JARDINS DE MENARA – MARRAKECH, MARROCOS

Para aproveitar melhor o dia completo que tínhamos em Marraquexe, decidimos apanhar um bus Turistico com Hop-on and Hop-off para poder visitar o máximo de monumentos possível sem ter que andar muito. O primeiro da nossa rota foi os Jardins da Menara construídos no século XII e aos quais quatro séculos mais tarde se juntou o pavilhão que vemos junto á piscina.
To better enjoy the full day we had in Marrakech, we decided to take a Tourist bus with Hop-on Hop-off and to be able to visit as many monuments as possible without having to walk too much. The first of our route was the Menara Gardens built in the twelfth century, to which four centuries later the pavillion we see near the pool was built.

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eat: TERRASSE DES ÉPICES – MARRAKECH, MARROCOS

Caminhámos pelo zoco (suq ou souk) em busca de este restaurante, ainda nos perdemos pelo labirinto das ruas estreitas mas conseguimos chegar a este pequeno paraíso de tranquilidade. O nome já diz o suficiente, é um terraço com uma grande esplanada com uma decoração entre o tradicional e o moderno mas acolhedora. Foi algo complicado acomodar um grupo de cerca de dezasseis pessoas mas conseguiram numa pequena salinha privada das muitas que tinham.
 
We walked the souk (suq or souk) in search of this restaurant, still lost in the maze of narrow streets but managed to find this little haven of tranquility. The name says enough, is a rooftop with a large terrace with a tradicional and modern decoration but cozy. It was complicated to accommodate a group of about sixteen people but managed a small private parlor of the many they had.

Queríamos provar a cozinha marroquina e pedimos o menú do dia. Para primeiro prato escolhi a salada marroquina, com tomate cortado e onde provei os primeiros sabores de especiarias. O segundo foi uma Tajine de frango com limão, que estava boa mas para mim o sabor do cítrico era demasiado intenso. Provei também o Cous cous e recomenda-se.
Para sobremesa o já tradicional prato de laranja com canela, para mim é interesante que se coloque canela quando vi difícil encontrar uma laranja em Marrakech que não fosse doce. No final da comida tivémos que sair da salinha e ir para a zona mais aberta da esplanda, estava muito calor e como eramos muito estávamos apertados. Dali podemos ver o minarete da Mesquita da Koutoubia.
No final pagámos cerca de 16€ por pessoa, talvez um pouco mais caro que o preço tradicional dentro da Medina mas comemos bem e o espaço vale a pena.
 
We wanted to taste the Moroccan cuisine and ordered a menu of the day. For a first course I chose the Moroccan salad with sliced ​​tomato where I tasted the first spice flavors. The second was a tajine of chicken with lemon, which was good but to me the taste of citrus was too intense. Also tasted the Cous cous and would recommend it.
For dessert the traditional dish of orange with cinnamon, for me it is interesting that they pour cinnamon in it when I found it difficult to discover an orange in Marrakech that was not sweet. At the end of the food we had to leave the small room and go to the more open area of ​​the sun terrace, as it was very hot and we were tight. From there we can see the minaret of the Koutoubia Mosque.
In the end we paid about 16 per person, maybe a little more expensive than the traditional price within the Medina but ate well and the place is worth it.
 
 
 
 

 
 
Morada: 15, souk Cherifia. Sidi Abdelaziz (a 150 m de Dar El Bacha) 
 
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do: TUMBAS DE SAADI – MARRAKECH, MARROCOS

Uma entrada para visitar as Tumbas da dinastia Saadi custa 10 dirhams (aproximadamente 1€), uma valor que vale a pena pagar e pelo estado de conservação deu-me vontade de dar mais para ajudar. Foram construídas no século XVI e foram recebendo membros desta familia real até ao século XVII altura em que começou a dinastía Alaouite que ainda hoje governa em Marrocos.
Na altura da transição fecharam as tumbas sem nunca as destruir mas também sem qualquer tipo de conservação até que no ano de 1917 foram redescobertas e abertas ao público.
 
