do: VALDESQUI – MADRID, ESPANHA

Hoje esquiámos na estância de Valdesqui que fica a uma hora de carro da cidade de Madrid.

É pequena se a compararmos com Serra Nevada por exemplo, mas a verdade é que a pouco tempo de Madrid não podíamos exigir muito mais. Para “matar o bicho” como se costuma dizer, serve perfeitamente. Mas para quem tem um nível de ski mais avançado acredito que se torne um pouco…aborrecida. Tem pistas azuis e verdes, algumas das azuis começam como vermelhas mas em troços muito curtos.
 
Today skied the resort Valdesquí which is an hour drive from the city of Madrid.
It is small if we compare it with Sierra Nevada for example, but the truth is that it’s close to Madrid could not demand more. To just go down a couple of tracks it is perfectly fine. But for those on a more advanced level of skiing I believe that it can become a bit boring. It has blue and green tracks, some of the blue begin as red but in very short sections.

Tivémos muita sorte com o tempo estava um sol fabuloso e até algum calor o que mais a meio da tarde fazia piorar as condições da neve. 
As infraestruturas ajustam-se á dimensão da estância, tinha duas cafetarias e logo por azar escolhemos a pior que fica a meio da estância, ficámos com a sensação que a melhor seria a de baixo junto ás escolas, bilheteiras, etc.. Na que fomos só havia a chamada comida de “basura”, podíamos escolher entre um “perrito caliente” (cachorro quente) ou uma sandes de tortilla, tudo coisas leves. As batatas fritas e outras bebidas como Coca-cola eram compradas em máquina. Os horários também estranhos, fechavam ás 15h30.

We were very lucky with the weather it was a fabulous sun and it was even hot wish in the afternoon made the snow conditions worse.
The infrastructure matches the size of the sky station it had only two cafeterias and unluckily we picked the worst that is in the middle of the resort, we got the feeling that the best would be close down the schools, ticket sales, etc. .. In this one they only had junk food, we could choose between a hot dog or a tortilla sandwich, all light things. The chips and other drinks like Coca-Cola have to be bought from a machine. Also time schedule was also strange as it closed at 15.30 hours.

Já a estância fecha ás 16h30, sendo que a última subida é ás 16h00.

The station closes at 16h30 and the lifts go up one last time at 16h00.

Website: http://www.valdesqui.es/pistas.php

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LAS ROZAS VILLAGE, LAS ROZAS, MADRID

A uns 20-25 minutos de Madrid está um centro comercial ao ar livre que se chama Las Rozas Village.

Mas não é um centro qualquer é um outlet onde muitas marcas de luxo marcam presença. Há por isso romarias até este local para tentar encontrar “pechinchas” dentro de lojas como Ralph Lauren, Michael Kors (Acessórios), Pepe Jeans, Levi’s, Bimba & Lola, TNC entre muitas outras.

 

Um coisa é certa, quando digo que trabalho para esta zona logo me dizem que sabem perfeitamente onde fica por causa do abençoado outlet. A única coisa que consegui comprar aqui foi um brinquedo para o meu filho na Imaginarium que também tem aqui uma loja outlet, porque nem só de roupa vive o espaço, tem também uma livraria por exemplo e um café para almoçar, um quiosque que vende gelados. O espaço é por isso muito agradável principalmente com bom tempo. 

Ia de máquina em punho e fui proibida de fotografar, apesar de ser um espaço ao ar livre não deixa de ser privado e dentro dos centro comerciais está proibido tirar fotos, nunca entendi muito bem o porquê desta regra mas lá têm os seus motivos.

MISTER INDIA – MADRID, ESPANHA

Hoje conhecemos…o restaurante Mister India em Lavapiés.

