TERREIRO DO PAÇO – LISBOA, PORTUGAL

O nosso passeio por Lisboa estava quase a terminar mas antes ainda passámos pelo Terreiro do Paço, era inevitável. 
Uma maiores praças da cidade, passou por várias fases de recuperação sendo que a maior foi no século XVIII depois do terramoto de 1755. Ainda hoje continuo a apreciá-la, imponente, rejuvenescida agindo como se fosse o melhor dos cartões de visita da cidade.
Visitá-la é relembrar vários episódios da história de Portugal, desde a sua construção pelo o rei D. Manuel I, casado com duas das filhas dos Reis Católicos (de Espanha) passando pelo terrível terramoto e em dias mais recentes, ás sucessivas obras de recuperação e reabilitação do espaço.
Our tour of Lisbon was almost finished but still we went through the Terreiro do Paço (Palace Square),it was inevitable.
One of the major squares of the city, has undergone several phases of recovery and the highest was in the eighteenth century after the 1755 earthquake. Even today I still enjoy it, imposing, rejuvenated acting like it is the best of the city’s visiting cards.
To visit it is to remember several episodes in the history of Portugal, since its construction by the King Manuel I, married with two daughters of the Catholic Monarchs (Spain) through the terrible earthquake and in more recent days, the successive works of rehabilitation and recovery.

É claramente um dos principais pontos de interesse turístico de Lisboa, mas tem a vantagem de ser largamente aproveitado por quem vive na cidade, assistindo aos vários eventos que ali podem decorrer como a Passagem do Ano ou em anos anteriores, a Árvore de Natal iluminada (que passou depois para o Parque Eduardo VII) assim como outras iniciativas que enchem a praça de animação.
Nela podemos apanhar um eléctrico dos antigos para ir até a outros pontos turísticos da cidade ou um dos mais recentes que nos pode levar até Algés and Belém por exemplo.
Ao centro da praça está a estátua equestre do rei D. José I, o mesmo que reinava quando se deu o terramoto e a quem Marquês de Pombal retirou protagonismo com o seu plano de reconstrução da cidade.

It is clearly one of the main tourist attractions of Lisbon, but it has the advantage of being widely enjoyed by those who live in the city, attending the various events that take place there as the New Year’s Eve or in previous years, the Christmas tree lit (after that it is located in the Parque Eduardo VII) as well as other initiatives that make this square more lively.
In it one can take a old tram to the other sights in the city or one of the modern ones that can take you up Algés and Belém for example.
At the center of the square is the equestrian statue of King Joseph I, who ruled when the earthquake occurred and the Marquis of Pombal who took prominence with his plan to rebuild the city.

 

 
O Arco Triunfal é a porta de entrada para a Rua Augusta, a mais famosa rua de comércio da Baixa Lisboeta. É pedestre e ainda hoje me lembro de quando fazíamos aqui todas as compras de Natal muito antes dos “shoppings”. Hoje em dia grande parte das lojas estão ocupadas por grandes marcas internacionais como as do grupo Inditex (Zara, Stradivarius, Pull & Bear).

The Triumphal Arch is the gateway to the Rua Augusta, the most famous shopping street in downtown Lisbon. It is pedestrian and I still remember when we were here for Christmas shopping long before the malls. Nowadays most of the shops are occupied by major international brands such as Inditex Group (Zara, Stradivarius, Pull & Bear).
Do lado esquerdo da praça (de quem está de costas para o rio) podemos ver o renovado Pátio da Galé, onde está um dos restaurantes mais conhecidos da cidade com o mesmo nome da praça assim como o posto de turismo. Junto a estas arcadas podemos sentar-nos num café a contemplar a agitação do Terreiro do Paço, turistas e lisboetas misturam-se para beber um café ou comer um gelado nesta tarde em que o sol iluminou ainda mais a cidade. 

On the left side of the square (for who has his back to the river) we can see the renovated Patio da Galé, where there is one of the most popular restaurants in town with the same name of the square and the tourist office. Along these arches we can sit in a café to contemplate the excitement of the Terreiro do Paço, tourists and lisboetas  (locals) blend in to drink a coffee or eat an ice cream in this afternoon where the sun illuminated the city even more.

