TABERNA DEANES – CÓRDOBA, ESPANHA

Na nossa visita a Córdoba não podia faltar a comida, no bairro de La Judería encontrámos algumas tabernas cujos pátios convidavam a entrar, uma delas era a Taberna Deanes.
Localizada na rua com o mesmo nome e a uns 5 minutos a pé da Mesquita, este restaurante familiar tem um ambiente acolhedor e um pátio incrível. Não é apenas um restaurante é também um local histórico uma vez que nele viveu um historiador e escritor do século XVI, Garcilaso de La Vega, conhecido também como “El Inca”.

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do: LE LAYON – LYON, FRANÇA

Na Rue Mercière a oferta de restaurantes é tão grande que torna a decisão ainda mais complicada, decidimos seguir o nosso instinto e escolhemos o Le Layon. Conseguimos uma mesa na esplanada pelo o que o ambiente já estava criado.
Tivémos alguma dificuldade a entender a ementa que estava em francês, pedimos uma em inglês mas não responderam que tinham, simplesmente chamaram outro empregado que falava inglês e “arranhava” o espanhol, só assim conseguimos entender o que nos podia calhar no prato. 
 
On Rue Mercière the restaurants choice it’s so big that makes the decision even more complicated, we decided to follow our instincts and chose Le Layon. We got a table on the terrace by what the environment was already created.
We had some difficulty to understand the menu since it was in French, we asked for one in English but didn’t answered they didn’t have, they had simply called another waiter who spoke English and scratched” a bit of Spaniard, just so we can understand what we could get on a plate.

Para começar pedimos uma salada gourmande, com feijão verde e foie gras.
Depois o marido comeu bacalhau (morue) com tagliatelli fresco e eu comi lombinhos com puré de batata. A escolha não parecia espectacular ou muito típica de Lyon mas o sabor compensou.

To start we ordered a salad gourmande with green beans and foie gras.
After my husband ate cod (morue) with fresh tagliatelli and I ate tenderloin with mashed potatoes. The choice did not look spectacular or very typical of Lyon but the taste made ​​up for it.









Para sobremesa, não podia faltar o crème brulée que estava delicioso. Eu pedi um gelado de framboesa com limão que não terminei porque estava demasiado ácido. 
For dessert, we could not miss the creme brulee which was delicious. I ordered a raspberry sorbet with lemon that I didn’t finish because it was too acid for me.
 
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do: RUE MERCIÈRE – LYON, FRANÇA

Antes de ir de viagem, perguntei a uma colega francesa que restaurantes me recomendava em Lyon, sabendo de antemão que é a capital da boa cozinha e a probabilidade de entrar num que seja bom sem perguntar é muito elevada. Mas ela respondeu: qualquer um da Rue Mercière.
Quis o destino que o único hotel com quartos e com um preço acessível (um Best Western) era a pouco menos de cinco minutos dessa mesma rua.
 
Before travelling, I asked a French colleague to recommend some restaurants in Lyon, knowing beforehand this is the capital of good cuisine and the probability of entering a good one without asking is very high. But she answered: any of Rue Mercière.
As fate would have it, the only hotel with rooms and an affordable price (a Best Western) was a little less than five minutes this same Street.

Aproveitamos melhor a rua com bom tempo, as esplanadas estão montadas e enche-se de gente á procura do restaurante certo para comer. A oferta é muita e de facto dificil é mesmo escolher. 
Para os que procuram a cozinha mais típica de Lyon, falamos normalmente de um “bouchon Lyonnais”, cuja ementa contém algumas das melhores receitas da região como a “salade Lyonnais”, andoulliete (uma salchicha com porco e especiarias), Coq au Vin, etc..  
Hoje em dia á uma Associação para defender a autenticidade dos Bouchons em Lyon, entregando certificados aos que merecem. Honestamente não vi se os restaurantes afixavam essas certificações e nem reparei se haviam muitos com essa indicação. Reparávamos sim no bom aspecto que a comida tinha quando víamos as pessoas nas esplanadas a comer. 
Acabámos por jantar no Le Layon que deixo a descrição para um post seguinte. 
 
You take full advantage of this Street with good weather, the terraces are assembled and it is filled with people looking for the right restaurant to eat. The offer is very difficult and in fact is even pick.
For those seeking a more typical cuisine of Lyon, they speak normally of a bouchon Lyonnais“, whose menu contains some of the best recipes of the region as the salade Lyonnais“, andoulliete (a sausage with pork and spices), Coq au Vin, etc. ..
Nowadays there is an association to defend the authenticity of the Bouchons in Lyon, delivering certificates to those who deserve it. Honestly I did not see if the restaurants posted these certifications.
We did notice how great the food looked when we saw the people eating in the terraces.
We ended up dining at Le Layon I leave the description for following post.
 
