MADRID RIO – ESPANHA

Fomos descobrir o renovado espaço á beira do Rio Manzanares a que chamaram de Parque Madrid Rio. Com cerca de dez quilómetros de itinerários pedestres e para ciclista, conhecemos nesta primeira visita uma terça parte. Começámos na Puente del Rey e demos a volta na Ponte Verde (uma ponte em Y toda em ferro).

A zona por onde andámos tem o nome de Salon de Pinos (pinheiros) que ocupa cerca de seis quilómetros dos dez totais que tem o parque. Mais adiante vimos a marca dos quilómetros, entrámos uns dois quilómetros depois do inicio do parque ficando por descobrir a parte anterior á Puente del Rey.
Durante o percurso que fizémos encontrámos pequenos parques para crianças, todos feitos com madeira, metal e cordas, para pôr á prova os pequenos aventureiros. Ao nosso faltava-lhe um escorrega, que fomos prometendo mas que nunca chegámos a encontrar, talvez não fosse o lugar para o fazer. 
Num haviam javalis de madeira, só lhes faltava uma mola para se tornarem mais apelativos ás crianças. 
 
O parque permite um passeio fantástico acompanhado de uma bela vista da cidade e dos seus principais símbolos, como o Palácio Real e a Praça de Espanha.
Chegamos á famosa Ponte de Segóvia construída no século XVI e que ao longo de vários anos sofreu várias remodelações. Do mesmo arquitecto que desenhou o Escorial e o Palácio de Aranjuez, a ponte construída em granito conta com nove arcos. 
Vimos gente a refrescar-se nos lagos e tomar banhos de sol, ficámos com a sensação que esta era a tão desejada praia que pedia quem mora no centro da cidade.
Passamos depois pela Ponte Oblíqua, uma pequena ponte de 150 metros que antigamente estava aberta ao trânsito e com a requalificação do espaço junto ao Manzanares é utilizada apenas por pedestres e ciclistas. 
Sendo que para conhecer todo o parque são pelo menos dez quilómetros (vinte se consíderarmos o regresso) começam a florescer negócios orientados para o aluguer de alguns equipamentos que atenuam o cansaço de percorrer essa distância ou que são apenas maneiras mais divertidas de explorá-lo. Entre elas esta loja com aluguer de Segways, carrinhos de pedal, etc.. 
Chegámos ao ponto onde demos a volta, a Ponte do Principado de Andorra, que no guia vem com o nome de Ponte Verde mas que na própria vi o primeiro. Fez-me lembrar a ponte de ferro que vimos em Girona mas aqui tem algo mais, ela a meio divide-se em dois.
Junto a ela está um hotel do grupo NH e ao fundo do lado esquerdo está o estádio do Atlético de Madrid, o Vincente Calderón.
 
Não tenho dúvidas de que ela será um excelente “alvo” das objectivas de fotógrafos bem mais habilidosos que eu, pelos seus ângulos arquitectónicos que permitem dar largas á imaginação.
Ainda é um parque um pouco árido, no troço que percorremos havia pouca sombra mas é uma questão de tempo e de deixar que os pinheiros cresçam ao seu ritmo e comecem a oferecer um pouco mais de frescura.
 
Our Guide of:
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do: JARDIN DU LUXEMBOURG – PARIS, FRANÇA

O nosso segundo dia em Paris começa por um passeio no Jardim do Luxemburgo que fica relativamente perto do nosso hotel e pareceu ficar ainda mais graças ás bicicletas que alugámos.
Entrámos pela “Porte Fleurus” que fica do lado esquerdo se olharmos para o mapa. Seguimos o largo caminho que une essa porta ao Palácio do Luxemburgo que fica na ponte oposta.
 
Our second day in Paris begins with a walk in the Luxembourg Gardens which is relatively close to our hotel and seemed to get even closer thanks to the bikes that we rented.
We have entered by the Porte Fleuruswhich is on the left if you look at the map. We follow the wide path that connects the door to the Luxembourg Palace that sits on the opposite bridge.