Our guide of:

Di Casa – Lisboa, Portugal

Creio que a primeira di Casa que apareceu estava na Infante Santo, lembro-me que tinha uma decoração moderna fugindo ao conceito normal de pizzaria da toalha de pano de xadrez vermelho e logo á entrada podíamos ver os fornos a lenha a fazerem estalar a maravilhosa massa de pizza.

Desde então que a di Casa passou a fazer parte das nossas pizzarias de sempre, quando abriram em Cascais passámos a ir a essa porque tinha menos gente que a primeira (que tinha como ponto menos favorável o barulho) e de vez em quando, para passeio íamos á do Vasco da Gama, a que fomos hoje.

I believe that the first Di Casa that appeared was in the Infante Santo, I remember it had a modern decor fleeing the concept of normal pizzeria cloth towel with red plaid  and right at the entrance we could see the wood stoves to make popping the wonderful pizza dough.
Since then the Di Casa became part of our pizzerias, when it opened in Cascais we started to go there because it had fewer people than the first (which had the least favorable point the noise) and from time to time to take a walk we would go to the one in Vasco da Gama, which went today.

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NATRAJ, LISBOA, PORTUGAL

O Natraj tem um lugar especial no nosso coração (ou estômago) e creio que figura na nossa lista de restaurante indianos preferidos mais pelo o seu ambiente e pela simpatia do Sr. Manoj (se é que se escreve assim) que própriamente pela comida, que aliás é muito boa. Fica no número 52 da Rua do Sol ao Rato.

Fomos este fim de semana para matar saudades principalmente dos “onion bhaji” que o marido gosta, ou mesmo dos quadros que decoram a sala, alguns sugerem algo mais que uma dança. 

 

E o pão “garlic naan”? Não nos podemos esquecer do fabuloso pão que acompanha o resto da refeição mas que nós teimamos em pedir como entrada. 

Temos que admitir a nossa falta de originalidade quando vamos ao indiano, se calhar deveríamos provar outros pratos mas se o que comemos já é bom para quê mudar? Outro dia arriscaremos para ver se encontramos algo ainda melhor, por agora ficamos contentes com o nosso “Chicken Tikka Masala” e o saboroso Caril de Gambas. 

Durante a refeição podemos ainda ver um filme de Bollywood, algo que fica sempre na nossa memória quando visitamos o Natraj. Mas nesta noite noite não era um filme mas sim uma série, um Anatomia de Grey “made in” Índia. Quase tão bom como a comida! 

E no final, 60€ para cinco pessoas, não comemos sobremesa é um facto porque também já não cabia.

Arco de Gavi – Verona, Itália

Construído originalmente no século I d.C., este arco foi dedicado á familia Gavi e desenhado por Lucius Vitruvius Cerdone. Originalmente estava colocado numa zona ali perto e servia de porta de entrada na cidade de Verona. Por ele passava a Via Postumia que a ligava a Roma.
Originally built in the first century AD, this arch was dedicated to family Gavi and designed by Lucius Vitruvius Cerdone. Originally it was placed in an area nearby and served as a gateway to the city of Verona. The Via Postumia that connected Rome passed by it.

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RUE JEANNE D’ARC, ORLEÃES, FRANÇA

Que outro nome poderia ter uma das principais ruas da cidade senão o da Joana D’Arc?

E foi por ela que começou o nosso dia em Orleães e tomámos o pequeno-almoço num pequeno bar chamado Today. A verdade é que não estavam muitos negócios abertos porque era fim de semana e o próprio senhor do bar teve que ir comprar os croissants para nos vender a nós, que é um facto curioso já que podia ter dito que não tinha mas preferiu manter o cliente e caminhar até á padaria mais próxima. Excelente atitude! Devíamos ter seguido os seus passos e descubrir a padaria…

 

Passámos por esta rua numa altura complicada porque estava em obras o que lhe retirava algum encanto e afastava as pessoas também era cedo e estava vazia, por outro lado pode ser visto como um privilégio andar por esta rua sem carros e sem pessoas, tranquilamente a ver as montras das várias lojas que ali estão que vão desde decoração a “chocolateries”, passando por supermercados e comida “fast-food”.