Na nossa busca para encontrar um indiano de confiança aonde podemos de vez em quando matar saudades de um bom caril ou Tikka Massala, fomos a Lavapiés. Este bairro multicultural, com gente de todos os continentes, sendo que os que vemos mais na rua são orientais, indianos e africanos.
Abundam restaurantes indianos, assim sendo fomos ver se encontrávamos algum bom. Eu levava indicações para o Baisakhi Indian, isto depois de tentar marcar mesa em uns mais chiques como Annapurna (que fecha o Sábado) e o Tandoori Station (que vou viver muito bem sem o conhecer), decidimos ir ao mais bairrista e de cozinha caseira.
Ao procurar o que tínhamos em mente, encontramos este o Mister India. Tinha boa aspecto, alguns clientes lá dentro (poucos porém mas estavam todos vazios) e entrámos á descoberta. 

Assim que entramos, o marido fica encantado com a televisão a passar videos músicais da India, uma espécie de MTV em que claramente se vê as influências ocidentais na cultura indiana, para além disso se tem Cobra já é bom. E existirá algum que não a tenha?
Quanto a comida, não é o melhor indiano que alguma vez fomos (o melhor para nós é em Cascais) mas também não desiludia muito, para matar o “bicho” funcionou muito bem. O atendimento era rápido e com simpatia q.b., também não tinha muita gente mas depois de sairmos passámos por outros que nem um cliente tinham. 
Comemos o papari que trouxe para a mesa, um “garlic nan”, o marido pediu um caril de gambas que disse que estava bom excepto as gambas não eram de grande qualidade, eu pedi o “chicken tikka masala” que estava bom, no entanto já comi melhor.
Comida caseira para dois por 40€ no centro de Madrid…pareceu-nos bem, mas vamos ter que experimentar o outro recomendado para realmente decidir qual o indiano da nossa lista habitual.
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CLERICÓ, LAS ROZAS, ESPANHA

Hoje conhecemos…o restaurante Argentino, Clericó.

Na nossa ida ao Heron City em Las Rozas aproveitámos para almoçar aqui porque não conhecíamos, sempre que vamos comemos no asiático (que tem “buffet” e é muito bom). 

Assim que entramos sentimos o bom acolhimento tanto de quem atende como da decoração do espaço. 

Pedimos um “lomo fileteado” cuja suculenta imagem na carta parecia uma coisa e o resultado final não era bem o esperado. A verdade é que de outros argentinos onde comi aqui em Madrid, este estava ao mesmo nível de preços mas alguns abaixo em termos da qualdade da comida.

A carne não era muito saborosa (para o que uma carne argentina costuma ser) e talvez por isso tivessem exagerado no sal, além disso vinha mal cortada, a imagem mostrava filetes ou seja algo mais fino, mas o seu corte quase chegava á grossura de um “solomillo”. Devo admitir que as expectativas eram elevadas e não se cumpriram. 

Depois para sobremesa pedimos um crepe com doce de leite.

No final creio que pagámos 60€ pelos dois, sem vinho nem entradas…carote! Normal para um argentino infelizmente.

NEVERLAND, LAS ROZAS, ESPANHA

Hoje conhecemos…a Neverland no Heron City de Las Rozas. 

 

O que fazer a um Domingo chuvoso?

Se temos filhos uma das hipóteses é ir á Neverland, um espaço para todas as idades com divertimentos para crianças e adultos. 

 

Para as crianças há uma série de carrouseis e balouços, para os adultos o bowling e algumas máquinas.

O seu funcionamento é simples, compramos um cartão que custa 0,50€, depois carregamos com dinheiro e passamos em cada divertimento. Alguns, como os carrouseis têm um funcionário, outros podemos ser nós a colocar a criança funcionando de forma self-service. 

Tem ainda uma zona de restauração onde acabámos por não ficar porque a ementa tinha saladas, pizzas e afins e não nos apetecia muito. De qualquer forma, é uma boa opção para quem quer comer e deixar os seus filhos a divertirem-se um pouco, os que pelo menos têm idade para andar por ali sozinhos. 

 

PASSEIO BICI, CASA DE CAMPO, MADRID

Hoje fui fazer o meu primeiro passeio de bicicleta na Casa de Campo em Madrid. 

