Os Pátios – Córdoba, Espanha

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O que nos levou a visitar Córdoba este fim de semana foi um casamento (ou “boda”) e não o famoso Festival de los Patios da cidade, no entanto esta feliz (e dispendiosa) coincidência tornou a experiência muito mais agradável. Tivémos pouco tempo para explorar bem o conceito até porque a cidade estava cheia de gente, tão cheia que por um hotel em que normalmente pagaria 60€ por noite pagámos 169€ tal é a exploração turística do evento.
What led us to visit Cordoba this weekend was a wedding (or “boda”) and not the famous Festival de los Patios of the city, however this happy (and expensive) coincidence made the experience much more enjoyable. We had little time to explore the concept and partly because the city was full of people, so full that for a hotel that would normally pay € 60 per night we paid € 169 such is the tourist operation of the event.

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sleep: HOTEL ST. ANTOINE – LYON, FRANÇA

Saímos de Avignon com destino a Lyon, chegámos ao final do dia e a nossa missão era encontrar um hotel. Procurávamos o de sempre, central e a bom preço. Claro que sem nada marcado ficamos um pouco á mercê do que há. No GPS colocámos todos os hotéis junto á zona da Rue Mérciere que foi uma das recomendadas e procurávamos coisas como Ibis, Best Western ou equivalentes em preço.
Depois de muito procurar (e de nos pedirem preços exorbitantes…é certo que estamos em Semana Santa) encontrámos este que ficou por 80€ a noite. Já não tinham muitos quartos e o que tinham, bom…digamos que depois ao ver o site do hotel sentimo-nos um pouco ultrajados, mas era o último que havia e por todo o lado ouvíamos o mesmo. 
 
We left Avignon bound for Lyon, we have reached the end of the day and our mission was to find a hotel. We were looking for the usual, central and good price. Of course with nothing booked we are at the mercy of what’s available. In GPS we put all the hotels near the area of Rue Merciere which was one of the recommended and we were looking for things like Ibis, Best Western or similar in price.
After much searching (and asking us expensive prices, it’s right we are in Holy Week)we found that this was € 80 per night. They didn’t had many rooms and what they had, well … let’s say that after seeing the site of the hotel we felt a bit outraged, but it was the last room they had and  we heard everywhere the same.

O quarto era minúsculo, ao ponto de para entrar na zona de chuveiro ter de baixar a cabeça (podem ver pela foto a altura), para ir á casa de banho tínhamos que pedir licença a tudo o resto já que a porta por falta de espaço abria para fora e não para dentro. Pensámos que estavam a cobrar-nos preço de hotel por um quarto de pensão.  
O que tinha de bom era a sua localização, da Rue de L’Ancienne Préfecture, colada á Merciére e a dois passos da Quai St. Antoine.
 
The room was tiny, to the point that to enter the shower area you had to lower your head (you can see by the picture height), to go to the bathroom we had to ask permission to everything else since the door due to space opened outwards and not inwards. We thought they were charging us an hotel bedroom price for a ghesthouse room.
What was good was the location, Rue de L’Ancienne Préfectureclose to Merciere and two steps from Quai St. Antoine.
 
 
Our guide of:
 

PLACE DU MARTROI, ORLEÃES, FRANÇA

Na continuação da nossa visita a Orleães começamos a ver a Place du Martroi com uma grande estátua da Jeanne D’Arc (ou Joan D’Arc como queiram). Ela é sem dúvida a figura principal desta belissima praça em Orleães.

De espada em punho e montada no seu cavalo, Joana D’Arc e as tropas francesas reconquistam a cidade. Na sua base podemos ver mais algumas cenas da sua história e passagem pela cidade.

 

 

 

Outro ponto de interesse da praça é o “Chambre de Commerce et D’Industrie” da região de Loiret. 

 

O nome Martroi vem de mártir ou martirio, diz-se que antigamente estava aqui um cemitério e daí o seu nome. Honestamente, achei que teria a ver com a história da heroína da cidade, também ela um mártir. 

