Place du Chateau – Carcassonne, França

Carcassonne é um lugar especial, com as suas raízes medievais bem conservadas e pitorescas praças como esta do Chateau.

Ao centro da praça está o busto de Jean-Pierre Cros-Mayrevieille, o homem que não cruzou os braços quando viu que queriam demolir a cidadela (o que restava pelo menos) medieval. Nasceu em Carcassonne, era historiador e arqueólogo que conseguiu que a Basílica de Sta. Nazaire fosse preservada e foi o grande impulsionador da reconstrução da antiga Cité e graças a ele, hoje podemos visitar Carcassonne, o lugar que dizem ter inspirado contos de fadas como o da Bela Adormecida.

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Porta Narbonnaise – Carcassonne, França

O processo da sua recuperação começa em 1846 com vários projectos mas quem a leva a cabo é o arquitecto Viollet-le-Duc, que ao chegar a Carcassonne a encontra em ruínas. Apenas uma parte das torres construídas no século XIII estavam de pé e dentro do castelo podemos ver o antes e depois da sua reconstrução.

Em 1853 a porta é recuperada segundo a visão do arquitecto, a tal que foi muito criticada por não ser leal ao original.

The process of recovery begins in 1846 with several projects but who carries out is the architect Viollet-leDuc, who upon arriving in Carcassonne found it in ruins. Only a portion of towers built in the thirteenth century were standing and inside the castle we can see the before and after its reconstruction.
In 1853 the door is recovered according to the vision of the architectwhich was much criticized for not being loyal to the original.

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Castelo de Carcassonne – França

 
Dentro da cidade fortificada de Carcassonne está o seu Castelo. Foi construído no século XII e era propriedade da familia Trencavel até ter sido entregue á coroa francesa.
No século XIX inicia-se o processo de restauro de Carcassonne que terá iniciado com a sua Catedral mas que depois se estendeu a outras estruturas relevantes como o Castelo e as Muralhas.

A cargo do projecto estava o arquitecto francês Viollet-le-Duc que na altura levantou muita polémica por não estar a fazer uma reconstrução mais fiel ao que teria sido, no final a obra foi apreciada e hoje podemos disfrutar deste lugar da época medieval que nos faz parar no tempo.

Inside the fortified city of Carcassonne is your castle. It was built in the twelfth century and was owned by the family Trencavel to have been given at the French crown.
In the nineteenth century begins the process of restoration of Carcassonne that will start with its cathedral but later extended to other relevant structures such as the Castle and the Walls.
In charge of the project was the French architect ViolletleDuc who raised much controversy at the time for not doing a reconstruction more faithful to what would have been the end of the work has been appreciated and now we can enjoy this place from medieval to us stops in time.

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Piriquita – Sintra, Portugal

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Turista ou local, se há uma coisa que se deve fazer quando se visita Sintra é comer um travesseiro da Piriquita. Também é famosa pelas suas queijadas. Quando vivia em Portugal (Oeiras para ser precisa) este era o típico programa de Domingo á tarde: um passeio pelas ruelas do centro antigo de Sintra e depois sentarmo-nos na Piriquita (I ou II – há outra no fim da mesma rua) e comer um delicioso travesseiro.
Tourist or local, if there is one thing one should do when visiting Sintra is eat a “travesseiro” (a puff pastry cake filled with almonds with eggs and sugar) from Piriquita. It is also famous for its “queijadas”. When I lived in Portugal (Oeiras to be precise) this was the typical Sunday afternoon program: a stroll through the alleys of the old center of Sintra and then sit in Piriquita (I or II – there is another at the end of the same street) and aat a delicious travesseiro.

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PALÁCIO NACIONAL – SINTRA, PORTUGAL

Já visitei o palácio várias vezes, desde os tempos das visitas de estudo até hoje e ainda assim consigo continuar a visitá-lo mesmo que tudo esteja exactamente como da primeira vez. Ao ler o livro Filipa de Lencastre (de Isabel Stilwell) voltei a ter vontade de entrar no palácio no qual a rainha terá tido grande influência na sua construção.