É o maior parque público de Madrid, fica entre a zona de Moncloa e Pozuelo. No seu interior tem um parque de diversões, um jardim zoológico e uma zona recreativa junto ao Lago, com bares e restaurantes, com uma ciclo via, etc.. Um espaço completamente virado para quem gosta de actividades ao ar livre e muito familiar. 

 

Na empresa organizou-se um passeio de bicicletas para fomentar o convivio, eu que bem preciso de o fazer para o bem da minha integração decidi ir ainda que a minha forma física esteja abaixo de zero.

O ponto de encontro foi no Lago, creio que acaba por ser para muita gente até porque tem um bom parque de estacionamento por ali. 

Depois do habitual tempo de preparação começámos o nosso percurso pela ciclovia, passámos algumas pontes uma delas sobre o rio Manzanares.

Dizia uma colega minha que um passeio de bici aqui podia ter 65 quilómetros, nós fizémos uns 12km’s e eu já estava de rastos. De qualquer forma, o meu objetivo era passear e disfrutar, não tanto recuperar a minha forma física ou queimar muitas calorias. 

Como recompensa pelo nosso esforço sentámo-nos numa das esplanadas com vista para o Lago, a beber “cañas” (eu fiquei-me por uma Coca-cola) e comer umas tapas. Assim que me sento, o empregado traz uma tigelinha com “garbanzos” ou grão guisado com enchidos e carnes…coisa leve, excelente para repôr energias depois do passeio.

CALLE VELASQUEZ – MADRID, ESPANHA

Hoje conhecemos…bom, ás vezes o título deste blog prega umas quantas partidas.
Estivémos hoje a passear pela Velasquez em Madrid e a verdade é que não foi hoje que a conhecemos, já cá estivémos várias vezes antes, mesmo quando não vivíamos na cidade. 
Isto para dizer que a é indispensável conhecê-la, tal como muitos visitam o Sol ou Plaza Mayor. Para conhecer um outro lado de Madrid, o mais “pijo” (betinho) talvez, mas eu nem sei explicar bem a ligação que tenho a esta rua, parece que dela me guio para tantas outras igualmente interessantes como a Ayala, a Nuñez Balboa, a Jose Ortega y Gasset ou a Juan Bravo.
E começo por falar na Mallorca.
Quem gosta de espaços gourmet gostará sem dúvida deste, para mim é uma referência e quando ás vezes temos reuniões na empresa, daquelas que temos que comer dentro da sala e que fazê-lo chega a parecer deprimente. Mas quando chegam aquelas caixinhas da Mallorca e vemos a maravilha de sandes, tapas, empanadas, espetadinhas de fruta e fala-se de um bom bolo de chocolate mas eu nunca tive a sorte de lhe ser apresentada.
Só a montra já é um regalo, mas entrando na loja encontramos um espaço amplo com uma zona onde vendem produtos gourmet entre chocolates e vinhos, há muito por onde escolher. Podemos também provar as suas iguarias no pequeno bar que têm, da última vez que entrei vi um casal sentado numa mesa colada á montra a beber umas boas taças de champanhe e a tapear, ricas vidas!! 

 

 

Hoje o dia estava muito frio em Madrid, quando caminhávamos pela rua deviam estar uns 5º e ver as montras ajudava a aquecer.

Gosto sempre das montras da KA Internacional e claro está que nesta rua também estão algumas lojas de noivas e casamentos, como a Rosa Clará e Pronovias que do outro lado da rua. 
E por falar em “pijo” aqui está a foto da ScalperS, uma loja de roupa masculina mais clássica mas que na montra gostei de ver o pormenor do chinelinho de quarto com a caveira.
 