 

 

Ao fundo da rua, a Catedral sobresai. É uma imagem fantástica principalmente quando temos o nosso campo de visão bastante limpo.

 

 

E outro ponto que chama atenção na rua são as suas coloridas bandeiras, talvez colocadas para as festas a Santa Joana (D’Arc) e que segundo percebemos representam os brasões de nobres que lutaram na guerra contra os ingleses. Uma delas é de Gilles de Rais e uma outra era de Richemont, ambos lutaram lado a lado com Joana D’Arc.

 

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sleep: HOTEL GEORGES VI – BIARRITZ, FRANÇA

Dormimos apenas uma noite em Biarritz e escolhemos o Hotel Georges VI, uma charmoso hotel a cinquenta metros da Plage du Port-Vieux. Todo o seu interior tem uma decoração de estilo inglês não estivesse o hotel dedicado ao Rei inglês, pai da actual rainha de Inglaterra, Isabel II. A familia real britânica veraneava em Biarritz.
 
We slept only one night in Biarritz and chose the Hotel Georges VI a charming hotel fifty meters from Plage du PortVieux. The entire interior has an English-style decor or wasn’t the hotel dedicated to the English King, father of the current Queen of England, Elizabeth II. The British royal family summered in Biarritz.

  

Fomos bem recebidos e apesar de achar que o quarto era pequeno a verdade é que para uma noite estava perfeito, era muito confortável, a decoração simples e romântica. Tínhamos vista para o praia porque ficámos num quarto virado para a rua, têm outros que dão para um pátio interior. A localização era sem dúvida um dos seus pontos fortes porque estávamos também a cinco minutos a pé da Place de Sainte Eugenie e a uns dez da Grande Plage.
 
We felt welcomed and although I think the room was small the truth is that for one night it was perfect, it was very comfortable, with a simple and romantic decor. We had views of the beach because we had a room facing the street, they have others that are facing the inner courtyard. The location was certainly one of its strengths because we were also a five minutes walk from the Place Sainte Eugenie and about ten of Grande Plage.
 
 
 
 
Morada: Rue du Port Vieux 10
 
Our guide of:
http://hojeconhecemos.blogspot.com/2001/10/guia-de-biarritz.html

do: CATEDRAL SAINTE-CROIX – ORLEÃES, FRANÇA

No dia anterior á nossa visita á Catedral falava ao telefone com uma colega espanhola, quando lhe disse onde estava recomendou-me vivamente a visita a Catedral, disse-me com toda a segurança que para ela estaria nas três catedrais mais bonitas de França. A fasquia estava alta e assim que entramos não decepcionou. Ainda assim o ideal é não ir com demasiadas expectativas, França é um país cheio de grandes e sumptuosas catedrais, cada uma com o seu encanto mas esta tem algo de especial, algo que se sente mais do que se vê. Talvez seja a carga histórica que nos transporta até á Guerra dos Cem Anos e há a emotiva história de Joana d’Arc.
 
On the day prior to our visit to the Cathedral was on the phone with a Spanish colleague when I told her where I was she strongly advised me to visit the Cathedral, told me safely that to her it would be one of the three most beautiful cathedrals of France. The stakes were high and when we got in it did not disappoint. Yet the ideal is not to go with too many expectations, France is a country full of large and sumptuous cathedrals, each with its charm but this has something special, something that feels more than what you see. Perhaps it’s the historical burden that carries us until the Hundred Years War and there is the emotional story of Joan of Arc.

 

Se é uma das três catedrais mais bonitas de França? Talvez não seja, não viajei o suficiente para responder. Mas entrando na sua nave principal, repleta de luz e cor graças ás decorativas bandeiras, sentimos que sim que é fabulosa.

