do: NEW YORK BURGER – MADRID, ESPANHA

Desde que começámos a nossa aventura em busca da melhor “hamburguesa” de Madrid que o New York Burger estava no topo da lista de recomendados. 
Ao entrar a zona do balcão faz acreditar que estamos a entrar num restaurante de hamburguers gourmet e quando entramos na sala de refeições o ambiente é mais descontraído, as toalhas são de papel e as paredes têm quadros dedicados á cidade que dão nome ao sitio. 

Tínhamos lido comentários e todos falavam do excelente atendimento, infelizmente não fomos na melhor noite digamos que não foi falta de competência mas sim falta de simpatia, aquela que tanto elogiaram e que nos elevou as expectativas.
Demorámos algum tempo a escolher, a oferta é muita e todas com boas opções. Têm os hambuguers por gramagem que começa nas 160 gramas, nós comemos o 250 e foi mais que suficiente, será o tamanho normal. 
O meu era um Brooklyn que vem com queijo Philadelphia, bacon e cebola caramelizada, depois para acompanhamento podemos escolher entre uma salada “coleslaw”, batatas fritas ou assadas. Optei pela salada.
 
A primeira dentada no hamburguer lembrou-me todos os bons comentários que faziam sobre este restaurante. A luta pelo melhor hamburguer é renhida, há os defensores do New York Burger e os do Alfredo’s Barbacoa, a verdade é que são os dois muito bons e cada um á sua maneira. E quem sai a ganhar somos nós, porque podemos sempre escolher entre um e o outro (ainda que estejam sempre cheios).
Ainda comemos uma sobremesa, um cheese cake que não é o melhor do mundo e está longe de o ser mas não desilude. 
No final 30€ duas pessoas, sem entradas nem vinho, os hamburguers foram 10€ cada um o que para a qualidade que têm é um preço mais que razoável. Fomos ao da Calle Recoletos.
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IGLESIA DE LA CLERECÍA – SALAMANCA, ESPANHA

Também conhecida como a Igreja do Espírito Santo, está numa esquina ao lado da Universidade Pontificia e em frente á Casa das Conchas.
Na sua fachada está uma escultura e uma inscrição em homenagem ao Rei e Rainha responsáveis pela construção desta igreja de estilo Barroco. Foi no século XVII e esse rei era Filipe III (também Rei de Portugal) e a sua mulher era Margarida de Áustria. Tal como outras obras feitas por ordem de Reis, Filipe III nunca chegou a ver esta completa uma vez que demorou um século a ficar terminada.

 

Also known as the Church of the Holy Spirit, it’s in a corner beside the Pontifical University and in front of the House of Shells (Casa das Conchas).
On its facade there’s a sculpture and an inscription in honor of the King and Queen responsible for the construction of this Baroque-style church. It was in the seventeenth century and that was King Philip III (also King of Portugal) and his wife was Margaret of Austria. Like other works done by order of Kings, Philip III never got to see this complete since it took a century to be finished.

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Casa das Conchas – Salamanca, Portugal

Caminhando pela Rua Mayor encontramos a Casa das Conchas, que hoje funciona como biblioteca e posto de turismo.
Construída no séculos XV e XVI, era propriedade de Don Rodrigo Maldonado de Talavera um cavaleiro da Ordem de Santiago cujo escudo continha uma concha. Foi reitor da Universidade de Salamanca e membro do Conselho Real durante o reinado dos Reis Católicos. Segundo o Wikipedia, são 300 as conchas que decoram o edificio, preferimos acreditar neles que contá-las (se bem que não nos pareceram ser tantas).
Walking by Rua Mayor we found the House of Shells (Casa das Conchas), which now serves as a library and tourist office.
Built in the fifteenth and sixteenth centuries, was owned by Don Rodrigo Maldonado from Talavera a knight of the Order of Santiago whose coat of arms contained a shell. He was dean of the University of Salamanca and a member of the Royal Council during the reign of the Catholic Kings. According to Wikipedia, there are 300 shells that decorate the building, we prefer to believe them than to count them (although it did not seem to be many).

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MESÓN EL CHURRASCO – SALAMANCA, ESPANHA

A oferta gastronómica em Salamanca é bastante boa e os produtos da região são normalmente as estrelas dos pratos, seguramente que haverá outros restaurantes pelas suas ruas com melhor relação preço-qualidade que o Mesón El Churrasco mas mesmo antes de chegar já tínhamos decidido que era aqui que queríamos comer.
The gastronomic offer in Salamanca is very good and the products of the region are often the stars of the dishes, surely there will be other restaurants along its streets with better value for money than the Meson El Churrasco but even before arriving we had already decided that we wanted to eat there.

Não porque vimos na internet um blog ou site que o recomendava, não porque o seu menú tinha óptimo aspecto mas para reviver o bom tempo que passámos aqui há dez anos atrás quando procurávamos um sitio para comer e numa altura em que pouco se pesquisava na internet sobre estes locais. Fomos á aventura e quando pedimos a “parrilla” de carnes os nossos olhos brilharam. Queríamos que eles voltassem a brilhar mesmo sabendo que não íamos comer no melhor restaurante de Salamanca.
O espaço estava na mesma, mas agora a “barra” (balcão) mostrava uma quantidade de tapas com tão boa pinta que quase vacilámos entre prová-las ou pedir a “parrilla” que tão boa memória nos deixou.
Not because we had seen it on an internet site or a blog that was recommending it, not because the menu looked good but to relive the good time we spent here ten years ago when looking for a place to eat and at a time when we did little researching on the internet for these locations. It was an adventure and when we asked the meat parrilla” our eyes gleamed. We wanted them to shine again even knowing we would not eat at the best restaurant in Salamanca.
The space was the same, but now the bar” (counter) showed a number of tapas that looked so good that almost made us falter between tasting them or order the parrilla” that left us such a good memory.

 

Lá estava ela na ementa a “Parrillada de Carne” para duas pessoas, um pouco mais cara do que nos pareceu nessa altura e nem me lembrava que carnes levava então, mas 22€ por pessoa pareceu-nos exagerado.

 

 

Na chapa estava um delicioso “solomillo”, umas costeletas de cordeiro, entremeada, febras e entrecosto. Que saudades.
No final a conta foi pesada, uns 60€ para dois (bom três contando com uma criança que come um prato também) mas sem vinho e sobremesa, creio que pagamos também pela sua localização já que está na Rua Mayor.
There it stood in the menu the Meat Parrillada” for two people, a little more expensive than we thought at that time and didn’t even remember the kinds of meat  it had then but 22 per person it seemed exaggerated.
On the grill there was a delicious solomillo”, some lamb chops, flank, ribs and pork.
In the end the bill was heavy, about 60 for two (well three counting a child eating a dish too) but without wine and dessert, I believe that we also payed for its location as it is in Mayor Street.

CATEDRAL NOVA – SALAMANCA, ESPANHA

A enaltecer a linha panorâmica de Salamanca está a Catedral Nueva de la Asunción de la Virgen, construída ao lado da Catedral Vieja.
A primeira vista que temos dela é desde a Praça de Anaya onde podemos ver duas portas, a do Norte e a de Ramos. Esta última recebe o seu nome do Domingo de Ramos, dia em que Jesus entrou em Jerusalém e cujo evento se encontra representando através das esculturas que vemos por cima da porta.
Enhancing the panoramic view of Salamanca is the Catedral Nueva de la Asunción de la Virgen, built beside the Cathedral Vieja.
The first view we have of it is from the Plaza de Anaya where we can see two doors the North and the Palm. The latter gets its name from Palm Sunday, the day Jesus entered Jerusalem and whose event is represented through sculptures that we see over the door.

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Plaza Mayor – Salamanca, Espanha

Por mais vezes que visite Salamanca e entre nesta praça, não consigo deixar de ficar surpreendida pela sua dimensão e beleza. É a terceira vez que a vejo e ainda assim parece que estou ali pela primeira vez. Exploro sem pressa e vou tirando fotos, muitas por sinal.
Para mim é das mais bonitas praças de Espanha (facto: não conheço todas) maior que a de Madrid que é a capital e esta, numa passagem de ano torna-se pequena para albergar tanta gente que nela deixa o ano velho para entrar da melhor maneira no novo.
I can visit Salamanca and this square as many as I can, and I still can’t help but be surprised by its size and beauty. It’s the third time I’ve seen it and yet it seems that I’m there for the first time. I explore it unhurriedly and take pictures, many by the way.
For me it is the most beautiful squares in Spain (fact: I don’t know them all) bigger than that of Madrid that is the capital and in it, in a New Year’s Eve  it becomes small to accommodate so many people that it leaves the old year to get in the new one the best way.

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GOIURIA, DURANGO, ESPANHA

De passagem por Bilbao a trabalho, tive a sorte de conhecer este restaurante em Iurreta, o Goiuria. Não sei muito como lá chegámos porque vínhamos de uma reunião, mas fomos subindo pela terra com o mesmo nome até que chegamos a esta casa típica de montanha.

Não estava muito cheio, já eram três da tarde e conseguimos mesa á janela. Simplesmente espectacular. Com uma vista priveligiada sobre Durango, o restaurante já estava a marcar pontos. O País Basco tem um excelente entorno natural, junto á estrada que fizémos podíamos ver vacas, ovelhas, etc.. Muito verde e azul, graças ao céu limpo que conseguimos apanhar.

 

Também a decoração era moderna e muito acolhedora, quem me levou dizia que nem sempre foi assim e que fizeram obras de certeza porque antes era mais antigo e tinha um ar mais típico.  

Íamos com um objectivo: comer o “chuletón” (costeletão). Pedimos um para três pessoas e veio numa chapa que em baixo trazia o carvão para mantê-lo quente. Fazia toda a diferena, desde o cheiro ao sabor…e que sabor! Estava simplesmente espectacular, talvez o melhor “chuletón” que já comi (até melhor do que o que provámos em Béjar

Para acompanhar umas batatas fritas bem fininhas e uma salada que fez-me lembrar as boas (e simples) saladas que comemos em Portugal, com a alface macia, o tomate maduro e um bom fio de azeite. Aliás, quem ia connosco, para além do “chuletón” trazia na memória a salada. 

Ainda tivémos a audácia de pedir “postre”, pedimos duas “tartas de queso” (cheesecake) e um outro que me esqueci do nome (creio que era San Jacob), cuja base é muito parecida ao bolo de aniversário. Foram muito generosos a cortar as fatias, demasiado até porque depois da carne já não havia muito espaço para mais.

Um excelente restaurante, daqueles que dá vontade de recomendar a toda a gente para lá ir porque a comida é boa e fomos sempre bem atendidos, pena que fique a 420km de Madrid.

PARQUE DO OESTE, MADRID, ESPANHA

Folheando o Guia del Ócio, vejo uma referência a este parque que já tinha visto uma parte quando fomos ver o Templo de Debod. Nessa artigo, falavam da beleza da transformação de algumas árvores na estação de Outono e as cores que proporcionam, as que sempre associamos a esta época do ano.
O Retiro continua a retirar protagonismo aos demais, mas o grande bosque que atravessamos neste parque é verdadeiramente impressionante e por mais que o procuremos no primeiro a verdade é que não o encontraremos. 
O seu arvoredo, variado e abundante proporciona no Verão uma agradável sombra e um relvado onde se pode ler um bom livro e fazer um piquenique, já o no Outono é um festival de cores. Há uma espécie que sobressai: o Ginkgo! Com as suas folhas em forma de leque, que passam de verdes a amarelas tornam-se a principal estrela do jardim. Começámos o passeio ao parque pela rotunda de São Vicente onde está a Fonte dedicada ao arquitecto Juan de Villanueva (o que desenhou o edificio onde hoje está instalado o Museu do Prado e entrámos pelo Paseo de Camoens.

 

Nessa mesma rua, está uma estrada fechada ao trânsito e que é utilizada para muitos para actividades como o skate, patins em linha e andar de bicicleta. Também funciona muito bem para as crianças, que podem andar de bicicleta num circuito fechado. Os únicos carros que passam são da policia e passam bastantes…até demais!

Na rotunda do Maestro, uma estátua de homenagem a Miguel Hidalgo. Uma curiosa oferta do México a Espanha, já que Hidalgo foi um grande impulsor da Independência Mexicana (apesar de ter sido outro a conquistá-la) e foi executado por defendê-la. Aos seus pés pode ler-se: “Siendo contra los clamores de la naturaleza, el vender de los hombres quedan abolidas las leyes de esclavitud”.
Neste momento decidimos entrar nos caminhos sinuosos deste parque de estilo inglês. Entramos no bosque cerrado, onde um pequeno riacho, umas pontes de madeira e várias espécies de árvores garantem o seu encanto.

Enquanto andamos pelo parque custa acreditar que um dia foi um cenário de confrontos na Guerra Civil Espanhola e mesmo com a sua reconstrução algumas marcas (os bunkers) ficaram para não esquecer e não repetir. Passámos pelo monumento ao Doctor Federico Rubio y Gali, um médico espanhol que fundou a Escola Livre de Cirúrgia e Medicina de Sevilha.

Vamos aproximando-nos de Moncloa, o seu farol marca a paisagem por entre o rico arvoredo do parque e um pequeno lago com um repuxo complementa o cenário. A grande estrutura de 100 metros de altura está fechada ao público, creio que continuam as obras mas que estaria previsto reabrir no final deste ano, se assim for quem visita Madrid pode usufruir de uma excelente vista sobe a cidade.
Junto á movimentada estrada, uma das principais artérias para entrar na cidade de Madrid, está o monumento a Jose de San Martin, outro líder da revolução pela independência da Argentina contra Espanha.

E do mesmo parque podemos ver o Arco da Vitória ou a Porta de Moncloa fica na praça com o mesmo nome, é ele que dá as boas vindas á cidade para quem vem do norte de Madrid mas representa também uma época que os espanhóis preferem ignorar uma vez que foi Franco que o mandou construir em 1956.

Voltámos a descer até ao nosso ponto de partida, pelo caminho mais importantes figuras da história de Espanha e da sua cultura. Outra dessas figuras é a de José Gervásio Artigas, um importante militar uruguaio que lutou contra os espanhóis. Pareceu-nos bastante admirável que em Madrid, a capital se faça homenagem a figuras que lutaram pela independência contra Espanha.

Continuamos o nosso percurso, a festa do Outono continua com as gingko, as hayas e as bétulas.

Nova paragem, desta vez um monumento a Miguel Hernández, um conhecido poeta espanhol. Nele está um excerto seu de um poema dedicado á cidade. No final uma paragem no parque infantil. Muito ficou por visitar neste parque ainda mas oportunidades não faltaram, a zona da “rosaleda” merece uma visita na Primavera quando as flores estão na sua época de maior esplendor.

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BIEN ME SABE, MADRID, ESPANHA

Ontem jantámos neste Bien Me Sabe na Calle General Arrando. Fomos com um grupo de amigos, uma mistura de espanhóis e portugueses, em que apenas três vivíamo em Espanha. A verdade é que quem escolheu o restaurante estava fora do país há algum tempo e queria comer comida típica espanhola…sem ser paella!

Este restaurante, tem o nome de um prato muito conhecido de Cádiz que é o Bienmesabe, um frito de cação muito saboroso, por isso a cozinha da Andaluzia estaria muito presente no seu menú. Chegámos mais cedo e aproveitámos para ficar na “barra” a beber uma “caña” ou uma “clara con limón” e por cortesia servem uma pequena tapa que no nosso caso foi uma salada russa.

 

Para quem não quer ficar no restaurante, a barra tem uma ementa própria dentro de tudo o que é típicamente espanhol e onde também se pode provar um pouco do que servem na sala. A decoração é minimalista, são as fotografias de espectáculos de sevilhanas que vão preenchendo as paredes, mas tudo com muito bom gosto. 

Pedimos vários pratos para provar, entre eles o Bienmesabe, os “calamares” fritos, umas gambas cozidas (estavam óptimas), uns ovos fritos com batatas (coisa mais que típica) e entrecote com molho de pimenta. Estava tudo muito bom e depois vieram as sobremesas, a estrela da noite foi a espuma de arroz, fez sucesso entre todos, mas eu gostei do cookie com pepitas de chocolate, gelado de baunilha e topping também de chocolate.

No final com o vinho (mas nem todos bebemos porque muitos preferiram cerveja) pagámos 30€ por pessoa, é caro podíamos pensar que si mas não para os preços de Madrid nem para a qualidade da comida.

 

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SINAGOGA SANTA MARIA LA BLANCA – TOLEDO, ESPANHA

Primeiro Sinagoga depois Igreja, Santa Maria a Branca continua a ser um excelente exemplo do movimento mudéjar em Espanha.

O exterior não denuncia a riqueza do seu pequeno interior, que conta com cinco naves separadas por arcos com um formato de ferradura e cuja ligação ao pilar se faz com um detalhe decorativo esculpido em pedra.

First a Synagogue then a church, Santa María la Blanca continues to be an excellent example of the Mudéjar movement in Spain.
The exterior does not denounce the wealth of its small interior, which has five naves separated by arches with a horseshoe shape and whose connection to the pillar is made with a decorative detail carved in stone.

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