IMANOL, LAS ROZAS, ESPANHA

É um dos destinos preferidos depois de uma tarde de compras no Las Rozas Village, o Assador Imanol tem uma excelente esplanada no Heron City e uma sala onde servem vários pratos da cozinha basca.

Sempre que vamos é pela barra de “pintxos” com uma boa variedade, um pouco mais caros que noutros locais mas com uma qualidade superior e bem “recheados”. 

 

Website: http://www.asadorimanol.com/

do: FAUNIA – MADRID, ESPANHA

Primeiro fim de semana de Setembro, o tempo não sorria muito (por isso nada de piscina) e para aproveitar que aina não chegaram os dias frios de inverno (e também um voucher de desconto de 7€ por cada entrada) decidimos ir ao Parque Temático da Natureza – Faunia.
O preço de um dia pode parecer excessivo principalmente quando ouvimos o total, mas para a dimensão do parque e a diversidade de animais que apresenta parece-me um preço justo. Os adultos pagam 25,5€ e as crianças a partir de três anos pagam 19,5€. O estacionamento custa 5€ o dia completo e com o vale de desconto que tinha, ficou tudo por 54,5€ (dois adultos e uma criança). Nada caro se pensamos que estas entradas ajudam a manter o parque aberto e a cuidar de espécie que estão em risco de extinção.

Uma das virtudes do parque é que promove alguma interacção com os animais, em algumas zonas entramos no seu habitat e eles andam livremente o que significa que podemos tocar-lhes. Isso acontece na zona da Quinta (Granja) por exemplo onde as placas indicam isso mesmo, que podemos tocar nas cabras por exemplo, mas com cuidado. Também podemos comprar saquinhos de comida para lhes dar. Claro que não o poderemos fazer com os crocodilos nem que as cobras, mas entre a Quinta e a Selva há várias possibilidades.
Mas essas são as gratuitas, há depois as pagas como uma actividade para nadar ou interagir com os leões marinhos ou tocar nos pelicanos. Para os mais pequenos há ainda outra hipótese que é andar de ponéi. 

Tirámos tantas fotos e tão boas (aqui dá jeito para quem tem reflex levar uma boa teleobjectiva) que é impossível pôr aqui um décimo que seja, mas vou tentar organizar pelas áreas que visitámos, pelo menos as mais importantes.

A GRANJA

Começámos pela visita á Granja (A Quinta), uma zona criada mais para a interacção das crianças com os típicos animais da quinta como as ovelhas, as cabras e os burros. Estavam também os porcos do Vietnam, os porquinhos da Indía.

 

BOSQUE AFRICANO

Aqui encontramos os lémures, algumas espécies de pássaros como o turaco, a urraca, o estorninho, gaivotas, tartarugas, entre outros. O espaço onde entramos não está selado (apenas as tartarugas estão) pelo o que podemos interagir com os lémures por exemplo, se eles deixarem ou se não tivermos medo porque bem nos olhos de um não é muito fácil…

LA JUNGLA
Na selva podemos encontrar algumas aves exóticas como o tucano, o papagaio e a arara. Convivendo com outras espécies de macacos e outras aves. Também nesta zona encontramos peixes.

EL BOSQUE TEMPLADO

Como o nome indica, aqui entramos num bosque onde vemos várias espécies de aves a partilhar o seu espaço com veados (como os mazama). Vemos faisões, perús selvagens, o nandu (que nem conseguimos capturar em foto porque andava numa correria louca) e os grous.

ECOSISTEMA POLAR

Uma excelente zona para ver os pinguins e outras espécies típicas dos ecosistemas mais frios.

TERRITÓRIO SURICATA

Como o nome indica este é o espaço dos Suricatas. São muito divertidos de fotografar, autênticos top-model.

LAGO DOS PELICANOS

O MANGLAR DE CROCODILOS

A grande novidade de 2011, com crocodilos do Nilo e como o Titi Leão.

TERRITÓRIO WALLABY
O espaço dos wallaby (da familia dos cangurus) e do emu.

Há muito mais para ver mas não “cabia” aqui. De todos os parques o jardins zoológicos que já visitei posso dizer que este foi dos que gostei mais. Sim, faltou-lhe o elefante e a girafa, mas tinha muitas outras espécies que nem sonhávamos que existissem e a proximidade com que as vemos é outro factor de sucesso.