An entry to visit the tombs of Saadi dynasty costs 10 dirhams (about 1 ) a value that is worth paying and it’s condition made ​​me want to give more just to help. Were built in the sixteenth century and was receiving members of the royal family until the seventeenth century when the Alaouite dynasty  began and still rules in Morocco.
At the time of transition closed their graves without ever destroying them but also without any maintenance until the year 1917 they were rediscovered and opened to the public.

Ao entrar do lado esquerdo está o primeiro mausoléo, dividido em duas partes, numa onde entra mais luz e a decoração ainda que elaborada não é igual á principal tem pequenas campas que dizem ser das princesas da dinastia. Para ver a principal e onde está enterrado Mansour tivémos que estar na fila porque é uma zona muito estreita e cabem duas pessoas de cada vez. Vale a pena, é uma sala mais pequena que a anterior mas com uma decoração digna de uma califa, dizem que a inspiração foi a Alhambra de Granada. Ao centro três campas do rei e as restantes pertencem aos seus filhos e sucessores.  
No segundo mausoléo podemos contemplar o excelente de trabalho de azulejo que os decoram e á sua volta na zona dos jardins estão cerca de cem campas entre príncipes, princesas e leais servidores da familia real. Um espaço interessante para conhecer a arquitectura da época responsável pela construção de luxuosos palácios e utilizada também para enaltecer os que já não esto entre nós.
 
Upon entering in the left side is the first mausoleum , divided into two parts, one with more light and the decor is not so elaborated as the main one it has small graves said to be of the princess of the dynasty . To see the main one where Mansour is buried we had to stand in line because it is a very narrow zone and it only fits two people at a time. It is worth the wait, is a smaller room than the previous but with a decor worthy of a Caliph, they say the inspiration was the Alhambra in Granada. At the center three graves, one of the king and the remaining belong to his sons and successors.In the second mausoleum one can contemplate the excellent work that decorate the tile and around the area of the gardens there are about a hundred graves of princes, princesses and loyal servants of the royal family. An interesting space to know the architecture of the time in charge of building luxurious palaces and also used to praise those who no longer are among us.

 
 
 

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MESQUITA KOUTOUBIA – MARRAKECH, MARROCOS

Abd al-Mumin foi o primeiro califa do Califado Almóada e o homem responsável pelo inicio da construção desta mesquita, o seu desejo era que fosse uma das maiores na altura mas não viveu para ver a obra final. O seu Minarete de quase 70 metros de altura foi modelo para os que podemos ver em Rabat e em Sevilha (a Giralda).
Abd alMumin was the first Caliph of the Almohad Caliphate and the man responsible for starting the construction of this mosque, his wish was that it was one of the largest at the time but did not live to see the final work. Its minaret nearly 70 feet tall was the model for the ones what we can see in Rabat and Seville (the Giralda).

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La Table de Marrakech – Marrakech, Marrocos

Este restaurante está junto á entrada para o Palácio da Bahía, chamou a nossa atenção pela sua esplanada no piso superior e pela ementa que tinham cá fora com um menú do dia por 60 dirhams (aproximadamente 6€) por pessoa, não tínhamos nenhuma recomendação mas ainda assim decidimos experimentar e acabámos por ter uma agradável experiência.
This restaurant is near the entrance to the Palace of Bahia, caught our attention for its terrace on the top floor and also by the menu they had outside with a menu of the day for 60 dirhams (about 6 ) per person, but we had no recommendation still decided to try and ended up having a pleasant experience.

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do: PALÁCIO DA BAHIA – MARRAKECH, MARROCOS

Tinha muita curiosidade de conhecer este Palácio cujo o nome significa o Favorito. Foi construido no século XIX em várias fases e por dois importantes vizirs, o primeiro Si Moussa que foi conselheiro do Sultão Sidi Mohammed ben Abder e depois pelo o seu filho Ba Ahmed.
Era utilizado para sua residência e estava dividido em vários apartamentos que na sua altura diziam ser bastante luxuosos e onde se alojavam as suas mulheres.
 
