eat: HOME BURGUER BAR – MADRID, ESPANHA

Continua a busca do melhor hamburguer de Madrid. Ao que parece e dada a grande moda dos restaurantes de hamburguers em Madrid, é quase como um “desporto” encontrar a melhor e até há alguns blogs na internet sobre o tema como o La Hamburguesa de tu Vida.
A nossa intenção era ir á New York Burguer mas fecha ao Domingo e decidimos ir ao Home Burger Bar.

 
Escolhemos o da Calle Espiritu Santo em pleno bairro de Malasaña. A decoração é moderna com aquele toque súbtil de “diner” norte-americano, parece que estamos dentro de um mas um pouco mais refinado. De entrada pedimos os Lagostinos (camarões) en pasta filo con salsa Sweet Chilli, só esta última palavra já diz tudo. Não sou grande apreciadora de picante mas colocando poucas porções de molho nas gambas não sentia tanto o seu sabor forte. 
Depois quanto aos hamburguers, a variedade é excelente e dificil é mesmo escolher. É de realçar que sendo uma casa de hamburguers havia muitas opções para vegetarianos e a carne estava identificada como sendo biológica. Escolhemos a Caprese com tomate seco, rúcula e parmesão e a La Especial “Home”, que tinha queijo Philadélfia com nozes e cebola. Ambos acompanhavam com batatas e a salada “coleslaw”.
 
Gostámos das combinações mas o elemento principal, que é o hamburguer estava um pouco seco o que significa que nesta liga onde jogam, o Alfredo’s Barbacoa continua a ter a melhor carne. Talvez tenha sido um mau dia mas acabou por decepcionar principalmente porque não cobram barato por eles. Pagámos uns 45€ para duas pessoas, sem sobremesa mais 5€ por pessoa que no Alfredo’s. O atendimento (que vimos noutros sites que muitos se queixavam) foi óptimo, todos muito simpáticos. Aproveitámos depois para continuar pela Calle Espiritu Santo no bairro da “movida” e que mesmo sendo Domingo continuava bastante animado.  
 
Morada: Calle del Espiritu Santo 12
Metro: Tribunal
 
Our guides of:
 http://hojeconhecemos.blogspot.com.es/p/madrid.html

Jardim El Capricho – Madrid, Espanha

Enquanto folheava uma revista feminina no trabalho (creio que foi a Woman) vi uma reportagem sobre os melhores jardins para piqueniques. Tinham em várias cidades mas em Madrid recomendavam este, o Jardim El Capricho.
Mas ou eu li mal (porque o meu espanhol continua sem ser o melhor do mundo) ou recomendavam um restaurante onde comprar a comida e depois comer ali. Só um problema, está uma placa que diz que não se pode entrar com comida e bebida e se tencionamos fazer-nos de tontos em relação a essa regra, estão duas pessoas á entrada para nos relembrar.

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MOMENTUM DE MAYUMANA, MADRID, ESPANHA

Uma das vantagens de viver numa grande cidade (seja ela qual for) é a sua agenda cultural, há sempre para todos os gostos desde concertos, a espectáculos, a dança ou teatro, mas até aqui ainda não tínhamos aproveitado muito esse beneficio. De tanto me recomendarem o espectáculo, quebrámos essa rotina (de não aproveitar a agenda cultural de Madrid) e comprámos bilhetes para o espectáculo de Mayumana, o “Momentum”. Parece que a companhia teve sucesso na Broadway e que leva já dez anos de espectáculos em Espanha sempre no Arteria Coliseum da Gran Via.

(foto oficial)

Já tinha lido sobre o espectáculo e sobre este grupo, Mayumana nasce em Israel e a palavra significa destreza e habilidade. Recebemos confirmação da sua origem quando um dos músicos/bailarinos/artistas vai entretendo o público com um ecrã gigante aberto no Facebook e ia trocando mensagens com várias pessoas de todo o mundo, incluindo as que estavam na assistência, em algumas falavam de Israel.