Por ele encontramos várias pessoas a praticar desporto, como “jogging” ou a aproveitar os campos de ténis, voleibol e basquetebol disponíveis, havia também muita gente a fazer “tai-chi” o que me surpreendeu bastante.
Mas nem só de desporto vive o jardim, uma outra actividade a pensar nos mais pequenos é um passeio de póneis, além de um carrousel e de um parque infantil.
 
In it found several people playing sportsjogging or enjoying the tennis, volleyball and basketball courts available, there were also a lot of people doing tai-chi” which surprised me greatly.
But not just of sports lives this garden, another activity thinking in the smaller ones was a pony ride, plus a carousel and a playground.

>>> Aula de Tai-Chi
 
Começamos depois a ver o Palácio do Luxemburgo, construído no século XVII. Maria de Médicis, a viúva do Rei Henrique IV, manda construir o Palácio pedindo aos arquitectos para o desenharem como o Palácio Pitti, onde tinha passado grande parte da sua vida antes de se casar com o Rei de França. 
Desde o seu exilio, o Palácio teve um grande número de proprietários e usos. Hoje por exemplo, funciona como sede do Senado Francês, mas na época da Revolução foi uma prisão e até durante a II Guerra Mundial foi ocupado pelos nazis.
O belo Palácio é sem dúvida a figura central do jardim, assim como o enorme lago que está junto a ele.
 
After we began to see the Luxembourg Palace, built in the seventeenth century. Maria de Medici, the widow of King Henry IV, ordered the construction of the Palace asking architects to it as the Pitti Palace, where she had spent most of her life before she married the King of France.
Since their exile, the palace had a large number of owners and uses. Today for exampleit is used as headquarters of the French Senate, but at the time of the Revolution it was a prison and even during World War II it was occupied by the Nazis.
The beautiful palace is undoubtedly the central figure of the garden, as well as the huge lake that is beside him.
 
 
Juntamente com o Palácio, o lago é a principal atracção do jardim e onde vemos maior afluência de pessoas. Para além de podemos ver os patos que por lá vão nadando, podemos também alugar um barco (em miniatura) e tentar perseguir os patos utilizando as nossas melhores técnicas de navegação por controlo remoto.
Uma outra actividade muito popular á volta do lago é…o banho de sol, devidamente acompanhado de um bom livro. 
E o jardim está equipado para isso, tem espalhadas várias cadeiras de metal com dois modelos, um com as costas mais reclinadas e outro com as costas direitas, vimos gente a bronzear-se, a ler o jornal ou um livro e muitos a tomarem ali o seu pequeno-almoço.
 
Together with the Palace, the lake is the main attraction of the garden and where we see greater influx of people. Apart from that we can see the ducks go swimming there, we can also rent a boat (miniature) and try to chase the ducks using our best navigation techniques by remote control.
Another very popular activity around the lake is … sunbathing, well accompanied by a good book.
And the garden is equipped for it, has several metal chairs spread around with two models, one with the back reclined and another with a straight back, we saw people trying to get a tan, reading the newspaper or a book and there are many to take their breakfast here.
 
 
Outros pontos de grande interesse são as numerosas estátuas espalhadas por todo o jardim, umas representando rainhas de França e outra, uma das mais conhecidas do mundo, a da Liberdade, aquela que é o simbolo de Nova Iorque mas que foi desenhada por um francês (Bartholdi) e oferecida aos norte-americanos. Assim, e na impossibilidade de ir a Nova Iorque podemos sempre tirar uma foto nesta réplica.
 
