NATRAJ, LISBOA, PORTUGAL

O Natraj tem um lugar especial no nosso coração (ou estômago) e creio que figura na nossa lista de restaurante indianos preferidos mais pelo o seu ambiente e pela simpatia do Sr. Manoj (se é que se escreve assim) que própriamente pela comida, que aliás é muito boa. Fica no número 52 da Rua do Sol ao Rato.

Fomos este fim de semana para matar saudades principalmente dos “onion bhaji” que o marido gosta, ou mesmo dos quadros que decoram a sala, alguns sugerem algo mais que uma dança. 

 

E o pão “garlic naan”? Não nos podemos esquecer do fabuloso pão que acompanha o resto da refeição mas que nós teimamos em pedir como entrada. 

Temos que admitir a nossa falta de originalidade quando vamos ao indiano, se calhar deveríamos provar outros pratos mas se o que comemos já é bom para quê mudar? Outro dia arriscaremos para ver se encontramos algo ainda melhor, por agora ficamos contentes com o nosso “Chicken Tikka Masala” e o saboroso Caril de Gambas. 

Durante a refeição podemos ainda ver um filme de Bollywood, algo que fica sempre na nossa memória quando visitamos o Natraj. Mas nesta noite noite não era um filme mas sim uma série, um Anatomia de Grey “made in” Índia. Quase tão bom como a comida! 

E no final, 60€ para cinco pessoas, não comemos sobremesa é um facto porque também já não cabia.

eat: LA TAPERIA – MADRID, ESPANHA

Com o objectivo de visitar o Real Jardim Botânico, parámos no bar de tapas La Taperia que fica bastante perto da entrada.
Localizado na Plaza Platería de Martinez (ao lado da Embaixada da República da Síria), tem uma excelente esplanada fora (que não utilizámos justamente porque havia uma manifestação em frente á referida embaixada cujo ruído iria tornar a refeição muito desagradável) e um interior renovado.
 
Aiming to visit the Royal Botanical Gardens, we stopped at the tapas bar La Taperia which is close to the entrance.
Located in Plaza Platería Martinez (next to the Embassy of the Republic of Syria), has a great terrace outside (which we did not use precisely because there was a demonstration in front of the embassy whose noise would not make the meal very unpleasant) and an renovated interior.

Tinha consultado o seu website e a ementa parecia ter excelente aspecto. Fomos comprovar e não saímos desiludidos. Não é um restaurante barato se consideramos o que cobram por pinchos (entre 4€ e 5€) e tapas (entre 5€ a 12€) mas a verdade é que tudo o que comemos estava bom, saboroso. No fim da ementa está o nome do “chef” que assina as tapas, o que significa que não entrámos numa taberna qualquer.
 
I had seen their website and the menu seemed great. We went there to taste it and were not disappointed. Not a cheap restaurant if we consider what they charge for pinchos (between € 4 and € 5) and tapas (from 5 to 12 ) but the truth is that everything we ate was good and tasty. At the end of the menu is the name of the chef who signs the tapas, which means that we were not in a bad place.
Pedimos dois pinchos: o de Solomillo de porco ibérico com cebola caramelizada e um patê de oca (que acredito que seja ganso porque só me lembrava do Jogo da Oca italiano) e outro com queijo de cabra. Ambos óptimos e com vontade de repetir.
A tapa que pedimos acabou por ser o prato mais caro mas não necessáriamente o melhor, não estava mau mas os outros dois estavam tão bons que perdeu protagonismo, pedimos o Cocktail de gambas com guacamole de ervilhas (excelente opção para quem não gosta de abacate), surimi de caranguejo e patê de azeitonas.
Para sobremesa pedimos um Cheesecake, também ele delicioso nota-se que foi bem confeccionado, mas não dá para “compartir” é demasiado pequeno e por 5€ pedia-se uma porção maior, a base tinha o tamanho de uma bolacha Maria (talvez um pouco maior mas não muito mais).
Repetiria sem dúvida e tem uma localização excelente, está próximo do Museo do Prado e do Reina Sofia.
 
We ordered two pinchos: the Solomillo of Iberian pork with caramelized onion and goose patê with and another one of goat cheese. Both great and willing to repeat.
The tapa we ordered turned out to be the most expensive dish but not necessarily the best, was not bad but the other two were so good that lost protagonism, we ordered the prawn cocktail with pea guacamole (excellent option for those who do not like avocado) surimi crab pate and olives.
For dessert we ordered a Cheesecake, also delicious it was well made​​, but you can not share it because it is too small and for 5 it should be a larger portion, the base was the size of a Maria biscuits (perhaps a slightly larger but not much more).
I would undoubtedly repeat it has a great location, is near the Museo del Prado and the Reina Sofia.
 
