Jardim des Doms – Avignon, França

Fica localizado no Rocher des Doms que dizem ser o berço da cidade de Avignon, é também um dos seus pontos mais altos o que permite não só disfrutar de um belo passeio no jardim como serve de miradouro para o resto da cidade de onde podemos ver por exemplo a Ponte de Saint-Bénezet.  O jardim foi sendo construído ao longo século XIX, a primeira fase terminou em 1831 mais tarde adicionaram-se lagos e mais arvoredo.

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Jardins do Palais Royal – Paris, França

Situado a norte do Louvre, o Palácio Real é hoje a sede do Conselho de Estado mas desde da sua construção no século XVII que importantes figuras da história francesa passaram por ele nomeadamente o Cardeal Richelieu. Na realidade antes de ser o Palais-Royal foi o Palais-Cardinal.

Ao longo dos séculos teve várias utilizações, após a morte do Cardeal Richelieu foi a residência do jovem Luís XIV o futuro Rei de França. Mais tarde e na era Orleães foi palco de luxuosas festas e era um local de jogo, função que continuou a ter até ao século XIX quando se tornou na sede do Conselho de Estado. Numa parte do palácio está o Ministério da Cultura. 
Located north of the Louvre, the Royal Palace is now the seat of the Council of State but since it was built in the seventeenth century that important figures in French history were in itincluding Cardinal Richelieu. In fact prior to the PalaisRoyal it was the Palais-Cardinal.
Over the centuries it had various uses, after the death of Cardinal Richelieu it was the residence of the young future King Louis XIV of France. Later in the Orleans era was the stage of luxurious parties and a gambling site, which continued to work until the nineteenth century when it became the seat of the Council of State. In one part of the palace is the Ministry of Culture.

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do: PARQUE DE DOÑA CASILDA – BILBAO, ESPANHA

Este agradável parque começa na Gran Via e vai até Abandoibarra, o arquitecto Ricardo Bastida (o mesmo que criou o Alhóndiga em 1909) criou um jardim ao estilo romântico inglês e um refúgio perfeito para disfrutar de alguma paz e tranquilidade no centro da cidade.
Tem alguns divertimentos lúdicos muito vocacionados para crianças como um carrossel de estilo clássico ou o tradicional parque de baloiços.
Para os mais velhos há dois campos de basket e conta com um bom espaço de relvado onde todos podem aproveitar o bom tempo deitando-se ao sol ou simplesmente ler um livro.

 

This pleasant park begins at Gran Via and runs through Abandoibarra, architect Ricardo Bastida (the same that created the Alhóndiga in 1909) created a romantic English  style garden and a perfect getaway to enjoy some peace and quiet in the city center.
It has some very entertaining amusements geared towards children as a classic carousel or the traditional park  with swings.
For the eldest two basktball courts and a good lawn space where everyone can enjoy the good weather by lying in the sun or just read a book.

La Pérgola é um local que ainda hoje a cidade aproveita para fazer pequenos espectáculos culturais. Ao centro uma fonte anima o espaço.
La Pergola is a place that still used by the city to make small cultural performances. At the center a fountain enlivens the space.

 

Na zona do parque mais para o lado de Abandoibarra está uma outra fonte, mais pequena que presta homenagem á benfeitora do jardim, Doña Casilda Iturrizar. A mulher de um dos fundadores do Banco de Bilbao, um homem de sucesso e riqueza e a quem o parque lhe dedica o nome graças ao facto de ela ter doado os terrenos para a sua construção.
In the park area to the side of Abandoibarra there is another fountain, smaller and pays homage to the patron of the garden, Doña Casilda Iturrizar. The wife of one of the founders of the Bank of Bilbao, a man of wealth and success and to whom it was dedicated the park’s name and from the fact that she had donated the land for its construction.

 

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PARQUE DO OESTE, MADRID, ESPANHA

Folheando o Guia del Ócio, vejo uma referência a este parque que já tinha visto uma parte quando fomos ver o Templo de Debod. Nessa artigo, falavam da beleza da transformação de algumas árvores na estação de Outono e as cores que proporcionam, as que sempre associamos a esta época do ano.
O Retiro continua a retirar protagonismo aos demais, mas o grande bosque que atravessamos neste parque é verdadeiramente impressionante e por mais que o procuremos no primeiro a verdade é que não o encontraremos. 
O seu arvoredo, variado e abundante proporciona no Verão uma agradável sombra e um relvado onde se pode ler um bom livro e fazer um piquenique, já o no Outono é um festival de cores. Há uma espécie que sobressai: o Ginkgo! Com as suas folhas em forma de leque, que passam de verdes a amarelas tornam-se a principal estrela do jardim. Começámos o passeio ao parque pela rotunda de São Vicente onde está a Fonte dedicada ao arquitecto Juan de Villanueva (o que desenhou o edificio onde hoje está instalado o Museu do Prado e entrámos pelo Paseo de Camoens.

