Castelo de Cuenca, Espanha

Não sobrou muito do Castelo de Cuenca mas a sua excelente vista merece sem dúvida uma visita. Conquistado aos árabes por Afonso VIII no século XII, o Castelo protegia a cidade de Cuenca desde um dos seus pontos mais altos. A sua última construção data do século XVI e é a porta de entrada, o Arco de Bezudo. Está ladedo por dois rios, o Juncar e o Huécar.

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Casas Colgadas – Cuenca, Espanha

Com uma impressionante vista para o rio Huécar, as casas suspensas ou “colgadas” são sem dúvida um dos maiores símbolos da cidade de Cuenca e provavelmente as mais fotografadas. Construídas num rochedo entre os séculos XIV e XV, foram remodeladas no século XX e hoje albergam um restaurante e um museu.

With an impressive view of the Huécar River, hanging or “colgadas” houses are undoubtedly one of the greatest symbols of the city of Cuenca and probably the most photographed. Built on a cliff between the fourteenth and fifteenth centuries, they were remodeled in the twentieth century and now house a restaurant and a museum.

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PLAZA MAYOR, CUENCA, ESPANHA

Ao entrar em Cuenca cedo percebemos que é uma das cidades mais pitorescas de Castilla-La Mancha e também de toda a Espanha. A primeira coisa que chama a atenção são os coloridos edificios que compõem a parte mais antiga e na Plaza Mayor eles misturam-se com outros de construção gótica como por exemplo a Catedral.

Chegámos por volta das 15h pelo o que tínhamos um pouco de fome (o pequeno-almoço foi ás 11h e reforçado), de Madrid até ao centro de Cuenca demorámos cerca de duas horas a chegar, infelizmente uma parte da estrada é mais cansativa com várias curvas mas a A40 é uma estrada melhor e termina precisamente na cidade, assim não há que enganar.

 

 

Procurávamos um restaurante para comer aqui na Plaza Mayor (tínhamos outras recomendações mais longe do centro mas estavam cheios uma delas era a La Bodeguita de Basilio), haviam alguns com óptimo aspecto mas estavam “apetados” como se diz por aqui. Sobrou-nos o único que ainda tinha mesas o que nem sempre é um bom sinal (ou nunca), de qualquer forma pudémos experimentar uma das iguarias locais: o Morteruelo (um guisado de carnes, pão ralado e especiarias).

Pudémos aproveitar a bela praça em plena hora de animação quando as esplanadas estavam cheias mas assim que chega a hora da “siesta” conhecemos o seu lado mais calmo. Num dos lados da praça vemos o edificio do Ayuntamiento de construção barroca e com três arcos. 

Outro dos edificios mais marcantes da praça é a Catedral de arquitectura gótica construída no século XIII. 

 

A entrada na Catedral é paga e não se podem tirar fotos no interior. Os pontos altos do seu interior são o altar e a casa do capítulo. 

 

Junto á Catedral está o edificio do Convento de las Petras, um edificio de estilo barroco construído no século XVI. 

 

Juntamente com as Casas Colgadas, a Plaza Mayor é uma das principais atracções de Cuenca.

eat: HOME BURGUER BAR – MADRID, ESPANHA

Continua a busca do melhor hamburguer de Madrid. Ao que parece e dada a grande moda dos restaurantes de hamburguers em Madrid, é quase como um “desporto” encontrar a melhor e até há alguns blogs na internet sobre o tema como o La Hamburguesa de tu Vida.
A nossa intenção era ir á New York Burguer mas fecha ao Domingo e decidimos ir ao Home Burger Bar.

 
Escolhemos o da Calle Espiritu Santo em pleno bairro de Malasaña. A decoração é moderna com aquele toque súbtil de “diner” norte-americano, parece que estamos dentro de um mas um pouco mais refinado. De entrada pedimos os Lagostinos (camarões) en pasta filo con salsa Sweet Chilli, só esta última palavra já diz tudo. Não sou grande apreciadora de picante mas colocando poucas porções de molho nas gambas não sentia tanto o seu sabor forte. 
Depois quanto aos hamburguers, a variedade é excelente e dificil é mesmo escolher. É de realçar que sendo uma casa de hamburguers havia muitas opções para vegetarianos e a carne estava identificada como sendo biológica. Escolhemos a Caprese com tomate seco, rúcula e parmesão e a La Especial “Home”, que tinha queijo Philadélfia com nozes e cebola. Ambos acompanhavam com batatas e a salada “coleslaw”.
 