Depois vem uma pequena introdução: “Este espectáculo é sobre o tempo…” Como o tempo é a variável que se utiliza para marcar o ritmo, está espectáculo montado. Parece simples? Mas a verdade é que na sua simplicidade está o divertimento e o sair de uma sala de espectáculos com a sensação de que não só assistimos como fizémos parte.  De facto a interactividade do espectáculo é a sua mais valia além de ver artistas completos que dançam, cantam, tocam instrumentos, divertem…


Não estamos a falar de grandes efeitos especiais, tem tecnologia sim mas os seus momentos são os de interacção com o público.
Valeu a pena os 38€ por cada pessoa, hoje fala-se muito mais de experiências…esta é uma que vale a pena viver.

 

VER GUIA DA CIDADE:

IL PICCANTINO, MAJADAHONDA, ESPANHA

Hoje almoçámos no Il Picantino em Majadahonda, um restaurante italiano recomendado por um vizinho nosso e emigrante de Itália, com uma recomendação destas não podíamos ignorá-la.

Decidimos ficar na esplanada ainda que interior fosse bastante apelativo, com uma decoração moderna fugindo ás tradicionais réplicas das “trattorias”. É gerido por italianos, ou neste caso italianas.

Como não conhecíamos bem o restaurante não sabíamos o que escolher. Como “antipasti” pedimos o prato de fritos variados. Creio que assim que pedimos arrependemo-nos, porquê pedir um prato de frituras num restaurante como estes? É a diferença entre ir a um bom restaurante e um mau, até os tais fritos são óptimos. Com pouca gordura e em cada um sabores muito diferentes, todos bons. Talvez não seja a sua melhor entrada mas é muito boa.

 

Depois pedimos uma Calamarata com camarões e lulas. Estava muito boa, cozinhada ao ponto. 

O outro prato foi uma Calzone al Forno, lá dentro estava queijo provolone, ricota e “pancetta”. Estava deliciosa, uma das melhores que já comi e a massa estava óptima. Ficámos foi o resto do dia a beber água pela pancetta mas valeu a pena.  

No final comemos muito bem, bebemos Lambrusco rosé e pagámos 60€ no total para duas pessoas. Não comemos sobremesa mas porque não conseguíamos mais, antes da entrada tinha vindo um cesto com um pão óptimo que molhámos no azeite e os já famosos “grissinis”. 

 

IMANOL, LAS ROZAS, ESPANHA

É um dos destinos preferidos depois de uma tarde de compras no Las Rozas Village, o Assador Imanol tem uma excelente esplanada no Heron City e uma sala onde servem vários pratos da cozinha basca.

Sempre que vamos é pela barra de “pintxos” com uma boa variedade, um pouco mais caros que noutros locais mas com uma qualidade superior e bem “recheados”. 

 

Website: http://www.asadorimanol.com/

do: FAUNIA – MADRID, ESPANHA

Primeiro fim de semana de Setembro, o tempo não sorria muito (por isso nada de piscina) e para aproveitar que aina não chegaram os dias frios de inverno (e também um voucher de desconto de 7€ por cada entrada) decidimos ir ao Parque Temático da Natureza – Faunia.
O preço de um dia pode parecer excessivo principalmente quando ouvimos o total, mas para a dimensão do parque e a diversidade de animais que apresenta parece-me um preço justo. Os adultos pagam 25,5€ e as crianças a partir de três anos pagam 19,5€. O estacionamento custa 5€ o dia completo e com o vale de desconto que tinha, ficou tudo por 54,5€ (dois adultos e uma criança). Nada caro se pensamos que estas entradas ajudam a manter o parque aberto e a cuidar de espécie que estão em risco de extinção.

