to look for another place to leave the bike and another and another. Many people stressed with it, mostly the locals.
And pay attention to the instructions, it is very important to follow them, I think I missed a step and the bicycle was locked. The hotline only spoke French and we had to ask for help with a local to talk to company to break the deadlock.
For me one of the best ways (and more economical) to see Paris.


Website: http://en.velib.paris.fr/

Our guide of:
http://hojeconhecemos.blogspot.com.es/2001/11/guia-de-paris.html

   

 

eat: SALÓN DE TÉ – CÓRDOBA, ESPANHA

Passeando pela “Judería”, encontro alguns bares com placas a dizer “teterias”. Para um português a palavra deixa algumas dúvidas sobre o que realmente se vende ali, mas são apenas casas de chá. Já tinha visto esta de manhã, o Salón de Té e depois de almoço, quando o calor apertava os nosso amigos espanhóis recomendaram-nos entrar. Podíamos ter ido a uma gelataria, é um facto mas estes salões são algo mais típico, uma herança da presença árabe pelo sul de Espanha e na realidade, um bom chá fresquinho sabe tão bem quanto um gelado (pelo menos para mim).

 
Entramos para um pequeno pátio, onde não sentíamos o calor. Sentámo-nos numa mesa com os sofás e somos atendidos por um empregado que era mais do Leste do que própriamente das Arábias. 
Após conseguirmos um entendimento de que chás queríamos pedir, esperámos pouco para que estivessem na nossa mesa. Quase todos pedimos algo com menta e limão, fresco…muito fresco.
Eu adoro chás pelo o que estava no paraíso. Deu para refrescar. 
 
 
Morada: Calle Buen Pastor 13 (barrio de la judería)
 
Our guide of:
 http://hojeconhecemos.blogspot.com.es/2001/09/guia-de-cordoba.html

Castelo de Chenonceau (Ext.) – França

O Castelo de Chenonceau é também conhecido pelo Castelo das Damas, já que grandes mulheres da aristocracia francesa aqui viveram.
Construído sobre o rio Cher e no centro de uma grande floresta, o Castelo foi reconstruído no século XVI, mudando o seu estilo medieval para o renascentista.
A entrada para visitar o Castelo custa 10,50€ e podemos escolher um guia (gratuito) nos idiomas disponíveis, português era um deles felizmente.
The Castle of Chenonceau is also known by the Castle of the Ladies, as great women of the French aristocracy lived here.
Built on the river Cher and the center of a great forest, the castle was rebuilt in the sixteenth century, changing it’s medieval style to the Renaissance.
Entrance to visit the Castle costs € 10.50 and we can take a guide (free) in the available languages, Portuguese was one of them thankfully.

Continue a ler “Castelo de Chenonceau (Ext.) – França”

Basilica Notre-dame de Fourviére – Lyon, França

Logo na praça de Bellecour conseguíamos vislumbrar a beleza da Basílica de Notre-Dame de Fourviére. Situada na colina com o mesmo nome, ocupa o lugar onde antes estava uma pequena igreja do século XV.
O acesso á basílica faz-se através de um funicular que sai da Place de St. Jean cuja viagem faz também parte da experiência da visita.
Right from the Bellecour square we could glimpse the beauty of the Basilica of NotreDame de Fourviére. Situated on the hill of the same name, it occupies the place where once stood a small church from the fifteenth century.
The access to the basilica is via a funicular that leaves from Place St. Jean whose journey is also part of the experience of the visit
.

Continue a ler “Basilica Notre-dame de Fourviére – Lyon, França”

Praia da Poça – Estoril, Portugal

 13961262664_4459087ef5_b
A Poça foi a praia da minha infância, fosse Verão ou Inverno não havia mês que eu não a visse. Voltar a pisar a sua areia foi de facto algo de maravilhoso, mais pelas memórias do que própriamente pela praia em si. A verdade é que já não é a mesma, tem muito menos areal o que significa que o mar avançou mais e há muito pouco espaço para pôr a toalha.
The Poça (Puddle…not a good name I know) was the beach of my childhood, summer or winter there was not a month that I didn’t see it. Going back and stepping in it’s sand was really something wonderful, more because of the memories than actually the beach itself.The truth is that now its not the same, it has much less sand meaning that the sea has advanced more and there is very little space to put the towel.