 

Nessa mesma rua, está uma estrada fechada ao trânsito e que é utilizada para muitos para actividades como o skate, patins em linha e andar de bicicleta. Também funciona muito bem para as crianças, que podem andar de bicicleta num circuito fechado. Os únicos carros que passam são da policia e passam bastantes…até demais!

Na rotunda do Maestro, uma estátua de homenagem a Miguel Hidalgo. Uma curiosa oferta do México a Espanha, já que Hidalgo foi um grande impulsor da Independência Mexicana (apesar de ter sido outro a conquistá-la) e foi executado por defendê-la. Aos seus pés pode ler-se: “Siendo contra los clamores de la naturaleza, el vender de los hombres quedan abolidas las leyes de esclavitud”.
Neste momento decidimos entrar nos caminhos sinuosos deste parque de estilo inglês. Entramos no bosque cerrado, onde um pequeno riacho, umas pontes de madeira e várias espécies de árvores garantem o seu encanto.

Enquanto andamos pelo parque custa acreditar que um dia foi um cenário de confrontos na Guerra Civil Espanhola e mesmo com a sua reconstrução algumas marcas (os bunkers) ficaram para não esquecer e não repetir. Passámos pelo monumento ao Doctor Federico Rubio y Gali, um médico espanhol que fundou a Escola Livre de Cirúrgia e Medicina de Sevilha.

Vamos aproximando-nos de Moncloa, o seu farol marca a paisagem por entre o rico arvoredo do parque e um pequeno lago com um repuxo complementa o cenário. A grande estrutura de 100 metros de altura está fechada ao público, creio que continuam as obras mas que estaria previsto reabrir no final deste ano, se assim for quem visita Madrid pode usufruir de uma excelente vista sobe a cidade.
Junto á movimentada estrada, uma das principais artérias para entrar na cidade de Madrid, está o monumento a Jose de San Martin, outro líder da revolução pela independência da Argentina contra Espanha.

E do mesmo parque podemos ver o Arco da Vitória ou a Porta de Moncloa fica na praça com o mesmo nome, é ele que dá as boas vindas á cidade para quem vem do norte de Madrid mas representa também uma época que os espanhóis preferem ignorar uma vez que foi Franco que o mandou construir em 1956.

Voltámos a descer até ao nosso ponto de partida, pelo caminho mais importantes figuras da história de Espanha e da sua cultura. Outra dessas figuras é a de José Gervásio Artigas, um importante militar uruguaio que lutou contra os espanhóis. Pareceu-nos bastante admirável que em Madrid, a capital se faça homenagem a figuras que lutaram pela independência contra Espanha.

Continuamos o nosso percurso, a festa do Outono continua com as gingko, as hayas e as bétulas.

Nova paragem, desta vez um monumento a Miguel Hernández, um conhecido poeta espanhol. Nele está um excerto seu de um poema dedicado á cidade. No final uma paragem no parque infantil. Muito ficou por visitar neste parque ainda mas oportunidades não faltaram, a zona da “rosaleda” merece uma visita na Primavera quando as flores estão na sua época de maior esplendor.

Our Guide of:
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Real Jardim Botânico – Madrid, Espanha

Visitámos o muito recomendado Real Jardim Botânico que fica ao lado do Museu do Prado. Entrámos pela Porta Murillo (dedicada ao pintor cuja estátua está em frente e separa o jardim do museu). As entradas custaram 2,5€ por pessoa.
Fornecem-nos um mapa mas logo há entrada está um que dá logo a entender a dimensão do jardim. Para quem gosta de plantas o ideal é dedicar uma tarde inteira (ou até um dia) para o visitar.

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Jardim El Capricho – Madrid, Espanha

Enquanto folheava uma revista feminina no trabalho (creio que foi a Woman) vi uma reportagem sobre os melhores jardins para piqueniques. Tinham em várias cidades mas em Madrid recomendavam este, o Jardim El Capricho.
Mas ou eu li mal (porque o meu espanhol continua sem ser o melhor do mundo) ou recomendavam um restaurante onde comprar a comida e depois comer ali. Só um problema, está uma placa que diz que não se pode entrar com comida e bebida e se tencionamos fazer-nos de tontos em relação a essa regra, estão duas pessoas á entrada para nos relembrar.