Gostámos das combinações mas o elemento principal, que é o hamburguer estava um pouco seco o que significa que nesta liga onde jogam, o Alfredo’s Barbacoa continua a ter a melhor carne. Talvez tenha sido um mau dia mas acabou por decepcionar principalmente porque não cobram barato por eles. Pagámos uns 45€ para duas pessoas, sem sobremesa mais 5€ por pessoa que no Alfredo’s. O atendimento (que vimos noutros sites que muitos se queixavam) foi óptimo, todos muito simpáticos. Aproveitámos depois para continuar pela Calle Espiritu Santo no bairro da “movida” e que mesmo sendo Domingo continuava bastante animado.  
 
Morada: Calle del Espiritu Santo 12
Metro: Tribunal
 
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Jardim El Capricho – Madrid, Espanha

Enquanto folheava uma revista feminina no trabalho (creio que foi a Woman) vi uma reportagem sobre os melhores jardins para piqueniques. Tinham em várias cidades mas em Madrid recomendavam este, o Jardim El Capricho.
Mas ou eu li mal (porque o meu espanhol continua sem ser o melhor do mundo) ou recomendavam um restaurante onde comprar a comida e depois comer ali. Só um problema, está uma placa que diz que não se pode entrar com comida e bebida e se tencionamos fazer-nos de tontos em relação a essa regra, estão duas pessoas á entrada para nos relembrar.

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do: SÉ – LISBOA, PORTUGAL

Portugal é um país recheado de bonitas igrejas, a Sé ou a Igreja de Santa Maria Maior, uma das mais importantes da cidade de Lisboa parece, quando comparada a outras menos espectacular. Mas se pensarmos em toda a sua história rápidamente entendemos a importância de visitá-la.
É também o seu entorno que lhe confere beleza, uma das imagens de marca de Lisboa que enchem ímans, t-shirts, postais e os cartões de memórias das máquinas digitais de muitos que visitam a cidade ou que nela vivam mas apreciem fotografia. Falo claro da célebre foto do eléctrico 28 a passar em frente á Sé.

Portugal is a country full of beautiful churches, the Cathedral or the Church of Santa Maria Maggiore, one of the most important city of Lisbon seems, when compared to other less spectacular. But if we think of its history quickly understand the importance of visiting it.
It is also your surroundings that gives beauty, one of the hallmarks of Lisbon filling magnets, tshirts, cards and memory cards of digital cameras of many visiting the city or you live in it but enjoy photography. I speak of course of the famous photo of the 28 tram passing in front of the Sé.

Uma vez dentro, parece um lugar sombrio que vai ganhando luz á medida que andamos em direcção á Capela-Mor. O que impressiona é a sua capaz de sobreviver, falamos de uma igreja que foi construída após a conquista da cidade aos Mouros por Afonso D. Henriques e o seu exército. Isto significa que a primeira construção é do século XII, mas muito se passou desde então e a igreja sofreu várias remodelações que lhe conferiu estilos diferentes desde o gótico ao românico.

Logo ao entrar, no lado esquerdo uma capela revela um móvel recheado de pequenas riquezas. No altar está um orgão do evangelho do século XVIII, os tectos decorados e as tonalidades mais claras conferem-lhe uma zona de luz que contrasta com o resto da Sé.

A Capela de S. Vincente presta homenagem á lenda e ao santo padroeiro da cidade.

Once inside, looks like a gloomy place that is gaining light as we walk towards the main chapel. What impresses the fact it was able to survive, we speak of a church that was built after the conquest of the city from the Moors by D. Afonso Henriques and his army. This means that the first construction is the twelfth century, but much has happened since then and the church has undergone several renovations that gave you different styles from Gothic to Romanesque.
Going in a chapel on the left side reveals a cabinet filled with riches. On the altar there is an organ of the gospel from the eighteenth century, decorated ceilings and lighter shades give this area more light that contrasts with the rest of the cathedral.
The Chapel of St. Vincent pays tribute to the legend and the city’s patron saint.

 

 
 

 

  
 
A Capela de S. Vincente presta homenagem á lenda e ao santo padroeiro da cidade.
 
 

 

Acabámos por não visitar os claustros, fica para a próxima.

We ended up not visiting the cloisters, maybe next time.

 
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Largo das Portas do Sol – Lisboa, Portugal

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Logo a seguir ao Miradouro de Santa Luzia passámos pelo Largo das Portas do Sol. Uma vez mais as cores chamam a atenção desde os edificios aos eléctricos que passam, vermelho, amarelo, azul…um arco irís. Entramos noutro miradouro, a vista é espectacular e estava uma banda de música africana a tocar na rua. Animavam o espaço que por si já quase não precisa, mas ainda assim é sempre bom ver bons artistas na rua.

