do: CANAIS DE BRUGES – BÉLGICA

Visitar a cidade a que chamam a Veneza do norte pode ser como refere o Lonely Planet uma experiência espantosa e ao mesmo tempo cheia de turistas e segundo eles um pouco…falsa! Não entendi bem esta referência, a verdade é que não vi nada de falso em Bruges pelo contrario. É verdade que estava cheia de gente o que não ajuda a tirar o melhor partido dela, mas e Veneza?
Eu achei Bruges “preciosa” como dizem os espanhóis e foi o melhor da nossa viagem de 4 dias onde estivémos em Bruxelas, Bruges, Antuérpia, Colónia e Luxemburgo (e Echternach).
 
Visiting the city they call the Venice of the north can be as Lonely Planet referred to a wonderful experience yet full of tourists and according to them a little fake! I don’t quite understand this reference, the truth is haven’t seen anything false in Bruges on the contrar. It is true that it was crowded and it doesn’t help much but what about Venice?
I tought it was great and the highlight of our 4 days trip where we went to Brussels, Bruges, Antwerp, Koln and Luxembourg (and Echternach).

E creio que o que lhe confere tanto encanto e beleza, para além das lojas e cafés que dão vontade de entrar em todas, são os canais. Com uma presença mais discreta que em Veneza é certo mas quando os vemos não podemos deixar de parar, tirar uma foto e apoiar os braços num parapeito para ficar ali apenas a…disfrutar.
Acredito que sejam eles que podem compensar a agitação provocada pelos grande aglomerados de gente, por minutos contemplamos só aquela paisagem e esquecemos que umas dezenas se acotovelam atrás para tentar roubar o nosso lugar.
 
And I think what gives it so much charm and beauty, beyond the shops and cafes that make us want to indulge in all, are the channels. With a presence more discreet than Venice but when we see them you can not help but stop, take a picture and put your arms to a windowsill and just stand there enjoy.
I believe they are those who can compensate for the agitation caused by large clusters of people, for minutes you can contemplate the landscape and forget that tens jostle to try to steal our place.
 
Faltou um dia mais solarengo para realçar ainda mais a beleza da cidade mas no Inverno não podemos pedir muito e até tivémos sorte porque não choveu.
Há possibilidade de explorar os canais de barco, há alguns operadores e creio que todos saiem mais ou menos do mesmo sitio mas as filas são realmente proibitivas e se todos os guias dizem que é “indispensável” quando vimos os barcos cheios de gente que estava sentada de forma tão apertada para rentabilizar a viagem levou-nos a pensar até que ponto iríamos mesmo disfrutar do passeio. 
 
A sunny day was missing to further highlight the beauty of the city but in the winter we can not ask for much, and we were even lucky because it didn’t rain.
There is the possibility of exploring the canals by boat, there are some operators and I believe all come out more or less of the same place but the queues are really prohibitive and if all of the guides say it is essential when we saw the boats full of people who sat so tight to monetize the trip led us to think how far we would even enjoy the ride.
Ficámos em terra e não houve grande arrependimento, talvez numa próxima visita com um dia de sol e tentando marcar com antecipação.
 
We stayed on the ground and there was no great regret, perhaps a future visit with a sunny day and trying to book ahead. 
 

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GIANGROSSI – MADRID, ESPANHA

A seguir ao almoço na “pulperia” passeámos no bairro de Salamanca em Madrid, fizémos umas comprinhas e parámos na Giangrossi para comer um gelado. Mas gelado no Inverno? Quando são cremosos como os da Giangrossi podemos comer todo o ano.

Da última vez que tinha estado em Madrid e nesta zona procurei pela gelataria numa esquina da Velazquez e não a encontrei. Teria fechado pensei? Porquê se os gelados eram bons e estava sempre cheia? Pois a verdade é que está no mesmo sítio mas no outro lado da rua, a mesma esquina mas agora em vez do lado direito está do lado esquerdo. Não entendi a mudança estratégica, também não será para entender presumo que o que agora ali está é do mesmo grupo e terá outra função.