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Jardim do Palácio de Versalhes – França

O título deste post deveria ser Palácio de Versalhes, mas nós decidimos fazer uma “road trip” por França e não marcámos nada (mesmo nada, nem hotéis) com antecedência apenas visitámos o Jardim. Erro. Bom, também depende da perspectiva porque eu acho sempre que posso voltar e visitar o Palácio por dentro, mas na realidade tivémos que nos contentar com os jardins cuja entrada implicava uma espera de 20 minutos e não 2 horas.
Além disso também não é a melhor ideia chegar depois de almoço, o ideal é “acampar” á porta logo á primeira hora para evitar grandes filas.
Os jardins da música custam 7€ cada entrada e oferece-nos a possibilidade de contemplar todo o seu esplendor ao som de música clássica.
 
The title of this post should have been Versailles Palace, but since we were doing a road trip through France and we didn’t book anything in advance (not even the hotels) so that is why we only visited the garden. It was a mistake. Well, it’s also a matter of perspective because I think I can always comeback and visit the inside of the palace so we had to be happy with just the gardens to which the visit implicated a 20 minutes wait instead of 2 hours. 
Also it’s not a good idea going after lunch, the best thing is to “camp” in the first hours of the day to avoid queues.
The entrance fee for the music gardens are 7€ per each and it offers you the opportunity to contemplate all it’s glamour at the sound of classical music.

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do: JARDIN DU LUXEMBOURG – PARIS, FRANÇA

O nosso segundo dia em Paris começa por um passeio no Jardim do Luxemburgo que fica relativamente perto do nosso hotel e pareceu ficar ainda mais graças ás bicicletas que alugámos.
Entrámos pela “Porte Fleurus” que fica do lado esquerdo se olharmos para o mapa. Seguimos o largo caminho que une essa porta ao Palácio do Luxemburgo que fica na ponte oposta.
 
Our second day in Paris begins with a walk in the Luxembourg Gardens which is relatively close to our hotel and seemed to get even closer thanks to the bikes that we rented.
We have entered by the Porte Fleuruswhich is on the left if you look at the map. We follow the wide path that connects the door to the Luxembourg Palace that sits on the opposite bridge.


Por ele encontramos várias pessoas a praticar desporto, como “jogging” ou a aproveitar os campos de ténis, voleibol e basquetebol disponíveis, havia também muita gente a fazer “tai-chi” o que me surpreendeu bastante.
Mas nem só de desporto vive o jardim, uma outra actividade a pensar nos mais pequenos é um passeio de póneis, além de um carrousel e de um parque infantil.
 
In it found several people playing sportsjogging or enjoying the tennis, volleyball and basketball courts available, there were also a lot of people doing tai-chi” which surprised me greatly.
But not just of sports lives this garden, another activity thinking in the smaller ones was a pony ride, plus a carousel and a playground.

>>> Aula de Tai-Chi
 
Começamos depois a ver o Palácio do Luxemburgo, construído no século XVII. Maria de Médicis, a viúva do Rei Henrique IV, manda construir o Palácio pedindo aos arquitectos para o desenharem como o Palácio Pitti, onde tinha passado grande parte da sua vida antes de se casar com o Rei de França. 
Desde o seu exilio, o Palácio teve um grande número de proprietários e usos. Hoje por exemplo, funciona como sede do Senado Francês, mas na época da Revolução foi uma prisão e até durante a II Guerra Mundial foi ocupado pelos nazis.
O belo Palácio é sem dúvida a figura central do jardim, assim como o enorme lago que está junto a ele.
 
After we began to see the Luxembourg Palace, built in the seventeenth century. Maria de Medici, the widow of King Henry IV, ordered the construction of the Palace asking architects to it as the Pitti Palace, where she had spent most of her life before she married the King of France.
Since their exile, the palace had a large number of owners and uses. Today for exampleit is used as headquarters of the French Senate, but at the time of the Revolution it was a prison and even during World War II it was occupied by the Nazis.
The beautiful palace is undoubtedly the central figure of the garden, as well as the huge lake that is beside him.
 
 
Juntamente com o Palácio, o lago é a principal atracção do jardim e onde vemos maior afluência de pessoas. Para além de podemos ver os patos que por lá vão nadando, podemos também alugar um barco (em miniatura) e tentar perseguir os patos utilizando as nossas melhores técnicas de navegação por controlo remoto.
Uma outra actividade muito popular á volta do lago é…o banho de sol, devidamente acompanhado de um bom livro. 
E o jardim está equipado para isso, tem espalhadas várias cadeiras de metal com dois modelos, um com as costas mais reclinadas e outro com as costas direitas, vimos gente a bronzear-se, a ler o jornal ou um livro e muitos a tomarem ali o seu pequeno-almoço.
 
