EXPERIENCE MUSIC PROJECT – SEATTLE, EUA

Como fomos visitar uns primos, levaram-nos de carro até ao centro. Estacionámos junto ao Monorail de Seattle e de aqui já temos a noção de como é uma grande cidade norte-americana. Arranha-céus por todo o lado, muita gente na rua apesar do frio e da chuva e neste caso, porque fomos no Natal, as decorações natalicias.
Apanhámos então o monorail de Seattle, uma óptima experiência para ver um pouco da cidade principalmente em dias chuvosos como o de hoje. O nosso destino era o Experience Music Project que fica muito próximo da famosa e icónica Space Needle.

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eat: RUBY’S – SEATTLE, EUA

Hoje conhecemos o Ruby’s, um tipico “diner” americano ou talvez um franchising de um tipico “diner” americano. Mas isso pouco importa, para quem nunca conheceu nenhum verdadeiro, este serve perfeitamente.
Tudo era perfeito, tudo relembra a época dourada deste tipo de restaurantes. Viémos para um “brunch”, chegámos ontem á noite a Seattle, estávamos ainda um pouco atordoados com o “jet lag” e por isso um “brunch” vinha mesmo a calhar, era um pequeno-almoço tomado a horas de almoço e o Ruby’s era o lugar ideal para isso.
 
Today we discovered Ruby’s, a typical american diner or perhaps a franchise of a typical american diner. But it hardly matters, who never met any real, this works fine.
Everything was perfect, everything recalls the golden age of this type of restaurants. We came to brunch, we arrived last night in Seattle, we were still with a little stunned with the jet lag” and therefore brunch would really be nice, it was a breakfast taken the hours of lunch and Ruby’s was the place for it.

Provavelmente a decoração nem tem nada a ver, mas ao entrar no Ruby’s veio-me logo á cabeça a imagem do Michael J. Fox no “Regresso ao Futuro” quando viaja no tempo até ao passado e entra num diner destes. As paredes estão forradas com antigas campanhas publicitárias da Coca-Cola, numa clara parceria e no tecto, como diversão e decoração uma pista de comboios.
Pedi um “strawberry milkshake” e uma “french toast”, saímos a abarrotar. E quando eu achava que já tinha terminado o meu batido com muito custo, vem o empregado e traz o resto…sim o resto, na realidade pagamos um e bebemos dois.

Probably the decor has nothing to do with it but getting into Ruby’s it soon come to my head the image of Michael J. Fox in Back to the Future” when traveling in time he goes into the past and enters a diner like this. The walls are lined with old advertising campaigns for Coca-Cola, a clear partnership and as ceiling decoration a train.
I ordered a strawberry milkshakeand french toast, and we left quite full. And when I thought I had finished my milkshake at great cost, the employee comes and brings the rest yes the rest, in reality you pay one but you drink two.
 
Update 2013: Já não existem restaurantes Ruby’s em Seattle estão apenas na Califórnia, Nova Jersey, Nevada, Texas e Pennsylvania.
There are no more Ruby’s restaurants in Seattle they are only in California New Jersey, Nevada, Texas and Pennsylvania.

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VISEU, PORTUGAL

Viseu é uma cidade que fui conhecendo ao longo do tempo e desde a primeira visita que sempre adorei a cidade.
Era mais pequena que Lisboa, as pessoas conheciam-se e enchiam as ruas, havia sempre as feiras para os emigrantes que animavam ainda mais a cidade.
 
Viseu is a city that I got to know over time and from the first visit that I always loved the city.
It was smaller than Lisbon, people knew each other and filled the streets, there was always the fairs for migrants that animated the city even more.

O meu pai nasceu numa aldeia do concelho de Mangualde, distrito de Viseu. As visitas a esta cidade eram por isso mais frequentes e tinham aquele gosto especial de sair da aldeia onde estávamos a passar férias e ir ali passear. Mas os encantos de Viseu são mais que muitos e nem eu consigo explicá-los muito bem.
 