I was very curious to discover this palace whose name means the Favourite. It was built in the nineteenth century in various stages and by two importantes vizirs, the first Si Moussa who advised the Sultan Sidi Mohammed ben Abder and then by his son Ahmed Ba.
Was used as their residence and was divided into several apartments on it’s day they said to be quite luxurious and where they lodged their wives.

Foi construido seguindo a arquitectura típica de Marrocos em que cada apartamento tinha um pátio onde se destaca o trabalho de azulejo “zellij” que podemos ver a decorar cada um deles. Em todos haviam fontes e por aqui passeavam as mulheres de cada um de estes vizirs. Um deles tinha árvores como cipestres e laranjeiras, outro era maior em tamanho apenas com os azulejos e uma fonte a decorá-lo.
Também gostei dos tectos trabalhados em madeira assim como as portas, tudo com bastante detalhe ajudando a entender a importância e o poder dos homens que o mandaram construir. Só tive pena de que não recriassem em alguma de estas divisões como seria nessa altura a decoração acho que ajudaria a animar a visita.
 
It was built following the typical Moroccan architecture in which each apartment had a patio where I would highlight the zellij” tile work we can see decorating in each one. In all you can see small fountains and around here the women of the vizirs would pass by. One of them had trees like cypress and orange, another was bigger in size only with tiles and a fountain decorating it.
Also liked the wooden coffered ceilings as well as the doors, all with great detail to help you understand the importance and power of the men who had built it. Just felt sorry that they did not recreate in any of these divisions what would the decor be like then I think would help enliven the visit.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Morada: Rue de la Bahia 8
Entradas: 10 Dirhams (aprox. 1€)

 

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do: JARDIM MAJORELLE – MARRAKECH, MARROCOS

Eram 16h30 quando estávamos junto ao Club Med á espera do Bus Turistico para tentar chegar antes das 17h ao Jardim Majorelle, aquele que seria o último lugar a visitar em Marrakech nesse dia. Connosco estava um colega fã do trabalho de Yves Saint Laurent que ia roendo as unhas pensando que poderia perder a sua oportunidade de visitar o sitio onde este grande estilista francês se inspirou para algumas das suas colecções. Felizmente, depois de muito correr chegámos a tempo e ainda bem.
 
It was 16:30 when we were next to Club Med waiting for the Bus Turistico to try to arrive before 17h to Majorelle Garden, the one that would be the last place to visit in Marrakech on that day. With us was a work colleague a big fan of Yves Saint Laurent’s work who was biting his nails thinking he might lose the chance to visit the place where this great French designer drew inspiration for some of his collections. Fortunately, after much running we arrived on time and that was great.

Foi dos meus sitios preferidos de Marrakech que não tive oportunidade de conhecer a primeira vez que estive na cidade e a única coisa que me arrependo foi de não ter feito a visita com um pouco mais de calma porque como chegámos tarde já teve que se mais curta para não perder o autocarro de volta.

É um jardim botânico criado entre 1920 e 1930 pelo pintor francês Jacques Majorelle e depois foram comprados juntamente com a casa pelo criador Yves Saint Laurent. Cactos, palmeiras e canas de bambu são algumas das plantas que podemos ver neste espaço e o que mais gostei foi da sua tranquilidade que proporciona e dos seus cantos românticos.
Tem uma loja, uma livraria e uma pequena galería com a colecção Love de YSL.
 
It was one of my preferred sites of Marrakech that I hadn’t had the chance to meet the first time I was in town and the only thing I regret was not having done our visit with a little more time because as we arrived late we had to cut it short in order not to miss the bus back.
It is a botanical garden created between 1920 and 1930 by the French painter Jacques Majorelle and then it was bought with the house by designer Yves Saint Laurent. Cactus, palm trees and bamboo canes are some of the plants that we see in this space and what I enjoyed most was the peace of mind it provides and its romantic corners.
It has a shop, a bookstore and a small gallery with YSL Love Collection.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

Website: http://www.jardinmajorelle.com/
Morada: Rue Yves Saint Laurent

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