A primeira construção era árabe e a partir do século XII torna-se na residência da Família Real. Ao longo dos séculos cada rei foi fazendo obras para adaptá-lo as suas necessidades.
No livro, Filipa que era casada com D. João I, terá sido uma grande influência nas relevantes obras que se fizeram no palácio. Hoje o que temos é um excelente exemplo de um Palácio medieval que mistura harmoniosamente vários estilos arquitectónicos como o gótico, o mudéjar e o manuelino.
É fácil reconhecê-lo em qualquer fotografia graças ás suas duas grandes chaminés cónicas e ainda me lembro das tais visitas de estudo em que a cozinha era sempre o que mais impressionava pelo o seu tamanho.
O preço das entradas é de 9€ por pessoa mas pode ficar mais barato com um bilhete combinado que inclui o Castelo dos Mouros e o Palácio da Pena. Ir  cedo pela manhã nem sempre ajuda porque é quando chegam os autocarros com excursões, ainda assim consegui apanhar menos gente que o habitual. Fica uma sugestão á organização: tentar reduzir um pouco mais o número de pessoas que entram já que as salas não são tão grandes para que se junte tanta gente.
>>> Sala dos Cisnes – a decoração do tecto dá-lhe o nome e era a Sala Grande dos Paços Reais de D. João I. Mais tarde no reinado de D. Manuel passou a chamar-se Sala dos Infantes. E é na época manuelina que se decora o tecto e se adiciona os azulejos.

>>> Pátio Central

 >>> Sala das Pegas – diz o site oficial que são 136 as pegas que seguram nos bicos a divisa do rei D. João I: por bem. Para além do bonito tecto tem um impressionante trabalho de azulejos.

 >>> Quarto do Rei D. Sebastião – Utilizado nos finais do século XVI como quarto do rei D. Sebastião. 

 >>> Sala Júlio César – nome advém da tapeçaria do século XVI representando a vida de Júlio César.

 >>> Pátio de Diana

 >>> Sala das Galés

>>> Sala dos Brasões – famosa pelo seu tecto trabalhado onde podemos ver as armas régias e setenta e dois brasões de famílias nobres. 

 

 

 >>> Quarto prisão de D. Afonso VI – Foi deposto pelo irmão D. Pedro e ficou preso aqui durante 9 anos. Dizem que de tanto caminhar gastou o chão.

 >>> Sala Chinesa – onde podemos admirar um pagode chinês feito em marfim do século XVIII.

 

 

 >>> Sala dos Árabes – inicialmente era aqui o quarto de dormir de D. João I. No século XVI é decorada com os azulejos e a fonte.

 

 >>> Cozinha – famosa pelas suas duas grandes chaminés com mais de trinta metros de altura e pelo tamanho dos tachos utilizados.
 

 >>> Sala Manuelina

 

Website: https://www.parquesdesintra.pt/parques-jardins-e-monumentos/palacio-nacional-e-jardins-de-queluz/

Our guide of:
http://hojeconhecemos.blogspot.com.es/2001/02/guia-de-sintra.html

GREY ELEPHANT, MADRID, ESPANHA

Estamos no Outono e com o Inverno á porta, começa o mau tempo e o frio para além de um grande quebra-cabeças: que fazer com os miúdos?

O Grey Elephant tem a solução, no seu agradável espaço são feitas várias actividades para os manter entretidos. Com uma agenda onde podemos encontrar actividades com construções de Legos, música, manualidades, etc..

Fica na Calle Mancebos (perto da Plaza de la Paja na La Latina) e deixámos lá o nosso filho de quatro anos numa actividade organizada pelos Chiquitectos de construção de Legos. Enquanto ele se divertia a construir uma Lego City nós fomos dar um passeio pela zona. 

