NATRAJ, LISBOA, PORTUGAL

O Natraj tem um lugar especial no nosso coração (ou estômago) e creio que figura na nossa lista de restaurante indianos preferidos mais pelo o seu ambiente e pela simpatia do Sr. Manoj (se é que se escreve assim) que própriamente pela comida, que aliás é muito boa. Fica no número 52 da Rua do Sol ao Rato.

Fomos este fim de semana para matar saudades principalmente dos “onion bhaji” que o marido gosta, ou mesmo dos quadros que decoram a sala, alguns sugerem algo mais que uma dança. 

 

E o pão “garlic naan”? Não nos podemos esquecer do fabuloso pão que acompanha o resto da refeição mas que nós teimamos em pedir como entrada. 

Temos que admitir a nossa falta de originalidade quando vamos ao indiano, se calhar deveríamos provar outros pratos mas se o que comemos já é bom para quê mudar? Outro dia arriscaremos para ver se encontramos algo ainda melhor, por agora ficamos contentes com o nosso “Chicken Tikka Masala” e o saboroso Caril de Gambas. 

Durante a refeição podemos ainda ver um filme de Bollywood, algo que fica sempre na nossa memória quando visitamos o Natraj. Mas nesta noite noite não era um filme mas sim uma série, um Anatomia de Grey “made in” Índia. Quase tão bom como a comida! 

E no final, 60€ para cinco pessoas, não comemos sobremesa é um facto porque também já não cabia.

do: SÉ – LISBOA, PORTUGAL

Portugal é um país recheado de bonitas igrejas, a Sé ou a Igreja de Santa Maria Maior, uma das mais importantes da cidade de Lisboa parece, quando comparada a outras menos espectacular. Mas se pensarmos em toda a sua história rápidamente entendemos a importância de visitá-la.
É também o seu entorno que lhe confere beleza, uma das imagens de marca de Lisboa que enchem ímans, t-shirts, postais e os cartões de memórias das máquinas digitais de muitos que visitam a cidade ou que nela vivam mas apreciem fotografia. Falo claro da célebre foto do eléctrico 28 a passar em frente á Sé.

Portugal is a country full of beautiful churches, the Cathedral or the Church of Santa Maria Maggiore, one of the most important city of Lisbon seems, when compared to other less spectacular. But if we think of its history quickly understand the importance of visiting it.
It is also your surroundings that gives beauty, one of the hallmarks of Lisbon filling magnets, tshirts, cards and memory cards of digital cameras of many visiting the city or you live in it but enjoy photography. I speak of course of the famous photo of the 28 tram passing in front of the Sé.

Uma vez dentro, parece um lugar sombrio que vai ganhando luz á medida que andamos em direcção á Capela-Mor. O que impressiona é a sua capaz de sobreviver, falamos de uma igreja que foi construída após a conquista da cidade aos Mouros por Afonso D. Henriques e o seu exército. Isto significa que a primeira construção é do século XII, mas muito se passou desde então e a igreja sofreu várias remodelações que lhe conferiu estilos diferentes desde o gótico ao românico.

Logo ao entrar, no lado esquerdo uma capela revela um móvel recheado de pequenas riquezas. No altar está um orgão do evangelho do século XVIII, os tectos decorados e as tonalidades mais claras conferem-lhe uma zona de luz que contrasta com o resto da Sé.

A Capela de S. Vincente presta homenagem á lenda e ao santo padroeiro da cidade.

Once inside, looks like a gloomy place that is gaining light as we walk towards the main chapel. What impresses the fact it was able to survive, we speak of a church that was built after the conquest of the city from the Moors by D. Afonso Henriques and his army. This means that the first construction is the twelfth century, but much has happened since then and the church has undergone several renovations that gave you different styles from Gothic to Romanesque.
Going in a chapel on the left side reveals a cabinet filled with riches. On the altar there is an organ of the gospel from the eighteenth century, decorated ceilings and lighter shades give this area more light that contrasts with the rest of the cathedral.
The Chapel of St. Vincent pays tribute to the legend and the city’s patron saint.

 

 
 

 

  
 
A Capela de S. Vincente presta homenagem á lenda e ao santo padroeiro da cidade.
 
 

 

Acabámos por não visitar os claustros, fica para a próxima.

We ended up not visiting the cloisters, maybe next time.

 
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Largo das Portas do Sol – Lisboa, Portugal

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Logo a seguir ao Miradouro de Santa Luzia passámos pelo Largo das Portas do Sol. Uma vez mais as cores chamam a atenção desde os edificios aos eléctricos que passam, vermelho, amarelo, azul…um arco irís. Entramos noutro miradouro, a vista é espectacular e estava uma banda de música africana a tocar na rua. Animavam o espaço que por si já quase não precisa, mas ainda assim é sempre bom ver bons artistas na rua.