Other points of great interest are the numerous statues scattered throughout the garden, each representing queens of France and another, one of the world’s best known, the Liberty, that is the symbol of New York but it was designed by a Frenchman (Bartholdi) and offered to the  Americans. Thus, unable to go to New York we always take a picture of this replica. 
Uma das estátuas de Rainhas de França que estava no jardim era esta de Mary of Stuart, também conhecida como Rainha da Escócia e acusada pela Rainha Isabel I de Inglaterra, de traição, que levou á sua execução.
Saímos depois pela porta de St. Michel, onde reparei nos paineis presos á vedação do jardim. Era uma exposição de fotografias que achei muito boa, só tive pena que estivessem ali e não dentro do próprio jardim, mas já é bom ver tal iniciativa.
 
One of the statues of Queens of France that were in the garden was this of Mary Stuart, also known as Queen of Scotland and accused by Queen Elizabeth I of England of treason, which led to its execution.
We left the park through the door of St. Michel, where we noticed the panels in it’s fence. It was an exhibition of photographs that I found very good, just a pity that it was here and not inside the garden, but it’s nice to see such an initiative.
 

Our guide of:
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Champ de Mars – Colmar, França

A primeira coisa que vimos em Colmar foi este parque e por momentos não conseguimos apreciá-lo na totalidade, o nosso cérebro dizia aos nossos olhos para procurar as famosas casas de estilo Alsaciano, a Petit Venise, etc.. Mas fomos completamente absorvidos pela grande animação que por ali havia, muita gente e actividades relacionadas com a Páscoa (miúdos á procurar dos ovos).
Sentimos também inveja dos miúdos que aproveitavam os grandes repuxos de água Praça Rapp para se refrescarem de um dia que não sendo de Verão estava bastante quente.
The first thing we saw in Colmar was this park  and at times we could not enjoy it at all, our brain said to our eyes to look for the famous Alsatian style houses, the Petit Venise, etc. .. But we were completely absorbed by the great animation here, with many people and activities related to Easter (kids will look for eggs).
We also feel envious of the kids who took advantage of the great wáter fountains of the Rapp square  to cool off from a day that although it was not summer it was quite hot.

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Campo del Moro – Madrid, Espanha

Perto do Rio Manzanares e junto ao Palácio Real, estão os jardins do Campo del Moro. Só tem uma entrada e faz-se pelo Paseo Virgen del Puerto, por ser mais a sul e fora do circuito mais turístico acaba por ser menos visitado. É por isso, uma excelente alternativa ao Retiro quando queremos um jardim mais tranquilo para passear. Para explicar o porquê de Campo del Moro, é preciso recuar uns bons séculos na história e onde hoje está o palácio real imaginar as muralhas que fortificavam Madrid. Nesta zona onde está o jardim estava um acampamento mouro que queria conquistar a cidade no século XII, daí o seu nome.
Close to the Manzanares River and next to the Royal Palace, there are the gardens of Campo del Moro. It only has an entrance and it is made by the Paseo Virgen del Puerto, being further south and outside the most touristic circuit turns out to be less visited. This is why it is an excellent alternative to the Retiro when we want a more tranquil garden to stroll. To explain why Campo del Moro exists, we must go back a few centuries in history and where today is the royal palace imagine the walls that fortified Madrid. In this area where the garden stands was a Moorish camp that wanted to conquer the city in the 12th century, hence its name.

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Jardim de Sabatini – Madrid, Espanha

É um dos jardins mais visitados de Madrid, talvez porque esteja mesmo ao lado do Palácio Real.

Em termos de dimensão não é muito grande e creio que tem tido pouco investimento já que se nota quando por ele andamos que em alguns aspectos está descuidado. Em tempos de crise creio que é normal, desligam-se as fontes, poupam-se na manutenção, ainda assim não deixa de ser um belíssimo jardim, bom para passear e para relaxar nos bancos que nele se espalham.

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MONTE DEL PILAR DE MAJADAHONDA, ESPANHA

Tivémos hoje o segundo passeio de bicicleta organizado por alguns colegas de trabalho.

Desta vez o ponto de encontro foi Majadahonda e o objectivo era andar pelo Pinar del Plantio e pelo Monte del Pilar.