 
 
 
 
Our guide of:
 

RESTAURANTE GLÓRIA, MEDINA DEL CAMPO, ESPANHA

Se não tivéssemos levado o nosso filho neste passeio até Medina del Campo, talvez tivéssemos petiscado pelo mercado, onde as tapas prometiam uma degustação dos vários produtos da região, como queijos, enchidos, doces, etc.. Mas a nossa escolha foi outra e acabámos no restaurante Gloria também na Plaza Mayor.

Localizado no edificio histórico da Casa do Peso construído no século XVII e totalmente remodelado, o restaurante tem um interior também ele renovado e moderno. A sua “barra” conta com umas tapas de excelente aspecto mas o que nos chamou a atenção foram os dois menús que estavam á porta, um de 10€ e o outro de 20€, todos com um primeiro, um segundo e uma sobremesa.

 

Optámos por misturar os menús e pedir um de 10€ e outro de 20€. Do primeiro veio uma sopa de courgette (calabacín) e uns bifinhos de porco grelhados que segundo o marido estavam muito bons. Do outro pedimos uns ovos mexidos com espargos e gambas (delicioso!!) além de um “entrecot”.

 

Uma coisa é certa, em termos de sabor a comida do Gloria não desilude. Os menus permitem-lhes sobreviver numa época de crise e principalmente num mês como o Setembro em que muitos gastaram o seu dinheiro em férias e regresso ás aulas. Uma prova que o sabor não se paga caro e com um atendimento impecável.

Outro dos aspectos agradáveis do restaurante é a sua esplanada virada para a praça onde podemos disfrutar com tranquilidade a nossa refeição. Uma boa escolha.

eat: HOME BURGUER BAR – MADRID, ESPANHA

Continua a busca do melhor hamburguer de Madrid. Ao que parece e dada a grande moda dos restaurantes de hamburguers em Madrid, é quase como um “desporto” encontrar a melhor e até há alguns blogs na internet sobre o tema como o La Hamburguesa de tu Vida.
A nossa intenção era ir á New York Burguer mas fecha ao Domingo e decidimos ir ao Home Burger Bar.

 
Escolhemos o da Calle Espiritu Santo em pleno bairro de Malasaña. A decoração é moderna com aquele toque súbtil de “diner” norte-americano, parece que estamos dentro de um mas um pouco mais refinado. De entrada pedimos os Lagostinos (camarões) en pasta filo con salsa Sweet Chilli, só esta última palavra já diz tudo. Não sou grande apreciadora de picante mas colocando poucas porções de molho nas gambas não sentia tanto o seu sabor forte. 
Depois quanto aos hamburguers, a variedade é excelente e dificil é mesmo escolher. É de realçar que sendo uma casa de hamburguers havia muitas opções para vegetarianos e a carne estava identificada como sendo biológica. Escolhemos a Caprese com tomate seco, rúcula e parmesão e a La Especial “Home”, que tinha queijo Philadélfia com nozes e cebola. Ambos acompanhavam com batatas e a salada “coleslaw”.
 
Gostámos das combinações mas o elemento principal, que é o hamburguer estava um pouco seco o que significa que nesta liga onde jogam, o Alfredo’s Barbacoa continua a ter a melhor carne. Talvez tenha sido um mau dia mas acabou por decepcionar principalmente porque não cobram barato por eles. Pagámos uns 45€ para duas pessoas, sem sobremesa mais 5€ por pessoa que no Alfredo’s. O atendimento (que vimos noutros sites que muitos se queixavam) foi óptimo, todos muito simpáticos. Aproveitámos depois para continuar pela Calle Espiritu Santo no bairro da “movida” e que mesmo sendo Domingo continuava bastante animado.  
 
Morada: Calle del Espiritu Santo 12
Metro: Tribunal
 
Our guides of:
 http://hojeconhecemos.blogspot.com.es/p/madrid.html

ZÉ DA MOURARIA – LISBOA, PORTUGAL

Pode não servir todas as 7 maravilhas da gastronomia de Portugal (onde faltou o bacalhau) mas sem dúvida que tudo o que vem para a mesa neste restaurante poderia muito bem figurar nessa tão elitista lista culinária. Fica na Rua João do Outeiro e não se vê placas a identificar o restaurante, é o passa palavra que anuncia o restaurante e o o cheiro a boa comida que nos informa onde está. 

