
One of the things that caught our attention was its terrace overlooking the Garonne river, we sat down and saw that they had a menu of the day which cost less than 10 € and other dishes at 6 €.
Between Spain & Portugal, Madrid & Lisboa…


Continuando o nosso passeio de bicicleta por Paris fomos parar á Praça da Ópera onde vimos uma grande agitação á volta do Palácio Garnier. Nele está a Academia Nacional de Música e a Ópera de Paris. Junto ás escadas do elegante edificio, um grupo de músicos tocava como se a Academia tivesse saído á rua e tinham bastante público. Ficámos algum tempo a ouvi-los tocar enquanto contemplávamos a fantástica fachada do palácio.
Continuing our bike ride through Paris we stopped at the Opera Square where we saw a great agitation around the Palais Garnier. In it there’s the National Academy of Music and the Paris Opera. Standing by the stairs of the elegant building, a group of musicians played as if the Academy had come out to the street and had they gathered quite a crowd. We stayed some time to listen to them play while we contemplated the awesome facade of the palace.









A dois passos da Plaza Mayor, esta é uma das mais pitoresca e animadas ruas de Valladolid. Ás horas das refeições podemos vê-la cheia de gente á porta dos bares de tapas ou dos restaurantes que colocam a rua num dos primeiros lugares do mapa gastronómico da cidade.

Logo ao entrar o primeiro edificio que vemos é a Casa de los Gallos, uma casa senhorial que pertencia á familia de Los Gallos de Andrada e que hoje dá lugar ao Hotel Imperial e a conhecido restaurante com o mesmo nome da casa.
Foi propriedade da familia desde o século XVI até ao século XIX, um dos seus mais ilustres habitantes foi Juan Gallo de Andrada, secretário do rei D. Felipe III.


Outro restaurante de renome localizado num edificio antigo, é o Restaurante Santi no El Caballo de Troya. O palacete renascentista onde está localizado é do século XVI, dizem que mais tarde foi transformado em pousada á qual lhe deram o nome da mítica história do Cavalo de Tróia.


Dois restaurantes que são referência da cozinha da região mas que podem não estar ao alcance de todos, no entanto o que é interessante na rua é que também há alguns bares de tapas (e pinchos) que trazem mais animação á rua e nos quais podemos beber um copo, comer umas tapas sem gastar muito dinheiro.

Descobrimos esta rua ao acaso sem realmente entender a sua verdadeira importância na história de Valladolid, ainda assim pareceu-nos muito interessante, pelos as fachadas dos edificios e pela boa extensão de comércio, todo tradicional que ali se pode ver.

Mais tarde a ler sobre a rua, percebemos que desde sempre era uma rua dedicada ao comércio também pela sua proximidade á Praça do Mercado. No final do século XVI foi completamente destruída num incêndio e no reinado de Felipe II foi reconstruída para voltar a ser um dos pontos comerciais mais importantes da cidade.


Hoje em dia as fachadas de alguns edificios totalmente recuperadas e vemos que continua a ser uma rua de comércio, grande parte são pequenos negócios que vão desde a decoração a chocolatarias.




Ao fundo da rua encontramos a Igreja Penitencial de Vera Cruz, que segundo a sua placa dizia que estava vinculada a doentes contagiosos. A sua construção começa a 1581 a cargo do arquitecto Pedro de Mazuecos, el Viejo. Outros dois ajudam na construção da fachada, Juan de Nates e Diego de Praves. Nela colocam uma escultura de Constantino.

O seu outro nome é Basilica Cattedrale di Santa Maria Assunta e foi construída a meio do século XVI, mas na realidade nunca ficou completa. Só no século XVIII chega a ser consagrada. O desenho original foi encomendado a Miguelangelo mas foram Andrea Da Valle e Righetto Agostino que o levaram a cabo alterando o projecto inicial.

Ficou por concluir a fachada que hoje em dia assume este ar menos apelativo principalmente quando ao seu lado está o baptistério com um estilo românico do século XII e que guarda nele os frescos desenhados Giusto de Menabuoi, que infelizmente não chegámos a visitar.

O seu interior divide-se em três naves de decoração simples, ao percorrer a principal podemos ver duas cúpulas que permitem mais entrada de luz.
Não entrámos pela entrada principal mas sim por uma lateral, antes contornámos toda a catedral e isso permitiu-nos ver os vários detalhes da sua construção, incluindo a torre.

No seu interior tivémos pouca margem de manobra para movimentar-nos, estava a decorrer a missa e tivémos que esperar para fotografar mas mesmo assim muitos ficaram a cumprimentar o padre e a catedral estava cheia de gente.

Ainda assim pudémos ver as capelas das naves laterais, ainda que em pontas opostas pudémos ver tanto numa como noutra dois retratos de Nossa Senhora com o Menino Jesus, duas interpretações diferentes, a última dizem ser uma cópia de uma criada por Giotto.






Ao entrarmos na zona mais antiga de San Sebastián tínhamos dois objectivos: o primeiro era conhecer a zona e passear pelas suas ruas estreitas, o outro era ir parando pelos bares que nos interessavam e fazer uma corrida ao melhor “pintxo”. O primeiro foi esta Bodega Donostiarra, cujo o nome me parecia familiar e talvez por isso não hesitámos em entrar, ficava na esquina da Calle Fermín Calbetón.
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