 
 
 
 
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eat: ARENA CAFÉ – BIARRITZ, FRANÇA

Os nossos primeiros momentos em Biarritz valem ouro, encontrámos um bom hotel perto da Praia de “Port-Vieux” e nessa mesma praia jantámos na esplanada do restaurante Arena Café, o que nos permitiu apreciar o pôr-do-sol. É excelente para beber um copo ou para comer com as fantásticas cores do crepúsculo.
De entrada pedimos um prato de enchidos onde creio que cometemos um erro, tão perto de Espanha comer enchidos ali…são bons para matar a fome, mas já comemos muito melhor.

Our first moments in Biarritz are worth gold, we found a good hotel near the VieuxPort” and on that same beach we had dinner at the terrace of the restaurant Cafe Arena, which allowed us to enjoy the sunset. It is great for a drink or to eat with the fantastic colors of dusk.
To start we ordered a platter of sausages which I believe we made a mistake, so close to Spain eating sausages there are good to stave off hunger, but I had much better.

Depois de prato principal pedimos marisco, estávamos num restaurante ao pé da praia e foi uma boa escolha. Tinha de tudo um pouco, desde as famosas ostras que regamos com sumo de limão, ao caranguejo, búzios, etc.. Tudo isto e aquele ambiente…valeu mesmo a pena e nem foi muito caro considerando o que comemos.
After came the main course we ordered seafood, we were in a restaurant by the beach and it was a good choice. Had a bit of everything, from the famous oysters that we water with lemon juice, crab, whelks, etc .. All this and that environment it was worth it and not too expensive considering what we had.
 
 
 
Our guide of:
http://hojeconhecemos.blogspot.com/2001/10/guia-de-biarritz.html

La Rotonde – Perpignan, França

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Saímos de Girona e fomos até Perpignan, o objectivo era estacionar o carro e almoçar aproveitando depois para passear pela cidade. Estacionámos o carro num estacionamento perto desta “brasserie”, La Rotonde e decidimos não procurar muito mais. Creio que foi a sua esplanada que nos chamou a atenção e só depois a ementa, que neste caso era um menú do dia.

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TASCA VELHA, CARCAVELOS, PORTUGAL

Esta rua na Rebelva traz-me grandes recordações de infânica, lembro-me dos animados Domingos em que várias familias se deslocavam aqui para comer nos vários restaurantes que a rua oferecia, todos de comida típica e churrasqueiras.

Costumávamos ir a um outro que se chamava Cabana Velha mas já há algum tempo atrás tinha reparado neste Tasca Velha mas nunca se proporcionou uma visita. Hoje foi o dia.

Por dentro tem a decoração típica de um restaurante tradicional português, talvez o nome não lhe faça grande justiça porque de Tasca não tem nada, o que até é bom porque a comida é muito boa, a decoração não assusta e o preço é de facto superior ao que pagaríamos numa verdadeira tasca.

 

 

O atendimento é bom, há uma senhora a atender que pode parecer menos simpática mas na realidade sabendo levar as coisas a bem, é muito acessível e nunca falha nas suas recomendações, se diz que o peixe é muito bom…é mesmo muito bom.

Falando da comida, na mesa estava o tradicional pão com as manteigas á parte, as azeitonas bem temperadas e os queiinhos frescos. 

Além disso estava uma deliciosa saladinha de polvo que me serviu para matar as nossas saudades, come-se bom polvo pelas terras de Espanha, o prato mais conhecido é o “pulpo a gallega” mas ainda assim estas saladinhas são, na minha opinião melhores.

Depois para prato principal um bom peixinho grelhado, fresco como a senhora tinha prometido. Era bastante suculento e olhem que eu não sou grande fã de peixe. 

Por último, veio este delicioso leite creme com o açúcar queimado por cima.  

 

O preço médio ronda os 20€ por pessoa, nada mal considerando que comemos lindamente. 

