




Between Spain & Portugal, Madrid & Lisboa…






Uma das vantagens de viver numa grande cidade (seja ela qual for) é a sua agenda cultural, há sempre para todos os gostos desde concertos, a espectáculos, a dança ou teatro, mas até aqui ainda não tínhamos aproveitado muito esse beneficio. De tanto me recomendarem o espectáculo, quebrámos essa rotina (de não aproveitar a agenda cultural de Madrid) e comprámos bilhetes para o espectáculo de Mayumana, o “Momentum”. Parece que a companhia teve sucesso na Broadway e que leva já dez anos de espectáculos em Espanha sempre no Arteria Coliseum da Gran Via.
(foto oficial)
Já tinha lido sobre o espectáculo e sobre este grupo, Mayumana nasce em Israel e a palavra significa destreza e habilidade. Recebemos confirmação da sua origem quando um dos músicos/bailarinos/artistas vai entretendo o público com um ecrã gigante aberto no Facebook e ia trocando mensagens com várias pessoas de todo o mundo, incluindo as que estavam na assistência, em algumas falavam de Israel.

Depois vem uma pequena introdução: “Este espectáculo é sobre o tempo…” Como o tempo é a variável que se utiliza para marcar o ritmo, está espectáculo montado. Parece simples? Mas a verdade é que na sua simplicidade está o divertimento e o sair de uma sala de espectáculos com a sensação de que não só assistimos como fizémos parte. De facto a interactividade do espectáculo é a sua mais valia além de ver artistas completos que dançam, cantam, tocam instrumentos, divertem…

Não estamos a falar de grandes efeitos especiais, tem tecnologia sim mas os seus momentos são os de interacção com o público.
Valeu a pena os 38€ por cada pessoa, hoje fala-se muito mais de experiências…esta é uma que vale a pena viver.
VER GUIA DA CIDADE:
Hoje almoçámos no Il Picantino em Majadahonda, um restaurante italiano recomendado por um vizinho nosso e emigrante de Itália, com uma recomendação destas não podíamos ignorá-la.

Decidimos ficar na esplanada ainda que interior fosse bastante apelativo, com uma decoração moderna fugindo ás tradicionais réplicas das “trattorias”. É gerido por italianos, ou neste caso italianas.

Como não conhecíamos bem o restaurante não sabíamos o que escolher. Como “antipasti” pedimos o prato de fritos variados. Creio que assim que pedimos arrependemo-nos, porquê pedir um prato de frituras num restaurante como estes? É a diferença entre ir a um bom restaurante e um mau, até os tais fritos são óptimos. Com pouca gordura e em cada um sabores muito diferentes, todos bons. Talvez não seja a sua melhor entrada mas é muito boa.

Depois pedimos uma Calamarata com camarões e lulas. Estava muito boa, cozinhada ao ponto.

O outro prato foi uma Calzone al Forno, lá dentro estava queijo provolone, ricota e “pancetta”. Estava deliciosa, uma das melhores que já comi e a massa estava óptima. Ficámos foi o resto do dia a beber água pela pancetta mas valeu a pena.

No final comemos muito bem, bebemos Lambrusco rosé e pagámos 60€ no total para duas pessoas. Não comemos sobremesa mas porque não conseguíamos mais, antes da entrada tinha vindo um cesto com um pão óptimo que molhámos no azeite e os já famosos “grissinis”.

É um dos destinos preferidos depois de uma tarde de compras no Las Rozas Village, o Assador Imanol tem uma excelente esplanada no Heron City e uma sala onde servem vários pratos da cozinha basca.

Sempre que vamos é pela barra de “pintxos” com uma boa variedade, um pouco mais caros que noutros locais mas com uma qualidade superior e bem “recheados”.

Website: http://www.asadorimanol.com/



A GRANJA







BOSQUE AFRICANO





LA JUNGLA
Na selva podemos encontrar algumas aves exóticas como o tucano, o papagaio e a arara. Convivendo com outras espécies de macacos e outras aves. Também nesta zona encontramos peixes.








EL BOSQUE TEMPLADO


ECOSISTEMA POLAR
Uma excelente zona para ver os pinguins e outras espécies típicas dos ecosistemas mais frios.