Quando o fomos buscar estava entusiasmado, gostou da actividade e quer repetir. Ficámos também a saber que não é só para crianças que existem actividades, há também para os adultos e por exemplo ás quintas-feiras fazem uma de “crafts”, não é exclusiva para senhoras (acredito) mas a verdade é que são elas as que aparecem para fazer decoração de pratos ou decorações de Natal enquanto se come uma tapa e se bebe um copo de vinho.

 

Website: http://www.greyelephant.es

 

VER GUIA DA CIDADE:

do: CATEDRAL DE NOSSA SENHORA, LUXEMBURGO

Este mês de Outubro trouxe á ribalta a Catedral de Nossa Senhora no Luxemburgo, foi nela que se casou o Grão-Duque Guillaume do Luxemburgo com a Condessa Stéphanie de Lannoy numa cerimónia onde estiveram presentes membros das várias casas reais como os Duques de Bragança e os Principes das Astúrias. Nós visitámo-la em Dezembro do ano passado quando ainda estava decorada para o Natal.
 
This October brought to the limelight Luxembourg’s Notre-Dame Cathedral, it was in it the the Gran Duke Guillaume of Luxembourg got married with Countess Stéphanie of Lannoy in a ceremony that had the presence of many members of several royal houses like the Bragança Dukes and the Asturias prince and princess. We visited in December of last year when it was still decorated with a Christmas motif.

A primeira construção data do século XVII como parte de um colégio de jesuítas, no século XVIII depois dos jesuítas abandonarem o Luxemburgo, a Imperatriz Maria Teresa entrega a igreja á cidade passando a ser dedicada a S. Nicolau e S. Teresa. Só no século XIX se torna Catedral. O seu estilo é maioritáriamente gótico, com alguns apontamentos do renascimento.
A figura central da Catedral é a santa padroeira da cidade, a nossa senhora Maria Consolatrix Afflictorum (Consoladora dos Aflitos) cuja imagem está no seu interior e as suas vestes não são pintadas mas feitas em tecido. A peregrinação pela santa é feita do 3º ao 5º Domingo de Páscoa. Não é a catedral mais bonita que vimos, talvez a riqueza do Luxemburgo fizesse pensar que seria mais esplendorosa mas tem alguns elementos interessantes e não há dúvida que no Natal com as decorações e o presépio torna-se mais acolhedora.
 
The first construction is from the XVII century and was part of jesuit school, after they left the Luxembourg in the XVIII century, Empress Maria Therese gives the church to the city and it was dedicated to St. Nicholas and St. Teresa. Only in the XIX it becomes a Cathedral. It’s style is mostly gotic with some renaissance elements.
The central image of the Cathedral is the city’s patron saint, our lady Maria Consolatrix Afflictorum (Conforts the needy) whose sculpture is dressed with fabric instead of being painted. The pilgrimage dedicated to her is on the 3rd and 5th Easter Sunday. It’s not the most beautiful cathedral we saw, maybe the riches of Luxembourg would made you think that it would be more splendid but it does have some interesting elements and without a doubt it is more cozy with the Christmas decorations and Nativity set.

 

 
Mais/More Posts:

Catedral de San Pietro – Bolonha, Itália

Percorríamos a Via da Independência quando vimos a grande fachada de uma igreja e decidimos entrar. Tínhamos ido até Bolonha sem mapa, sem referências, sem nada…íamos á descoberta e foi assim que encontrámos a catedral da cidade, passeando casualmente por uma rua…Ao entrar percebemos que afinal era mais que uma igreja era a Catedral de Bolonha dedicada a São Pedro.

We walked the Via de la Independencia when we saw the great facade of a church and decided to enter. We had gone to Bologna without a map, without references, without anything … we went to the discovery and that is how we found the cathedral of the city, strolling casually along a street … On entering we realized that after all it was more than a church was the Cathedral of Bologna dedicated to Saint Peter.