Uma das virtudes do parque é que promove alguma interacção com os animais, em algumas zonas entramos no seu habitat e eles andam livremente o que significa que podemos tocar-lhes. Isso acontece na zona da Quinta (Granja) por exemplo onde as placas indicam isso mesmo, que podemos tocar nas cabras por exemplo, mas com cuidado. Também podemos comprar saquinhos de comida para lhes dar. Claro que não o poderemos fazer com os crocodilos nem que as cobras, mas entre a Quinta e a Selva há várias possibilidades.
Mas essas são as gratuitas, há depois as pagas como uma actividade para nadar ou interagir com os leões marinhos ou tocar nos pelicanos. Para os mais pequenos há ainda outra hipótese que é andar de ponéi. 

Tirámos tantas fotos e tão boas (aqui dá jeito para quem tem reflex levar uma boa teleobjectiva) que é impossível pôr aqui um décimo que seja, mas vou tentar organizar pelas áreas que visitámos, pelo menos as mais importantes.

A GRANJA

Começámos pela visita á Granja (A Quinta), uma zona criada mais para a interacção das crianças com os típicos animais da quinta como as ovelhas, as cabras e os burros. Estavam também os porcos do Vietnam, os porquinhos da Indía.

 

BOSQUE AFRICANO

Aqui encontramos os lémures, algumas espécies de pássaros como o turaco, a urraca, o estorninho, gaivotas, tartarugas, entre outros. O espaço onde entramos não está selado (apenas as tartarugas estão) pelo o que podemos interagir com os lémures por exemplo, se eles deixarem ou se não tivermos medo porque bem nos olhos de um não é muito fácil…

LA JUNGLA
Na selva podemos encontrar algumas aves exóticas como o tucano, o papagaio e a arara. Convivendo com outras espécies de macacos e outras aves. Também nesta zona encontramos peixes.

EL BOSQUE TEMPLADO

Como o nome indica, aqui entramos num bosque onde vemos várias espécies de aves a partilhar o seu espaço com veados (como os mazama). Vemos faisões, perús selvagens, o nandu (que nem conseguimos capturar em foto porque andava numa correria louca) e os grous.

ECOSISTEMA POLAR

Uma excelente zona para ver os pinguins e outras espécies típicas dos ecosistemas mais frios.

TERRITÓRIO SURICATA

Como o nome indica este é o espaço dos Suricatas. São muito divertidos de fotografar, autênticos top-model.

LAGO DOS PELICANOS

O MANGLAR DE CROCODILOS

A grande novidade de 2011, com crocodilos do Nilo e como o Titi Leão.

TERRITÓRIO WALLABY
O espaço dos wallaby (da familia dos cangurus) e do emu.

Há muito mais para ver mas não “cabia” aqui. De todos os parques o jardins zoológicos que já visitei posso dizer que este foi dos que gostei mais. Sim, faltou-lhe o elefante e a girafa, mas tinha muitas outras espécies que nem sonhávamos que existissem e a proximidade com que as vemos é outro factor de sucesso.

EL BARQUILHO, ÁVILA, ESPANHA

Entrámos neste pequenho “pueblo” perto da Serra de Gredos com apenas um objectivo: tomar banho no rio.

Assim que da aldeia em si não conhecemos muito mas encontrámos pequenas praias fluviais onde podíamos tomar banho descansados sem muita gente por perto. Não gosto muito de tomar banho no rio, não vemos bem o fundo, há muitas pedras, peixinhos a morder-nos, mas só a beleza do entorno faz esquecer isso e o calor obriga a um banho nem que seja rápido.

Um pequeno paraíso onde encontramos tranquilidade, ideal para descansar e desligar um pouco da confusão.

 

eat: REI DE TALLARINES – MADRID, ESPANHA

O nosso passeio pela zona da Conde Duque terminou aqui, no restaurante asiático O Rei dos Tallarines. Era um dos recomendados do guia de esmadrid.com mas já tinha visto outras recomendações.
Entramos e a decoração não é a típica asiática, na realidade não me pareceu um espaço muito acolhedor, que nem os empregados compensaram, faltou certo calor a receber as pessoas.