They may not serve all the 7 wonders of the gastronomy of Portugal (where cod missed) but no doubt that everything that comes to the table in this restaurant could well appear in this list as elitist cuisine. It is located at the João do Outeiro street and you do not see the signs identifying the restaurant, is the word of mouth that is advertising the restaurant and the the smell of good food that tells us where it is.
De onde estávamos podíamos ver a cozinha, do seu pouco espaço saiem as mais tradicionais receitas de Lisboa, aqueles que durante décadas encheram os estômagos de quem por ali passava. 
Fizémos quilómetros para comer os famosos bifes ao alhinho, mas antes ainda provámos um delicioso bacalhau com grão e batatas a murro. Tudo extraordinário. 

Por último o leite creme, que segundo os especialistas que nos acompanhavam á teve dias melhores, mas a vida é assim até as sobremesas têm os seus dias menos positivos. 
Tudo é simples aqui, mas tudo é saboroso e a conta não é pesada considerando que não estando a comer nenhuma dessas tais 7 maravilhas gastronómicas, estamos sem dúvida a comer algo que joga na mesma liga. No final recomendámos a um casal de turistas que de mapa em punho procuravam o seu hotel, á vista saltava a localização do Zé da Mouraria.
Em 2015 voltámos a repetir mas com uns amigos espanhóis, aos pratos que já conhecíamos juntaram-se o bacalhau com grão e as lulas, ambos a não perder.
Our guide of:
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IL PICCANTINO, MAJADAHONDA, ESPANHA

Hoje almoçámos no Il Picantino em Majadahonda, um restaurante italiano recomendado por um vizinho nosso e emigrante de Itália, com uma recomendação destas não podíamos ignorá-la.

Decidimos ficar na esplanada ainda que interior fosse bastante apelativo, com uma decoração moderna fugindo ás tradicionais réplicas das “trattorias”. É gerido por italianos, ou neste caso italianas.

Como não conhecíamos bem o restaurante não sabíamos o que escolher. Como “antipasti” pedimos o prato de fritos variados. Creio que assim que pedimos arrependemo-nos, porquê pedir um prato de frituras num restaurante como estes? É a diferença entre ir a um bom restaurante e um mau, até os tais fritos são óptimos. Com pouca gordura e em cada um sabores muito diferentes, todos bons. Talvez não seja a sua melhor entrada mas é muito boa.

 

Depois pedimos uma Calamarata com camarões e lulas. Estava muito boa, cozinhada ao ponto. 

O outro prato foi uma Calzone al Forno, lá dentro estava queijo provolone, ricota e “pancetta”. Estava deliciosa, uma das melhores que já comi e a massa estava óptima. Ficámos foi o resto do dia a beber água pela pancetta mas valeu a pena.  

No final comemos muito bem, bebemos Lambrusco rosé e pagámos 60€ no total para duas pessoas. Não comemos sobremesa mas porque não conseguíamos mais, antes da entrada tinha vindo um cesto com um pão óptimo que molhámos no azeite e os já famosos “grissinis”. 

 

eat: REI DE TALLARINES – MADRID, ESPANHA

O nosso passeio pela zona da Conde Duque terminou aqui, no restaurante asiático O Rei dos Tallarines. Era um dos recomendados do guia de esmadrid.com mas já tinha visto outras recomendações.
Entramos e a decoração não é a típica asiática, na realidade não me pareceu um espaço muito acolhedor, que nem os empregados compensaram, faltou certo calor a receber as pessoas.

 
Com várias mesas disponíveis sentam-nos na mesa ao lado de um casal, olho á volta e vejo mais espaço, sentamo-nos sem reclamar, a cara do senhor que nos sentou era suficiente para perceber que não o conseguiríamos convencer de outra solução. Teve uma vantagem porém, conseguíamos ver a zona de preparação dos Tallarines que são frescos daí o reconhecimento. Pedimos para tirar uma foto, que nos foi negada pelo tal empregado menos simpático (que surpresa!!).
Há coisas que não entendo, poderia ter muito mais dinâmica se aproveitassem um pouco mais o facto de que a massa que cozinham é fresca e o processo da sua produção é algo que não estamos acostumados a ver, porque é que não deixam tirar uma foto? Ainda que sem flash, ajudaria a divulgar o espaço e nos tempos que correm todos precisam de mais clientes.
De entrada pedimos os Rolos de Primavera (os crepes) que não são nenhuma especialidade e creio que o molho de soja por ter um sabor estranho também não ajudava.  
Confesso não ser fã de tallarines e pedi um Pato á Pequim, o marido sim pediu Tallarines de marisco. Enalteceu a qualidade dos Tallarines em si mas não dos ingredientes que o acompanhavam. O meu pato estava bom e com uma quantidade bastante razoável.
No final pagámos 39€ (sem sobremesas), uma fatura mais pesada do que habitual para um asiático mas falamos de um restaurante que tem os seus pontos diferenciadores e no final pareceu-nos um preço justo.
 