EL BARQUILHO, ÁVILA, ESPANHA

Entrámos neste pequenho “pueblo” perto da Serra de Gredos com apenas um objectivo: tomar banho no rio.

Assim que da aldeia em si não conhecemos muito mas encontrámos pequenas praias fluviais onde podíamos tomar banho descansados sem muita gente por perto. Não gosto muito de tomar banho no rio, não vemos bem o fundo, há muitas pedras, peixinhos a morder-nos, mas só a beleza do entorno faz esquecer isso e o calor obriga a um banho nem que seja rápido.

Um pequeno paraíso onde encontramos tranquilidade, ideal para descansar e desligar um pouco da confusão.

 

eat: REI DE TALLARINES – MADRID, ESPANHA

O nosso passeio pela zona da Conde Duque terminou aqui, no restaurante asiático O Rei dos Tallarines. Era um dos recomendados do guia de esmadrid.com mas já tinha visto outras recomendações.
Entramos e a decoração não é a típica asiática, na realidade não me pareceu um espaço muito acolhedor, que nem os empregados compensaram, faltou certo calor a receber as pessoas.

 
Com várias mesas disponíveis sentam-nos na mesa ao lado de um casal, olho á volta e vejo mais espaço, sentamo-nos sem reclamar, a cara do senhor que nos sentou era suficiente para perceber que não o conseguiríamos convencer de outra solução. Teve uma vantagem porém, conseguíamos ver a zona de preparação dos Tallarines que são frescos daí o reconhecimento. Pedimos para tirar uma foto, que nos foi negada pelo tal empregado menos simpático (que surpresa!!).
Há coisas que não entendo, poderia ter muito mais dinâmica se aproveitassem um pouco mais o facto de que a massa que cozinham é fresca e o processo da sua produção é algo que não estamos acostumados a ver, porque é que não deixam tirar uma foto? Ainda que sem flash, ajudaria a divulgar o espaço e nos tempos que correm todos precisam de mais clientes.
De entrada pedimos os Rolos de Primavera (os crepes) que não são nenhuma especialidade e creio que o molho de soja por ter um sabor estranho também não ajudava.  
Confesso não ser fã de tallarines e pedi um Pato á Pequim, o marido sim pediu Tallarines de marisco. Enalteceu a qualidade dos Tallarines em si mas não dos ingredientes que o acompanhavam. O meu pato estava bom e com uma quantidade bastante razoável.
No final pagámos 39€ (sem sobremesas), uma fatura mais pesada do que habitual para um asiático mas falamos de um restaurante que tem os seus pontos diferenciadores e no final pareceu-nos um preço justo.
 
Morada: Calle San Bernardino 2
Metro: Plaza de España ou Noviciado
 
Our guide of:

CONDE DUQUE, MADRID, ESPANHA

Madrid é daquelas cidades que fica quase deserta no mês de Agosto, todos partem em busca da praia ou do campo, todos partem da cidade onde vivem e/ou trabalho um ano inteiro enquanto uns quantos corajosos a visitam neste mês. A verdade é que o calor (que é muito) não convida a grandes passeios pela cidade, pelo menos não de dia mas a verdade é que se queremos ir a um desses sitios que está sempre cheio durante todo o ano, Agosto é o mês ideal para agarrar a oportunidade.

Admito que já tinha algumas saudades de “bajar” até Madrid e aproveitámos um dia de calor mais suportável para fazê-lo.

Escolhemos um passeio na zona do Conde Duque, ideia que tirámos da revista online do site: esmadrid.com que recomendava um itinerário.

Pena é que em Agosto grande parte das suas atracções, quase todas ligadas a culinária (restaurantes e bares) e algumas lojas interessantes, estavam fechadas, mas ficou este primeiro “reconhecimento” e a vontade de voltar em Setembro ou Outubro.

Na esquina da Conde Duque com a San Bernardo está o Jardin Secreto, que encontrámos fechado mas que é conhecido pelo o seu ambiente romântico, a sua limonada e segundo a noticia que li, o bolo de cenoura. 