 
Com várias mesas disponíveis sentam-nos na mesa ao lado de um casal, olho á volta e vejo mais espaço, sentamo-nos sem reclamar, a cara do senhor que nos sentou era suficiente para perceber que não o conseguiríamos convencer de outra solução. Teve uma vantagem porém, conseguíamos ver a zona de preparação dos Tallarines que são frescos daí o reconhecimento. Pedimos para tirar uma foto, que nos foi negada pelo tal empregado menos simpático (que surpresa!!).
Há coisas que não entendo, poderia ter muito mais dinâmica se aproveitassem um pouco mais o facto de que a massa que cozinham é fresca e o processo da sua produção é algo que não estamos acostumados a ver, porque é que não deixam tirar uma foto? Ainda que sem flash, ajudaria a divulgar o espaço e nos tempos que correm todos precisam de mais clientes.
De entrada pedimos os Rolos de Primavera (os crepes) que não são nenhuma especialidade e creio que o molho de soja por ter um sabor estranho também não ajudava.  
Confesso não ser fã de tallarines e pedi um Pato á Pequim, o marido sim pediu Tallarines de marisco. Enalteceu a qualidade dos Tallarines em si mas não dos ingredientes que o acompanhavam. O meu pato estava bom e com uma quantidade bastante razoável.
No final pagámos 39€ (sem sobremesas), uma fatura mais pesada do que habitual para um asiático mas falamos de um restaurante que tem os seus pontos diferenciadores e no final pareceu-nos um preço justo.
 
Morada: Calle San Bernardino 2
Metro: Plaza de España ou Noviciado
 
Our guide of:

CONDE DUQUE, MADRID, ESPANHA

Madrid é daquelas cidades que fica quase deserta no mês de Agosto, todos partem em busca da praia ou do campo, todos partem da cidade onde vivem e/ou trabalho um ano inteiro enquanto uns quantos corajosos a visitam neste mês. A verdade é que o calor (que é muito) não convida a grandes passeios pela cidade, pelo menos não de dia mas a verdade é que se queremos ir a um desses sitios que está sempre cheio durante todo o ano, Agosto é o mês ideal para agarrar a oportunidade.

Admito que já tinha algumas saudades de “bajar” até Madrid e aproveitámos um dia de calor mais suportável para fazê-lo.

Escolhemos um passeio na zona do Conde Duque, ideia que tirámos da revista online do site: esmadrid.com que recomendava um itinerário.

Pena é que em Agosto grande parte das suas atracções, quase todas ligadas a culinária (restaurantes e bares) e algumas lojas interessantes, estavam fechadas, mas ficou este primeiro “reconhecimento” e a vontade de voltar em Setembro ou Outubro.

Na esquina da Conde Duque com a San Bernardo está o Jardin Secreto, que encontrámos fechado mas que é conhecido pelo o seu ambiente romântico, a sua limonada e segundo a noticia que li, o bolo de cenoura. 

Logo depois encontramos outro local recomendado, o La Mantequeria. Aproveitando o espaço de uma antiga “mantequeria” que eram lojas que vendiam productos lácteos como o leite, a manteiga e o queijo, assim como outros em que os anteriores fossem o principal ingrediente como por exemplo as bolachinhas de manteiga aquelas que vinham em caixas de metal. 

Também não tivémos sorte aqui, estava fechado mas amplas as janelas permitiam ver o espaço com uma decoração “vintage” a começar pela montra. Aqui recomendam o brunch e muitos vêm apenas para saborear um copo de vinho aproveitando o conforto e inspiração do espaço.

Foi fantástica a sensação de andar nestas ruas ainda que não tivessem a “movida” dos meses mais agitados, mas algo nos fez lembrar um pouco Lisboa (da qual temos saudades), sem saber muito bem o que era, se os edificios coloridos, se as ruas mais estreitas, se as lojas com sabor a antigo, nem sabemos explicar.  

Chegamos á Calle de Bernardo Lopez, outra que perdeu a sua vida em Agosto e o restaurante onde tínhamos planeado comer, La Dichosa estava também fechado. 