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do: PASSEIO DA FAMA – MADRID, ESPANHA

Tinha muita curiosidade em conhecer o Passeio da Fama (versão espanhola do que está em Hollywood) na Calle Martín de los Heros junto á Calle Princesa. Coloquei a expectativa lá no alto e na minha cabeça imaginava um passeio em mármore escuro como um céu estrelado onde se destacariam as estrelas de cada artista homenageado. De onde fui eu tirar esta ideia?
 
I was very curious to step on the Walk of Fame from Madrid – the spanish version of the famous one in Hollywood – that is on Calle Martín de los Heros next to Calle Princesa.
My expectation was high and in my head I had visualized a walk with dark marble like a starry sky where bigger star would be highlighting each honored artist.
Where was I getting this idea?

Assim que entro na rua em questão começo a andar e já tinha passado duas ou três estrelas enquanto procurava o tal passeio de céu estrelado até que olho bem para o chão e vejo uma estrela com o nome do António Banderas e penso: “É aqui?” É isto? Será de certeza.”
É mais discreto que o original de Hollywood. Na realidade, para os anos dourados que viveu e ainda vive o cinema espanhol com artistas reconhecidos por todo o mundo (a Cruz, o Bardem, o Banderas e uma mão cheia de bons realizadores) achei que mereciam um melhor destaque mais próximo daquele que imaginava. 
De qualquer forma é uma iniciativa louvável e a sua localização que pode ser questionável (não é própriamente a rua mais movimentada de Madrid mas pode ser esse o objectivo) mas é a mais correcta já que Martín de los Heros é a rua do cinema por excelência, começando pelos cinemas Renoir passando por uma livraria especializada a 8 e meio. E para os “estrangeiros” que vivem em Madrid é o local onde podemos encontrar um filme menos comercial e em versão original.
 
So from Plaza de Cubos I enter the Martín de los Heros, I start walking looking for that dark starry sky in the floor…without knowing that I already passed by three stars it is when I saw António Banderas that I realised that was it.
It is therefore more discret than the Hollywood famous walk, in reality with the golden years the spanish entertainment is having with recognized artists all over the world (Cruz, Bardem, Banderas and great group of directors) I thought they deserved something closer to what I imagined.

Still it is great that they have decided to do it and in the best location, you could ask why it isn’t in a more busy street in the city but Martín de los Heros is the place too be when it comes to movies for example. In it and around you find a great deal of movie theathers that show the original versions and also have more alternative movies.
That is the case of the Renoir and also you will find “Ocho e medio” (eight and a half) that is a movie dedicated library with a coffee shop inside.
São 25 as estrelas ali presentes comemorando os 25 anos da Academia de Cinema Espanhol. Na inauguração estiveram alguns dos homenageados, entre os mais conhecidos estavam Penélope Cruz e Javier Bardem assim como os realizadores Alejandro Amenábar (realizador de dois filmes que gosto muito: Ágora e Os Outros) e Pedro Almodóvar.
Pode não ter o glamour da versão de Hollywood mas terá sem dúvida grande significado na zona onde está e é mais um marco turístico na cidade. 

There are 25 stars in the walk of fame they also celebrate the 25 years of the Spanish movies academy. At it’s opening there were some of them present like Penélope Cruz and Javier Bardem and also directors Alejandro Amenábar (who made two movies I love “The Others” and “Ágora”) and Pedro Almodóvar.

It might lack Hollywood’s glamour but it is another landmark to visit in the city and of great significance to the area itself.
 
 
>>> Algumas das estrelas do passeio
 
 
 
 
 
Metro: Plaza de España


 
Guia Madrid/Madrid Guide

 

do: LE PETIT BISTROT – MADRID, ESPANHA

O passeio ao Parque de Berlim foi feito já no final da manhã e pedia um almoço na zona. No mesmo post do blog Madrid Y Yo onde sugeria o parque sugeria também o Le Petit Bistrot que ficava ali perto. Também já tinha algo sobre o restaurante numa revista que sugeria o brunch neste restaurante mas segundo o que vi no próprio site do Bistrot, só o do Bairro das Letras é que tem.
 