Podemos também considerá-la como um capítulo de um livro de história, que se refere XV e que conta as aventuras de Santa Joana em forma de vitrais. Podemos ver todos os passos importantes desde as suas batalhas até ao reconhecimento do Rei Carlos VII no Castelo de Chinon.

So is it one of the three most beautiful cathedrals of France? Perhaps not, I have not traveled enough to answer this. But entering its nave, full of light and color thanks to the decorative flags, we feel it is fabulous.
We can also consider it as a chapter in a history book, which refers XV and tells the adventures of Santa Joana in the form of stained glass. We can see all the important steps since her battles to the recognition of King Charles VII in Chinon Castle.

 

A primeira foi construída no século XIII, no ano de 1429 foi o palco de uma missa onde estava Joana D’Arc. Isto foi durante o cerco á cidade e a sua vitória mudou o rumo da história. Viria ser destruída pelos Protestantes no século XVI e reconstruída um século mais tarde com um estilo gótico. Volta a ser palco de uma guerra, desta vez a II Guerra Mundial que a deixa novamente destruída e só volta a ser aberta na década de 60.

The first was built in the thirteenth century, the year 1429 was the scene of a mass that Joan of Arc attended. This was during the siege to the city and its victory changed the course of history. I would then be destroyed by the Protestants in the sixteenth century and rebuilt a century later with a Gothic style. I becomes once more the stage to a war, this time World War II that again leaves it destroyed and only returns to be opened in the 60s.

Há mais referências ás Guerras Mundiais do século XX, uma delas é um monumento aos soldados (filhos de Orleães) que morreram durante a I Guerra de 1914 a 1918. Junto ao mesmo um outro dedicado a Joana D’Arc, a principal referência da Catedral.

There are more references to the World Wars of the twentieth century, one of which is a monument to the soldiers (children of Orleans) who died during World War I from 1914 to 1918. Close to it another dedicated to Joan of Arc, the main reference of the Cathedral.

 
 
 

do: PLACE BELLECOUR – LYON, FRANÇA

Depois do pequeno-almoço entrámos na Place Bellecour, a sua dimensão é impressionante e é a terceira maior praça de França.
Mas infelizmente a dimensão não chega para impressionar, a verdade é que apesar do belíssimo enquadramento dos edificios da praça, falta-lhe mais arvoredo ou algo que a torne mais agradável principalmente por ser tão grande acaba por se tornar vazia.
Talvez haja um motivo para que assim seja, sabemos que aqui se fazem muitos eventos ao longo do ano e por isso espaço acaba por se tornar mais funcional.

After breakfast we went into the Place Bellecour, it’s size is impressive and is the third biggest square of France.
But unfortunately the size is not enough to impress, the truth is that despite the beautiful environment of the buildings of the square, it lacks more trees or something that would make it more enjoyable mainly because it is so big that eventually becomes empty.
Maybe there’s a reason for it to be, we know that are many events held here throughout the year and the space eventually becomes more functional
.

Na praça está um ponto de turismo e ao centro a principal atracção é a estátua equestre do Rei Luis XIV, o famoso Rei Sol. Na base de estátua outras duas, uma representando o rio Rhône e o Saône. O actual monumento substitui um outro que foi destruído aquando a Revolução Francesa.
Deste ponto já conseguimos ver Fourviére e a sua basílica.
 
In the square there is a tourism office and the main attraction is the equestrian statue of King Louis XIV, the famous Sun King. At the base of the statue there two others representing the river Rhône and the Saône. The current monument replaces another that was destroyed during the French Revolution.
From this point we can already see Fourviére and its basilica.
 
 Our guide of:


Calle Mayor – Madrid, Espanha

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Para quem visita a parte mais antiga de Madrid, a Calle Mayor é essencial uma vez que faz a ligação entre o Palácio Real e Catedral de Almudena até á Plaza Mayor e a Puerta del Sol. Uma rua que junta alguns dos principais pontos de interesse da cidade. Também por isso, percorrê-la é garantir mais conhecimento sobre a história de Madrid já que é das ruas mais antigas. Ganhou maior relevância durante os reinados dos Habsburgo no século XVI.
For those who visit the oldest part of Madrid, Calle Mayor is essential since it connects the Royal Palace and Almudena Cathedral to the Plaza Mayor and Puerta del Sol. A street that joins some of the main points of interest of the City. Also for that reason, to walk in it is to guarantee more knowledge about the history of Madrid since it is of the oldest streets. It gained more prominence during the Habsburg reigns in the 16th century.

