do: SÉ – LISBOA, PORTUGAL

Portugal é um país recheado de bonitas igrejas, a Sé ou a Igreja de Santa Maria Maior, uma das mais importantes da cidade de Lisboa parece, quando comparada a outras menos espectacular. Mas se pensarmos em toda a sua história rápidamente entendemos a importância de visitá-la.
É também o seu entorno que lhe confere beleza, uma das imagens de marca de Lisboa que enchem ímans, t-shirts, postais e os cartões de memórias das máquinas digitais de muitos que visitam a cidade ou que nela vivam mas apreciem fotografia. Falo claro da célebre foto do eléctrico 28 a passar em frente á Sé.

Portugal is a country full of beautiful churches, the Cathedral or the Church of Santa Maria Maggiore, one of the most important city of Lisbon seems, when compared to other less spectacular. But if we think of its history quickly understand the importance of visiting it.
It is also your surroundings that gives beauty, one of the hallmarks of Lisbon filling magnets, tshirts, cards and memory cards of digital cameras of many visiting the city or you live in it but enjoy photography. I speak of course of the famous photo of the 28 tram passing in front of the Sé.

Uma vez dentro, parece um lugar sombrio que vai ganhando luz á medida que andamos em direcção á Capela-Mor. O que impressiona é a sua capaz de sobreviver, falamos de uma igreja que foi construída após a conquista da cidade aos Mouros por Afonso D. Henriques e o seu exército. Isto significa que a primeira construção é do século XII, mas muito se passou desde então e a igreja sofreu várias remodelações que lhe conferiu estilos diferentes desde o gótico ao românico.

Logo ao entrar, no lado esquerdo uma capela revela um móvel recheado de pequenas riquezas. No altar está um orgão do evangelho do século XVIII, os tectos decorados e as tonalidades mais claras conferem-lhe uma zona de luz que contrasta com o resto da Sé.

A Capela de S. Vincente presta homenagem á lenda e ao santo padroeiro da cidade.

Once inside, looks like a gloomy place that is gaining light as we walk towards the main chapel. What impresses the fact it was able to survive, we speak of a church that was built after the conquest of the city from the Moors by D. Afonso Henriques and his army. This means that the first construction is the twelfth century, but much has happened since then and the church has undergone several renovations that gave you different styles from Gothic to Romanesque.
Going in a chapel on the left side reveals a cabinet filled with riches. On the altar there is an organ of the gospel from the eighteenth century, decorated ceilings and lighter shades give this area more light that contrasts with the rest of the cathedral.
The Chapel of St. Vincent pays tribute to the legend and the city’s patron saint.

 

 
 

 

  
 
A Capela de S. Vincente presta homenagem á lenda e ao santo padroeiro da cidade.
 
 

 

Acabámos por não visitar os claustros, fica para a próxima.

We ended up not visiting the cloisters, maybe next time.

 
Our guide of:
http://hojeconhecemos.blogspot.com.es/p/guia-de-lisboa.html

Largo das Portas do Sol – Lisboa, Portugal

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Logo a seguir ao Miradouro de Santa Luzia passámos pelo Largo das Portas do Sol. Uma vez mais as cores chamam a atenção desde os edificios aos eléctricos que passam, vermelho, amarelo, azul…um arco irís. Entramos noutro miradouro, a vista é espectacular e estava uma banda de música africana a tocar na rua. Animavam o espaço que por si já quase não precisa, mas ainda assim é sempre bom ver bons artistas na rua.