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Miradouro Santa Luzia – Lisboa, Portugal

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Há qualquer coisa de cinematográfico neste miradouro, só de entrar já sentimos algo de especial que é dificil de explicar. A vista é assombrosa, é espectacular, mas provavelmente há melhores em Lisboa e nem isso importa.
É impactante quando vemos os edificios coloridos sobre um imenso céu azul e o rio ali perto. É daquelas imagens que nunca se esquece e para o caso de duvidarmos da nossa memória, tira-se uma foto, duas, várias, centenas… 
There is something cinematic about this viewpoint, just going in you already feel something special that is hard to explain. The view is amazing, is spectacular, but there are probably better at Lisbon and not even that matters.
It’s amazing when we see the colorful buildings on a vast blue sky and the river nearby. It is those images that one never forgets and in case of doubt your memory, you take a photo, two, several, hundreds…

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ZÉ DA MOURARIA – LISBOA, PORTUGAL

Pode não servir todas as 7 maravilhas da gastronomia de Portugal (onde faltou o bacalhau) mas sem dúvida que tudo o que vem para a mesa neste restaurante poderia muito bem figurar nessa tão elitista lista culinária. Fica na Rua João do Outeiro e não se vê placas a identificar o restaurante, é o passa palavra que anuncia o restaurante e o o cheiro a boa comida que nos informa onde está. 

They may not serve all the 7 wonders of the gastronomy of Portugal (where cod missed) but no doubt that everything that comes to the table in this restaurant could well appear in this list as elitist cuisine. It is located at the João do Outeiro street and you do not see the signs identifying the restaurant, is the word of mouth that is advertising the restaurant and the the smell of good food that tells us where it is.
De onde estávamos podíamos ver a cozinha, do seu pouco espaço saiem as mais tradicionais receitas de Lisboa, aqueles que durante décadas encheram os estômagos de quem por ali passava. 
Fizémos quilómetros para comer os famosos bifes ao alhinho, mas antes ainda provámos um delicioso bacalhau com grão e batatas a murro. Tudo extraordinário. 

Por último o leite creme, que segundo os especialistas que nos acompanhavam á teve dias melhores, mas a vida é assim até as sobremesas têm os seus dias menos positivos. 
Tudo é simples aqui, mas tudo é saboroso e a conta não é pesada considerando que não estando a comer nenhuma dessas tais 7 maravilhas gastronómicas, estamos sem dúvida a comer algo que joga na mesma liga. No final recomendámos a um casal de turistas que de mapa em punho procuravam o seu hotel, á vista saltava a localização do Zé da Mouraria.
Em 2015 voltámos a repetir mas com uns amigos espanhóis, aos pratos que já conhecíamos juntaram-se o bacalhau com grão e as lulas, ambos a não perder.
Our guide of:
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Rossio – Lisboa, Portugal

O Rossio tal como outros locais de Lisboa foi-se transformando ao longo dos anos. Estou para descobrir se é sentimento de emigrante mas nunca vi esta praça tão bonita como hoje, talvez tenha ajudado o facto de ser inicio de Setembro e estar pouca gente permitindo explorá-la com mais calma. 
As placas identificam-na como a Praça de D. Pedro IV e pergunto-me quantos realmente a conhecerão por este nome. Ao centro a estátua do homem que dá o outro nome ao Rossio, Pedro I do Brasil, o Rei Soldado, o Libertador, o Imperador, tudo num só.  
The Rossio as other places of Lisbon has been transformed over the years. I’m trying to find out if this an emigrant feeling but I never saw this square as beautiful as today, may have helped the fact that it was early September and there was only a few people allowing me to explore it more calmly.
The sign identify it as the Square D. Pedro IV and I wonder how many actually know it by this name. At the center the statue the man who give the other name to the Rossio, Pedro I of Brazil, the Soldier King, the “Libertador”, the Emperor, all in one
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TASCA VELHA, CARCAVELOS, PORTUGAL

Esta rua na Rebelva traz-me grandes recordações de infânica, lembro-me dos animados Domingos em que várias familias se deslocavam aqui para comer nos vários restaurantes que a rua oferecia, todos de comida típica e churrasqueiras.

Costumávamos ir a um outro que se chamava Cabana Velha mas já há algum tempo atrás tinha reparado neste Tasca Velha mas nunca se proporcionou uma visita. Hoje foi o dia.

Por dentro tem a decoração típica de um restaurante tradicional português, talvez o nome não lhe faça grande justiça porque de Tasca não tem nada, o que até é bom porque a comida é muito boa, a decoração não assusta e o preço é de facto superior ao que pagaríamos numa verdadeira tasca.

 

 

O atendimento é bom, há uma senhora a atender que pode parecer menos simpática mas na realidade sabendo levar as coisas a bem, é muito acessível e nunca falha nas suas recomendações, se diz que o peixe é muito bom…é mesmo muito bom.

Falando da comida, na mesa estava o tradicional pão com as manteigas á parte, as azeitonas bem temperadas e os queiinhos frescos. 

Além disso estava uma deliciosa saladinha de polvo que me serviu para matar as nossas saudades, come-se bom polvo pelas terras de Espanha, o prato mais conhecido é o “pulpo a gallega” mas ainda assim estas saladinhas são, na minha opinião melhores.

Depois para prato principal um bom peixinho grelhado, fresco como a senhora tinha prometido. Era bastante suculento e olhem que eu não sou grande fã de peixe. 

Por último, veio este delicioso leite creme com o açúcar queimado por cima.  

 

O preço médio ronda os 20€ por pessoa, nada mal considerando que comemos lindamente. 

ESPLANADA PRINCIPE REAL, LISBOA, PORTUGAL

Hoje conhecemos…a Esplanada Principe Real.

Queríamos comer algo de rápido e também de leve, acabámos por ir á esplanada do Principe Real, sabiámos que pelo bom tempo que fazia que tínhamos que ir a uma.
A ementa tinha de tudo um pouco, desde risottos a hamburguers, pena é que lhe falte descritivos em algumas coisas nomeadamente nas saladas, até a própria empregada não sabia dizer:”Deve ter alface, tomate, talvez milho, talvez…”

Eu pedi uma salada de queijo feta que vinha bem servida mas creio que me atiraram areia para os olhos porque o queijo feta vinha com um tempero que parecia daquelas embalagens de Palhais em que já vem mergulhado em azeite, especiarias, entre outras coisas…não há mal, mas se avisarem o consumidor melhor porque acho que tem pimentos e se eu não gostasse por exemplo? O marido pediu uma hamburguer mas já não havia, decidiu pedir um bitoque para matar saudades…erro…bife duro, batatas fritas congeladas, etc.. Continuou com saudades de um bom bitoque de um desses restaurantes que por mais tasca que sejam continuam a cortar tiras ás batatas e o bife é de muito boa qualidade e se calhar pagaria uns 20% menos. É uma tasca não a esplanada do Principe Real.

Elevador Santa Justa – Lisboa, Portugal

Trinta e dois anos a viver neste país e no ano em que deixo de o fazer, subo a este elevador. Andei por Lisboa como uma turista, encantada como se fosse a primeira vez e com uma pontinha de saudades de caminhar por aqui. Há tanto ainda por descobrir nesta cidade…
Entrámos no elevador que tem capacidade máxima para 20 pessoas, para ter acesso ao miradouro. Pagámos 2,90€ pelo bilhete e não percebi bem a outra hipótese, mas a placa dizia que só o Miradouro era 1,5€ presumo que seja o preço que se cobra de quem entra por cima sem ir de elevador.
Thirty-two years living in this country and in the year that I move out I go up this elevator. I walked in Lisbon as a tourist, amazed as if for the first time and with a touch of nostalgia to walk around here. There is much still to be discovered in this city …
We entered the elevator that has a maximum capacity for 20 people to access the viewpoint. We paid € 2.90 for the ticket and I didn’t quite follow the other options, but the board said that only the Mirador was € 1.5 I presume that is the price charged for who enters without going over the lift.

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ESPERANÇA, LISBOA, PORTUGAL

Hoje conhecemos…o restaurante Esperança no Bairro Alto.

Localizado numa das suas principais ruas, a do Norte, este restaurante italiano cheio de charme nasce de uma antiga mercearia e taberna.

Como éramos três e não conhecíamos o restaurante, decidimos pedir cada uma um prato para depois partilhar com as restantes. Veio uma pizza em pão focaccia com mozzarela fresca e tomate, uma risotto de cogumelos com parmesano e um dos pratos mais falados, o spaguetti nero e gamberi. Provei os três e adorei o risotto, estava muito bem confeccionado.

O spaguetti recebeu muitos elogios mas talvez não seja bem a minha onda porque não gostei muito, a pizza é deliciosa e recomendo pedir para partilhar porque fica bem com qualquer outro prato.

As sobremesas eram as do costume para um italiano, eu acabei por comer o carpaccio de ananás com canela para desenjoar e elas comeram o tradicional Panna Cotta.

O atendimento é cinco estrelas, ou melhor quarto, porque estávamos a gostar do jantar e de ficar um pouco mais á conversa e fomos “convidadas” a abandonar a mesa…eu sei que é chato alguém estar á espera de mesa e outros a fazerem “sala”, mas enfim…quando um restaurante tem bom ambiente queremos disfrutar…até ao fim!