do: PRAÇA GUTENBERG – ESTRASBURGO, FRANÇA

Quando chegámos a Estrasburgo estacionámos o carro nesta praça, o nosso principal objectivo era visitar a Catedral mas a verdade é que acabámos por ficar um pouco mais a conhecê-la.
Ao centro a estátua do homem que dá o nome á praça: Johannes Gutenberg. Nascido na Alemanha, ele foi o inventor da prensa móvel e foi o mote da Revolução da Imprensa, estávamos no século XV em que uma cópia do livro era feita á mão e o prazo de entrega era: eternidade. Com a sua invenção tornou-se mais fácil fazer cópias de livros e imprimir boletins informativos, começa a era da informação.
Quando se muda para Estrasburgo começa a produzir uma cópia da Biblia, na altura demorou 5 anos a fazer e tirou o emprego aos monges.
 
When we arrived in Strasbourg we parked the car in this square, our main objective was to visit the Cathedral but the truth is that we ended up staying a little longer to know it.
At the center the statue of the man who gives the name to the square: Johannes Gutenberg. Born in Germany, he was the inventor of the printing press and  was the motto for the Revolution of the Press, we were in the fifteenth century in which a copy of the book was done by hand and it was delivery time: eternity. With his invention  it became easier to make copies of books and print newsletters, the information era begins.
When moving to Strasbourg he begins producing a copy of the Bible, that time it took 5 years to make and the monks were out of a job.

Fomos na época da Páscoa e havia do pequeno mercado com decorações alusivas a época e os tradicionais ovos de chocolate, para além de alguns divertimentos para crianças como um carousel.
Um dos edificios mais importantes da praça é o da Câmara de Comércio e Indústria de Estrasburgo. Antes de ser a sede para Câmara de Comércio funcionava como Câmara Municipal tornando-a praça num dos locais mais importantes da cidade. O seu estilo arquitectónico deriva do renascentismo alemão.
Também da praça começamos a ver a Catedral já que a Rue Merciere sai da Place Gutenberg até á praça onde está fica este importante monumento de Estrasburgo. 
 
We went at Easter time and there was a market with small decorations alluding season and the traditional chocolate eggs, plus some amusements for children like a carousel.
One of the most important buildings of the square is the Chamber of Commerce and Industry of Strasbourg. Before being the headquarters for the Chamber of Commerce it was the Town Hall making this square one of the most important places of the city. Its architectural style is derived from the German Renaissance.
Also from the square we can see the Cathedral as the Rue Merciere comes out of the Place Gutenberg until the square where it’s located this important monument of Strasbourg.
 
 
 
 
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GOIURIA, DURANGO, ESPANHA

De passagem por Bilbao a trabalho, tive a sorte de conhecer este restaurante em Iurreta, o Goiuria. Não sei muito como lá chegámos porque vínhamos de uma reunião, mas fomos subindo pela terra com o mesmo nome até que chegamos a esta casa típica de montanha.

Não estava muito cheio, já eram três da tarde e conseguimos mesa á janela. Simplesmente espectacular. Com uma vista priveligiada sobre Durango, o restaurante já estava a marcar pontos. O País Basco tem um excelente entorno natural, junto á estrada que fizémos podíamos ver vacas, ovelhas, etc.. Muito verde e azul, graças ao céu limpo que conseguimos apanhar.

 

Também a decoração era moderna e muito acolhedora, quem me levou dizia que nem sempre foi assim e que fizeram obras de certeza porque antes era mais antigo e tinha um ar mais típico.  

Íamos com um objectivo: comer o “chuletón” (costeletão). Pedimos um para três pessoas e veio numa chapa que em baixo trazia o carvão para mantê-lo quente. Fazia toda a diferena, desde o cheiro ao sabor…e que sabor! Estava simplesmente espectacular, talvez o melhor “chuletón” que já comi (até melhor do que o que provámos em Béjar

Para acompanhar umas batatas fritas bem fininhas e uma salada que fez-me lembrar as boas (e simples) saladas que comemos em Portugal, com a alface macia, o tomate maduro e um bom fio de azeite. Aliás, quem ia connosco, para além do “chuletón” trazia na memória a salada. 

Ainda tivémos a audácia de pedir “postre”, pedimos duas “tartas de queso” (cheesecake) e um outro que me esqueci do nome (creio que era San Jacob), cuja base é muito parecida ao bolo de aniversário. Foram muito generosos a cortar as fatias, demasiado até porque depois da carne já não havia muito espaço para mais.

Um excelente restaurante, daqueles que dá vontade de recomendar a toda a gente para lá ir porque a comida é boa e fomos sempre bem atendidos, pena que fique a 420km de Madrid.