Our walk in the Berlin Park was almost at lunch hour so we had to eat in the area. In the same blog Madrid Y Yo there was a suggestion to eat at the Le Petit Bistrot that was close by. I remembered this restaurant’s name from a magazine that suggested a Sunday brunch but after checking on their website I realised it was only on the one in the Barrio de las Letras.


O interior do restaurante (como se esperava) estava decorado como um bistro parisiense, um ambiente acolhedor sem dúvida mas o tempo ainda estava agradável e decidi ficar na esplanada. Mais tarde arrependi-me e é talvez a única falha que vejo no restaurante porque a idea que temos de Paris e de um bistro, é que o seu interior pode ser muito acolhedor mas a sua esplanada é sempre convidativa. As mesas e cadeiras em verga com almofadas confortáveis…aqui nada disso…aqui é a típica mesa e cadeira de esplanada desconfortável que podia bem ser de um bar de “cañas y tapas” qualquer.
Ao “medio día” têm um menú que fica por 9,90€ onde se pode escolher do menú uma “entrante” e um crepe (ou tostas). Havia vontade de provar vários, mas para entrada pedi o “Costrón de queso de Cabra caliente con miel” que é uma combinação que nunca falha.
Depois decidi mandar a dieta pela janela e provar um crepe de inspiração espanhola, o Burgos. Para cortar calorias e comer “chistorra” (uma espécie de linguiça) e morcela de Burgos sem remorsos, decidi pedir a massa do crepe com farinha integral e foi uma excelente escolha porque a massa de crepe do Petit Bistrot é como tem que ser.
 
The restaurant had the typical parisian bistro decor (as you might expect by name of it), it looked very warm and cosy but because I wanted to take advantage of these last sunny pleasant days I decided to stay on a table outside.
I ended up regretting as it is the only negative thing. I remember seating outside in a Paris café or bistro and it was much more confortable, with those typical rattan chairs but no, it looked like the chairs and tables from any typical bar. I guess I was expecting something charming to match the interior.
At “medio día” (noon or in here almost 2’o clock in the afternoon) they have a lunch menu for 9,90€ where you can choose a starter (entrante) and a crepe (or a toast).
I wanted to try half the menu (that is good right?). I order the “Costrón de queso de Cabra caliente con miel” (Goat cheese with crunchy bacon and honey) it is a combination that never fails.
Then I decided to forget about my diet and taste a crêpe of spanish inspiration – the Burgos. To cut calories and eat “chistorra” (a sort of chorizo) and the “morcilla” without any regrets, I decided to eat the crêpe with a whole wheat flour. It was an excelent choice because the crêpe was great.
 
Por último, o café “gourmand” que também está incluído no preço e que eu troquei por um chá (um poleo-menta) “gourmand”. Segundo o Wikipedia, um gourmand é uma pessoa que tira grande prazer na comida que noutros tempos era uma palavra chique para a gula mas que hoje em dia é utilizado para quem aprecia boa comida e bebida. Assim que no Le Petit Bistrot se pedir um café (ou no meu caso um chá) “gourmand” não vai receber uma chávena com um chocolatinho ao lado, vai receber uma prova de sobremesas entre elas um bolo de chocolate, um crepe com caramelo e uma tarte de nata. 

In the menu they have a “café gourmand” but instead of coffee I asked for some tea (“poleo-menta). According to Wikipedia, a gourmand is someone that takes a great pleasure in food and in other times it was a fancy word for gluttony  but today it is used for those who appreciate good food and drink.
If you ask this at Le Petit Bistrot the gourmand part is not a small cumplimentary chocolate, no you well get a taste of some of their desserts like: chocolate cake, crêpe with caramel and a custard tart.
O do Parque de Berlim abriu o apetite e a curiosidade de ir ao brunch, já está apontado na agenda.

This one opened the appetite to try the other one with the brunch.

Website: http://www.lepetitbistrot.net
Metro: Concha Espina

 
Guia Madrid/Madrid Guide