Após a segunda guerra mundial, a alguns edificios da praça foram reconstruídos. É semi-petonal e por aqui passa o eléctrico.

Há uma zona com esplanadas e o já tradicional carrousel.

 

do: CASA JEANNE D’ARC – ORLEÃES, FRANÇA

Gostava de começar este post a dizer que conhecemos a Casa da Joana D’Arc em Orleães, mas na realidade só a vimos por fora, isto porque até dia 30 de Abril só abre a partir das 14h para visitas, eram 10h da manhã quando lá passámos e nesta nossa “road trip” não podíamos ficar muito mais tempo.
 
I’d have liked to start this post saying that we have discovered the House of Joan of Arc in Orleans, but in reality we only saw it’s exterior, because until April 30th it’s only open from 14h to visits, it was 10 am when we went there and our road trip wouldn’t allow us to stay longer.

Uma pena por isso mas por toda a cidade há um pouco da sua história, isto porque a foi conquistada pelos franceses sob o seu comando.
Acabámos por não perceber se ela realmente viveu nesta casa, ou se dormiu uma noite, do pouco que lemos ela tinha ficado aqui durante o cerco á cidade. 
 
A pity but throughout the city there is a bit of its history, because it was conquered by the French under her command.
We ended up not understanding if she actually lived in this house, or if she slept one night, the little we were able to read about it said she had been here during the siege to the city.
 
 

do: JARDIN DU LUXEMBOURG – PARIS, FRANÇA

O nosso segundo dia em Paris começa por um passeio no Jardim do Luxemburgo que fica relativamente perto do nosso hotel e pareceu ficar ainda mais graças ás bicicletas que alugámos.
Entrámos pela “Porte Fleurus” que fica do lado esquerdo se olharmos para o mapa. Seguimos o largo caminho que une essa porta ao Palácio do Luxemburgo que fica na ponte oposta.
 
Our second day in Paris begins with a walk in the Luxembourg Gardens which is relatively close to our hotel and seemed to get even closer thanks to the bikes that we rented.
We have entered by the Porte Fleuruswhich is on the left if you look at the map. We follow the wide path that connects the door to the Luxembourg Palace that sits on the opposite bridge.


Por ele encontramos várias pessoas a praticar desporto, como “jogging” ou a aproveitar os campos de ténis, voleibol e basquetebol disponíveis, havia também muita gente a fazer “tai-chi” o que me surpreendeu bastante.
Mas nem só de desporto vive o jardim, uma outra actividade a pensar nos mais pequenos é um passeio de póneis, além de um carrousel e de um parque infantil.
 
In it found several people playing sportsjogging or enjoying the tennis, volleyball and basketball courts available, there were also a lot of people doing tai-chi” which surprised me greatly.
But not just of sports lives this garden, another activity thinking in the smaller ones was a pony ride, plus a carousel and a playground.

>>> Aula de Tai-Chi
 
Começamos depois a ver o Palácio do Luxemburgo, construído no século XVII. Maria de Médicis, a viúva do Rei Henrique IV, manda construir o Palácio pedindo aos arquitectos para o desenharem como o Palácio Pitti, onde tinha passado grande parte da sua vida antes de se casar com o Rei de França. 
Desde o seu exilio, o Palácio teve um grande número de proprietários e usos. Hoje por exemplo, funciona como sede do Senado Francês, mas na época da Revolução foi uma prisão e até durante a II Guerra Mundial foi ocupado pelos nazis.
O belo Palácio é sem dúvida a figura central do jardim, assim como o enorme lago que está junto a ele.
 
After we began to see the Luxembourg Palace, built in the seventeenth century. Maria de Medici, the widow of King Henry IV, ordered the construction of the Palace asking architects to it as the Pitti Palace, where she had spent most of her life before she married the King of France.
Since their exile, the palace had a large number of owners and uses. Today for exampleit is used as headquarters of the French Senate, but at the time of the Revolution it was a prison and even during World War II it was occupied by the Nazis.
The beautiful palace is undoubtedly the central figure of the garden, as well as the huge lake that is beside him.
 