Morada: Calle San Bernardino 2
Metro: Plaza de España ou Noviciado
 
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CONDE DUQUE, MADRID, ESPANHA

Madrid é daquelas cidades que fica quase deserta no mês de Agosto, todos partem em busca da praia ou do campo, todos partem da cidade onde vivem e/ou trabalho um ano inteiro enquanto uns quantos corajosos a visitam neste mês. A verdade é que o calor (que é muito) não convida a grandes passeios pela cidade, pelo menos não de dia mas a verdade é que se queremos ir a um desses sitios que está sempre cheio durante todo o ano, Agosto é o mês ideal para agarrar a oportunidade.

Admito que já tinha algumas saudades de “bajar” até Madrid e aproveitámos um dia de calor mais suportável para fazê-lo.

Escolhemos um passeio na zona do Conde Duque, ideia que tirámos da revista online do site: esmadrid.com que recomendava um itinerário.

Pena é que em Agosto grande parte das suas atracções, quase todas ligadas a culinária (restaurantes e bares) e algumas lojas interessantes, estavam fechadas, mas ficou este primeiro “reconhecimento” e a vontade de voltar em Setembro ou Outubro.

Na esquina da Conde Duque com a San Bernardo está o Jardin Secreto, que encontrámos fechado mas que é conhecido pelo o seu ambiente romântico, a sua limonada e segundo a noticia que li, o bolo de cenoura. 

Logo depois encontramos outro local recomendado, o La Mantequeria. Aproveitando o espaço de uma antiga “mantequeria” que eram lojas que vendiam productos lácteos como o leite, a manteiga e o queijo, assim como outros em que os anteriores fossem o principal ingrediente como por exemplo as bolachinhas de manteiga aquelas que vinham em caixas de metal. 

Também não tivémos sorte aqui, estava fechado mas amplas as janelas permitiam ver o espaço com uma decoração “vintage” a começar pela montra. Aqui recomendam o brunch e muitos vêm apenas para saborear um copo de vinho aproveitando o conforto e inspiração do espaço.

Foi fantástica a sensação de andar nestas ruas ainda que não tivessem a “movida” dos meses mais agitados, mas algo nos fez lembrar um pouco Lisboa (da qual temos saudades), sem saber muito bem o que era, se os edificios coloridos, se as ruas mais estreitas, se as lojas com sabor a antigo, nem sabemos explicar.  

Chegamos á Calle de Bernardo Lopez, outra que perdeu a sua vida em Agosto e o restaurante onde tínhamos planeado comer, La Dichosa estava também fechado. 

Afinal já não íamos comer tapas e decidimos ir até ao Rei dos Tallarines (uma massa italiana como o talharim muito utilizada pelos orientais) 

A marcar a vista das ruas está o Edificio de Espanha, um dos primeiros arranha céus de Madrid, propriedade do Banco Santander cujo plano é fazer um centro comercial e um hotel nos primeiros pisos sendo os restantes para habitação que dizem vir a ser de luxo. Se assim for esta zona do Conde Duque ganhará uma outra vida. 

Acabámos mesmo por almoçar no Rei dos Tallarines, fica para outro post. 

 

VER GUIA DA CIDADE:

do: PIAZZA NAVONA – ROMA, ITÁLIA

Que dizer da praça mais agitada de Roma?
É inevitável, temos que a visitar, nós e todo o mundo. Ficámos com essa sensação de que está demasiado cheia para realmente aproveitar, ver com calma as suas fontes, explorar a sua arquitectura e olhar para os menús dos seus restaurantes.
Durante o dia, artistas ocupam a praça expondo os seus dotes sejam musicais ou de pintura e durante a noite o ritual repete-se acrescentando-lhe mais  e mais vendedores ambulantes que vao fugindo e voltando ao ritmo da passagem da polícia.
 
What can one say about the busiest square in Rome?
Inevitably, we have to visit it, us and the rest of the world. We were left with this feeling that is too full to really enjoy, see calmly their fountains, exploring its architecture and look at the menus of its restaurants.
During the day, artists occupy the square exposing their talents wether they are music or painting, and during the night the ritual is repeated by adding more and more vendors that go running back and forth to the rhythm of the police passing by.