My father was born in a village in the municipality of Mangualde, Viseu district. Visits to this city were so frequently and had that a special flavour to leave the village where we were on holiday and go sightseeing there. But the charms of Viseu are many more that I can not explain them very well.
Uma das ruas que mais gosto é a Formosa e todas as pedestre á sua volta, o seu comércio e principalmente as suas pastelarias, onde podemos provar o Viriato, o tributo culinário ao líder da tribo lusitana, o pastor e o guerreiro. 
 
One of the streets that I like more is the Formosa and all pedestrians around you, your business and especially their pastries, where you can taste a Viriato the culinary tribute to the leader of the Lusitanian tribe, the shepperd and the warrior.
Um dos monumentos mais relevantes da cidade é a sua Sé. A primeira foi construída no século XII sob o reinado de D. Afonso Henriques, depois foi renovado várias vezes a última das quais lhe conferiu o seu estilo maneirista.
Na sua fachada, estão nichos com com as figuras de São Teotónio, o padroeiro da diocese e da cidade, assim como Nossa Senhora da Assunção.
 
One of the most important monuments of the city is the Cathedral. The first was built in the twelfth century under the reign of King Afonso Henriques, was renovated several times after the last one that gave it’s mannerist style.
In its facade there are niches with with figures of St. Teotónio, the patron of the diocese and the city, as well as Our Lady of the Assumption.
 

Passamos depois no Museu Grão Vasco, um antigo Paço Episcopal que está ao lado da Sé e que hoje expõe as obras de Vasco Fernandes e de outros artistas da sua época. Algumas das obras de Grão Vasco ali expostas são a “Ceia”, “São Pedro” e a “Anunciação”.
 
We then go on to the Museum Grão Vasco, a former Bishop’s Palace which is next to the Cathedral and now exhibits the works of Vasco Fernandes and other artists of his time. Some of the works of Grão Vasco in exhibition there are the “Last Supper, St. Peter and Annunciation.

Praça de Espanha – Sevilha, Espanha

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Construída no final dos anos 20 pela ocasião da Feira Mundial que Sevilha partilhou data com Barcelona, a Praça de Espanha foi dos locais que visitámos hoje nesta cidade que mais me marcou.
A sua dimensão, a sua imponência mas creio que o que mais entusiasma é o detalhe. Como os dois “heraldos” adornam o edificio (ver 2ª foto), não percebi muito bem o que eram pela descrição deu-me a entender que era como assistentes ou secretários de membros da nobreza, eram mensageiros, jornalistas da época (talvez a inspiração para nomes de jornais como The Herald), organizam a logistica que envolviam as festas da época…eram “party planners” talvez.
Built in the late 20s by the time of the Seville World Fair date the city shared with Barcelona, the Spanish square was one of the places we visited today in this city that struck me the most.
Its size, its magnificence but I think what is the most exciting is the detailLike the two heralds” adorn the building (see 2nd foto) do not quite understand what was the description led me to believe that they were like as assistants or secretaries of members of the nobility, they were messengers, journalists of the time (perhaps the inspiration for the names of journals as The Herald), organized the logistics involving the parties of the time so they were “party plannersmaybe.

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REALES ALCAZARES – SEVILHA, ESPANHA

Hoje conhecemos…os Reales Alcazares de Sevilha. Este agrupamento de edificios palacianos acaba por revelar uma interessante mistura de arquitecturas e culturas, como por exemplo a construção árabe e gótica, passando depois por reformas que lhes conferem detalhes barrocos e renascentistas.
Entrámos pela Puerta del León que antes se chamava de la Montería.
Today we have discovered … the Reales Alcazares of Seville. This group of palatial buildings ends up revealing an interesting mix of cultures and architectures, such as Arabic and Gothic construction, then after, it’s reforms give Baroque and Renaissance details.
We entered the Puerta del León formerly called de la Monteria.