 
Juntamente com o Palácio, o lago é a principal atracção do jardim e onde vemos maior afluência de pessoas. Para além de podemos ver os patos que por lá vão nadando, podemos também alugar um barco (em miniatura) e tentar perseguir os patos utilizando as nossas melhores técnicas de navegação por controlo remoto.
Uma outra actividade muito popular á volta do lago é…o banho de sol, devidamente acompanhado de um bom livro. 
E o jardim está equipado para isso, tem espalhadas várias cadeiras de metal com dois modelos, um com as costas mais reclinadas e outro com as costas direitas, vimos gente a bronzear-se, a ler o jornal ou um livro e muitos a tomarem ali o seu pequeno-almoço.
 
Together with the Palace, the lake is the main attraction of the garden and where we see greater influx of people. Apart from that we can see the ducks go swimming there, we can also rent a boat (miniature) and try to chase the ducks using our best navigation techniques by remote control.
Another very popular activity around the lake is … sunbathing, well accompanied by a good book.
And the garden is equipped for it, has several metal chairs spread around with two models, one with the back reclined and another with a straight back, we saw people trying to get a tan, reading the newspaper or a book and there are many to take their breakfast here.
 
 
Outros pontos de grande interesse são as numerosas estátuas espalhadas por todo o jardim, umas representando rainhas de França e outra, uma das mais conhecidas do mundo, a da Liberdade, aquela que é o simbolo de Nova Iorque mas que foi desenhada por um francês (Bartholdi) e oferecida aos norte-americanos. Assim, e na impossibilidade de ir a Nova Iorque podemos sempre tirar uma foto nesta réplica.
 
Other points of great interest are the numerous statues scattered throughout the garden, each representing queens of France and another, one of the world’s best known, the Liberty, that is the symbol of New York but it was designed by a Frenchman (Bartholdi) and offered to the  Americans. Thus, unable to go to New York we always take a picture of this replica. 
Uma das estátuas de Rainhas de França que estava no jardim era esta de Mary of Stuart, também conhecida como Rainha da Escócia e acusada pela Rainha Isabel I de Inglaterra, de traição, que levou á sua execução.
Saímos depois pela porta de St. Michel, onde reparei nos paineis presos á vedação do jardim. Era uma exposição de fotografias que achei muito boa, só tive pena que estivessem ali e não dentro do próprio jardim, mas já é bom ver tal iniciativa.
 
One of the statues of Queens of France that were in the garden was this of Mary Stuart, also known as Queen of Scotland and accused by Queen Elizabeth I of England of treason, which led to its execution.
We left the park through the door of St. Michel, where we noticed the panels in it’s fence. It was an exhibition of photographs that I found very good, just a pity that it was here and not inside the garden, but it’s nice to see such an initiative.
 

Our guide of:
http://hojeconhecemos.blogspot.com.es/2001/11/guia-de-paris.html

 

sleep: PENINSULAR HOTEL – GIRONA, ESPANHA

Girona foi a primeira cidade que visitámos no nosso plano de 12 dias de férias, um giro por França, mas não podiamos deixar de visitar esta bonita terra da região da Catalunha.
Localizado na Avinguda de San Francesc, este hotel fica muito próximo do centro histórico de Girona (ou Gerona) e em pouco menos de 5 minutos começamos logo a ver o rio Oñar e as pitorescas casas antigas construídas na sua margem.
 
Girona was the first city we visited in our plan of 12 days holiday, a tour of France, but we could not miss this beautiful land in the region of Catalonia.
Located in San Avinguda Francesc, this hotel is close to the historic center of Girona (or Gerona) and in less than 5 minutes we start to see the river Oñar and the picturesque old houses built on its Banks.

O nosso quarto não tinha grandes luxos, uma decoração minimalista e para uma noite serviu muito bem. Não ouvimos ruído e a casa de banho era bastante grande. Pagámos 80€ pela noite e incluía o pequeno-almoço, fizémos a marcação no Booking.com.
O preço parece pesado mas fomos em véspera de 5ªfeira Santa e por isso foi razoável. O pequeno-almoço não é muito variado mas o que comemos estava bom e foi suficiente. 

