TOLEDO, ESPANHA

Hoje conhecemos…Toledo.

Tínhamos planos para ir á Serra de Béjar esquiar. Surgiu um problema: a estância estava fechada apesar do seu site anunciar perfeitas condições. Precisávamos de um plano B, e que tal irmos a Toledo?

“Girls road trip” desde Béjar até Toledo.

Deixámos o carro perto do Museu de Santa Cruz.

A sua imponente fachada parecia a de uma igreja mas na realidade foi um hospital. Foi construído em XVI e foi depois transformado em museu de arqueologia e artes decorativas.

Ficámos hospedadas numa Hostal perto da Plaza de Zocodover, creio que se chamava Hostal Centro. O quarto custou uns 35€ (já nem me lembro bem) e tinham óptimo aspecto. 

Descemos a Calle do Comércio e começamos logo a ver a Catedral de Santa Maria de Toledo.

Construída no séc. XIII, a sua arquitectura é de estilo gótico e a sua torre campanária tem 92 metros de altura.

Juntamente com o Alcazar, a Catedral marcam a panorâmica da cidade.

Entramos depois no Mosteiro de San Juan de Los Reyes na Calle de los Reyes Católicos. 

O mosteiro da ordem franciscana, foi construído e dedicado a Juan, o primeiro filho de Isabel de Castela, rainha de Espanha (filha de Isabel de Portugal) e conhecida em Espanha como a rainha Católica. Visitámos também o Claustro do mosteiro. 

Passámos depois pelo Palácio de Cava onde no jardim á sua frente estava uma estátua da Rainha Isabel. 

Descemos até á zona ribeirinha, onde encontrámos um dos símbolos de Toledo: a Ponte de San Martín.

Construída no século XIV, esta ponte medieval é hoje um testemunho da longevidade, ela liga duas margens de Toledo separadas pelo Rio Tejo.

No segundo dia em Toledo decidimos andar no comboio turístico, o tempo não estava para outras aventuras e preferimos experimentá-lo a ter que andar a ver a cidade de chapéu de chuva na mão.

Creio que a principal vantagem deste comboio turístico é a sua vista panorâmica da cidade que nos permite tirar umas fotos muito boas, não fosse o tempo o maior desmancha prazeres da nossa viagem. Além disso, acabamos para aprender algumas coisas com a gravação do guia que explica cada ponto turístico por onde passamos.

ROCK IN RIO, LISBOA, PORTUGAL

Hoje conhecemos…o festival Rock in Rio em Lisboa. 

Neste dia o cartaz era composto por nomes como Ivete Sangalo, Amy Winehouse e Lenny Kravitz. Devo admitir que apesar de gostar dos três não seria um festival que eu pagaria para ver, no entanto a cavalo dado não se olha a dente e com os bilhetes á borla estava mais que feliz de ouvir todos, saltar, cantar, beber e comer.

A Ivete aqueceu logo a malta, preparando-as para a noite com muito: “tira o pé do chão” e “bate as mãos”. Eu gosto dela, tem boa vibração e é fantástica num palco, realmente envolve as pessoas no final é o que procuramos quando assistimos a um concerto.

Depois de esperar um bom tempo veio a embriagada Amy Winehouse, era um dia bom ao que parece o marido ia sair da prisão foi o que percebi no meio do que ela balbuciava. E que desgraça que foi ao vivo, que falta de respeito pelas pessoas que pagam bilhete para assistir a uma mulher a cair aos pedaços, a tentar cantar, que parecia o Jorge Palma nos seus tempos áureos de dizer lá lá lá porque estava demasiado bêbado para se lembrar das letras.

O Lenny safou a noite, musicalmente é fantástico mas depois faltou um pouco mais de empatia com o público, ela ia e vinha quando se lembrava mas estava muito concentrado na sua qualidade musical que sem dúvida estava no ponto.

  

 

Ficámos para o espectáculo de artificio que é sempre digno de se ver.

ESTALAGEM DE MONSARAZ, PORTUGAL

Hoje conhecemos a Estalagem de Monsaraz.

Tínhamos um encontro com amigos e quisémos ficar em Monsaraz, escolhemos esta estalagem por estar da dentro da vila e muito próximo do castelo. Achei o preço um pouco exagerado para uma estalagem mas uma vez lá dentro, vendo os quartos e a infraestrutura pareceu-me razoável.

Uma das coisas mais fantásticas que tem é a vista, ainda que a nossa janela tivesse vista para a rua, ao abrirmos a porta quando saímos de um acesso ao nosso quarto tínhamos acesso a uma vista incrível, a mesma que podemos contemplar no pátio. 

 

Os quartos são relativamente novos, as casas de banho remodeladas e levávamos um bébé ao qual não faltou conforto. Também por fora estava com um aspecto bastante “jovem” e a parte nova era onde estavam os quartos.

Já o jardim não me pareceu muito cuidado, estava um pouco “selvagem” até, mas tinha limoeiros e outras árvores que sempre ajudavam a fazer uma boa sombra.

A decoração da casa era rústica como se via nos solares antigos, sem grandes luxos. O pequeno-almoço podíamos tomar dentro ou fora, onde havia uma agradável esplanada com boa vista. 

VISEU, PORTUGAL

Viseu é uma cidade que fui conhecendo ao longo do tempo e desde a primeira visita que sempre adorei a cidade.
Era mais pequena que Lisboa, as pessoas conheciam-se e enchiam as ruas, havia sempre as feiras para os emigrantes que animavam ainda mais a cidade.
 
Viseu is a city that I got to know over time and from the first visit that I always loved the city.
It was smaller than Lisbon, people knew each other and filled the streets, there was always the fairs for migrants that animated the city even more.

O meu pai nasceu numa aldeia do concelho de Mangualde, distrito de Viseu. As visitas a esta cidade eram por isso mais frequentes e tinham aquele gosto especial de sair da aldeia onde estávamos a passar férias e ir ali passear. Mas os encantos de Viseu são mais que muitos e nem eu consigo explicá-los muito bem.
 
My father was born in a village in the municipality of Mangualde, Viseu district. Visits to this city were so frequently and had that a special flavour to leave the village where we were on holiday and go sightseeing there. But the charms of Viseu are many more that I can not explain them very well.
Uma das ruas que mais gosto é a Formosa e todas as pedestre á sua volta, o seu comércio e principalmente as suas pastelarias, onde podemos provar o Viriato, o tributo culinário ao líder da tribo lusitana, o pastor e o guerreiro. 
 
One of the streets that I like more is the Formosa and all pedestrians around you, your business and especially their pastries, where you can taste a Viriato the culinary tribute to the leader of the Lusitanian tribe, the shepperd and the warrior.
Um dos monumentos mais relevantes da cidade é a sua Sé. A primeira foi construída no século XII sob o reinado de D. Afonso Henriques, depois foi renovado várias vezes a última das quais lhe conferiu o seu estilo maneirista.
Na sua fachada, estão nichos com com as figuras de São Teotónio, o padroeiro da diocese e da cidade, assim como Nossa Senhora da Assunção.
 
One of the most important monuments of the city is the Cathedral. The first was built in the twelfth century under the reign of King Afonso Henriques, was renovated several times after the last one that gave it’s mannerist style.
In its facade there are niches with with figures of St. Teotónio, the patron of the diocese and the city, as well as Our Lady of the Assumption.
 

Passamos depois no Museu Grão Vasco, um antigo Paço Episcopal que está ao lado da Sé e que hoje expõe as obras de Vasco Fernandes e de outros artistas da sua época. Algumas das obras de Grão Vasco ali expostas são a “Ceia”, “São Pedro” e a “Anunciação”.
 
We then go on to the Museum Grão Vasco, a former Bishop’s Palace which is next to the Cathedral and now exhibits the works of Vasco Fernandes and other artists of his time. Some of the works of Grão Vasco in exhibition there are the “Last Supper, St. Peter and Annunciation.

REALES ALCAZARES – SEVILHA, ESPANHA

Hoje conhecemos…os Reales Alcazares de Sevilha. Este agrupamento de edificios palacianos acaba por revelar uma interessante mistura de arquitecturas e culturas, como por exemplo a construção árabe e gótica, passando depois por reformas que lhes conferem detalhes barrocos e renascentistas.
Entrámos pela Puerta del León que antes se chamava de la Montería.
Today we have discovered … the Reales Alcazares of Seville. This group of palatial buildings ends up revealing an interesting mix of cultures and architectures, such as Arabic and Gothic construction, then after, it’s reforms give Baroque and Renaissance details.
We entered the Puerta del León formerly called de la Monteria.

Começamos a visita pelo Palácio de Pedro I, que ganha o nome do Rei que promoveu a sua construção no século XIV.
Entramos depois no Pátio de las Doncellas e aqui sentimos as raízes árabes que fazem parte da cultura andaluza. A riqueza e o detalhe dos arcos são realmente dignos de contemplação.

We started to visit the Palace of Pedro I, who earns the name of the King who promoted its construction in the fourteenth century.
Entered later in the Patio de las Doncellas and here we feel the arabic roots who are part of Andalusian culture. The richness and detail of the arches are really worthy of contemplation.

Passamos depois pela Sala dos Embaixadores onde vemos uma maravilhosa cúpula. Mas igualmente impressionante é o trabalho e o detalhe de cada parede que tem três arcos “califales”acabam por ligar duas salas, a dos Embaixadores e a dos Pavones.

We then go the Hall of Ambassadors where we see a beautiful dome. But equally impressive is the work and detail of each wall that has three arches califales” eventually connect two rooms, the Ambassadors and the Pavones (Peacock).

Chegamos depois aos fantásticos jardins dos Reales Alcazares. Digo “jardins” porque há vários, desde o Inglês passando pelo de Los Poetas ao de La Alcubilla.
Um dos mais bonitos é o jardim de Mercúrio, que como o nome indica tem no meio de uma pequena fonte uma estátua do Deus Mercúrio.

We arrived after to the fantastic gardens of the Reales Alcazares. I say “gardens” because there are many, from the English through the Los Poets and the La Alcubilla.
One of the nicest is the garden of Mercury, which as the name suggests has in the middle of a small fountain a statue of the God Mercury.



A parte interessante é que a maior queda de água nesta fonte vinha de cima do palácio. E por trás da fonte de Mercúrio está a Galeria del Grutesco, que na parte de cima funciona como um miradouro para ver os belos jardins e nas suas paredes, arcos que emolduram pinturas de figuras e fábulas mitológicas.

The interesting part is that the biggest drop of water in this fountain was coming from above the palace. And behind the Mercury‘s fountain there is the Gallery del Grutesco that top parts is a lookout to see the beautiful gardens and its walls, arches that frame paintings of mythological figures and fables.

Our guide of:
http://hojeconhecemos.blogspot.com.es/2001/11/guia-de-sevilha.html

 

Museu do Prado – Madrid, Espanha

Ir a Madrid vezes sem conta e não conhecer este museu é no mínimo uma contra-ordenação grave. É essencial para conhecer a história do país e como a arte o influenciou e documentou. Os fans de Diego Velázquez encontram aqui as suas obras mais importantes entre elas o famoso quadro “Las Meninas”. Podemos tirar fotos dentro do museu (felizmente!!) mas sem flash (regra que devemos respeitar). Ja não são permitidas fotos dentro do museu.

Going to Madrid over and over again and not know this museum is at least a serious offense. It is essential to know the history of the country and how art has influenced and documented it. The fans of Diego Velázquez find their most important works including the famous painting “Las Meninas.” We can take pictures inside the museum (thankfully!!) But without flash (we must respect rule). Photos are not allowed anymore inside the museum. Continue a ler “Museu do Prado – Madrid, Espanha”

MEDINA DE MARRAKESH, MARROCOS

 Hoje conhecemos…a Medina de Marrakesh, ou seja a cidade fortificada.

 

 

O seu ponto de maior agitação é sem dúvida a Praça de Djmaa-el-Fna, uma grande zona de comércio onde vemos vários vendedores ambulantes e animadores em busca do som da moeda a cair nas suas caixas.  Aqui vende-se desde fruta a especiarias, frutos secos entre outras coisas.

Á volta da praça alguns restaurantes permitem aos turistas e locais com mais possibilidades comer de forma mais tranquila, tendo esplanadas nos pisos superiores com uma excelente vista.

 

Mas devo dizer que o principal encanto da Medina não está própriamente nessa praça mas sim na sua teia de estreitas ruas apinhadas de comércio, há de tudo, desde o artesanato local ás famosas babouchas marroquinas. 

 

Aqui sentimos o seu pulsar, aqui a Medina ganha vida e cor. Sem dúvida que percorrer as suas ruas e perder-nos um pouco dará mais encanto ao passeio. De toda a nossa viagem este foi o local que mais gostei, ainda que também o mais turístico por certo mas longe do que realmente conhecemos como um ponto só para turistas.

E quando a Mesquita de Koutoubia espalha o sinal, o nosso vendedor de especiarias adia a transacção para se colocar de joelhos na sua loja e rezar virado para Meca, ao fundo ouvimos o som dos altifalantes que vêm do seu Minarete com a oração do dia.

HOTEL LADY ANNA – MYKONOS, GRÉCIA

Localizado junto á praia de Yialos, é um simpático hotel em que a recepção se faz junto á praia e os apartamentos estão do seu lado esquerdo.
Os quartos (pelo menos o nosso) era pequeno e sem grandes luxos, mas a verdade é, se estamos em Mykonos só precisamos mesmo de um quarto para dormir porque passamos lá muito pouco tempo.
Located near the beach of Yialos, it’s a friendly hotel where the reception is done near the beach and the apartments are on your left. The room (at least  ours) was small and without great luxuries, but the truth is, if we are in Mykonos we only really need a room to sleep because we spent very little time in there.

Continue a ler “HOTEL LADY ANNA – MYKONOS, GRÉCIA”

Santorini – Grécia

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Saímos de Creta para visitar Santorini, onde acabámos por confirmar: ter feito o cruzeiro foi um erro. Tínhamos três horas para conhecer a ilha, sendo que para subir com as filas que estavam íamos demorar 1 hora e para descer outro tanto. Resultado: 1 hora para explorar a conhecida e bela Santorini. Deu para comprar um “bouzouki”, passear na parte mais alta da ilha para apreciar as vistas e pouco mais, o resto do tempo foi gasto num “desperdicio” chamado: fila de espera para o teleférico.
We left Crete to visit Santorini, where we finally confirmed it: doing the cruise was a mistake. We had three hours to see the island, and go come up with the queues that were there it would take 1 hour to descend as much. Result: 1 hour to explore the famous and beautiful Santorini. There was enough time to buy a “bouzouki”, stroll on the highest part of the island to enjoy the sights and not much else, the rest of the time was spent on a “waste” called: queue for the chairlift.

Continue a ler “Santorini – Grécia”

EPHESUS – SELÇUK, TURQUIA

Hoje conhecemos…a cidade antiga de Ephesus na Turquia.
O cruzeiro atracou na Turquia na provincia de Izmir, o nosso destino: Ephesus, uma antiga cidade grega e depois romana, que ainda hoje mantém uma boa parte da sua história e alguns edificios.
Durante o império romano, era a segunda maior cidade do mundo. Segundo o nosso guia, os primeiros a habitar a cidade foram na realidade as Amazonas. Explicou o porquê de elas serem sempre retratadas com menos um peito, como eram guerreiras muitas tiravam essa saliência (leia-se a mama) para melhorarem o manejo do arco e flecha.

Mais tarde, Alexandre o Grande tomou a cidade aos persas antes de se tornar parte integrante do império Romano. O nosso guia explicou-nos também que o mar estava muito mais próximo da cidade do que está hoje. Mas mesmo antes de entrarmos em Ephesus, visitámos a Casa da Virgem Maria.
Fiquei com a sensação de que não há grandes factos para suportar que nesta casa viveu a Virgem Maria mãe de Jesus. Bom, podíamos até falar sobre se Jesus realmente existiu, não sendo católica praticante, acredito que sim que existiu um homem que talvez se tenha tornado um mártir ao defender os seus ideiais e os valores. Talvez o resto tenha sido mais novela que outra coisa, mas se calhar daqui a 200 anos parecerá impossível ter existido um Ghandi, não sei…
Toda a história que envolve a descoberta da casa, o que apontam como factos também não me pareceu suficiente mas eu não sou nenhuma especialista nestes assuntos. A verdade é que muitos peregrinos vêm aqui rezar e deixar o seu lenço numa parede que foi colocada para o efeito, presumo que antes os deixassem noutra zona e tiveram que construir uma estrutura para os albergar.
A seguir: Ephesus. O entusiasmo era grande…íamos conhecer a cidade que tinha uma das sete maravilhas do mundo antigo, o Templo de Artémis. A nossa visita começa pela rua de Curetes
Esta rua faz a ligação entre a Agora e a Biblioteca de Celsus. Pelo caminho encontramos uma série de ruínas em que por momentos achamos que estamos a olhar para um amontoado de pedras sem sentido e depois encontramos algumas que resistiram ao tempo ou que os arqueólogos começaram a juntá-las adicionando peças ao puzzle. Uma delas é a  Fonte de Trajano.
Ao centro está o que sobra da estátua do Imperador Trajano, muitas das peças que compunham esta fonte estão agora exposta num Museu. Segue-se o Templo de Adriano. 
 
Aqui já começamos a ver um “puzzle” mais completo e não tanto pedras soltas. O interesse aumenta cada vez mais…
Logo a seguir vemos a Biblioteca de Celsus e a sua maravilhosa fachada.
 
  
Que grandiosidade, eu adoro história e fiquei sem palavras ao ver o que resta da antiga e gloriosa Biblioteca. Construída como masoléu para Julius Celsus, governador romano das provincias asiáticas, o edificio foi sobrevivendo a vários episódios de destruição, como um incêndio que lavrou a zona de leitura fazendo com que a biblioteca perdesse a sua utilidade. Hoje conseguimos ter uma pequena (grande) noção do seu esplendor graças á sua cuidadosa reconstrução.
Nos nichos estão quatro estátuas, ou melhor réplicas porque as originais estão na Áustria. Elas representam a Sabedoria, o Conhecimento, a Inteliência e a Virtude.
Mesmo ali perto o guia fala-nos de um Bordel e mostra-nos na estrada um pé gravado, segundo ele indicava o caminho para a referida casa de lazer.
Que boa sinaléctica devo dizer. Depois explica que se acredita que nessa época havia uma ligação secreta entre a Biblioteca e o Bordel, eu sei que ambos começam por B mas creio que é mesmo a única coisa que têm em comum, algumas letras. Pensava que os homens de cultura não precisavam de frequentar tais locais, mas provavelmente eram os seus melhores clientes.
Logo ao lado está a Porta de Augustus.
 Também conhecida por a Porta de Mazeus e Mythriades, foi construída pelos escravos com o mesmo nome, em compensação o seu imperador, Augustus concedeu-lhes a liberdade.
Chegamos depois ao ponto alto da visita o Grande Teatro de Ephesus.
As fotos não conseguem ilustrar a sua dimensão, é de facto grandioso. Está localizado na colina de Panayir e muito próximo do antigo porto da cidade. Ainda hoje se realizam concertos e outros espectáculos neste espaço como se pode ver pelas colunas e outro equipamento que estão a montar no palco. Não sei até que ponto ajuda na sua conservação mas deve ser magnifico ver aqui um concerto. 
Gostei tanto de visitar Ephesus que depois ainda comprei um livro sobre a cidade para ler.