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Miradouro Santa Luzia – Lisboa, Portugal

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Há qualquer coisa de cinematográfico neste miradouro, só de entrar já sentimos algo de especial que é dificil de explicar. A vista é assombrosa, é espectacular, mas provavelmente há melhores em Lisboa e nem isso importa.
É impactante quando vemos os edificios coloridos sobre um imenso céu azul e o rio ali perto. É daquelas imagens que nunca se esquece e para o caso de duvidarmos da nossa memória, tira-se uma foto, duas, várias, centenas… 
There is something cinematic about this viewpoint, just going in you already feel something special that is hard to explain. The view is amazing, is spectacular, but there are probably better at Lisbon and not even that matters.
It’s amazing when we see the colorful buildings on a vast blue sky and the river nearby. It is those images that one never forgets and in case of doubt your memory, you take a photo, two, several, hundreds…

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MOMENTUM DE MAYUMANA, MADRID, ESPANHA

Uma das vantagens de viver numa grande cidade (seja ela qual for) é a sua agenda cultural, há sempre para todos os gostos desde concertos, a espectáculos, a dança ou teatro, mas até aqui ainda não tínhamos aproveitado muito esse beneficio. De tanto me recomendarem o espectáculo, quebrámos essa rotina (de não aproveitar a agenda cultural de Madrid) e comprámos bilhetes para o espectáculo de Mayumana, o “Momentum”. Parece que a companhia teve sucesso na Broadway e que leva já dez anos de espectáculos em Espanha sempre no Arteria Coliseum da Gran Via.

(foto oficial)

Já tinha lido sobre o espectáculo e sobre este grupo, Mayumana nasce em Israel e a palavra significa destreza e habilidade. Recebemos confirmação da sua origem quando um dos músicos/bailarinos/artistas vai entretendo o público com um ecrã gigante aberto no Facebook e ia trocando mensagens com várias pessoas de todo o mundo, incluindo as que estavam na assistência, em algumas falavam de Israel.

Depois vem uma pequena introdução: “Este espectáculo é sobre o tempo…” Como o tempo é a variável que se utiliza para marcar o ritmo, está espectáculo montado. Parece simples? Mas a verdade é que na sua simplicidade está o divertimento e o sair de uma sala de espectáculos com a sensação de que não só assistimos como fizémos parte.  De facto a interactividade do espectáculo é a sua mais valia além de ver artistas completos que dançam, cantam, tocam instrumentos, divertem…


Não estamos a falar de grandes efeitos especiais, tem tecnologia sim mas os seus momentos são os de interacção com o público.
Valeu a pena os 38€ por cada pessoa, hoje fala-se muito mais de experiências…esta é uma que vale a pena viver.

 

VER GUIA DA CIDADE:

ZÉ DA MOURARIA – LISBOA, PORTUGAL

Pode não servir todas as 7 maravilhas da gastronomia de Portugal (onde faltou o bacalhau) mas sem dúvida que tudo o que vem para a mesa neste restaurante poderia muito bem figurar nessa tão elitista lista culinária. Fica na Rua João do Outeiro e não se vê placas a identificar o restaurante, é o passa palavra que anuncia o restaurante e o o cheiro a boa comida que nos informa onde está. 

They may not serve all the 7 wonders of the gastronomy of Portugal (where cod missed) but no doubt that everything that comes to the table in this restaurant could well appear in this list as elitist cuisine. It is located at the João do Outeiro street and you do not see the signs identifying the restaurant, is the word of mouth that is advertising the restaurant and the the smell of good food that tells us where it is.
De onde estávamos podíamos ver a cozinha, do seu pouco espaço saiem as mais tradicionais receitas de Lisboa, aqueles que durante décadas encheram os estômagos de quem por ali passava. 
Fizémos quilómetros para comer os famosos bifes ao alhinho, mas antes ainda provámos um delicioso bacalhau com grão e batatas a murro. Tudo extraordinário. 