Logo depois encontramos outro local recomendado, o La Mantequeria. Aproveitando o espaço de uma antiga “mantequeria” que eram lojas que vendiam productos lácteos como o leite, a manteiga e o queijo, assim como outros em que os anteriores fossem o principal ingrediente como por exemplo as bolachinhas de manteiga aquelas que vinham em caixas de metal. 

Também não tivémos sorte aqui, estava fechado mas amplas as janelas permitiam ver o espaço com uma decoração “vintage” a começar pela montra. Aqui recomendam o brunch e muitos vêm apenas para saborear um copo de vinho aproveitando o conforto e inspiração do espaço.

Foi fantástica a sensação de andar nestas ruas ainda que não tivessem a “movida” dos meses mais agitados, mas algo nos fez lembrar um pouco Lisboa (da qual temos saudades), sem saber muito bem o que era, se os edificios coloridos, se as ruas mais estreitas, se as lojas com sabor a antigo, nem sabemos explicar.  

Chegamos á Calle de Bernardo Lopez, outra que perdeu a sua vida em Agosto e o restaurante onde tínhamos planeado comer, La Dichosa estava também fechado. 

Afinal já não íamos comer tapas e decidimos ir até ao Rei dos Tallarines (uma massa italiana como o talharim muito utilizada pelos orientais) 

A marcar a vista das ruas está o Edificio de Espanha, um dos primeiros arranha céus de Madrid, propriedade do Banco Santander cujo plano é fazer um centro comercial e um hotel nos primeiros pisos sendo os restantes para habitação que dizem vir a ser de luxo. Se assim for esta zona do Conde Duque ganhará uma outra vida. 

Acabámos mesmo por almoçar no Rei dos Tallarines, fica para outro post. 

 

VER GUIA DA CIDADE:

MADRID RIO – ESPANHA

Fomos descobrir o renovado espaço á beira do Rio Manzanares a que chamaram de Parque Madrid Rio. Com cerca de dez quilómetros de itinerários pedestres e para ciclista, conhecemos nesta primeira visita uma terça parte. Começámos na Puente del Rey e demos a volta na Ponte Verde (uma ponte em Y toda em ferro).

A zona por onde andámos tem o nome de Salon de Pinos (pinheiros) que ocupa cerca de seis quilómetros dos dez totais que tem o parque. Mais adiante vimos a marca dos quilómetros, entrámos uns dois quilómetros depois do inicio do parque ficando por descobrir a parte anterior á Puente del Rey.
Durante o percurso que fizémos encontrámos pequenos parques para crianças, todos feitos com madeira, metal e cordas, para pôr á prova os pequenos aventureiros. Ao nosso faltava-lhe um escorrega, que fomos prometendo mas que nunca chegámos a encontrar, talvez não fosse o lugar para o fazer. 
Num haviam javalis de madeira, só lhes faltava uma mola para se tornarem mais apelativos ás crianças. 
 
O parque permite um passeio fantástico acompanhado de uma bela vista da cidade e dos seus principais símbolos, como o Palácio Real e a Praça de Espanha.
Chegamos á famosa Ponte de Segóvia construída no século XVI e que ao longo de vários anos sofreu várias remodelações. Do mesmo arquitecto que desenhou o Escorial e o Palácio de Aranjuez, a ponte construída em granito conta com nove arcos. 
Vimos gente a refrescar-se nos lagos e tomar banhos de sol, ficámos com a sensação que esta era a tão desejada praia que pedia quem mora no centro da cidade.
Passamos depois pela Ponte Oblíqua, uma pequena ponte de 150 metros que antigamente estava aberta ao trânsito e com a requalificação do espaço junto ao Manzanares é utilizada apenas por pedestres e ciclistas. 
Sendo que para conhecer todo o parque são pelo menos dez quilómetros (vinte se consíderarmos o regresso) começam a florescer negócios orientados para o aluguer de alguns equipamentos que atenuam o cansaço de percorrer essa distância ou que são apenas maneiras mais divertidas de explorá-lo. Entre elas esta loja com aluguer de Segways, carrinhos de pedal, etc.. 
Chegámos ao ponto onde demos a volta, a Ponte do Principado de Andorra, que no guia vem com o nome de Ponte Verde mas que na própria vi o primeiro. Fez-me lembrar a ponte de ferro que vimos em Girona mas aqui tem algo mais, ela a meio divide-se em dois.
Junto a ela está um hotel do grupo NH e ao fundo do lado esquerdo está o estádio do Atlético de Madrid, o Vincente Calderón.
 