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Miradouro Santa Luzia – Lisboa, Portugal

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Há qualquer coisa de cinematográfico neste miradouro, só de entrar já sentimos algo de especial que é dificil de explicar. A vista é assombrosa, é espectacular, mas provavelmente há melhores em Lisboa e nem isso importa.
É impactante quando vemos os edificios coloridos sobre um imenso céu azul e o rio ali perto. É daquelas imagens que nunca se esquece e para o caso de duvidarmos da nossa memória, tira-se uma foto, duas, várias, centenas… 
There is something cinematic about this viewpoint, just going in you already feel something special that is hard to explain. The view is amazing, is spectacular, but there are probably better at Lisbon and not even that matters.
It’s amazing when we see the colorful buildings on a vast blue sky and the river nearby. It is those images that one never forgets and in case of doubt your memory, you take a photo, two, several, hundreds…

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MOMENTUM DE MAYUMANA, MADRID, ESPANHA

Uma das vantagens de viver numa grande cidade (seja ela qual for) é a sua agenda cultural, há sempre para todos os gostos desde concertos, a espectáculos, a dança ou teatro, mas até aqui ainda não tínhamos aproveitado muito esse beneficio. De tanto me recomendarem o espectáculo, quebrámos essa rotina (de não aproveitar a agenda cultural de Madrid) e comprámos bilhetes para o espectáculo de Mayumana, o “Momentum”. Parece que a companhia teve sucesso na Broadway e que leva já dez anos de espectáculos em Espanha sempre no Arteria Coliseum da Gran Via.

(foto oficial)

Já tinha lido sobre o espectáculo e sobre este grupo, Mayumana nasce em Israel e a palavra significa destreza e habilidade. Recebemos confirmação da sua origem quando um dos músicos/bailarinos/artistas vai entretendo o público com um ecrã gigante aberto no Facebook e ia trocando mensagens com várias pessoas de todo o mundo, incluindo as que estavam na assistência, em algumas falavam de Israel.

Depois vem uma pequena introdução: “Este espectáculo é sobre o tempo…” Como o tempo é a variável que se utiliza para marcar o ritmo, está espectáculo montado. Parece simples? Mas a verdade é que na sua simplicidade está o divertimento e o sair de uma sala de espectáculos com a sensação de que não só assistimos como fizémos parte.  De facto a interactividade do espectáculo é a sua mais valia além de ver artistas completos que dançam, cantam, tocam instrumentos, divertem…


Não estamos a falar de grandes efeitos especiais, tem tecnologia sim mas os seus momentos são os de interacção com o público.
Valeu a pena os 38€ por cada pessoa, hoje fala-se muito mais de experiências…esta é uma que vale a pena viver.

 

VER GUIA DA CIDADE:

ZÉ DA MOURARIA – LISBOA, PORTUGAL

Pode não servir todas as 7 maravilhas da gastronomia de Portugal (onde faltou o bacalhau) mas sem dúvida que tudo o que vem para a mesa neste restaurante poderia muito bem figurar nessa tão elitista lista culinária. Fica na Rua João do Outeiro e não se vê placas a identificar o restaurante, é o passa palavra que anuncia o restaurante e o o cheiro a boa comida que nos informa onde está. 

They may not serve all the 7 wonders of the gastronomy of Portugal (where cod missed) but no doubt that everything that comes to the table in this restaurant could well appear in this list as elitist cuisine. It is located at the João do Outeiro street and you do not see the signs identifying the restaurant, is the word of mouth that is advertising the restaurant and the the smell of good food that tells us where it is.
De onde estávamos podíamos ver a cozinha, do seu pouco espaço saiem as mais tradicionais receitas de Lisboa, aqueles que durante décadas encheram os estômagos de quem por ali passava. 
Fizémos quilómetros para comer os famosos bifes ao alhinho, mas antes ainda provámos um delicioso bacalhau com grão e batatas a murro. Tudo extraordinário. 

Por último o leite creme, que segundo os especialistas que nos acompanhavam á teve dias melhores, mas a vida é assim até as sobremesas têm os seus dias menos positivos. 
Tudo é simples aqui, mas tudo é saboroso e a conta não é pesada considerando que não estando a comer nenhuma dessas tais 7 maravilhas gastronómicas, estamos sem dúvida a comer algo que joga na mesma liga. No final recomendámos a um casal de turistas que de mapa em punho procuravam o seu hotel, á vista saltava a localização do Zé da Mouraria.
Em 2015 voltámos a repetir mas com uns amigos espanhóis, aos pratos que já conhecíamos juntaram-se o bacalhau com grão e as lulas, ambos a não perder.
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