PARQUE DO OESTE, MADRID, ESPANHA

Folheando o Guia del Ócio, vejo uma referência a este parque que já tinha visto uma parte quando fomos ver o Templo de Debod. Nessa artigo, falavam da beleza da transformação de algumas árvores na estação de Outono e as cores que proporcionam, as que sempre associamos a esta época do ano.
O Retiro continua a retirar protagonismo aos demais, mas o grande bosque que atravessamos neste parque é verdadeiramente impressionante e por mais que o procuremos no primeiro a verdade é que não o encontraremos. 
O seu arvoredo, variado e abundante proporciona no Verão uma agradável sombra e um relvado onde se pode ler um bom livro e fazer um piquenique, já o no Outono é um festival de cores. Há uma espécie que sobressai: o Ginkgo! Com as suas folhas em forma de leque, que passam de verdes a amarelas tornam-se a principal estrela do jardim. Começámos o passeio ao parque pela rotunda de São Vicente onde está a Fonte dedicada ao arquitecto Juan de Villanueva (o que desenhou o edificio onde hoje está instalado o Museu do Prado e entrámos pelo Paseo de Camoens.

 

Nessa mesma rua, está uma estrada fechada ao trânsito e que é utilizada para muitos para actividades como o skate, patins em linha e andar de bicicleta. Também funciona muito bem para as crianças, que podem andar de bicicleta num circuito fechado. Os únicos carros que passam são da policia e passam bastantes…até demais!

Na rotunda do Maestro, uma estátua de homenagem a Miguel Hidalgo. Uma curiosa oferta do México a Espanha, já que Hidalgo foi um grande impulsor da Independência Mexicana (apesar de ter sido outro a conquistá-la) e foi executado por defendê-la. Aos seus pés pode ler-se: “Siendo contra los clamores de la naturaleza, el vender de los hombres quedan abolidas las leyes de esclavitud”.
Neste momento decidimos entrar nos caminhos sinuosos deste parque de estilo inglês. Entramos no bosque cerrado, onde um pequeno riacho, umas pontes de madeira e várias espécies de árvores garantem o seu encanto.

Enquanto andamos pelo parque custa acreditar que um dia foi um cenário de confrontos na Guerra Civil Espanhola e mesmo com a sua reconstrução algumas marcas (os bunkers) ficaram para não esquecer e não repetir. Passámos pelo monumento ao Doctor Federico Rubio y Gali, um médico espanhol que fundou a Escola Livre de Cirúrgia e Medicina de Sevilha.

Vamos aproximando-nos de Moncloa, o seu farol marca a paisagem por entre o rico arvoredo do parque e um pequeno lago com um repuxo complementa o cenário. A grande estrutura de 100 metros de altura está fechada ao público, creio que continuam as obras mas que estaria previsto reabrir no final deste ano, se assim for quem visita Madrid pode usufruir de uma excelente vista sobe a cidade.
Junto á movimentada estrada, uma das principais artérias para entrar na cidade de Madrid, está o monumento a Jose de San Martin, outro líder da revolução pela independência da Argentina contra Espanha.

E do mesmo parque podemos ver o Arco da Vitória ou a Porta de Moncloa fica na praça com o mesmo nome, é ele que dá as boas vindas á cidade para quem vem do norte de Madrid mas representa também uma época que os espanhóis preferem ignorar uma vez que foi Franco que o mandou construir em 1956.

Voltámos a descer até ao nosso ponto de partida, pelo caminho mais importantes figuras da história de Espanha e da sua cultura. Outra dessas figuras é a de José Gervásio Artigas, um importante militar uruguaio que lutou contra os espanhóis. Pareceu-nos bastante admirável que em Madrid, a capital se faça homenagem a figuras que lutaram pela independência contra Espanha.

Continuamos o nosso percurso, a festa do Outono continua com as gingko, as hayas e as bétulas.

Nova paragem, desta vez um monumento a Miguel Hernández, um conhecido poeta espanhol. Nele está um excerto seu de um poema dedicado á cidade. No final uma paragem no parque infantil. Muito ficou por visitar neste parque ainda mas oportunidades não faltaram, a zona da “rosaleda” merece uma visita na Primavera quando as flores estão na sua época de maior esplendor.

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BIEN ME SABE, MADRID, ESPANHA

Ontem jantámos neste Bien Me Sabe na Calle General Arrando. Fomos com um grupo de amigos, uma mistura de espanhóis e portugueses, em que apenas três vivíamo em Espanha. A verdade é que quem escolheu o restaurante estava fora do país há algum tempo e queria comer comida típica espanhola…sem ser paella!