Começamos a visita pelo Palácio de Pedro I, que ganha o nome do Rei que promoveu a sua construção no século XIV.
Entramos depois no Pátio de las Doncellas e aqui sentimos as raízes árabes que fazem parte da cultura andaluza. A riqueza e o detalhe dos arcos são realmente dignos de contemplação.

We started to visit the Palace of Pedro I, who earns the name of the King who promoted its construction in the fourteenth century.
Entered later in the Patio de las Doncellas and here we feel the arabic roots who are part of Andalusian culture. The richness and detail of the arches are really worthy of contemplation.

Passamos depois pela Sala dos Embaixadores onde vemos uma maravilhosa cúpula. Mas igualmente impressionante é o trabalho e o detalhe de cada parede que tem três arcos “califales”acabam por ligar duas salas, a dos Embaixadores e a dos Pavones.

We then go the Hall of Ambassadors where we see a beautiful dome. But equally impressive is the work and detail of each wall that has three arches califales” eventually connect two rooms, the Ambassadors and the Pavones (Peacock).

Chegamos depois aos fantásticos jardins dos Reales Alcazares. Digo “jardins” porque há vários, desde o Inglês passando pelo de Los Poetas ao de La Alcubilla.
Um dos mais bonitos é o jardim de Mercúrio, que como o nome indica tem no meio de uma pequena fonte uma estátua do Deus Mercúrio.

We arrived after to the fantastic gardens of the Reales Alcazares. I say “gardens” because there are many, from the English through the Los Poets and the La Alcubilla.
One of the nicest is the garden of Mercury, which as the name suggests has in the middle of a small fountain a statue of the God Mercury.



A parte interessante é que a maior queda de água nesta fonte vinha de cima do palácio. E por trás da fonte de Mercúrio está a Galeria del Grutesco, que na parte de cima funciona como um miradouro para ver os belos jardins e nas suas paredes, arcos que emolduram pinturas de figuras e fábulas mitológicas.

The interesting part is that the biggest drop of water in this fountain was coming from above the palace. And behind the Mercury‘s fountain there is the Gallery del Grutesco that top parts is a lookout to see the beautiful gardens and its walls, arches that frame paintings of mythological figures and fables.

Our guide of:
http://hojeconhecemos.blogspot.com.es/2001/11/guia-de-sevilha.html

 

Museu do Prado – Madrid, Espanha

Ir a Madrid vezes sem conta e não conhecer este museu é no mínimo uma contra-ordenação grave. É essencial para conhecer a história do país e como a arte o influenciou e documentou. Os fans de Diego Velázquez encontram aqui as suas obras mais importantes entre elas o famoso quadro “Las Meninas”. Podemos tirar fotos dentro do museu (felizmente!!) mas sem flash (regra que devemos respeitar). Ja não são permitidas fotos dentro do museu.

Going to Madrid over and over again and not know this museum is at least a serious offense. It is essential to know the history of the country and how art has influenced and documented it. The fans of Diego Velázquez find their most important works including the famous painting “Las Meninas.” We can take pictures inside the museum (thankfully!!) But without flash (we must respect rule). Photos are not allowed anymore inside the museum. Continue a ler “Museu do Prado – Madrid, Espanha”

MEDINA DE MARRAKESH, MARROCOS

 Hoje conhecemos…a Medina de Marrakesh, ou seja a cidade fortificada.

 

 

O seu ponto de maior agitação é sem dúvida a Praça de Djmaa-el-Fna, uma grande zona de comércio onde vemos vários vendedores ambulantes e animadores em busca do som da moeda a cair nas suas caixas.  Aqui vende-se desde fruta a especiarias, frutos secos entre outras coisas.

Á volta da praça alguns restaurantes permitem aos turistas e locais com mais possibilidades comer de forma mais tranquila, tendo esplanadas nos pisos superiores com uma excelente vista.

 

Mas devo dizer que o principal encanto da Medina não está própriamente nessa praça mas sim na sua teia de estreitas ruas apinhadas de comércio, há de tudo, desde o artesanato local ás famosas babouchas marroquinas. 

