
EXPERIENCE MUSIC PROJECT – SEATTLE, EUA

Between Spain & Portugal, Madrid & Lisboa…














We started to visit the Palace of Pedro I, who earns the name of the King who promoted its construction in the fourteenth century.
Entered later in the Patio de las Doncellas and here we feel the arabic roots who are part of Andalusian culture. The richness and detail of the arches are really worthy of contemplation.

We then go the Hall of Ambassadors where we see a beautiful dome. But equally impressive is the work and detail of each wall that has three arches “califales” eventually connect two rooms, the Ambassadors and the Pavones (Peacock).

We arrived after to the fantastic gardens of the Reales Alcazares. I say “gardens” because there are many, from the English through the Los Poets and the La Alcubilla.
One of the nicest is the garden of Mercury, which as the name suggests has in the middle of a small fountain a statue of the God Mercury.


A parte interessante é que a maior queda de água nesta fonte vinha de cima do palácio. E por trás da fonte de Mercúrio está a Galeria del Grutesco, que na parte de cima funciona como um miradouro para ver os belos jardins e nas suas paredes, arcos que emolduram pinturas de figuras e fábulas mitológicas.
The interesting part is that the biggest drop of water in this fountain was coming from above the palace. And behind the Mercury‘s fountain there is the Gallery del Grutesco that top parts is a lookout to see the beautiful gardens and its walls, arches that frame paintings of mythological figures and fables.




Ir a Madrid vezes sem conta e não conhecer este museu é no mínimo uma contra-ordenação grave. É essencial para conhecer a história do país e como a arte o influenciou e documentou. Os fans de Diego Velázquez encontram aqui as suas obras mais importantes entre elas o famoso quadro “Las Meninas”. Podemos tirar fotos dentro do museu (felizmente!!) mas sem flash (regra que devemos respeitar). Ja não são permitidas fotos dentro do museu.
Going to Madrid over and over again and not know this museum is at least a serious offense. It is essential to know the history of the country and how art has influenced and documented it. The fans of Diego Velázquez find their most important works including the famous painting “Las Meninas.” We can take pictures inside the museum (thankfully!!) But without flash (we must respect rule). Photos are not allowed anymore inside the museum. Continue a ler “Museu do Prado – Madrid, Espanha”
Hoje conhecemos…a Medina de Marrakesh, ou seja a cidade fortificada.



O seu ponto de maior agitação é sem dúvida a Praça de Djmaa-el-Fna, uma grande zona de comércio onde vemos vários vendedores ambulantes e animadores em busca do som da moeda a cair nas suas caixas. Aqui vende-se desde fruta a especiarias, frutos secos entre outras coisas.
Á volta da praça alguns restaurantes permitem aos turistas e locais com mais possibilidades comer de forma mais tranquila, tendo esplanadas nos pisos superiores com uma excelente vista.


Mas devo dizer que o principal encanto da Medina não está própriamente nessa praça mas sim na sua teia de estreitas ruas apinhadas de comércio, há de tudo, desde o artesanato local ás famosas babouchas marroquinas.


Aqui sentimos o seu pulsar, aqui a Medina ganha vida e cor. Sem dúvida que percorrer as suas ruas e perder-nos um pouco dará mais encanto ao passeio. De toda a nossa viagem este foi o local que mais gostei, ainda que também o mais turístico por certo mas longe do que realmente conhecemos como um ponto só para turistas.

E quando a Mesquita de Koutoubia espalha o sinal, o nosso vendedor de especiarias adia a transacção para se colocar de joelhos na sua loja e rezar virado para Meca, ao fundo ouvimos o som dos altifalantes que vêm do seu Minarete com a oração do dia.
Hoje conhecemos…a remota aldeia de Imegdal em Marrocos.

Foi dificil para mim encontrá-la no mapa, enquanto os jipes nos levavam pelo Atlas nem sabíamos muito bem a nossa localização. Do pouco que percebi estávamos perto dos limites do Parque Natural de Toubkal que é também o ponto mais alto do Atlas.
O trajecto era sinuoso já que estávamos numa montanha, não havia separadores caso algum jipe se despistasse comeria a poeira rebolando por ali abaixo. Pequenas pirâmides de pedra marcavam o limite, o motorista que as pisasse iria ter esse destino fatal…medo, muito medo.

As povoações quase se confundem com a montanha tal é a cor da suas construções, as casas são simples e modestas, estamos longe da civilização onde estamos habituados a circular. A vida aqui é outra.

O nosso objectivo: melhorar as condições de vida desta remota aldeia.
Fomos distribuidos por vários projectos, uns ajudariam a arranjar a escola, outros a tratar da canalização que traria água potável ás casas da aldeia e outro muito curioso, era construir um pequeno muro que iria impedir as cabras de entrar casa adentro de um dos seus habitantes.
O trabalho era duro, partir pedra, escavar o chão, depois vêm os acabamentos, as pinturas e outras coisas.
Pelo meio, duas horas de descanso para comer, estávamos sujos e exaustos mas não desanimados.

O sorriso dos locais traziam conforto, cozinharam-nos o almoço com muito carinho (mas com pouco sal…) e a juntar a esse agradecimento, cantaram e dançaram. A simpatia era a sua principal qualidade.

Despedimo-nos de Imegdal cansados e esperava-nos uma outra aventura, a de cruzar o Atlas á noite para jantar e dançar.

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De férias numa aldeia do concelho de Mértola, decidimos visitar a vila e mesmo com o muito calor que fazia, gostámos muito do que vimos.

Começámos pelo centro, onde já podíamos ver uma parte do castelo e as ruas com mais comércio.


Começamos a subir em direcção ao Castelo seguindo as indicações nas setas e encontrámos a Igreja Matriz de Nossa Senhora da Anunciação, que antes de ser igreja era uma mesquita.


Depois visitamos o Castelo de Mértola,

Junto ao castelo está a estátua equestre de Ibn Qasi, uma importante figura do século XII para a região, que terá nascido em Sines e terá pedido ajuda a Afonso Henriques contra o poder almóada. A sua importância em Mértola vem da independência da vila que era governada desde de Sevilha pelo rei Al-Mutamid.



Lá dentro queríamos ver o interior da Torre de Menagem.

Percorremos depois uma parte das muralhas do Castelo que nos permitia ter uma vista fantástica de Mértola e do rio Guadiana.



Passeámos depois pelas ruelas da vimas e passámos pelo edificio onde está instalada a Câmara Municipal. O branco predomina, as casas caiadas recebem toques de cor das portas vermelhas ou azuis, com os seus rebordos em pedra ou pintados de amarelo.

Depois subimos as escadas da Torre do Relógio, também daqui podemos ter uma excelente vista do Guadiana e da vila.

Atravessando a ponte que vem da rotunda Afonso Costa, podemos ter uma vista da vila, com o Castelo ao topo e o casario branco.