 

 
Um dos motivos da “romaria” até Navona é sem dúvida as suas fontes, admiráveis de dia, extraordinárias de noite. A mais central é a Fonte dos Quatro Rios coroada com um obelisco, depois nas extremidades temos a Fonte de Neptuno (norte) e a Fonte del Moro (a sul).
Tentávamos circular o melhor que podíamos dentro da praça, procurávamos um restaurante ali, algo que se veio a revelar um erro já que Roma tem tantos outros sítios onde se comer e creio que quase todos melhores, cometemos o fatal erro do turista mas a fome apertava e o estômago comandou a mente.
 
One reason for the pilgrimage” to Navona is undoubtedly it’s fountains, wonderful during the day, extraordinary at night. The most central is the Fountain of the Four Rivers crowned with an obeliskthen at each side you have the Neptune Fountain (north) and Moro fountain (south).
We tried the best we could to walk within the square, looking for a restaurant there, something that proved to be a mistake since Rome has so many other places where you can eat and I believe that almost all the best, we have committed the fatal error of tourists but we were hungry and it commanded both the mind and stomach.
 

 
Escolhemos o Ai Tre Tartufi, á sua frente dois músicos com violas iam tocando Bossa Nova, pareceu-nos o ambiente perfeito ainda que não muito típico já que a música era brasileira não é obviamente da zona. Pedimos Lambrusco fresco e de entrada a famosa brusqueta de tomate, pergunto-me como é possível que não seja deliciosa? Uma coisa tao básica…

We chose Ai Tre Tartufi, in front of it two musicians playing guitars were playing Bossa Nova, it seemed the perfect environment though not very typical as Brazilian music was not obviously from the area. We order some fresh Lambrusco and  as a starter the famous brusqueta tomato, I wonder how it was posible that it wasn’t delicious? Something so basic

 

Seguimos esperançados com os pratos que pedimos, eu um risotto com parmesão e morangos (achei original o conceito), o marido um esparguete al “pomodoro” (coisa simples). Percebemos rápidamente que tínhamos cometido um erro, a comida tinha aspecto de confecçao caseira mas não num bom sentido, mas sim no que chegámos a casa e cozinhámos uma coisa qualquer. No final pagamos uns 65€ sem sobremesa e com muito arrependimento…
We were still hopeful with the dishes we ordered, I’d risotto with parmesan and strawberries (I thought the concept was original), the  husband a spaguetti “al pomodoro” (simple thing). We realized quickly that we had made ​​a mistake, the food looked like home cooked food but not in a good way, but as we got home and cooked something at chance. In the end we paid about 65 without dessert and with much regret …

 

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EL VERGEL DE GREDOS, BOHOYO, ESPANHA

Não é o tipo de restaurante que possa figurar num guia de viagens, mas para os espanhóis que gostam desta zona é bastante conhecido e está sem dúvida no seu guia pessoal da Serra de Gredos.

Talvez lhe falte um pouco mais de charme para poder figurar nesses tais guias, não vemos gente da moda mas vemos gente feliz. Foram a banhos nas geladas águas (vindas da neve derretida) que passam por baixo da “Puente de la Garganta”.

 

E nada melhor que uns bons petiscos depois de um refrescante banho, seja no mar ou no rio. Sentamo-nos na esplanada, a tal sem grande charme com as mesas de plástico que as marcas de cerveja patrocinam. A vista é para a tal garganta de Bohoyo e enquanto esperamos pela comida, as melgas vão-se servindo…

Nota mental: Levar repelente para a próxima vez. 

Os nossos amigos repetiam-nos que a comida era muito bom e que iria valer a pena dar umas poucas gramas de sangue ás melgas. Num ápice o empregado enche a mesa.

Desde “chipirones” passando pelas famosas “patatas revolconas”, aqui acompanhadas por torresmos (que não provei), passando por um fantástico queijo da região. 

E depois como se não bastasse, ainda vêm duas travessas com carne da região, muito bem cortada e que deveríamos cozinhar na famosa pedra. Chegámos a pensar que isto até nós comemos em casa, mas a diferença está na carne, de uma qualidade tão boa que é dificil de descrever. 

Ainda se comeram algumas sobremesas, as típicas “natillas” caseiras. A sua boa relação preço/qualidade explica o porquê de ser paragem obrigatória para quem vem para os lados da Serra de Gredos. Uma agradável descoberta…