O percurso inicial, que tinha uma ciclovia complicou-se quando entramos pelo pinhal e pelos trilhos lamacentos que fazem as delicias dos praticantes de BTT, mas que para nós que íamos mais numa onda de passeio familiar tornou-se tarefa mais complicada, até porque uma das bicicletas tinha cadeira de criança.

 

Uma coisa é certa, a Primavera aqui deve ser espantosa. Já percebemos que será muito frequentado até porque os espanhóis gostam e aproveitam tudo o que seja actividades ao ar livre, no entanto espaço aqui é coisa que não falta já que está entre três zonas de Madrid: Majadahonda, Pozuelo e Boadilla.

 

Aqui deixamo-nos levar pela sua beleza, apesar de estar apto para proporcionar adrenalina aos que gostam muito do BTT puro e duro, creio que a mim valeu-me mais o prazer de contemplar este espaço. 

E podemos também fazer uma pausa na nossa prática desportiva para assistir outros a praticarem desporto, nomeadamente no centro de treinos do Atlético de Madrid que fica ao lado do Pinar e que para além de receber a equipa principal, recebe também as mais júniores. 

Chegamos depois ao parque infantil, estava na hora de tirar o nosso filho da sua confortável cadeira e pô-lo a mexer um pouco enquanto nós aproveitávamos para recuperar forças. 

 

Além dos habituais escorregas para os miúdos, havia também um pequeno circuito de manutenção para os graúdos fazerem exercicios e fortalecerem os músculos. 

(foto do Verão 2010)

(foto do Verão 2010) 

Ao largo da zona do parque infantil há alguns restaurantes quase todos de tapas ou pintxos, há um galego que é o Espazo Enxebre (que experimentámos no Verão) e agora abriu um Lizarran. Como estávamos á espera dos restantes membros do grupo escolhemos este último e aproveitámos para comer uns pinchitos e matar a fome. 

 

Para mim o melhor foi o deste segundo prato do lado direito, tinha queijo filadélfia, com passas e com um molho especial em que senti o sabor de vinagre balsâmico. Muito bom e a bom preço.

do: PARQUE GUËLL – BARCELONA, ESPANHA

 
Hoje conhecemos o…Parque Güell desenhado por Gaudí e que está em Barcelona.
Há várias maneiras de chegar a este parque, qualquer um dos bus turísticos param ali perto, de metro podem sair na estação de Lesseps ou de Vallscas, em qualquer das duas preparem-se para andar e subir muito. O morro tem umas escadas rolantes o que torna a coisa mais cómoda e sempre se conhece mais um bairro de Barcelona.

Today we have discovered the Park Güell designed by Gaudí and is in Barcelona.
There are several ways to get to this park, any of the tourist bus stop nearby, by metro you can get off at Lesseps Vallscas in any of the two prepare to walk and climb a lot in the last, the hill has some escalators which makes things more convenient and be able to discover another neighborhood of Barcelona.

 
Chegamos ao Parque pela parte a Norte onde no topo encontramos uma cruz e em que a zona se torna num pequeno miradouro para ver não só a cidade de Barcelona com a Sagrada Familia e a Torre de Agbar a sobressair mas também o monte de Tibidabo onde está o “Sacrat Cor” e a roda gigante.
Podemos apreciar estas vistas com banda sonora, já que pelo parque estão espalhados inúmeros músicos a tocar, neste caso estávamos a ouvir jazz por dois músicos, um com uma guitarra e o outro com um saxofone.

We arrive at the park by the north part where we find a cross on top and at the area there is a small view point to see not only the city of Barcelona with the Sagrada Familia and the Agbar Tower but also Mount Tibidabo where the Sacrat Cor” and the Ferris Wheel are.
We can enjoy these views with soundtrack, since scattered in the park there are numerous musicians playing in this case we were listening to jazz by two musicians, one with a guitar and the other with a saxophone.