 
 
Na Velasquez há também as já conhecidas Musgo e a Natura. Nesta última, das que visitei em Madrid apercebo-me que são todas um pouco diferentes, esta por exemplo tem mais móveis e coisas para casa, aproveitei para fazer umas compritas. Coisas bem “chulas”… 
 
Passamos depois pela Giangrossi, uma boa gelataria cuja esplanada sabe sempre bem no Verão. Além dos gelados, os batidos também são deliciosos. 
Gostei da vibrante montra de Gastón y Daniela, especialistas em têxteis e decoração desde 1876, há que enaltecer esta longevidade.
Na rua há também as muito comerciais H&M, Zara, Sfera (do grupo El Corte Inglês) e a Mango. Aqui está uma loja que tem boas oportunidades em “rebajas”, a North Face. Se bem que para eles a época alta ainda agora começou  porque grande parte das suas roupas são específicas para neve. 
 
 
Mesmo ao lado está uma loja que se chama SKINC, um “skin suplement bar”. Gosto do nome e da assinatura, um bar de pele? Não, é um conceito japonês de produtos de beleza, com um imagem muito “clean” e de pureza.  
 
E tal como eu acredito que a Nespresso faz todo o sentido no Chiado, aqui não é excepção. “George, we recycle.”
Por dentro a loja é ampla e tem um espaço de experimentação, onde uns amigos nossos doidos por um bom café entraram para “experimentar” um qualquer sabor que lhes permitisse escapar ao mau sabor de muitos dos cafés que se servem por cá. E ainda foi á borla. Nesse dia a loja estava cheia, tinham lançado um sabor novo e estava um reboliço… 
E claro não podia faltar a Lateral, um sitio de “tapeo” por excelência e não foi a primeira onde comi. A primeira foi mais a norte de Madrid já nem me lembro o nome da zona, mas esta foi a que fui mais vezes, comer umas tapas e beber uma clara-limón.
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eat: BARRIGA LLENA – MADRID, ESPANHA

Hoje conhecemos…o restaurante Barriga Llena no bairro da Chueca, Madrid.
Localizada na Calle Liberdad, tem ao seu lado o seu restaurante “irmão”, o La Panza es Primero. Ambos fazem parte de uma cadeia de restaurantes mexicanos muito conhecidos aqui em Madrid.
É um excelente restaurante para comer com amigos porque tem um conceito que os espanhóis gostam muito: picar, aqui e ali, um pouco de tudo.

Fomos para um aniversário e nestes restaurantes nunca sabemos muito bem o que escolher, acabour por não ser preciso, alguém escolheu por nós e fez muito bem.
Para começar umas Margueritas em jarro, uma de limão e a outra de morango.

O primeiro copo sabe bem, a margarita está fresquinha, ao segundo já começamos a sentir o alcóol e ao terceiro se não vem a comida rápidamente, já dá para umas boas risadas. 

Acabei por não memorizar (margaritas!margaritas!) tudo o que veio para mesa, sei que de entrada vieram uns nachos com guacamole e queijo fundido, depois pedimos doses variadas para experimentar um pouco de tudo. Vêm as tortilhas quentinhas para a mesa e só começar a recheá-las. Sei que o primeiro que provei foi o “Pollo Cabreado” e como estava “cabreado”, porque picante não lhe faltava. Comi outra com um recheio de carne de porco mas não apanhei o nome. 

O Barriga Llena não é o conceito de burritos e fajitas, há muitos mais para além disso. Eu tenho uma colega mexicana e ela diz-me que na zona dela não se come assim tantos burritos com chili, como nunca fui ao México não sei dizer se é típico ou não, apenas que se comem bem e que acho muito divertido esta coisa de fazer a comida com as mãos. 

Pouco sei dizer sobre a autenticidade da decoração do restaurante, a verdade é que a colorida toalha de plástico parece-me perfeitamente o tipico de coisa que deve abundar nas suas tascas locais, o mesmo não posso dizer sobre as piñatas e outros objectos alusivos ao país e ás suas histórias de foclore.

