Cadaqués – Costa Brava, Espanha

Um dia nublado e a prometer chuva impediu-nos de estender a toalha na praia mas libertou a “agenda” para um passeio. A viagem durou uma hora e meia desde Platja D’Aro, valeu cada minuto e quilómetro porque é outro daqueles lugares que parou no tempo, sem a epidemia da grande construção á volta de uma praia, com todas as casas pintadas de branco entre o verde da serra e o azul do mar.
An cloudy with a promise to rain day prevented us from putting our towel on the beach but released the “agenda” for a short trip. It lasted an hour and a half from Platja D’Aro, it was worth every minute and kilometer because it is another one of those places that stopped in time without the epidemic of major construction around a beach, with all the houses painted in white between the green hills and the blue sea.

Cada colina, cada contorno de cada piedra podía haber sido dibujado por Leonardo DaVinci“, assim a descreve Salvador Dalí. Cadaqués era um dos seus lugares preferidos e junto á Praia está uma estátua em sua homenagem.
Entendo perfeitamente porque se apaixonou, as suas ruas estreitas, as suas lojas de artesanato, as suas esplanadas, a água transparente, é sem dúvida um lugar para recarregar a bateria da inspiração.
Andámos a pé seguindo a linha do mar em direcção ao pequeno centro de Cadaqués, pelo caminho vimos a Casa Blava (ou Casal Azul – que está na foto superior) uma das que foi construída por emigrantes que regressaram de Cuba. Destaca-se pelas portas e janelas ornamentadas.
Ficámos para almoçar. Não creio que fizémos a melhor escolha de restaurante mas fomos movidos pela fome. Não comemos mal mas para o que pagámos também não comemos por aí além. Foi no Nordest e pedimos ameijoas, camarão “al ajillo” e carpaccio de bacalhau que foi o prato que salvou o dia porque estava muito bom. As ameijoas deram-me vontade de entrar na cozinha e fazê-las á minha maneira porque teriam ficado sem dúvida mais saborosas. Não saímos impressionados com o restaurante saímos sim deslumbrados com Cadaqués e com vontade de voltar.
“Every hill, every contour of each stone could have been painted by Leonardo DaVinci,” thus describes Salvador Dalí. Cadaqués was one of his favorite places and near the beach is a statue in his honor.
I completely understand why he fell in love, its narrow streets, its craft shops, its terraces, its transparent water, is definitely a place to recharge the battery of inspiration.
We went walking along the line of the sea towards the small center of Cadaqués, on the way we saw the Casa Blava (or Double Blue – who is in the photo above) one of which was built by immigrants who returned from Cuba. Stands out for it’s ornated doors and windows.
We stayed for lunch. I do not think we made the best choice of restaurant but we were driven by hunger. We didn’t eat that bad but for what we paid we deserved better. It was in the Nordest and we ordered clams, shrimp “al ajillo” and carpaccio of cod that was the dish that saved the day because it was very good. The clams had me wishing to go into the kitchen and make them in my own way because they would have been without doubt the tastiest. We left unimpressed with the restaurant but dazzled by Cadaques and wishing to return.

 

 

 

 

 

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