 

Começámos a descer e até aqui, o Parque Güell parece o mais comum dos parques situados numa zona pulmão de uma qualquer cidade, até chegámos ao Miradouro e no meio de tanta gente conseguimos apreciar a qualidade arquitectónica do espaço que começa pela zona onde nos podemos sentar com os famosos azulejos partidos que são uma das imagens de marca de Gaudí. Esta é a zona da agitação, dos vendedores de pulseiras, de brinquedos para crianças e dos músicos que tocam agora outra música um pouco mais animada, creio que uma das que ouvi até era de Natal.

Deste a praça central voltamos a ter vista priveligiada para Barcelona.
São fabulosos os bancos ondulantes que estão nesta praça, eu que estava cheia de dores nas costas encostei-me e fiquei relaxada, primeiro pela beleza delas e depois pela sua forma algo ergonómica que davam um bom apoio ás costas…parece que estou a vender cadeiras ergonómicas!

We began to descend and even here, the Park Güell seems the most common parks located in an area of any city, until we reached another viewpoint and in the midst of so many people we can appreciate the architectural quality of the space that begins in the zone where we can sit with the famous broken tiles that are one of the hallmarks of Gaudí. This is a busy area, the sellers of bracelets, children’s toys and other musicians who play music now a bit more lively, I think one of which was heard was about Christmas.
From this central square we have a privileged view to Barcelona.
The benches in this place are fabulous, I who was full of back pain layed back and got relaxed, first by their beauty and then for its ergonomic shape something that gave good support to my back I seem to be selling ergonomic chairs!
 
Desta praça descemos até á Sala Hipóstila, cujas colunas fazem lembrar os templos gregos ou romanos. A intenção de Güell era fazer ali um espaço para o comércio de rua, hoje utilizado por músicos e alguns vendedores de bijuteria alusiva á arte de Gaudí. Antes de chegar encontramos ainda do lado direito o Pórtico da Lavadeira. Confesso que de tanto apreciar o local não foi logo á primeira vista que dei com a lavadeira, mas depois a ver as fotos lá a encontrei numa das colunas.

From there we descend to the room Hipóstila, whose columns are reminiscent of Greek or Roman temples. Güell’s intention was to make there a space for street trading, now used by musicians and some sellers of jewerly inspired by Gaudí art. Before we got there we found on the right side of the porch of the “Lavadeira” (washerwoman??). I confess that from enjoy so much the location I didn’t locate the “Lavadeira” at first glance, but after seeing the pictures there I found it in one of the columns.

 

 
Nota importante para quando se visita qualquer edificio ou estrutura criada por Gaudí, olhar para cima! Muitas vezes os tectos são os irmãos discretos das paredes, mas Gaudí sabia adorná-los como ninguém, por isso quando andarem pela sala será dificil não olhar para cima, o tecto além do seu formato irregular, tem várias decorações.

Important note for when visiting any building or structure created by Gaudí, look up! Often the ceilings are brothers discrete walls, but he knew how to embellish them as no one else, so when you walk in the room it will be hard not to look up, the ceiling beyond its irregular shape, has several decorations.

A um Domingo os turistas ávidos por fotos do local cruzavam-se com os locais que o utilizam para passear ou para fazer “jogging”! Talvez por esse amontoado de gente eu não senti tanto o parque como deveria, chegava a ser stressante mas enfim…e mais ainda quando tentava tirar a foto a emblemática salamandra, é impossível…acho que teria que ir á primeira hora da manhã e bater em alguém para me deixar tirar uma foto á dita sem ter ninguém por trás, pelos lados, a pôr a mão, a encostar-se e muito mais…

On a Sunday tourists eager for pictures of the place intersected with the locals who use it for walks or to do jogging! Perhaps because of the crowd I did liked the park as I should, it was even stressful … and more so when trying to take a picture of the famous salamander, it is impossible I think that I  would go to the first hour of morning and beat someone to let me take a picture without having no one behind, the sides, putting his hand to touch up and more
A entrada do Parque é o seu ponto mais fascinante, todo o trabalho que foi feito nos edificios, todos os seus pormenores, porque era nos detalhes que Gaudí se tornava ainda mais interessante. Uma simples grade de uma janela não era para ele algo tão simples, era um motivo para explorar, ir mais além, criar…aí estava o seu génio.