Afinal já não íamos comer tapas e decidimos ir até ao Rei dos Tallarines (uma massa italiana como o talharim muito utilizada pelos orientais) 

A marcar a vista das ruas está o Edificio de Espanha, um dos primeiros arranha céus de Madrid, propriedade do Banco Santander cujo plano é fazer um centro comercial e um hotel nos primeiros pisos sendo os restantes para habitação que dizem vir a ser de luxo. Se assim for esta zona do Conde Duque ganhará uma outra vida. 

Acabámos mesmo por almoçar no Rei dos Tallarines, fica para outro post. 

 

VER GUIA DA CIDADE:

MADRID RIO – ESPANHA

Fomos descobrir o renovado espaço á beira do Rio Manzanares a que chamaram de Parque Madrid Rio. Com cerca de dez quilómetros de itinerários pedestres e para ciclista, conhecemos nesta primeira visita uma terça parte. Começámos na Puente del Rey e demos a volta na Ponte Verde (uma ponte em Y toda em ferro).

A zona por onde andámos tem o nome de Salon de Pinos (pinheiros) que ocupa cerca de seis quilómetros dos dez totais que tem o parque. Mais adiante vimos a marca dos quilómetros, entrámos uns dois quilómetros depois do inicio do parque ficando por descobrir a parte anterior á Puente del Rey.
Durante o percurso que fizémos encontrámos pequenos parques para crianças, todos feitos com madeira, metal e cordas, para pôr á prova os pequenos aventureiros. Ao nosso faltava-lhe um escorrega, que fomos prometendo mas que nunca chegámos a encontrar, talvez não fosse o lugar para o fazer. 
Num haviam javalis de madeira, só lhes faltava uma mola para se tornarem mais apelativos ás crianças. 
 
O parque permite um passeio fantástico acompanhado de uma bela vista da cidade e dos seus principais símbolos, como o Palácio Real e a Praça de Espanha.
Chegamos á famosa Ponte de Segóvia construída no século XVI e que ao longo de vários anos sofreu várias remodelações. Do mesmo arquitecto que desenhou o Escorial e o Palácio de Aranjuez, a ponte construída em granito conta com nove arcos. 
Vimos gente a refrescar-se nos lagos e tomar banhos de sol, ficámos com a sensação que esta era a tão desejada praia que pedia quem mora no centro da cidade.
Passamos depois pela Ponte Oblíqua, uma pequena ponte de 150 metros que antigamente estava aberta ao trânsito e com a requalificação do espaço junto ao Manzanares é utilizada apenas por pedestres e ciclistas. 
Sendo que para conhecer todo o parque são pelo menos dez quilómetros (vinte se consíderarmos o regresso) começam a florescer negócios orientados para o aluguer de alguns equipamentos que atenuam o cansaço de percorrer essa distância ou que são apenas maneiras mais divertidas de explorá-lo. Entre elas esta loja com aluguer de Segways, carrinhos de pedal, etc.. 
Chegámos ao ponto onde demos a volta, a Ponte do Principado de Andorra, que no guia vem com o nome de Ponte Verde mas que na própria vi o primeiro. Fez-me lembrar a ponte de ferro que vimos em Girona mas aqui tem algo mais, ela a meio divide-se em dois.
Junto a ela está um hotel do grupo NH e ao fundo do lado esquerdo está o estádio do Atlético de Madrid, o Vincente Calderón.
 
Não tenho dúvidas de que ela será um excelente “alvo” das objectivas de fotógrafos bem mais habilidosos que eu, pelos seus ângulos arquitectónicos que permitem dar largas á imaginação.
Ainda é um parque um pouco árido, no troço que percorremos havia pouca sombra mas é uma questão de tempo e de deixar que os pinheiros cresçam ao seu ritmo e comecem a oferecer um pouco mais de frescura.
 
Our Guide of:
http://hojeconhecemos.blogspot.com.es/p/madrid.html