Our room had no great luxuries, a minimalist décor and a night served it was just fine. We didn’t hear any noise and bathroom was quite large. We paid € 80 for the night and included breakfast, we made a mark on Booking.com.
The price seems heavy but went on a Easter eve and so was reasonable. The breakfast is not very varied but we ate was good and it was enough.

 
 

 

Our guide of:
http://hojeconhecemos.blogspot.com.es/2001/03/guia-de-girona.html

CORTEO (CIRQUE DU SOLEIL), MADRID, ESPANHA

O circo chegou ao recinto ferial da Casa de Campo em Madrid.

O espectáculo ganha o nome “corteo” ou cortejo pelo o seu formato, em que o sonho de um palhaço é o catalisador da história. Entramos então num mundo de fantasia ainda que sonhe com o seu próprio funeral. Viajamos no seu sonho, encontramos a sua infância, vemos acrobatas, bailarinas, palhaços, domadores de cavalos, o Romeo e a Julieta, o gigante e os anões, cantores, músicos, um autêntico desfile de personagens que encaixam na perfeição num regresso ás origens do próprio circo.

 

Outra coisa que podemos esperar de uma produção do Cirque du Soleil são os detalhes, as transições por exemplo não causavam tempos mortos como no circo tradicional, as assistentes estavam vestidas de anjo e recolhiam os instrumentos dos malabaristas de uma forma que o espectador em ocasiões tarda a perceber o seu papel.

As minhas partes preferidas, as acrobatas nos candeeiros, o baile do casal de acrobatas nas fitas, o pequeno teatro com a peça de Romeo e Julieta e a Valentina (a anã) pendurada por balões a fazer as delicias da audiência criando um dos melhores momentos de interacção com o público.


O Cirque du Soleil está de parabéns, sei que são conhecidos pelos seus espectáculos com uma abordagem mais moderna e “hi-tech” do circo, mas este regresso ao básico, á magia do circo, ao seu espírito ambulante em que a comédia e a acrobacia se misturam, fazem-se recomendá-lo sem reservas, é para disfrutar até ao último momento.

Os lugares onde ficámos custavam 75€, os mais baratos eram 40€ e depois de ter assistido ao espectáculo não me arrependo de ter dado o dinheiro que dei e percebi que os mais baratos têm de facto menos visibilidade. Os melhores lugares dentro de preços acessíveis são os de inicio da fila onde há um corredor paralelo ao palco, porque os artistas passam por aí e vão interagindo mais com o público.

Não se pode tirar fotos por isso nem máquina fotográfica levei, as que tenho foram tiradas com o telemóvel.

Antes de se entrar para a zona de espectáculos há uma loja e alguns bares, a comida é cara e execrável pelo o que recomendaria ir de estômago cheio, mas presumo que depende da zona.

O próximo local será Valência, vão andar por Espanha e depois deslocam-se a Paris.

 

Website: http://www.cirquedusoleil.com/en/shows/corteo/default.aspx

 

VER GUIA DA CIDADE:

do: TABERNA DE GOYO – MADRID, ESPANHA

Localizado na Cava Baja, esta simpática taberna serve tapas muito boas, presunto cortado na hora e quanto a bebidas não posso opinar muito porque bebi a minha “clara limón” se bem que muitos do que ali estavam acompanhavam a sua comida com um bom copo de vinho. 
 
Located on the Cava Baja, this friendly tavern serves very good tapas, ham (“jamon”) sliced and I can’t comment on drinks because I drank my clara limón” (beer with lemon soda) although many there were drinking wine with their food.