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sleep: HOTEL VALÊNCIA CENTER – VALÊNCIA, ESPANHA

Encontrei este hotel na nossa pesquisa no Booking.com, pareceu-nos uma boa opção ainda que o nome center leva ao engano porque não está no centro. Como sabíamos que íamos utilizar o carro optámos por este na Avenida de Francia de onde fomos a pé até á Ciudad de las Artes y las Ciencias.
Esta avenida faz parte de uma zona mais recente de habitação e empresas construída fora do centro histórico, com parques e jardins o que foi óptimo para passear com o mais pequeno.
 
I found this hotel while browsing on Booking.com, it seemed like a good option even though the name center leads to deception because it is not actually in the center. As we knew we were going to use the car we opted for this on the Avenida de Francia where we could walk to the Ciudad de las Artes y las Ciencias.
This avenue is part of a newer area of housing and businesses built outside the historic center, with parks and gardens which was great choice to stroll with our child
.

Só ficámos uma noite e foram 72€ um quarto duplo com pequeno-almoço incluido e a cama para o nosso filho. Achei os quartos simples e confortáveis, para ser honesta nem passámos lá muito tempo. Estacionar pode parecer complicado mas nas ruas á volta sempre encontrámos lugar.
 
Only stayed one night and it was 72€ a double room with breakfast included and the bed for our son. I thought the  bedrooms were simple and comfortable, to be honest we didn’t spent much time there. Parking may seem complicated but in the back streets we always found a place.

Website: http://www.hotelescenter.es/valencia/default-en.HTML
Morada: Avenida de França (ou Francia) 33
Metro: Ayora

 

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EL AYER, MADRID, ESPANHA

Hoje conhecemos…El Ayer em Madrid.


Este bar e restaurante localizado na Calle Cardenal Cisneros próximo da Fuencarral (e Quevedo) é um tipico restaurante espanhol com a sua barra á frente para comer umas tapas e beber umas “copas”, mas tem também uma sala de refeições onde servem os mais variados pratos.
Mas o encanto de o El Ayer não está na realidade na comida, aliás nem a provei porque fui lá ter com umas pessoas, está no facto do seu dono ser um coleccionador compulsivo de algumas das coisas que lhe marcaram a infância e da sociedade espanhola. Assim quando entramos no restaurante vemos uma grande estanteria com uma colecção impressionante de bonecas Nancy, um sucesso por aqui e ele até registou como Museu de Nancy.
Então o hobby deste senhor é encontrar “preciosidades” ou “reliquias” nos mais variados “rastros” (tipo feira da ladra ou de velharias) que há pelo país, esteve inclusivé em Portugal em algumas em busca de tesouros que lhe interessassem.

 

A boneca foi lançada a 1968 pela empresa de brinquedos Famosa. O seu sucesso fica bem patente na quantidade e variedade de bonecas que foram produzidas assim como toda uma linha de roupa e acessórios, ainda hoje há quem guarde as suas Nancy’s porque são autênticas preciosidades um testemunho da moda desta época.

 

 


Mas nem só da Nancy vive a sua colecção, tem igualmente uma generosa colecção de garrafas antigas de gasosa, sendo que cada uma é única. Expostas no restaurante diz-nos que tem umas 200, mas que a sua colecção são 5500 diferentes, que as tem guardadas num armazém por falta de espaço. Quanto mais falamos com este coleccionador, mais percebemos que colecciona por paixão, por saber que aquela época lhe diz algo que própriamente pelo valor do seu expólio pessoal.

Mas não colecciona só as garrafas, tem posters e quadros das campanhas de publicidade da marca de gasosa Casera.

 

Tem fotos antigas da familia Real espanhola por exemplo, não as vende e nem as publica porque diz necessitar de autorização para o fazer. Diz-nos também que adoraria montar um museu com o que tem mas que…e fica-se por aqui. O que já tem no espaço do El Ayer ainda que pouco já é suficiente para contar um pedacinho da história da década de 60 e 70 em Espanha.

E comecei por dizer que era tipico…

 

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