Por último o leite creme, que segundo os especialistas que nos acompanhavam á teve dias melhores, mas a vida é assim até as sobremesas têm os seus dias menos positivos. 
Tudo é simples aqui, mas tudo é saboroso e a conta não é pesada considerando que não estando a comer nenhuma dessas tais 7 maravilhas gastronómicas, estamos sem dúvida a comer algo que joga na mesma liga. No final recomendámos a um casal de turistas que de mapa em punho procuravam o seu hotel, á vista saltava a localização do Zé da Mouraria.
Em 2015 voltámos a repetir mas com uns amigos espanhóis, aos pratos que já conhecíamos juntaram-se o bacalhau com grão e as lulas, ambos a não perder.
Our guide of:
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Rossio – Lisboa, Portugal

O Rossio tal como outros locais de Lisboa foi-se transformando ao longo dos anos. Estou para descobrir se é sentimento de emigrante mas nunca vi esta praça tão bonita como hoje, talvez tenha ajudado o facto de ser inicio de Setembro e estar pouca gente permitindo explorá-la com mais calma. 
As placas identificam-na como a Praça de D. Pedro IV e pergunto-me quantos realmente a conhecerão por este nome. Ao centro a estátua do homem que dá o outro nome ao Rossio, Pedro I do Brasil, o Rei Soldado, o Libertador, o Imperador, tudo num só.  
The Rossio as other places of Lisbon has been transformed over the years. I’m trying to find out if this an emigrant feeling but I never saw this square as beautiful as today, may have helped the fact that it was early September and there was only a few people allowing me to explore it more calmly.
The sign identify it as the Square D. Pedro IV and I wonder how many actually know it by this name. At the center the statue the man who give the other name to the Rossio, Pedro I of Brazil, the Soldier King, the “Libertador”, the Emperor, all in one
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IL PICCANTINO, MAJADAHONDA, ESPANHA

Hoje almoçámos no Il Picantino em Majadahonda, um restaurante italiano recomendado por um vizinho nosso e emigrante de Itália, com uma recomendação destas não podíamos ignorá-la.

Decidimos ficar na esplanada ainda que interior fosse bastante apelativo, com uma decoração moderna fugindo ás tradicionais réplicas das “trattorias”. É gerido por italianos, ou neste caso italianas.

Como não conhecíamos bem o restaurante não sabíamos o que escolher. Como “antipasti” pedimos o prato de fritos variados. Creio que assim que pedimos arrependemo-nos, porquê pedir um prato de frituras num restaurante como estes? É a diferença entre ir a um bom restaurante e um mau, até os tais fritos são óptimos. Com pouca gordura e em cada um sabores muito diferentes, todos bons. Talvez não seja a sua melhor entrada mas é muito boa.

 

Depois pedimos uma Calamarata com camarões e lulas. Estava muito boa, cozinhada ao ponto. 

O outro prato foi uma Calzone al Forno, lá dentro estava queijo provolone, ricota e “pancetta”. Estava deliciosa, uma das melhores que já comi e a massa estava óptima. Ficámos foi o resto do dia a beber água pela pancetta mas valeu a pena.  

No final comemos muito bem, bebemos Lambrusco rosé e pagámos 60€ no total para duas pessoas. Não comemos sobremesa mas porque não conseguíamos mais, antes da entrada tinha vindo um cesto com um pão óptimo que molhámos no azeite e os já famosos “grissinis”. 

 

IMANOL, LAS ROZAS, ESPANHA

É um dos destinos preferidos depois de uma tarde de compras no Las Rozas Village, o Assador Imanol tem uma excelente esplanada no Heron City e uma sala onde servem vários pratos da cozinha basca.

Sempre que vamos é pela barra de “pintxos” com uma boa variedade, um pouco mais caros que noutros locais mas com uma qualidade superior e bem “recheados”. 

 

Website: http://www.asadorimanol.com/

do: FAUNIA – MADRID, ESPANHA

Primeiro fim de semana de Setembro, o tempo não sorria muito (por isso nada de piscina) e para aproveitar que aina não chegaram os dias frios de inverno (e também um voucher de desconto de 7€ por cada entrada) decidimos ir ao Parque Temático da Natureza – Faunia.
O preço de um dia pode parecer excessivo principalmente quando ouvimos o total, mas para a dimensão do parque e a diversidade de animais que apresenta parece-me um preço justo. Os adultos pagam 25,5€ e as crianças a partir de três anos pagam 19,5€. O estacionamento custa 5€ o dia completo e com o vale de desconto que tinha, ficou tudo por 54,5€ (dois adultos e uma criança). Nada caro se pensamos que estas entradas ajudam a manter o parque aberto e a cuidar de espécie que estão em risco de extinção.