Together with the Palace, the lake is the main attraction of the garden and where we see greater influx of people. Apart from that we can see the ducks go swimming there, we can also rent a boat (miniature) and try to chase the ducks using our best navigation techniques by remote control.
Another very popular activity around the lake is … sunbathing, well accompanied by a good book.
And the garden is equipped for it, has several metal chairs spread around with two models, one with the back reclined and another with a straight back, we saw people trying to get a tan, reading the newspaper or a book and there are many to take their breakfast here.
 
 
Outros pontos de grande interesse são as numerosas estátuas espalhadas por todo o jardim, umas representando rainhas de França e outra, uma das mais conhecidas do mundo, a da Liberdade, aquela que é o simbolo de Nova Iorque mas que foi desenhada por um francês (Bartholdi) e oferecida aos norte-americanos. Assim, e na impossibilidade de ir a Nova Iorque podemos sempre tirar uma foto nesta réplica.
 
Other points of great interest are the numerous statues scattered throughout the garden, each representing queens of France and another, one of the world’s best known, the Liberty, that is the symbol of New York but it was designed by a Frenchman (Bartholdi) and offered to the  Americans. Thus, unable to go to New York we always take a picture of this replica. 
Uma das estátuas de Rainhas de França que estava no jardim era esta de Mary of Stuart, também conhecida como Rainha da Escócia e acusada pela Rainha Isabel I de Inglaterra, de traição, que levou á sua execução.
Saímos depois pela porta de St. Michel, onde reparei nos paineis presos á vedação do jardim. Era uma exposição de fotografias que achei muito boa, só tive pena que estivessem ali e não dentro do próprio jardim, mas já é bom ver tal iniciativa.
 
One of the statues of Queens of France that were in the garden was this of Mary Stuart, also known as Queen of Scotland and accused by Queen Elizabeth I of England of treason, which led to its execution.
We left the park through the door of St. Michel, where we noticed the panels in it’s fence. It was an exhibition of photographs that I found very good, just a pity that it was here and not inside the garden, but it’s nice to see such an initiative.
 

Our guide of:
http://hojeconhecemos.blogspot.com.es/2001/11/guia-de-paris.html

 

Champ de Mars – Colmar, França

A primeira coisa que vimos em Colmar foi este parque e por momentos não conseguimos apreciá-lo na totalidade, o nosso cérebro dizia aos nossos olhos para procurar as famosas casas de estilo Alsaciano, a Petit Venise, etc.. Mas fomos completamente absorvidos pela grande animação que por ali havia, muita gente e actividades relacionadas com a Páscoa (miúdos á procurar dos ovos).
Sentimos também inveja dos miúdos que aproveitavam os grandes repuxos de água Praça Rapp para se refrescarem de um dia que não sendo de Verão estava bastante quente.
The first thing we saw in Colmar was this park  and at times we could not enjoy it at all, our brain said to our eyes to look for the famous Alsatian style houses, the Petit Venise, etc. .. But we were completely absorbed by the great animation here, with many people and activities related to Easter (kids will look for eggs).
We also feel envious of the kids who took advantage of the great wáter fountains of the Rapp square  to cool off from a day that although it was not summer it was quite hot.

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Campo del Moro – Madrid, Espanha

Perto do Rio Manzanares e junto ao Palácio Real, estão os jardins do Campo del Moro. Só tem uma entrada e faz-se pelo Paseo Virgen del Puerto, por ser mais a sul e fora do circuito mais turístico acaba por ser menos visitado. É por isso, uma excelente alternativa ao Retiro quando queremos um jardim mais tranquilo para passear. Para explicar o porquê de Campo del Moro, é preciso recuar uns bons séculos na história e onde hoje está o palácio real imaginar as muralhas que fortificavam Madrid. Nesta zona onde está o jardim estava um acampamento mouro que queria conquistar a cidade no século XII, daí o seu nome.
Close to the Manzanares River and next to the Royal Palace, there are the gardens of Campo del Moro. It only has an entrance and it is made by the Paseo Virgen del Puerto, being further south and outside the most touristic circuit turns out to be less visited. This is why it is an excellent alternative to the Retiro when we want a more tranquil garden to stroll. To explain why Campo del Moro exists, we must go back a few centuries in history and where today is the royal palace imagine the walls that fortified Madrid. In this area where the garden stands was a Moorish camp that wanted to conquer the city in the 12th century, hence its name.

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