Au Sanglier – Estrasburgo, França

É dificil explicar porque é que escolhemos o Au Sanglier para almoçar em Estrasburgo. Tínhamos passado por vários restaurantes, todos com óptimo aspecto e com pratos com nomes tão complicados que pareciam ser o último grito em culinária. Talvez tenha sido a simplicidade e o preço que nos fez optar por este.
Fica na Rue du Sanglier (Javali) e ao entrar sentimos como se estivéssemos em casa de alguém conhecido. O restaurante é muito acolhedor, uma zona junto ás janelas tem luz natural e outra com menos iluminação acaba por ter um toque muito romântico, por outro lado não se vê tão bem a comida (o que pode ser uma estratégia).
It’s hard to explain why we chose Au Sanglier to have lunch in Strasbourg. We had passed by several restaurants all looking great and dishes with names so complicated that seemed to be the ultimate in cooking. Perhaps it was the simplicity and price that made us choose this.
It is located on Rue du Sanglier (Boar) and getting in you feel like at the house of someone you know. The restaurant is very cozy, with a zone close to the windows with natural light and other with less light that turns out to have a very romantic touch, on the other hand one can’t see the food very well (which can be a strategy).

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Alfredo’s Barbacoa – Madrid, Espanha

Quem nos levou foi um espanhol que nos dizia que têm os melhores hamburguers de Madrid. Ao que parece são mesmo conhecidos por isso e a um Domingo (de entrada em semana santa) estava cheio, muito cheio com imensa gente á espera (e disposta a esperar o tempo que fosse). Fiquei logo impressionada. Segundo percebi foi fundado por um norte-americano, que se apaixonou por Madrid e decidiu montar aqui um restaurante. O espaço é apertado, parecia uma tasca mas claramente de inspiração norte-americana, pelas paredes espalhavam-se anúncios antigos (anos 50 e 60), bandeiras dos EUA, placas com índios.

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do: TABERNA DE GOYO – MADRID, ESPANHA

Localizado na Cava Baja, esta simpática taberna serve tapas muito boas, presunto cortado na hora e quanto a bebidas não posso opinar muito porque bebi a minha “clara limón” se bem que muitos do que ali estavam acompanhavam a sua comida com um bom copo de vinho. 
 
Located on the Cava Baja, this friendly tavern serves very good tapas, ham (“jamon”) sliced and I can’t comment on drinks because I drank my clara limón” (beer with lemon soda) although many there were drinking wine with their food.

Comemos um prato de presunto (o tal cortadinho na hora pelo senhor da foto), mandámos vir as tradicionais “croquetas” mas os pratos “estrela” foram as tapas de “solomillo” com cebola caramelizada e doce e o “solomillo” polvilhado com queijo parmesano. Este último estava simplesmente delicioso e por isso visitar esta Taberna de Goyo sem comer essa iguaria, é como ir a Roma e não ver o Papa (se bem que nunca ninguém o vê na realidade, enfim…).
 
We had a plate of ham – jamon (nicely sliced by the man in the photo), we ordered the typical “croquetas” (a fried cake with ham and bechamel sauce) but the “star” tapa dish was the solomillo” (pork steak) with caramelized onions and jam and the solomillo” sprinkled with parmesan cheese. This last one was simply delicious and so this visit Taberna de Goyo without eating this delicacy, is like going to Rome and not seeing the Pope (though nobody actually sees him, anyway …).
 
 
Metro: La Latina
 

 
Guia Madrid/Madrid Guide

DELHI, MADRID, ESPANHA

Continuamos na nossa “cruzada” em busca do melhor restaurante indiano de Madrid. Até agora o melhor talvez seja o Tandoori Station mas também ainda só vimos dois. Fomos á Calle de la Princesa fazer umas compras e vimos umas placas para o restaurante Delhi “indian cocina” (que me parece uma excelente tradução).

O restaurante tinha o típico visual de um indiano um pouco mais cuidado, o atendimento não era excessivamente simpático mas eficiente.

Pedimos para começar um “garlic nan” e umas chamuças, uma de legumes e a outra de carne. Não nos correu muito bem, ao pão faltava-lhe mais alho e ervas, ás chamuças nem sei porque não gosto, mas uma ficou a metade no prato. 

Pedimos o de sempre porque temos que comer o mesmo para comparar, eu comi o “chicken tikka masala” e foi o melhor que comi dos três que conhecemos, se bem que lhe faltava um pouco mais de especiarias, porque ainda que o tikka masala não seja picante nota-se que há ali qualquer coisa que o faz mais forte digamos assim. 

O caril de gambas, diz o marido não era nada de especial mas ressaltou a qualidade das gambas. Ainda não foi desta que encontramos o nosso indiano preferido aqui em Madrid, continuaremos á procura.

 

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