
MURALHAS DE CÓRDOBA – ESPANHA

Between Spain & Portugal, Madrid & Lisboa…




Tomámos pequeno-almoço no hotel com uma variedade aceitável. Quando visitarmos Barcelona outra vez creio que voltaremos a este hotel.


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O ano de 2012 começou com grandes quedas de neve por toda a Europa, aquelas que muitos praticantes de desportos de neve esperavam pelo menos em Dezembro. Não somos os maiores especialistas em destinos de neve, mas já passámos por alguns desde os mais habituais a alguns não tanto.
O QUE VISITÁMOS:
(Clicar na Polaroid para ver)
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Chegar a Oberlech é uma viagem relativamente fácil, aterrámos em Munique e demorámos duas horas de carro a chegar.

Ficámos hospedados no Montana Oberlech (Link) cuja principal vantagem é passar pela sua porta e começar logo a andar nas pistas. Uma curiosidade do hotel é o símbolo olímpico orgulhosamente colocado na sua fachada, o motivo: o hotel é gerido pela familia Ortlieb e Patrick Ortlieb foi campeão olímpico de esqui alpino.

Aliás toda a estância de Oberlech está muito bem preparada para o ski, já nós os snowboarders sentimo-nos um pouco como peixes fora de água, por mais que tentemos nunca teremos a mesma velocidade para acompanhar os demais…

Acostumados que estamos ás estâncias espanholas chegamos a Oberlech e logo na primeira cadeira que nos sentamos começamos a sentir um calor pouco habitual…eram aquecidas!!!
A estância está a 1660 metros e o ponto mais alto a 2810 metros, são quilómetros e quilómetros de neve para esquiar.

Outro dos pontos altos da nova visita foi ter ido andar no Toboggan, uma pista de trenós onde a velocidade e a “batota” tornam tudo mais divertido. Bem mais do que rezar que a minha prancha ande o suficiente para apanhar o grupo de ski com quem eu andei, valeu-me o guia/professor de ski que liderava o grupo e com o baton lá me ia puxando como se eu fosse um atrelado…
Não é por nada que dizia que aqui é o berço do esqui alpino e poucos eram os que se atreviam a fazer snowboard por aquelas bandas, também não lhes deve estar no ADN.


De noite tivémos a oportunidade de passear pela estância com a ajuda de umas lanternas e uma boa resistência ao frio, á nossa espera um vinho aquecido numa fogueira.
(relato da viagem que fiz em 2006)

Decidimos subir a rua até á Praça do Panteão e contemplar o edificio que lhe dá o nome. Tínhamos pouco tempo acabámos por não entrar mas aproveitámos para apreciar a sua fachada e os detalhes da sua decoração exterior. Lá dentro as campas de Victor Hugo, Voltaire, Émile Zola, Marie Curie, Louis Braille entre tantos outros.