Este restaurante, tem o nome de um prato muito conhecido de Cádiz que é o Bienmesabe, um frito de cação muito saboroso, por isso a cozinha da Andaluzia estaria muito presente no seu menú. Chegámos mais cedo e aproveitámos para ficar na “barra” a beber uma “caña” ou uma “clara con limón” e por cortesia servem uma pequena tapa que no nosso caso foi uma salada russa.

 

Para quem não quer ficar no restaurante, a barra tem uma ementa própria dentro de tudo o que é típicamente espanhol e onde também se pode provar um pouco do que servem na sala. A decoração é minimalista, são as fotografias de espectáculos de sevilhanas que vão preenchendo as paredes, mas tudo com muito bom gosto. 

Pedimos vários pratos para provar, entre eles o Bienmesabe, os “calamares” fritos, umas gambas cozidas (estavam óptimas), uns ovos fritos com batatas (coisa mais que típica) e entrecote com molho de pimenta. Estava tudo muito bom e depois vieram as sobremesas, a estrela da noite foi a espuma de arroz, fez sucesso entre todos, mas eu gostei do cookie com pepitas de chocolate, gelado de baunilha e topping também de chocolate.

No final com o vinho (mas nem todos bebemos porque muitos preferiram cerveja) pagámos 30€ por pessoa, é caro podíamos pensar que si mas não para os preços de Madrid nem para a qualidade da comida.

 

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SINAGOGA SANTA MARIA LA BLANCA – TOLEDO, ESPANHA

Primeiro Sinagoga depois Igreja, Santa Maria a Branca continua a ser um excelente exemplo do movimento mudéjar em Espanha.

O exterior não denuncia a riqueza do seu pequeno interior, que conta com cinco naves separadas por arcos com um formato de ferradura e cuja ligação ao pilar se faz com um detalhe decorativo esculpido em pedra.

First a Synagogue then a church, Santa María la Blanca continues to be an excellent example of the Mudéjar movement in Spain.
The exterior does not denounce the wealth of its small interior, which has five naves separated by arches with a horseshoe shape and whose connection to the pillar is made with a decorative detail carved in stone.

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Parlamento Europeu – Estrasburgo, França

Com frequência ouvimos notícias sobre o Parlamento Europeu e as decisões que ali são tomadas, por isso uma ida a Estrasburgo supõe para além da visita á Catedral uma passagem pelo local onde construiram um complexo de edificios onde para além do Parlamento está também o Palácio dos Direitos do Homem.
Often we hear news about the European Parliament and the decisions that are made there, so a trip to Strasbourg supposed beyond the visit to the Cathedral by a passage where a complex of buildings built beyond where Parliament is also the Palace of Rights Human.

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Catedral de Nossa Senhora – Estrasburgo, França

Nem consigo contar as voltas que dei para tentar fotografar a fachada desta Catedral, outrora o edificio mais alto do mundo e cuja torre tem cerca de 142 metros de altura. A largura da praça onde está também não permite ganhar mais distância para o fazer mas a verdade é que só da Praça de Gutenberg (pela Rue Merciére) consegui uma aproximação.
Objectivos fotográficos á parte, a verdade é que esta catedral impressiona não só pela sua dimensão como por todo o detalhe e trabalho colocado na sua impressionante fachada de estilo Gótico.
 
I can not even count the turns I gave to try to photograph the facade of this cathedral, once the world’s tallest building whose tower is about 142 meters tall. The width of the square where it is also does not allow to gain more distance to do so but the truth is that only from the Gutenberg square (along Rue Merciere) I was able to get it.
Photographic objectives aside, the truth is that this cathedral is impressive not only for its size as for all the detail and work put in its stunning Gothic facade.

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Calle Serrano – Madrid, Espanha

A Serrano é uma das ruas mais conhecidas de Madrid no que diz respeito a compras. Passear por ela é para muitos um prazer e para outros uma tortura, sabendo que não terão nenhuma condição de comprar algo nas suas lojas.

As principais marcas de luxo têm aqui as suas lojas e talvez só a Ortega y Gasset podem competir com ela. Uma tem Loewe a outra Chanel e a Cartier por via das dúvidas fica na esquina de ambas.

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CALLE GOYA – MADRID, ESPANHA

A primeira vez que andei pela Calle Goya foi em Junho de 2008 e dessa altura ficou a noção de que era a rua onde podíamos encontrar boas sapatarias com preços baratos. Três anos mais tarde e apesar de as ter, percebo que tem muito mais que isso. Pode não ter o mesmo glamour das “calles” vizinhas, a Velázquez divide-a em dois e a proximidade á Serrano, faz com que essas duas metades (de tamanhos diferentes é um facto) tenham um tipo de lojas diferentes.

Nós entrámos na rua um pouco acima da Nuñez Balboa, eu estava á procura da Blanco porque queria comprar um coisa e começámos a subir para depois voltar a descer. É o encanto da Goya, ao lado de uma loja mais comercial podemos encontrar outra que está já mais próximo de um conceito de luxo.

 
E ainda encontrar lojas com algumas “curiosidades”, como uma onde entrámos para comrar uns botões de punho em forma de Vespa. Poderia parecer algo de mau gosto mas ao vê-los aplicados numa camisa percebemos que lhes dá mais personalidade. 
Numa esquina está La Distribuidora, que nesta altura me parece o local ideal para ganhar ideias para as compras de Natal. Aqui encontramos de tudo, utilidades e inutilidades com um ar vintage. Desde telefones em forma de sapato a caixas com estampas de Nova Iorque, se não queremos comprar nada o ideal é nem entrar, porque dá vontade de comprar alguma coisa.
Se a fome impede de caminhar mais, sempre se pode comer uma tapa no La Casa del Abuelo.  A grande especialidade são as gambas, que pelo o seu tamanho têm nomes diferentes: gambas, lagostinos (que são o mais parecido á nossa gamba) e os carabineros (que são uns maiores mais rosados). E para sobremesa uma paragem na pastelaria Viena Capellanes, onde a montra já faz água na boca. Tem um pouco de tudo desde toucinho do céu, passando pelo famoso “bizcocho” ao petisú de natas e o que me chamou realmente a atenção foi uma tartelete de fruta.

 
Mas para quem procura as grandes marcas comerciais não terá problemas em procurá-las na Calle Goya, elas estão lá. Zara, Blanco, Massimo Dutti, Women’s Secret, entre outras têm as suas portas abertas aqui. E para mim esta é uma excelente alternativa á Gran Via, sempre muito cheia de gente aos Sábados tornando a experiência de compra mais stressante.  

 

Também com loja aqui, está a Hakei, uma das minhas lojas preferidas e onde ainda não fui capaz de comprar nada (parece tonto) mas a verdade é que ainda não encontrei coragem para gastar tanto dinheiro numa peça de roupa ainda que seja diferente de tudo o que encontramos e é aí que está o seu encanto. 

 
A meio da rua está a Igreja de la Concepción, um monumento religioso que interrompe a habitual arquitectura. Do outro lado da rua, uma Zilian. Que outra rua poderia a famosa marca portuguesa (que fazia com que muitas colegas minhas de trabalho fizessem romarias até á sapataria) abrir portas? Calle Goya. E é sempre bom ver um conceito português que é ganhador tanto dentro como além fronteiras. 

Atravessamos a Velázquez e continuamos pela Goya entrando numa zona de lojas um pouco mais cara. Aqui está o El Jardin de Serrano, um centro comercial com várias lojas entre elas a Façonable e a Globe. Para além de uma Mallorca onde se pode parar para comer um delicioso croissants com fiambre e queijo brie, ou um pãozinho de sementes com rosbife. 
E com a aproximação á Serrano, já encontramos as grandes marcas internacionais como a Prada e a mais luxuosa ainda, Loewe cuja loja ocupa uma esquina entre as duas ruas. 

  

 

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MARUJITA’S KITCHEN, MADRID, ESPANHA

Classificando-se como um gastrobar, a Marujita’s Kitchen está no bairro certo: Salamanca (na Calle Hermosilla).

O espaço não é muito grande tornando-o mais acolhedor. Tem uma “barra” onde ao pedir a bebida oferecem um pincho á escolha. Quando chegámos antes do almoço ficámos nesta zona para provar os pinchos, comemos o de tortilla com “trigueros” (espargos) e o de “pisto” (um misto de verduras) com ovo de codorniz.

 

Sentámo-nos depois na pequena sala do restaurante para almoçar. Ao todo tinha três mesas de quatro e uma de dois, parecia um espaço muito “exclusivo” mas a verdade é que não encheu muito, nem nos pareceu ter gente á espera.

Éramos quatro e pedimos um hamburguer, um polvo assado e o entrecote argentino (que recomendam para duas pessoas), apesar de pouco generosas o sabor compensava por essa falha. Eu comi o polvo, estava delicioso com uma mistura de azeita e pimentão doce. Provei também o entrecote que era bastante bom.

As sobremesas (a uma média de preço de 6€ cada) tinham excelente apresentação, pedimos para dividir um Cheesecake a que chamaram de destructurado (porque não vinha sólido), um crême brulêe trufado com frutos vermelhos e uma a que chamavam “nuestra muerte” por chocolate que era um “petit gateau” com mousse de chocolate.

 

 

 

Website: http://marujitaskitchen.com/