Não tenho dúvidas de que ela será um excelente “alvo” das objectivas de fotógrafos bem mais habilidosos que eu, pelos seus ângulos arquitectónicos que permitem dar largas á imaginação.
Ainda é um parque um pouco árido, no troço que percorremos havia pouca sombra mas é uma questão de tempo e de deixar que os pinheiros cresçam ao seu ritmo e comecem a oferecer um pouco mais de frescura.
 
Our Guide of:
http://hojeconhecemos.blogspot.com.es/p/madrid.html

TRATTORIA PULCINELLA, MADRID, ESPANHA

 

Em pleno bairro Chueca (Calle Regueros 7), a Pizzaria Pulcinella tem o seu charme. Com a sua decoraçao de restaurante familiar (um pouco “kitsh” até) com fotografias de artistas italianos (Sofia Loren) e de lugares de Itália a decorar as paredes. A decoraçao nao prometia e nem o serviço, que depois percebemos o porquê dos mal entendidos, o nosso empregado era italiano.

Como foi recomendado demos o beneficio da dúvida e a verdade é que se come bastante bem a um preço razoável. De entrada pedimos a Parmegiana, um prato que á primeira vista parece uma lasanha mas sao fatias de beringela, tomate e queijo derretido, muito bom.

Os demais comeram o Risotto com Marisco, que afinal se parecia muito ao nosso arroz de Marisco, que nao sei se é bom ou nao, mas todos pareciam apreciar. Eu fui para o Gnocci com molho de quatro queijos, que estava bom.

Quem nos recomendou falou também das pizzas, feitas em forno de lenha e com a tradicional massa estaladiça que podemos encontrar nas melhores de Itália, mas acabámos por escolher outros pratos o que significa que teremos que voltar para provar as pizzas, uma autêntica “chatice”!

Tèm uma esplanada minúscula e acolhedora, com apenas duas mesas que levam duas pessoas cada uma, excele

Bom serviço, boa comida e no final 25€ por pessoa.

 

VER GUIA DA CIDADE:

EL VERGEL DE GREDOS, BOHOYO, ESPANHA

Não é o tipo de restaurante que possa figurar num guia de viagens, mas para os espanhóis que gostam desta zona é bastante conhecido e está sem dúvida no seu guia pessoal da Serra de Gredos.

Talvez lhe falte um pouco mais de charme para poder figurar nesses tais guias, não vemos gente da moda mas vemos gente feliz. Foram a banhos nas geladas águas (vindas da neve derretida) que passam por baixo da “Puente de la Garganta”.

 

E nada melhor que uns bons petiscos depois de um refrescante banho, seja no mar ou no rio. Sentamo-nos na esplanada, a tal sem grande charme com as mesas de plástico que as marcas de cerveja patrocinam. A vista é para a tal garganta de Bohoyo e enquanto esperamos pela comida, as melgas vão-se servindo…

Nota mental: Levar repelente para a próxima vez. 

Os nossos amigos repetiam-nos que a comida era muito bom e que iria valer a pena dar umas poucas gramas de sangue ás melgas. Num ápice o empregado enche a mesa.

Desde “chipirones” passando pelas famosas “patatas revolconas”, aqui acompanhadas por torresmos (que não provei), passando por um fantástico queijo da região. 

E depois como se não bastasse, ainda vêm duas travessas com carne da região, muito bem cortada e que deveríamos cozinhar na famosa pedra. Chegámos a pensar que isto até nós comemos em casa, mas a diferença está na carne, de uma qualidade tão boa que é dificil de descrever. 

Ainda se comeram algumas sobremesas, as típicas “natillas” caseiras. A sua boa relação preço/qualidade explica o porquê de ser paragem obrigatória para quem vem para os lados da Serra de Gredos. Uma agradável descoberta…

BAR TOMATE, MADRID, ESPANHA

Uma das vantagens de ficar em Madrid em Agosto é que a cidade parece um deserto quando comparamos com os outros meses do ano permitindo-nos visitar locais ou ir a um restaurante da moda, sem ter filas de gente á porta.