Comemos um prato de presunto (o tal cortadinho na hora pelo senhor da foto), mandámos vir as tradicionais “croquetas” mas os pratos “estrela” foram as tapas de “solomillo” com cebola caramelizada e doce e o “solomillo” polvilhado com queijo parmesano. Este último estava simplesmente delicioso e por isso visitar esta Taberna de Goyo sem comer essa iguaria, é como ir a Roma e não ver o Papa (se bem que nunca ninguém o vê na realidade, enfim…).
 
We had a plate of ham – jamon (nicely sliced by the man in the photo), we ordered the typical “croquetas” (a fried cake with ham and bechamel sauce) but the “star” tapa dish was the solomillo” (pork steak) with caramelized onions and jam and the solomillo” sprinkled with parmesan cheese. This last one was simply delicious and so this visit Taberna de Goyo without eating this delicacy, is like going to Rome and not seeing the Pope (though nobody actually sees him, anyway …).
 
 
Metro: La Latina
 

 
Guia Madrid/Madrid Guide

DELHI, MADRID, ESPANHA

Continuamos na nossa “cruzada” em busca do melhor restaurante indiano de Madrid. Até agora o melhor talvez seja o Tandoori Station mas também ainda só vimos dois. Fomos á Calle de la Princesa fazer umas compras e vimos umas placas para o restaurante Delhi “indian cocina” (que me parece uma excelente tradução).

O restaurante tinha o típico visual de um indiano um pouco mais cuidado, o atendimento não era excessivamente simpático mas eficiente.

Pedimos para começar um “garlic nan” e umas chamuças, uma de legumes e a outra de carne. Não nos correu muito bem, ao pão faltava-lhe mais alho e ervas, ás chamuças nem sei porque não gosto, mas uma ficou a metade no prato. 

Pedimos o de sempre porque temos que comer o mesmo para comparar, eu comi o “chicken tikka masala” e foi o melhor que comi dos três que conhecemos, se bem que lhe faltava um pouco mais de especiarias, porque ainda que o tikka masala não seja picante nota-se que há ali qualquer coisa que o faz mais forte digamos assim. 

O caril de gambas, diz o marido não era nada de especial mas ressaltou a qualidade das gambas. Ainda não foi desta que encontramos o nosso indiano preferido aqui em Madrid, continuaremos á procura.

 

VER GUIA DA CIDADE:

LA CHARCA VERDE, MANZANARES EL REAL, ESPANHA

Ao visitar Manzanares El Real não podíamos fazê-lo sem ir a um restaurante comer as especialidades da zona. É uma região de boa carne assim que a palavra “asador” é das que se mais vê.

Nós fomos ao Charco Verde, tinha andado a pesquisar na internet e não havia muitas críticas a restaurantes em Manzanares, nem boas, nem más. No entanto lá encontrei uma que falava bem do restaurante, da comida e do atendimento. Tudo verdade, pelo menos para nós.

 

Entre a esplanada e o interior, optámos pelo último, o tempo não estava mau mas como íamos com uma criança não quisémos arriscar muito.

Quem nos atendeu parecia ser o proprietário ou um dos, era realmente muito simpático e não nos pareceu ser daqueles restaurantes em que te fazem logo má cara porque pedes doses para dividir, aliás ele próprio o sugeriu para que provássemos os dois coisas diferentes. Além disso, deixam os clientes num ambiente descontraído para estarem na barra a picar ou fazerem-no nas mesas.

O primeiro prato que pedimos foi umas “judias verdinas con carabineros y almejas”, que básicamente eram uns feijões pequenos um pouco maiores que o feijão frade mas eram verdes, são da região das Astúrias. Os carabineros são como uns camarões grandes vermelhos (confesso que não os conhecia).

Para segundo pedimos um Entrecot de carne biológica, estava muito bom se bem que lhe faltava mais sabor, isto porque comemos um á pouco tempo que estava delicioso e por comparação este ficava um pouco mais aquém.  

De sobremesa comi umas “natillas” caseiras que estavam boas e tudo junto pagámos menos de 50€ o que me deixou surpreendida para o normal que cobram neste tipo de restaurantes, aliás em alguns sites vi que o intervalo de preço era de 35€ a 40€ por pessoa.