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MUSEU NACIONAL DO COLEGIO DE SAN GREGORIO, VALLADOLID, ESPANHA

Entrámos neste museu sem qualquer expectativa, na realidade nem tinha sido a nossa primeira opção mas sim uma exposição que estava no Palácio de Villena (logo ao lado) chamada Primitivo, com quadros de pintores portugueses do século XV e XVI. Por outro lado pensámos que uma vez em Valladolid deveríamos ver um museu com exposições da região e a outra podemos tentar localizá-la em Portugal.

Creio que fizémos a escolha acertada. Assim que tiro a carteira da mala para pagar o senhor da bilheteira entrega-me os bilhetes para mão, um mapa e começa a indicar-me o caminho sem cobrar-me, ao Sábado á tarde não se paga. Excelente. Cultura sem custos adicionais, de qualquer forma se tivesse pago senti-me igualmente satisfeita, esta é uma colecção que para mim merecia cada euro cobrado porque foi a primeira que alguma vez vi do género e fiquei impressionada.

 

Li algures que era um dos museus mais antigos de Espanha. Grande parte do que está exposto é de carácter religioso, o mais impressionante foram os grandes retábulos de madeira recolhidos de diversas igrejas da região e ali preservados. Autênticas preciosidades artísticas esculpidas em madeira com um grande nível de detalhe.

A exposição está organizada de forma cronológica e começa com século XV onde numa das salas podemos ver um tecto trabalhado em madeira e com aplicações douradas. Vamos também algumas pinturas a óleo onde se sobrepõem apliques dourados.

Uma das nossas esculturas preferidas foi a de San Onofre de Alejo de Vahia, trabalhada em madeira e com um grande detalhe para fazer a parte do pelo.

Entramos depois no Renascimento onde em duas salas se expôem as peças de um retablo de madeira cuja dimensão era tão grande que para que se conseguisse ver tinha que ser assim, como se fosse um puzzle.

O retábulo de San Benito, estava originalmente na igreja do mosteiro com o mesmo nome, foi encomendado ao artista Alonso Berruguete e na parte central podemos ver o San Benito, cuja dimensão era impressionante. Havia também o Calvário e a Assunção de Maria. 

Ainda nesta zona um fantástico trabalho do escultura Andrés de Nájera com as cadeiras de madeira do coro do mesmo mosteiro do retábulo.  

Ao fundo da sala, um trabalho de Juan de Juni um escultor francês que viveu na cidade de Valladolid e que criou este Enterro de Cristo. Ao centro está Jesus Cristo a ser preparado para o enterro enquanto a sua mãe, Maria chora a sua morte e José a consola. Também está representada Maria Madalena e Nicodemo. 

Seguimos para a zona do Barroco, antes ainda ficámos a contemplar o claustro do Colégio. 

 

Um dos quadros que chama mais a atenção é o da Anunciação de Maria de Gregório Martinez (séc. XVI) onde se nota as influências dos artistas italianos Rafael e Miguel Ângelo. 

 

Nesta zona uma das obras mais interessantes é o retábulo e relicário da Anunciação, obra de Vincente Carducho do inicio do século XVII. 

No final passamos ainda por um conjunto de esculturas representando a Via Sacra, desde o Pretório até ao Calvário. Estas esculturas saiem á rua na altura da Semana Santa em pequenos carros puxados por homens vestidos com o traje típico da época.

Uma delas é o Caminho para o Calvário de Gregorio Fernández e a a última é a elevação da cruz de Francisco Rincón (século XVII).

Foi uma excelente surpresa este museu, claro que será ainda mais interessante para quem goste de arte religiosa.

 

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