O Bar Tomate é um desses locais da moda que para se conseguir mesa chegávamos a ouvir: “Só daqui a um mês”. Tem o poder de nos aguçar ainda mais a curiosidade de o conhecer mas com o perigo de criarmos uma expectativa tão grande que depois não merece o esforço.

Preferimos então esperar por outra oportunidade, por um momento que não estivesse tão na moda (que aqui acontece bastante) e quando uns amigos nos dizem que marcaram mesa não hesitámos em aceitar. Um outro amigo já o tinha recomendado, dizia que tinha excelente ambiente mas que era caro, agora posso confirmar que tem excelente ambiente (ainda que tenha faltado o tal D.J. que aparece a partir de 5ªfeira mas estamos em Agosto) e não me pareceu assim tão caro. 

 

As porções são pequenas e a comida é boa, não é extraordinária…é boa! As pizzas são simples mas com uma deliciosa massa crocante, o hamburguer com molho de queijo é muito bom mas não é tanto pela qualidade da carne, os amigos pediram “chipirones” que repetiram a dose porque estavam muito bons, outro pediu um carpaccio de “ternera” que eu diria ser mais uma entrada que um prato porque quem o come fica com fome.
De sobremesa pedi as Framboesas com pimenta, muito boa sobremesa em que elas vêm envoltas em leite creme, provei o biscoito de chocolate e achei seco, mas fora da lista estava uma tarte folhada de maçã que foi muito elogiada.
Antes de ir tinha visto comentários tanto no Trip Advisor como noutros sites que falavam mal do restaurante, principalmente do atendimento, talvez por ser Agosto e o restaurante não estar tão cheio achei que o atendimento foi muito bom e a nossa empregada era extremamente simpática. A nossa experiência aqui foi boa e é um excelente local para um jantar com amigos.

O preço saiu a 30€ por pessoa, um preço razoável considerando que muitos repetiram pratos e as sobremesas essas sim eram caras a 6€ e a 7€ cada uma. Não bebemos vinho o que equilibra as coisas.

É para voltar, beber um copo e aproveitar o ambiente, para a próxima com D.J.

 

VER GUIA DA CIDADE:

 

sleep: HOTEL LE CLARISSE – ROMA, ITÁLIA

A escolha do nosso hotel em Roma não foi fácil, grande parte das hipóteses que nos restavam tinham preços elevados ou localizações que não nos interessavam. De várias pesquisas que tínhamos feito não conseguíamos encontrar o hotel ideal para nós até que encontrámos o Le Clarisse e já talvez com uma ponta desespero fizémos uma reserva (umas 48 horas antes da viagem).
 
The choice of our hotel in Rome was not easy, most of what was left had high prices or locations that do not interested us. In several searches we had done we could not find the ideal hotel for us until we found the Le Clarisse and perhaps with a hint desperation we made a reservation (about 48 hours before the trip).

Do aeroporto de Fiumicino, apanhámos um comboio que ficou uns 14€ cada, depois apanhámos um autocarro ao lado da estação que se não me falha a memória era o 40 e/ou 62. Ambos passavam na Corso Vittorio Emanuele e de ali até á rua do hotel era um instante.
A rua parecia de postais de viagem, com a típica “trattoria” de toalha de xadrez vermelha, duas bicicletas paradas junto a um atelier de moda e um Fiat 500 dos antigos estacionado mesmo em frente ao hotel. Tantos símbolos de Itália num lugar tão pequeno.
 
From Fiumicino airport, we caught a train that was about 14 per ticket, then we caught a bus on the side of the station that if I remember correctly was 40 and/or 62. Both went on Corso Vittorio Emanuele and it was very quick to get from there to our hotel.
The street seemed coming out of travel postcard, with the typical trattoria” table cloths with red plaid, two bicycles standing next to a fashion atelier and one of the old Fiat 500 parked in front of the hotel. So many symbols of Italy in a place so small.
Mas o nosso deslumbramento durou pouco quando nos apercebemos que não conseguíamos encontrar o hotel, olhávamos para a morada, estávamos em frente á sua porta e nada indicava que ali existia o Le Clarisse. Apanhámos um susto, teríamos sido burlados pelo site onde marcámos o hotel? Não.
Um pequeno autocolante nos botões da entrada dizia que o Le Clarisse ficava no primeiro piso.
 