O que sim noto é um espaço mais pequeno mas não faz grande diferença, a qualidade dos gelados felizmente é a mesma. Por 4€ (não é barato é verdade) comemos duas bolas em copo ou cone. Escolhi morango (o meu sabor de referência com outras gelatarias) e o doce de leite. Este último sabia bastante a doce de leite ou seja era bastante intenso o que a mim me agrada mas presumo que não seja para todos. O morango é óptimo mas não é o melhor de sempre, não faz mal também não lhe exijo que seja, na realidade não conheço muitas gelatarias em Madrid (um campo a explorar) mas esta é a única onde vim uma vez e volto sempre. 

E o bom é que não tem só gelados, têm bolos e tartes deliciosos. E no Verão a esplanada é mais que convidativa.

Our Guide of:
http://hojeconhecemos.blogspot.com.es/p/madrid.html

PULPERIA VILA LUA – MADRID, ESPANHA

Uma comida que muito apreciamos de Portugal é a saladinha de polvo, fresquinha com um bom azeite e cebola era uma boa entrada. Andávamos com saudades de comer uma mas na realidade em Espanha não é fácil encontrá-la o mais próximo é o “pulpo a gallega”. Na realidade os galegos assumem-se como os especialistas a cozinhar polvo e (quase) nunca falham o bom ponto de cozedura o que significa que sempre podemos esperar comer um polvo tenro e saboroso.
Mas atenção, tem que ser num galego senão corremos o risco de comer algo menos bom.

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Galeries Royales St. Hubert – Bruxelas, Bélgica

Para mim uma das curiosidades de Bruxelas foi a quantidade de centros ou galerias comerciais que se criaram em passagem dentro de prédios. É uma maneira interessante de atravessar uma rua sem ter que ir dar a volta a um quarteirão, é mais abrigado e ainda para mais podemos ver montras.
Estas em particular foram construídas com o objectivo de dar uma passagem alternativa ás ruas sinuosas e ruidosas da cidade. Neste caso o luxo está presente não só no seu trabalho de arquitectura como também no tipo de lojas que oferece.
For me one of the curiosities of Brussels was the number of centers or shopping arcades that were created in the passage within buildings. It’s an interesting way to cross the street without having to go around a city block, is more sheltered and mostly we can see the shop windows.
These in particular were built with the aim of providing an alternative passage winding streets and noisy city. In this case the luxury is present not only in his architectural work but also the types of stores that it offers.

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GRASMARKT – BRUXELAS, BÉLGICA

Também conhecida pela Rue du Marché Aux Herbes é uma animada rua comercial que fica a dois passos da Grand Place.
Aqui não encontramos as Zaras nem as H&M, as lojas são mais pequenas mas muito apelativas. Há também alguns restaurantes na rua e claro não podiam faltar as chocolatarias que vendem os famosos chocolates da região.
Also known by the Rue du Marché aux Herbes is a lively shopping street which is within walking distance of the Grand Place.
Here we won’t find the Zaras or the H&M the stores are smaller but very appealing. There are also a few restaurants on the street and of course one could not miss the famous chocolatiers selling the chocolates in the region
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sleep: NH ATLANTA – BRUXELAS, BÉLGICA

Para passar uma noite em Bruxelas escolhemos o hotel NH Atlanta na Boulevard Adolf Max que ficava a uns dez minutos a pé da famosa Grand Place. Na realidade não podemos falar muito sobre este hotel porque ficámos muito pouco tempo hospedados, chegámos da estação de comboios deixámos a mala e fomos conhecer a cidade.
 
To spend a night in Brussels we chose the NH Atlanta on the Adolf Max Boulevard which was about ten minutes walk from the famous Grand Place. In reality we can not talk much about this hotel because we stayed for a short time, we reached the train station we left the suitcase there and went around the city.

O nosso quarto era grande e confortável, não gostei muito da decoração do hotel mas não seria por isso que eu deixaria de ficar aqui outra vez. Como a cadeia é espanhola na recepção sempre há alguém que fala o idioma se bem que para os que falam inglês por exemplo é indiferente, suponho que os espanhóis valorizem muito mais este aspecto.
O quarto ficou por 70€ a noite e sem pequeno-almoço, como fica numa rua de comércio e restaurantes encontrámos com facilidade um sitio barato para comer.
 
Our room was large and comfortable, I did not like the decor of the hotel but it would not give us a reason not to stay here again. As the chain is spanish in the reception there is always someone who speaks the language well to those who speak English for example it does not matter, I suppose the Spaniards value more this aspect.
The room was € 70 per night without breakfast, as is a street of shops and restaurants easily found a place to eat cheap.
 