Como o parque foi doado pela familia Guëll (o principal apoiante e cliente de Gaudí) á cidade de Barcelona, a sua entrada é gratuita e manutenção está a cargo do Ayuntamiento da cidade. Dizem que este Parque nasce de um “flop” imobiliário do investidor Güell, que comprou este terreno num morro para vender propriedades mas que acabou por não conseguir compradores e a única pessoa que realmente viveu naquele local foi o próprio Gaudí. Nada melhor para um apaixonado da natureza que construir um Parque para a cidade…

The entrance to the park its most fascinating, all the work that was done in buildings, every detail, because it was the details that Gaudí became even more interesting. A simple grid of a window was not for him something so simple, it was a reason to explore, to go further, creating there was his genius.
As the park was donated by the family Guell (the main supporter and customer of Gaudí) to the city of Barcelona, the entry is free and maintenance is made by the Ayuntamiento of the city (City Council). They say that this park is born of a real estate flop” by the investor Güell, he bought this land on a hill to sell properties but did not get buyers and the only person who really lived in that place was Gaudí himself. Nothing better for a lover of nature to build a park for the city

our guide of:

PARQUE JUAN CARLOS I – MADRID, ESPANHA

 
Hoje conhecemos…o Parque Juan Carlos I.
Construído pela ocasião da Capital da Cultura em 1992, este parque é um dos maiores de Madrid.
Quando o visitámos as cores do Outuno já lhe davam outro toque, mais confortante já que é muito amplo e chega a ser pouco intimista como o Retiro por exemplo. 
Today we have discovered the Parque Juan Carlos I.
Built on the occasion of the Cultural Capital in 1992, this park is one of the largest of Madrid.
When we visited the colors of Autumn already gave him another look, more comforting as it is very large and becomes less intimate like for eg. Retiro.

Há várias esculturas espalhadas pelo parque, estas três são das que suscitam mais curiosidade.
Tem também um grande lago onde quem quer pode disfrutar do seu circuito aquático em pequenas embarcações como por exemplo os barcos a remos ou catamarãs. Além disso nesta zona especifica vemos muitos pescadores desportivos que aqui podem tentar a sua sorte para apanhar o maior peixe do lago e do que vi da ponte há uns com um tamanho jeitoso. 

There are various sculptures scattered throughout the park, these three are those which arouse more curiosity.
It also has a large lake where anyone can enjoy it’s water circuit for small boats such as rowing boats or catamarans. Also in this specific area here is where many amateur fisherman can try their luck in catching the biggest fish in the lake and from what I saw from the bridge there are a nice size.

 
Fotos de 2015
 
 
 
 
 
 
Metro: Campo de las Naciones
 
Our guide of:

Parque do Retiro – Madrid, Espanha

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Esta foi na realidade a primeira vez que pus os pés no Retiro e já tinha vindo a Madrid antes. A questão é que se visitamos a cidade apenas dois dias não deixa muito tempo para conhecer o Parque e apesar de termos passado aqui a manhã tenho a perfeita noção de não ter visto tudo.
Entrámos pela Porta de Espanha, viramos á direita onde encontramos El Parterre, com a sua estrutura típicamente francesa, um campo relvado ao centro coroado com uma fonte.
This was actually the first time I set foot in retreat and had already been to Madrid before. The issue is that when you visite the city just two days it does not leave much time to explore the park and despite having spent the morning here I have the perfect notion of not having seen everything.
We entered by the Door of Spain, turned to the right where we found El Parterre with its typically French structure, a lawn field and the center is crowned with a fountain.

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