But our amazement didn’t last long when we realized that we could not find the hotel, we looked at the address, we were in front it’s door and nothing indicated that there existed Le Clarisse. We got scared, would have been deceived by the site where we booked the hotel? No.
A small sticker on the buttons of the entrance said that Le Clarisse was on the first floor.
 
 
Subimos as escadas, batemos á porta e chegamos á recepção, estamos mais tranquilos. O hotel existe. Abriu há uma semana e ainda não tinham colocado um letreiro que os identificasse.
O nosso quarto era exactamente igual ao que estava nas fotografias. Não estamos a falar de um hotel de grandes luxos e foi das opções mais baratas que encontrámos (278€ duas noites) dentro do centro. 
Pagámos um pouco mais porque escolhemos o quarto com banheira de hidromassagem, achámos que se íamos andar por Roma a pé o nosso corpo iria agradecer a nossa escolha.
 
We climbed the stairs, knocked at the door and arrived at the reception, we were more relaxed. The hotel exists. It opened a week ago and had not yet placed a sign that identified it.
Our room was exactly the same as it was in the pictures. We’re not talking about a large luxury hotel and it was the cheapest options we found (€ 278 two nights) within the center.
We paid a little more because we chose the room with hot tub, we felt that if we were walking through Rome on foot our body would thank our choice.
 

 

 
Vista não tínhamos, víamos um pequeno pátio e outros edificios ao lado, a vantagem era que tornava o quarto mais tranquilo e sem barulho, ainda que a rua em si também não é muito agitada. 
O preço incluía pequeno-almoço, com uma variedade reduzida mas suficiente para nos preparar para as grandes caminhadas que nos esperavam. Tinham uns pequenos croissants tão bons que não vi diferença entre Roma e Paris. 
 
We didn’t had a view, we saw a small courtyard and other buildings next door, the advantage was that the room became quieter and without noise, although the street itself wasn’t very agitated.
The price included breakfast, with a reduced variety but enough to prepare us for the long walks waiting for us. They had small croissants so good that we did not see a difference between Rome and Paris.
 
A sala dos pequenos-almoços era pequena mas acolhedora. No segundo dia conhecemos a sua empregada habitual que conversou um pouco connosco, falou do hotel e de onde tinha trabalhado antes. Aliás a simpatia era outro dos pontos fortes do hotel, talvez por ser novo todos fazem um esforço para que nada falte aos seus clientes.  
Tinham por exemplo uns papéis para ajudar os clientes do hotel a identificar que autocarros iam a que atracções turísticas.

The breakfast room was small but cozy. On the second day we met the maid who chatted with us a bit, and talked about the hotel  and where she had worked before. Friendliness was another of the strengths of the hotel, maybe because it is new all make an effort so that nothing is missing to their customers.
For example they had some papers to help hotel guests to identify which bus went to the tourist attractions.

<div aria-label="

Está a utilizar um idioma Alfa. Este idioma ainda se encontra nas primeiras fases de desenvolvimento, mas nós quisemos dar-lhe uma antevisão!

” class=”goog-inline-block” data-tooltip-align=”l,c” data-tooltip=”

Está a utilizar um idioma Alfa. Este idioma ainda se encontra nas primeiras fases de desenvolvimento, mas nós quisemos dar-lhe uma antevisão!

” id=”gt-alpha” style=”display: none;”>Alpha

Ainda assim e apesar de todos os esforços, não havia Wi-fi (que anunciavam ser gratuita) que muita falta nos fez para algumas das coisas que tínhamos que tratar da viagem. Mas saímos satisfeitos e se voltasse a Roma talvez ficasse aqui outra vez. É bastante central, está a poucos passos do Panteão e dali podemos ir para qualquer lado.
 
Still, despite all efforts, there was no Wifi  (that they advertised as being free) that we really needed to deal with somethings from the trip. But we left satisfied and if we go back to Rome we might stay here again. It is quite central, is just steps away from the Pantheon and we can go anywhere.
 

Our guide of: