



Between Spain & Portugal, Madrid & Lisboa…





Also known as the Church of the Holy Spirit, it’s in a corner beside the Pontifical University and in front of the House of Shells (Casa das Conchas).
On its facade there’s a sculpture and an inscription in honor of the King and Queen responsible for the construction of this Baroque-style church. It was in the seventeenth century and that was King Philip III (also King of Portugal) and his wife was Margaret of Austria. Like other works done by order of Kings, Philip III never got to see this complete since it took a century to be finished.
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De passagem por Bilbao a trabalho, tive a sorte de conhecer este restaurante em Iurreta, o Goiuria. Não sei muito como lá chegámos porque vínhamos de uma reunião, mas fomos subindo pela terra com o mesmo nome até que chegamos a esta casa típica de montanha.

Não estava muito cheio, já eram três da tarde e conseguimos mesa á janela. Simplesmente espectacular. Com uma vista priveligiada sobre Durango, o restaurante já estava a marcar pontos. O País Basco tem um excelente entorno natural, junto á estrada que fizémos podíamos ver vacas, ovelhas, etc.. Muito verde e azul, graças ao céu limpo que conseguimos apanhar.

Também a decoração era moderna e muito acolhedora, quem me levou dizia que nem sempre foi assim e que fizeram obras de certeza porque antes era mais antigo e tinha um ar mais típico.

Íamos com um objectivo: comer o “chuletón” (costeletão). Pedimos um para três pessoas e veio numa chapa que em baixo trazia o carvão para mantê-lo quente. Fazia toda a diferena, desde o cheiro ao sabor…e que sabor! Estava simplesmente espectacular, talvez o melhor “chuletón” que já comi (até melhor do que o que provámos em Béjar)

Para acompanhar umas batatas fritas bem fininhas e uma salada que fez-me lembrar as boas (e simples) saladas que comemos em Portugal, com a alface macia, o tomate maduro e um bom fio de azeite. Aliás, quem ia connosco, para além do “chuletón” trazia na memória a salada.

Ainda tivémos a audácia de pedir “postre”, pedimos duas “tartas de queso” (cheesecake) e um outro que me esqueci do nome (creio que era San Jacob), cuja base é muito parecida ao bolo de aniversário. Foram muito generosos a cortar as fatias, demasiado até porque depois da carne já não havia muito espaço para mais.
Um excelente restaurante, daqueles que dá vontade de recomendar a toda a gente para lá ir porque a comida é boa e fomos sempre bem atendidos, pena que fique a 420km de Madrid.






Nessa mesma rua, está uma estrada fechada ao trânsito e que é utilizada para muitos para actividades como o skate, patins em linha e andar de bicicleta. Também funciona muito bem para as crianças, que podem andar de bicicleta num circuito fechado. Os únicos carros que passam são da policia e passam bastantes…até demais!










Continuamos o nosso percurso, a festa do Outono continua com as gingko, as hayas e as bétulas.




Ontem jantámos neste Bien Me Sabe na Calle General Arrando. Fomos com um grupo de amigos, uma mistura de espanhóis e portugueses, em que apenas três vivíamo em Espanha. A verdade é que quem escolheu o restaurante estava fora do país há algum tempo e queria comer comida típica espanhola…sem ser paella!

Este restaurante, tem o nome de um prato muito conhecido de Cádiz que é o Bienmesabe, um frito de cação muito saboroso, por isso a cozinha da Andaluzia estaria muito presente no seu menú. Chegámos mais cedo e aproveitámos para ficar na “barra” a beber uma “caña” ou uma “clara con limón” e por cortesia servem uma pequena tapa que no nosso caso foi uma salada russa.

Para quem não quer ficar no restaurante, a barra tem uma ementa própria dentro de tudo o que é típicamente espanhol e onde também se pode provar um pouco do que servem na sala. A decoração é minimalista, são as fotografias de espectáculos de sevilhanas que vão preenchendo as paredes, mas tudo com muito bom gosto.

Pedimos vários pratos para provar, entre eles o Bienmesabe, os “calamares” fritos, umas gambas cozidas (estavam óptimas), uns ovos fritos com batatas (coisa mais que típica) e entrecote com molho de pimenta. Estava tudo muito bom e depois vieram as sobremesas, a estrela da noite foi a espuma de arroz, fez sucesso entre todos, mas eu gostei do cookie com pepitas de chocolate, gelado de baunilha e topping também de chocolate.
No final com o vinho (mas nem todos bebemos porque muitos preferiram cerveja) pagámos 30€ por pessoa, é caro podíamos pensar que si mas não para os preços de Madrid nem para a qualidade da comida.
VER GUIA DA CIDADE:

O exterior não denuncia a riqueza do seu pequeno interior, que conta com cinco naves separadas por arcos com um formato de ferradura e cuja ligação ao pilar se faz com um detalhe decorativo esculpido em pedra.
First a Synagogue then a church, Santa María la Blanca continues to be an excellent example of the Mudéjar movement in Spain.
The exterior does not denounce the wealth of its small interior, which has five naves separated by arches with a horseshoe shape and whose connection to the pillar is made with a decorative detail carved in stone.
Continue a ler “SINAGOGA SANTA MARIA LA BLANCA – TOLEDO, ESPANHA”