Continue a ler “Praia da Poça – Estoril, Portugal”

HOTEL HACIENDA LOS ROBLES, NAVACERRADA, ESPANHA

Estive hospedada neste hotel rural para uma reunião de trabalho. Fica mesmo á entrada de Navacerrada (centro) e a poucos quilómetros da estação de ski. É pequeno mas acolhedor, com pessoal relativamente simpático. 

 

 

Tem um bom espaço de ar livre, com jardim e piscina, além de um pequeno SPA com um circuito termal que com o acordo da empresa faziam por 16€ uma hora (se não me engano). Tinha também um pequeno ginásio, muito mas muito pequeno, abafado até, porque utilizei para correr na passadeira e tinha um efeito sauna. 

Éramos duas pessoas e ficámos num quarto familiar, que tinha duas divisões e duas casas de banho, não sei por isso dizer se os quartos são grandes ou pequenos porque o nosso era grande e custou 68€ por noite. 

Tínhamos por isso duas varandas em vez de uma mas que estavam viradas para estrada e não para o jardim. 

Uma boa estadia neste hotel, se bem que á noite estivémos no pub inglês cuja emprega parecia uma personagem do Twilight…medo!

 

Website: http://www.haciendalosrobles.com/index.php

TXINGUDI, POZUELO, ESPANHA

Esta foi a segunda vez que fomos ao Txingudi, a primeira foi com uns amigos (que por engano se sentaram neste bar pensando que era outro que eu tinha recomendado) e agora só os dois.

Localizado em Pozuelo é um bar onde podemos comer ir para comer “pintxos”, tapas e beber umas “cañas”. E podia ser só isso, não fosse a sua herança basca (ou vasca como se diz por cá) sinónimo de alta cozinha em pequenas porções.

Da primeira vez arriscámos um pouco mais, pedimos a tempura de beringela, umas “chuletas” de vaca, um “solomillo” e as famosas croquetas de boleto. Tudo muito bom.

Hoje decidimos não arriscar e pedir a mesma tempura de beringela com mel (que eu acho deliciosas), pedimos também o “solomillo” pensando que estavamos a pedir a carne que comemos da primeira vez que gostámos tanto que afinal era a “chuleta”, mas não houve problema, porque o que veio era muito bom.  

A única inovação no pedido foi o Provolone, sugestão do marido e como ainda não entendemos muito bem tudo o que lemos em espanhol não percebemos que eram como os rolitos do chinês com o queijo lá dentro. Adorámos a combinação.

Na verdade já não conseguimos comer mais nada, creio que da outra vez ainda houve espaço para sobremesa mas desta vez a dois não conseguimos ir mais além. A conta é que parece muito pesada para quem comer só umas tapas mas a realidade é que eu não saí como fome por isso se vir pelo prisma de refeição, saiu barato.

 

Website: http://www.txingudi.info/ 

eat: PEGGY SUE – MADRID, ESPANHA

Eu precisava de ir ás compras e quis ir ao centro de Madrid. Gosto muito da zona da Princesa porque é logo á entrada da cidade e acaba por ser mais perto para nós. Aproveitámos também esta nossa ida para jantar e eu tinha encontrado várias referências na internet aos restaurantes Peggy Sue pelos seus hamburguers. 
O mais perto era este da Calle Santa Cruz de Macenado e o nome já dá uma pista: Peggy Sue, American Diner. Antes de ir vi o site e gostei imenso, é mesmo representativo dos “diners” tão famosos nos anos 50. Parece que estamos no “Regresso ao Passado” e a qualquer momento pode entrar o Michael J. Fox.

I needed to go shopping and wanted to go to the center of Madrid. I love the Princess area because is right at the entrance of the city and ends up being closer to us. Since we were there we want to have dinner and I had found several references on the internet to Peggy Sue restaurants for their hamburgers.
The closest was this in the Calle Santa Cruz de Macenado the name already gives a clue: Peggy Sue, American Diner. Before going I saw the website and I liked it, is really representative of the “diners” that were so famous in the 50s. Looks like we’re in “Back to the Future” and anytime Michael J. Fox can walk in.

 
O interior então é bastante fiel ao estilo, com as jukebox, as mesas e as cadeiras tipo sofá, os “neons”, a publicidade dos anos 50, tudo…
Outro pormenor interessante foi o televisor que só passava programas e filmes do mesmo período, a preto e branco. Depois quando olhei para a ementa fiquei surpreendida com os preços, é muito acessível, um hamburguer não custa mais de 6€ e as pizzas rondam os 5€/6€ também. Mas não íamos pelas pizzas…(pedimos para o miúdo) 
The interior is so very true to the style, with the jukebox, tables and sofas, the “neon”, the fifties advertising, all …
Another interesting detail was  TV that only shows programs and movies from that decade, in black and white. Then when I looked at the menu I was surprised with the prices, it is very affordable, a hamburger does not cost more than € 6 and the pizzas are around € 5 / € 6 too. We weren’t there for the pizzas … (we did order one for the kid)
 
 
Nós fomos pelos hamburguers, tal como fizémos com os restaurantes indianos decidimos partir em busca do melhor hamburguer de Madrid, depois do Alfredo’s agora o Peggy Sue e posso dizer que este último não desilude e arrisco dizer que tem a melhor relação preço/qualidade, porque os hambuguers eram de facto bons e pagámos pelo jantar 34€ (3 pessoas). 
We went for burgers, as we have done with the Indian restaurants we decided to go in search of the best burger in Madrid, after Alfredo’s now Peggy Sue and I can say that the latter does not disappoint and I dare say it has the best price / quality ratio, because Hambúguers were indeed good and we paid € 34 for dinner (3 people).
A única coisa que podem ter como um ponto contra é a variedade (ou nesta caso a escassez de variedade). Eram 4 tipos de hamburguers, 3 tipos de pizza e uns 4 tipos de saladas, pouco mais. Achei que tinham mais sobremesas que hamburguers mas na realidade não faz grande diferença, como se costuma dizer, são poucos mas bons. Eu comi o Aretha Franklin (estou de dieta) e o marido como o James Brown, que gostou muito. 
As batatas são pedidas á parte, a dose custa uns 4€ mas é generosa (dá para dois) e  são óptimas, nunca tinha visto cortadas assim porque parecem umas canoas e talvez seja por isso que são tão boas. 
The only thing that may be a point against it is the variety (or in this case the lack of variety). There were 4 types of burgers, three types of pizza and a 4 types of salads, little more. I thought we had more desserts than hamburgers but in reality it doesn’t make a big difference, as they say, less is more. I ate the Aretha Franklin (I’m dieting) and my husband had the James Brown, he loved it.
Potatoes are requested aside
 costs about € 4 but is generous (for two) and are great, never seen them cut like that looking like canoes and maybe that’s why they are so good.
 
 
Para sobremesa pedimos o Cheese Cake, eu provei um pedaço e estava delicioso. 
Gostámos muito do restaurante, o espaço é pequeno mas acolhedor e o atendimento é óptimo. Entre o Alfredo’s e este, creio que prefiro o Peggy Sue principalmente porque descobrimos que temos um perto de casa. 
For dessert we ordered the Cheese Cake, I tasted a piece and it was delicious.
We really liked the restaurant, the space is small but cozy and the service is great. Between Alfredo’s and this, I think I prefer the Peggy Sue mainly because we found out that we have a close to home.
 
 
Our guide of: