eat: CALLE DEL MAESTRO GARCIA RIVERO, BILBAO, ESPANHA

San Sebastián será a meca dos “pintxos” mas Bilbao não lhe fica atrás e uma das ruas onde podemos comprová-lo é esta Calle del Maestro Garcia Rivero em pleno bairro da moda, Indautxu.
A nossa intenção era jantar comendo pinchos em vários bares, não ficar só por um mas acabámos por ficar só por dois porque a rua estava cheia e em alguns era quase impossível entrar quanto mais pedir algo para comer.


O primeiro onde entrámos foi o Desberdin, muito pequenino e com uma decoração muito simples, tinha uma barra de pinchos do tamanho do bar. 
Ainda assim não nos podemos queixar da qualidade dos pinchos, eram bons e não foram muito caros. Acabámos por comer mais do que a conta o que também já nos levou ao segundo bar com menos fome.
A seguir fomos ao Gozatu, um gastrobar e foi como mudar de país, o outro era mais tasquinha este já tinha outra pinta e estava igualmente cheio ainda que o seu tamanho fosse talvez o triplo do anterior. 
Com uma impressionante barra de pinchos que faz querer ter estômago para provar tudo, acabámos por desperdiçar “balas” no anterior e tínhamos menos fome neste. 
A moderna decoração e o bom ambiente fazem dele um dos preferidos da rua seguramente. Conseguimos mesa tarefa muito complicada ali e que chega a gerar algum mal estar entre gente que luta por um lugar sentada. Mas isto do “tapeio” é mesmo assim, a ideia original é sempre ficar de pé, se podemos sentar melhor.
 
 
Ao vermos os presuntos não resistimos a pedir um pincho de presunto da região com tomate, estava óptimo escusado será dizer porque têm um cuidado impressionante para cortá-lo em fatias fininhas. 
Quando saímos ainda passámos por outros bares com óptimo aspecto, mas já estávamos satisfeitos. É altamente recomendável vir a esta rua e fazer “desgustação” não ficando só por um mas se tivesse que escolher, este gastrobar seria experiência a repetir.
 
 
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do: MOHARAJ – MADRID, ESPANHA

Hoje almoçámos no Moharaj em pleno bairro de Lavapiés graças a uma dica do Madrid Cool Blog a quem agradecemos. Andávamos á procura do melhor indiano de Madrid, talvez seja complicado avaliar porque nunca fomos á India, mas para nós tem tudo a ver com os sabores da cozinha indiana que encontrávamos em Portugal, desde o Natraj ao Mayura. Estes são para nós as referências, outros em Portugal terão as suas, assim que procurávamos um que pudesse substitui-los porque já não estamos em Lisboa mas em Madrid. 

E o Moharaj cumpriu essa meta. É um restaurante onde voltaremos seguramente e com a grande vantagem de ter uma esplanada o que é sempre agradável. Fica na Calle Ave Maria nº26, mas há outro ali perto onde fomos primeiro mas ao ver que não tinha a tal esplanada que prometiam decidimos não ficar ali e ir ao original. Honestamente, o segundo restaurante meteu-nos medo.
 
Passámos então a Praça de Lavapiés e conseguimos mesa na esplanada, eram duas da tarde e ainda não estava muito cheio, mas rápidamente isso mudou. Trouxeram para começar o papari, a isto acrescentámos um pedido de pão naan que estava óptimo (pedimos o simples) e onion bhajis que faziam lembrar os do Natraj e segundo o marido (não sou especialista) estavam óptimos.
A seguir o Caril de Gambas que não encontrámos no menú mas ao perguntar ao empregado dizia que se podia fazer e eu pedi o de sempre também, chicken Tikka Masala. Estava tudo óptimo, muito próximo ao que estávamos habituados a Portugal só o preço é que não tanto porque pagámos 43€ seria 38€ se retirarmos o prato da criança. Na realidade os pratos são baratos o preço das bebidas é que nos pareceu exagerado.
Our guides of:
 http://hojeconhecemos.blogspot.com.es/p/madrid.html

 

eat: RESTAURANTE SOTERA – BILBAO, ESPANHA

Na nossa chegada a Bilbao procurávamos comer um bom “chuletón”, algo que pela região se encontra com grande qualidade a um preço razoável. Na realidade a nossa primeira intenção era ir ao Goiuria em Durango mas fechava ás segundas-feiras, assim como muitos “asadores” do género no centro de Bilbao, os que tinha visto que estavam recomendados estavam todos fechados.
Acabámos por parar neste Sotera, tinha uma boa “barra” de pinchos e ainda provámos algum antes de almoçar. Pedimos claro o “chuletón” mas antes ainda pedimos um prato de “embutidos” da região onde o presunto era a estrela.
 
On our arrival in Bilbao looking for a good eat “chuletón” (ribeye), which is something you find in the region with great quality at a reasonable price. In fact our first intention was to go in Durango to Goiuria but closed on Mondays, as well as many asadores” like that at the center of Bilbao, all we had seen that were recommended were closed.
We ended up stopping at this Sotera, had a good barra” (counter) of pinchos and we tasted some before lunch. We asked for the Chuletón” but still asked for a plate of embutidos” (sausages) from the region where the ham (jamon) was the star.

Veio depois o “chuletón” que noutros locais com o mesmo tamanho dava para três mas este deu para dois e ainda deixou um buraco para sobremesa. A qualidade da carne não era má mas a forma como a cortaram não ajudava a que a experiência tivesse sido óptima.
 
After it they brought the “chuletón” that elsewhere with the same size could serve for three but this was for two and still left room for dessert. The meat quality wasn’t bad but  the cut did not help that the experience had been optimal.
No final a conta foi bastante dolorosa, mais do que no que costumamos ir em Durango onde o “chuletón” é claramente superior. Talvez não seja a sua especialidade e o erro foi nosso, mas ainda assim não valeu o preço que pagámos. Pode ser um bom lugar para comer pinchos mas não para o que queríamos.
 
In the end the bill was quite painful, more than what we usually get in Durango where “Chuletón” is clearly superior. Maybe it’s not their specialty and the mistake was ours, but still not worth the price we paid. It may be a good place to eat pinchos but not for what we wanted.
 
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CERVECERÍA LA SUREÑA, MADRID, ESPANHA

Chega pela mão dos mesmos que têm os 100 Montaditos (Ver aqui) e com um conceito cuja base é similar, um lugar barato para tapear. Se num os “montaditos” (pequenos pãezinhos com vários recheios) são as estrelas a um preço fixo de 1€ e com um dia louco em que a “jara” de cerveja acompanha o preço, aqui a grande sensação é o baldinho com gelo com 5 cerveja Mahou mini (os botellín) a 3€ (creio que se deixa algo de caução pelo baldinho).

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Já tínhamos ido a um num centro comercial mas esta segunda vez fomos ao da Gran Via que tem esplanada o que é sempre de aproveitar em Madrid mas que no futuro corre o risco de estar sempre cheio. Para “tapear” há pratos para partilhar por 6€, desde as gambas brancas (que a gamba aqui é um camarão mais pequeno), as lágrimas de faisão que parecem tiras de frango panadas que são servidas com um delicioso molho de mostarda (o nosso favorito), as “alitas de pollo” (asas de frango fritas), paio, etc..

 

 

Da outra vez que fomos provámos também uma fritura típica da Andaluzia (de onde vem grande parte da filosofia da cadeia) que se chama “bienmesabe” que é um peixe panado, também se provou o presunto e o queijo que não desiludiam. Têm uma boa relação preço/qualidade com uma noite promocional em que por 6€ se pode comer dois em vez de um prato.

A decoração é agradável com o tema marítimo em que até os empregados estão vestidos de marinheiros. Na realidade era o tipo de bar que gostaríamos de ter sempre ao pé da praia com bons petiscos e cervejas sempre fresquinhas, uma pena que em Madrid não haja praia mas há uma grande cultura de esplanadas que este conceito pode aproveitar.

 

sleep: THE WESTIN – DUBLIN, IRLANDA

Se a minha viagem a Dublin tivesse sido de lazer não teria ficado neste hotel de cinco estrelas, teria escolhido algo mais barato até porque estaría a passear pela cidade e só lá entraría para dormir. Como fomos para uma reunião de trabalho em que fazíamos quase tudo no hotel o The Westin foi uma boa escolha mas cara!
Para além do luxo e do conforto, a sua localização é um dos pontos fortes.
 
If my trip to Dublin had been leisure I would not have stayed at this five stars hotel, I would have picked something cheaper because it would just to sleep since I would wander around the city all day. As we went to a workshop where we did almost everything in the hotel The Westin was a good choice but expensive!
Apart from the luxury and comfort, its location is one of the strengths.

Para quem não conhece o The Westin, uma das suas mais valias são as chamadas “Heavenly Beds” e quando me deitei numa pela primeira vez (em Vancouver) percebi rápidamente o porquê do nome, são as mais confortáveis que alguma vez dormi. E voltei a dormir lindamente em Dublín na tal cama divinal num quarto que não sendo grande era o suficiente para mim e com todas as comodidades que se espera de um bom hotel, simplesmente não sei se merecem cinco estrelas pelos quartos.
O hotel em si é extraordinário, instalado num edificio histórico tem por isso espaços muito interessantes como por exemplo o salão onde tivémos a nossa reunião ou o bar que eu via da janela do meu quarto.

For those not familiar with The Westin, one of their strengths is called “Heavenly Beds” and when I lay down in one for the first time (in Vancouver) I quickly realized why the name, it’s the most comfortable  bed I’ve ever slept in. And went back to sleep beautifully in Dublin in such heavenly bed in a room that was not big but enough for me and with all the amenities you would expect from a good hotel, just do not know if the rooms deserve the five-star.
The hotel itself is extraordinary, housed in a historic building has so much interesting spaces such as the lounge where we had our meeting or the bar that I saw from my bedroom window.
 
 
 
 
 
Morada: Westmoreland Street 35-39
 
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LA BURBUJA QUE RÍE, MADRID, ESPANHA

Um almoço com amigos proporcionou uma visita a esta sidreria em Madrid, La Burbuja que Ríe. Dizem que é muito conhecida mas como não vivo no centro é perfeitamente normal nunca ter ouvido falar nela.

Entrei quase ás 15h e estava cheia, tem barra mas nós ficámos numa mesa grande. Segundo percebi tínhamos um menú de grupo e a comida ia chegando á mesa, como cheguei mais tarde não sei o que serviram primeiro, vi uns “revueltos” com batatas e um prato com queijo entre eles o Cabrales (mais suave que o normal por isso muito bom) com o que chamam de “membrillo” (a nossa marmelada).

 

A seguir vieram mexilhões e ameijôas, eu provei uma das últimas porque não posso comer marisco confesso que não tinham grande sabor. Veio também chouriço feito em sidra que estava muito bom.

Quanto a bebidas, o típico é beber a sidra como no meu actual estado não posso beber algo pedi o mosto ou sumo de uva e que neste caso tinha também maçã, sem alcóol e bebe-se bem fresquinho. 

Vieram depois as carnes, um entrecosto e “entrecot” para fazer na chapa, o primeiro não provei mas o segundo estava óptimo, aliás a voltar será pela saborosa carne que serviram. 

 

 

Trazem as sobremesas num prato variado com tarte de maçã, um bolo de chocolate (muito bom) e umas 3 fatias de umas sobremesas á base de natas que não fizeram sucesso.

No final não é um asturiano barato, pagámos 27,5€ por cabeça e não vi ninguém dizer que estava cheio, creio que “picámos” um pouco de tudo mas não saímos a abarrotar de comida.

 

VER GUIA DA CIDADE:

 

GLORIA ROYAL PALACE HOTEL, GRAN CANÁRIA, ESPANHA

Há um ano atrás quando planeava uma viagem de Semana Santa em que pensava ir para Punta Cana, um colega meu mostrou-me este hotel e praia (Playa Amadores) nas Canárias. Na altura a viagem á praia transformou-se numa “road trip” por França mas o bichinho ficou.

Este ano e porque queríamos fazer umas férias tranquilas e em familia, optámos por ir para este hotel o Gloria Royal Palace que fica a pouco mais de 200 metros da vistosa Playa Amadores. Optámos por um meia pensão para não ficarmos demasiado prisioneiros do hotel e não nos arrependemos.

 

Os quartos são bastante grandes, confortáveis q.b. considerando o tempo que passamos nele, na realidade vamos só para dormir. Em geral os hotéis nesta zona tem todos os seus quartos com vista para o mar e do nosso podíamos ver muito bem a praia e durante a noite ouvimos o som das ondas. 

 

Uma das suas mais valias para além da proximidade da praia é o serviço completo que oferece, desde piscinas com água aquecida, a um clube para os meus pequenos desde as 9h da manhã com actividades que vão desde plantar um cacto a dançar na sua mini disco. Além disso tinha vários restaurantes e um serviço de SPA (thalasso). 

 

Tinha também uma zona de nudista junto a uma segunda piscina que fica noutra zona do hotel. Uma das leis de sobrevivência nestes hotéis é o ter que marcar as cadeiras de piscina, está proibido mas todos o fazem antes do pequeno-almoço.

O restaurante onde serviam o buffet (tanto ao almoço como ao jantar) tinha uma vista incrível para a praia, pena é que ao jantar a variedade deixasse muito a desejar e faz pensar se vale mesmo a pena a meia pensão, no nosso caso fazia por termos um filho pequeno mas ainda assim…Essa falha era compensada por um excelente pequeno-almoço onde aqui sim havia uma boa variedade.

Em geral gostámos muito do hotel e a voltar á Gran Canária creio que seria este que escolheríamos por uma boa relação preço/qualidade.

Plaza de Chueca – Madrid, Espanha

O bairro da Chueca é muito conhecido pela sua vida boémia, pelo seu carácter mais artístico e principalmente pelo seu grande mix multicultural. Recuperado de décadas de decadência e de tráfico de droga, atraiu a uma população jovem e é muitas vezes apontado como o bairro onde os gays se fixaram, é verdade mas não totalmente.
A arte encontra aqui a liberdade para expressar-se e é um local que já esteve mais na moda que está hoje em dia (Malasaña também luta pelo seu lugar ao sol), ainda assim não deixa de encher os muitos restaurantes que por ali estão e tem o Mercado de San Antón que ajudou ainda mais a revitalizar a zona.
The Chueca neighborhood is well known for its bohemian life, its most artistic nature and especially for its great multicultural mix. Recovered from decades of decay and drug trafficking, attracted a young population and is often pointed as the neighborhood where gays settled, it is true but not totally. 
Art finds here the freedom to express itself and is a place that was more trendy tan is today (Malasaña also fighting for their place in the sun), still it does not fail to fill the many restaurants around there  and It has the San Antón Market which helped to further revitalize the area.

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Pizzaiolo – Madrid, Espanha

De tanto procurar o melhor hamburguer de Madrid ou melhor Indiano fica a faltar as melhores pizzas da cidade, porque as melhores tapas são bem mais fáceis, há muitos por onde procurar.

Uma simples busca no Google:”la mejor pizza de Madrid” fui parar a um outro blog onde sugeriam esta pizzaria ou trattoria. Mais ainda, diz-se que é um local onde os italianos que vivem em Madrid gostam de ir comer, bom…credenciais não lhe faltavam.

In both seek the best burger or best Indian of Madrid it is missing the best pizzas in town, because the best tapas are much easier, there are many where to look for.
A simple Google search: la mejor pizza de Madrid” (the best pizza in Madrid) we ended up in another blog that suggested this pizzeria or trattoria. Moreover, it said that it is a place where Italians living in Madrid like to go eat, well … it didn’t lacked credentials.

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Museu Nacional de Ciencias Naturais – Madrid, Espanha

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Num fim de semana onde a chuva ameaçava cair (a que tantos pedem neste inverno) estava fora de questão passar mais um dia em casa. Uma boa solução para quem tem crianças é sem dúvida levá-los ao Museu Nacional de Ciências Naturais junto ao Paseo da Castellana.
In a weekend where rain threatened to fall (that many are asking for this winter)it was out of the question to spend another day at home. A good solution for those with children is undoubtedly take them to the National Museum of Natural Sciences, next to Paseo de la Castellana.

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