 

Website: http://www.nh-hotels.com/nh/en/hotels/belgium/brussels/nh-atlanta-brussels.HTML

Our Guide:

MUSEU DO TEATRO ROMANO DE LISBOA, PORTUGAL

Na nossa última visita a Lisboa antes do Natal fizémos um passeio pela cidade onde sem o ter planeado viémos parar ás ruinas do Teatro Romano. Lembro-me quando numa visita da escola visitámos o espaço parece que pouco ou nada mudou porque para entender que ali esteve em tempos um teatro temos que puxar muito pela imaginação.

Foi construído na época do Imperador Augusto e remodelado ao longo dos anos até que caiu no abandono e foi descoberto depois do Terramoto de Lisboa. Aparentemente uma estrada divide o teatro em dois e do lado direito podemos ver um edificio típico lisboeta onde está instalado o Museu. 

 

 

Passando para esse edificio podemos ver a continuação das escavações do Teatro e pequenas salas de exposição de objectos que ali foram recolhidos e uns painéis interactivos que forneciam mais informações sobre o local. 

 

Mas pareceu-me que a atracção principal era mesmo o pequeno miradouro que nos permitia disfrutar uma vez mais de uma bela vista sobre a cidade e o rio Tejo além de podermos ver a margem sul. 

 

Havia ao lado uma pequena sala cujas paredes tinham pinturas decorativas, não percebemos muito bem o objectivo da sala e também não estava ninguém para nos explicar, tinha mesas e cadeiras e presumimos que fosse para aproveitar o espaço e a vista lendo um livro. Uma coisa é certa mais meia dúzia de mesas fora e podiam montar aqui um pequeno café com muito charme.

 

AUX ARMES DES BRUXELLES – BRUXELAS, BÉLGICA

A Rue des Bouchers é talvez a mais conhecida de Bruxelas para encontrar um restaurante e comer as famosas “moules” (mexilhão), como em tudo tem pontos positivos e pontos negativos. A estreita rua enche-se de turistas e os restaurantes expõem nas suas montras o seu marisco, colocando empregados a “venderem” a ementa. Não começamos bem, diz a regra que se tem que te chamar para comer é porque alguma coisa se passará…
The Rue des Bouchers is perhaps the best known from Brussels to find a restaurant and eat the famous “moules” (mussels), as in everything it has positives and negatives. The narrow street is filled with tourists and restaurants display in the Windows their seafood, putting their employees to “sell” the menu. This did not start well, the rule says that if one has to call you to eat it’s because something is wrong …

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MANNEKEN PIS – BRUXELAS, BÉLGICA

Também conhecido por Petit Julien, o Manneken Pis é um fenómeno e um símbolo da Bélgica. A verdade é que custa a acreditar que uma escultura de pouco mais de 30cm de um menino a fazer xixi pudesse ter tanto impacto na cultura de um país. E digam o que disserem sobre o seu tamanho a verdade é que uma vez em Bruxelas é indispensável vê-lo pelo menos uma vez.
Also known as Petit Julien, the Manneken Pis is a phenomenon and a symbol of Belgium. The truth is that is hard to believe that a sculpture of a little more than 30cm from a boy making pee could have such impact on the culture of a country. And say what you will about his size the truth is that once in Brussels it’s essential to see him at least once.

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Grand Place – Bruxelas, Bélgica

Na fase de planeamento da nossa curta viagem á Bélgica (mais para ver os mercados de Natal) fomos ouvindo várias opiniões que diziam que Bruxelas não tinha grande interesse (“É feia” – ouvi até) e para nos centrarmos em Bruges e Ghent. Tenho cá para mim que não há cidades feias ou desinteressantes mas sim experiências dentro delas que marcam a nossa opinião. Bruxelas é uma cidade bonita, á sua maneira e a percepção de beleza vai da mão (e do olhar) de cada um.

At the planning stage of our short trip to Belgium ( to see the Christmas markets) we were listening to various opinions that said Brussels had no great interest (“It’s ugly” – I heard) and we focus in Bruges and Ghent. I have to myself that there are no ugly cities or uninteresting but experiences within them that mark our opinion. Brussels is a beautiful city, in it’s own way and the perception of beauty goes of the taste (and look) of each individual.

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