 

Aqui sentimos o seu pulsar, aqui a Medina ganha vida e cor. Sem dúvida que percorrer as suas ruas e perder-nos um pouco dará mais encanto ao passeio. De toda a nossa viagem este foi o local que mais gostei, ainda que também o mais turístico por certo mas longe do que realmente conhecemos como um ponto só para turistas.

E quando a Mesquita de Koutoubia espalha o sinal, o nosso vendedor de especiarias adia a transacção para se colocar de joelhos na sua loja e rezar virado para Meca, ao fundo ouvimos o som dos altifalantes que vêm do seu Minarete com a oração do dia.

IMEGDAL, MARROCOS

Hoje conhecemos…a remota aldeia de Imegdal em Marrocos.

Foi dificil para mim encontrá-la no mapa, enquanto os jipes nos levavam pelo Atlas nem sabíamos muito bem a nossa localização. Do pouco que percebi estávamos perto dos limites do Parque Natural de Toubkal que é também o ponto mais alto do Atlas.

O trajecto era sinuoso já que estávamos numa montanha, não havia separadores caso algum jipe se despistasse comeria a poeira rebolando por ali abaixo. Pequenas pirâmides de pedra marcavam o limite, o motorista que as pisasse iria ter esse destino fatal…medo, muito medo.

As povoações quase se confundem com a montanha tal é a cor da suas construções, as casas são simples e modestas, estamos longe da civilização onde estamos habituados a circular. A vida aqui é outra.

O nosso objectivo: melhorar as condições de vida desta remota aldeia.

Fomos distribuidos por vários projectos, uns ajudariam a arranjar a escola, outros a tratar da canalização que traria água potável ás casas da aldeia e outro muito curioso, era construir um pequeno muro que iria impedir as cabras de entrar casa adentro de um dos seus habitantes.

O trabalho era duro, partir pedra, escavar o chão, depois vêm os acabamentos, as pinturas e outras coisas.

Pelo meio, duas horas de descanso para comer, estávamos sujos e exaustos mas não desanimados. 

O sorriso dos locais traziam conforto, cozinharam-nos o almoço com muito carinho (mas com pouco sal…) e a juntar a esse agradecimento, cantaram e dançaram. A simpatia era a sua principal qualidade. 

Despedimo-nos de Imegdal cansados e esperava-nos uma outra aventura, a de cruzar o Atlas á noite para jantar e dançar.

MÉRTOLA, PORTUGAL

De férias numa aldeia do concelho de Mértola, decidimos visitar a vila e mesmo com o muito calor que fazia, gostámos muito do que vimos.

Começámos pelo centro, onde já podíamos ver uma parte do castelo e as ruas com mais comércio. 

 

 

Começamos a subir em direcção ao Castelo seguindo as indicações nas setas e encontrámos a Igreja Matriz de Nossa Senhora da Anunciação, que antes de ser igreja era uma mesquita. 

 

Depois visitamos o Castelo de Mértola,

 

Junto ao castelo está a estátua equestre de Ibn Qasi, uma importante figura do século XII para a região, que terá nascido em Sines e terá pedido ajuda a Afonso Henriques contra o poder almóada. A sua importância em Mértola vem da independência da vila que era governada desde de Sevilha pelo rei Al-Mutamid. 

 

 

Lá dentro queríamos ver o interior da Torre de Menagem

Percorremos depois uma parte das muralhas do Castelo que nos permitia ter uma vista fantástica de Mértola e do rio Guadiana. 

 

 

Passeámos depois pelas ruelas da vimas e passámos pelo edificio onde está instalada a Câmara Municipal. O branco predomina, as casas caiadas recebem toques de cor das portas vermelhas ou azuis, com os seus rebordos em pedra ou pintados de amarelo. 

Depois subimos as escadas da Torre do Relógio, também daqui podemos ter uma excelente vista do Guadiana e da vila. 

Atravessando a ponte que vem da rotunda Afonso Costa, podemos ter uma vista da vila, com o Castelo ao topo e o casario branco.