TERRITÓRIO SURICATA
Como o nome indica este é o espaço dos Suricatas. São muito divertidos de fotografar, autênticos top-model.


LAGO DOS PELICANOS



O MANGLAR DE CROCODILOS
A grande novidade de 2011, com crocodilos do Nilo e como o Titi Leão.



TERRITÓRIO WALLABY
O espaço dos wallaby (da familia dos cangurus) e do emu.


Há muito mais para ver mas não “cabia” aqui. De todos os parques o jardins zoológicos que já visitei posso dizer que este foi dos que gostei mais. Sim, faltou-lhe o elefante e a girafa, mas tinha muitas outras espécies que nem sonhávamos que existissem e a proximidade com que as vemos é outro factor de sucesso.
Entrámos neste pequenho “pueblo” perto da Serra de Gredos com apenas um objectivo: tomar banho no rio.

Assim que da aldeia em si não conhecemos muito mas encontrámos pequenas praias fluviais onde podíamos tomar banho descansados sem muita gente por perto. Não gosto muito de tomar banho no rio, não vemos bem o fundo, há muitas pedras, peixinhos a morder-nos, mas só a beleza do entorno faz esquecer isso e o calor obriga a um banho nem que seja rápido.

Um pequeno paraíso onde encontramos tranquilidade, ideal para descansar e desligar um pouco da confusão.





Madrid é daquelas cidades que fica quase deserta no mês de Agosto, todos partem em busca da praia ou do campo, todos partem da cidade onde vivem e/ou trabalho um ano inteiro enquanto uns quantos corajosos a visitam neste mês. A verdade é que o calor (que é muito) não convida a grandes passeios pela cidade, pelo menos não de dia mas a verdade é que se queremos ir a um desses sitios que está sempre cheio durante todo o ano, Agosto é o mês ideal para agarrar a oportunidade.

Admito que já tinha algumas saudades de “bajar” até Madrid e aproveitámos um dia de calor mais suportável para fazê-lo.
Escolhemos um passeio na zona do Conde Duque, ideia que tirámos da revista online do site: esmadrid.com que recomendava um itinerário.
Pena é que em Agosto grande parte das suas atracções, quase todas ligadas a culinária (restaurantes e bares) e algumas lojas interessantes, estavam fechadas, mas ficou este primeiro “reconhecimento” e a vontade de voltar em Setembro ou Outubro.


Logo depois encontramos outro local recomendado, o La Mantequeria. Aproveitando o espaço de uma antiga “mantequeria” que eram lojas que vendiam productos lácteos como o leite, a manteiga e o queijo, assim como outros em que os anteriores fossem o principal ingrediente como por exemplo as bolachinhas de manteiga aquelas que vinham em caixas de metal.

Também não tivémos sorte aqui, estava fechado mas amplas as janelas permitiam ver o espaço com uma decoração “vintage” a começar pela montra. Aqui recomendam o brunch e muitos vêm apenas para saborear um copo de vinho aproveitando o conforto e inspiração do espaço.

Foi fantástica a sensação de andar nestas ruas ainda que não tivessem a “movida” dos meses mais agitados, mas algo nos fez lembrar um pouco Lisboa (da qual temos saudades), sem saber muito bem o que era, se os edificios coloridos, se as ruas mais estreitas, se as lojas com sabor a antigo, nem sabemos explicar.

Chegamos á Calle de Bernardo Lopez, outra que perdeu a sua vida em Agosto e o restaurante onde tínhamos planeado comer, La Dichosa estava também fechado.

Afinal já não íamos comer tapas e decidimos ir até ao Rei dos Tallarines (uma massa italiana como o talharim muito utilizada pelos orientais)

A marcar a vista das ruas está o Edificio de Espanha, um dos primeiros arranha céus de Madrid, propriedade do Banco Santander cujo plano é fazer um centro comercial e um hotel nos primeiros pisos sendo os restantes para habitação que dizem vir a ser de luxo. Se assim for esta zona do Conde Duque ganhará uma outra vida.

Acabámos mesmo por almoçar no Rei dos Tallarines, fica para outro post.

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