Uma das virtudes do parque é que promove alguma interacção com os animais, em algumas zonas entramos no seu habitat e eles andam livremente o que significa que podemos tocar-lhes. Isso acontece na zona da Quinta (Granja) por exemplo onde as placas indicam isso mesmo, que podemos tocar nas cabras por exemplo, mas com cuidado. Também podemos comprar saquinhos de comida para lhes dar. Claro que não o poderemos fazer com os crocodilos nem que as cobras, mas entre a Quinta e a Selva há várias possibilidades.
Mas essas são as gratuitas, há depois as pagas como uma actividade para nadar ou interagir com os leões marinhos ou tocar nos pelicanos. Para os mais pequenos há ainda outra hipótese que é andar de ponéi. 

Tirámos tantas fotos e tão boas (aqui dá jeito para quem tem reflex levar uma boa teleobjectiva) que é impossível pôr aqui um décimo que seja, mas vou tentar organizar pelas áreas que visitámos, pelo menos as mais importantes.

A GRANJA

Começámos pela visita á Granja (A Quinta), uma zona criada mais para a interacção das crianças com os típicos animais da quinta como as ovelhas, as cabras e os burros. Estavam também os porcos do Vietnam, os porquinhos da Indía.

 

BOSQUE AFRICANO

Aqui encontramos os lémures, algumas espécies de pássaros como o turaco, a urraca, o estorninho, gaivotas, tartarugas, entre outros. O espaço onde entramos não está selado (apenas as tartarugas estão) pelo o que podemos interagir com os lémures por exemplo, se eles deixarem ou se não tivermos medo porque bem nos olhos de um não é muito fácil…

LA JUNGLA
Na selva podemos encontrar algumas aves exóticas como o tucano, o papagaio e a arara. Convivendo com outras espécies de macacos e outras aves. Também nesta zona encontramos peixes.

EL BOSQUE TEMPLADO

Como o nome indica, aqui entramos num bosque onde vemos várias espécies de aves a partilhar o seu espaço com veados (como os mazama). Vemos faisões, perús selvagens, o nandu (que nem conseguimos capturar em foto porque andava numa correria louca) e os grous.

ECOSISTEMA POLAR

Uma excelente zona para ver os pinguins e outras espécies típicas dos ecosistemas mais frios.

TERRITÓRIO SURICATA

Como o nome indica este é o espaço dos Suricatas. São muito divertidos de fotografar, autênticos top-model.

LAGO DOS PELICANOS

O MANGLAR DE CROCODILOS

A grande novidade de 2011, com crocodilos do Nilo e como o Titi Leão.

TERRITÓRIO WALLABY
O espaço dos wallaby (da familia dos cangurus) e do emu.

Há muito mais para ver mas não “cabia” aqui. De todos os parques o jardins zoológicos que já visitei posso dizer que este foi dos que gostei mais. Sim, faltou-lhe o elefante e a girafa, mas tinha muitas outras espécies que nem sonhávamos que existissem e a proximidade com que as vemos é outro factor de sucesso.

EL BARQUILHO, ÁVILA, ESPANHA

Entrámos neste pequenho “pueblo” perto da Serra de Gredos com apenas um objectivo: tomar banho no rio.

Assim que da aldeia em si não conhecemos muito mas encontrámos pequenas praias fluviais onde podíamos tomar banho descansados sem muita gente por perto. Não gosto muito de tomar banho no rio, não vemos bem o fundo, há muitas pedras, peixinhos a morder-nos, mas só a beleza do entorno faz esquecer isso e o calor obriga a um banho nem que seja rápido.

Um pequeno paraíso onde encontramos tranquilidade, ideal para descansar e desligar um pouco da confusão.