CERVECERÍA LA SUREÑA, MADRID, ESPANHA

Chega pela mão dos mesmos que têm os 100 Montaditos (Ver aqui) e com um conceito cuja base é similar, um lugar barato para tapear. Se num os “montaditos” (pequenos pãezinhos com vários recheios) são as estrelas a um preço fixo de 1€ e com um dia louco em que a “jara” de cerveja acompanha o preço, aqui a grande sensação é o baldinho com gelo com 5 cerveja Mahou mini (os botellín) a 3€ (creio que se deixa algo de caução pelo baldinho).

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Já tínhamos ido a um num centro comercial mas esta segunda vez fomos ao da Gran Via que tem esplanada o que é sempre de aproveitar em Madrid mas que no futuro corre o risco de estar sempre cheio. Para “tapear” há pratos para partilhar por 6€, desde as gambas brancas (que a gamba aqui é um camarão mais pequeno), as lágrimas de faisão que parecem tiras de frango panadas que são servidas com um delicioso molho de mostarda (o nosso favorito), as “alitas de pollo” (asas de frango fritas), paio, etc..

 

 

Da outra vez que fomos provámos também uma fritura típica da Andaluzia (de onde vem grande parte da filosofia da cadeia) que se chama “bienmesabe” que é um peixe panado, também se provou o presunto e o queijo que não desiludiam. Têm uma boa relação preço/qualidade com uma noite promocional em que por 6€ se pode comer dois em vez de um prato.

A decoração é agradável com o tema marítimo em que até os empregados estão vestidos de marinheiros. Na realidade era o tipo de bar que gostaríamos de ter sempre ao pé da praia com bons petiscos e cervejas sempre fresquinhas, uma pena que em Madrid não haja praia mas há uma grande cultura de esplanadas que este conceito pode aproveitar.

 

do: O’CONNELL STREET, DUBLIN, IRLANDA

O nosso hotel ficava na Westmoreland street e bastava atravessar a Ponte O’Connell (1880) para chegar á agitada rua com o mesmo nome. Infelizmente o tempo estava tristonho e já era fim do dia, mas ainda assim havia muita gente pela rua, lojas abertas e afinal para o que se queixam os irlandeses de que sempre chove, conseguimos passear pela zona sem uma pinga.
A rua recebe o nome do senhor que vemos na primeira estátua que encontramos: Daniel O’Connell conhecido como o Libertador, um defensor nacionalista da Irlanda, mas ao longo da rua podemos encontrar outras estátuas.
 
Our hotel was on Westmoreland Street and just crossing the O’Connell Bridge(1880) you would be to get busy street with the same name. Unfortunately the weather was gloomy and it was end of the day, but still had a lot of people on the street, shops owere pen and ultimately if the Irish complain that it’s always raining, we walk around the area without a drop.
The street is named after the lord we see in the first statue: Daniel O’Connell known as the Liberator, a defender ofnationalist Ireland, but along the street we can find other statues.

É uma zona com uma vibrante área comercial, onde em edificios emblemáticos da cidade estão instaladas lojas como a Clerys, uma “department store” que nasce no século XIX e cujo actual edificio é de 1922. Ou por exemplo a Eason uma loja de livros, jornais e revistas.
 
It’sa vibrant shopping area where in the iconic buildings from the city are located stores such as Clerys, a department store that opens in the nineteenth century and whose current building is from 1922. Or for example Eason a store of books, newspapers and magazines.
 
>>> Sir John Gray – politico e activista, defensor do nacionalismo irlandês.
A outra estátua que podemos encontrar é a de Jim Larkin, outro activista e que foi o líder do sindicato inglês. Ao lado está o fantástico edificio dos Correios construído em 1818 com a sua fachada de inspiração grega com as famosas colunas jónicas. Quando o vi achei que seria a Câmara Municipal mas ao aproximar-me vi material de correios e fiquei fascinada com o edificio. 
 
The other statue that we can find is that of Jim Larkin, another activist and union leader. Next door is the fantastic Post office building built in 1818 with its Greek Revival facade with the famous Ionic columns. When I saw it I thought would be the City Council but as I approached I saw posting material and was fascinated with the building.
 
Ao centro da rua, está uma zona pedestre tipo “ramblas” mas mais pequena, é onde estão as estátuas mas também este monumento que não sei muito bem a que se refere, chamam-lhe a Spire of Dublin e tem 121 metros de altura. Dizem que é a maior escultura do mundo. 
Não segui muito mais pela rua, acabei por virar noutra pedestre, mas vi ao longe mais estátuas pelo que haverá mais homenagens a políticos irlandeses influentes. 
 
At the center of the street is a pedestrian zone like the ramblas but smaller, is where are the statues but also this monument that I don’t  know very well what it referres to, it is called the Spire of Dublin and has 121 meters high. They say it’s the largest sculpture in the world.
I didn’t continue more in this street, I ended up turning to another pedestrian, but I saw far more statues so there will be more tributes to influential Irish politicians.
 
 
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Guiness Storehouse – Dublin, Irlanda

Estive em Dublin a trabalho, não foi possível conhecer muito da cidade mas uma das coisas que tivémos oportunidade de fazer foi visitar a Guiness Storehouse no edificio de St. James Gate onde no século XVIII, Arthur Guiness produz a famosa cerveja com o mesmo nome.

I was in Dublin to work, it was not possible to visit much the city but one of things that we had opportunity to visit was the Guinness Storehouse in St. James Gate building where in the eighteenth century, Arthur Guinness produces the famous beer of the same name.

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eat: TAVERNA PARIONE – ROMA, ITÁLIA

 

Depois de uma manhã visitando o Vaticano e o Castelo Sant’ Angelo, precisávamos de “combustível” e queríamos algo específico…Pizza! Desde que chegámos a Roma ainda não tínhamos comido uma assim que era apenas justo exigir uma para o almoço.
Caminhávamos pela bairro de Ponte e Parioni com o objectivo de chegar á rua do Governo Vecchio onde dizem há muitas de grande qualidade mas quando lá chegámos (e já tínhamos visto esta Taverna Parione) decidimos voltar á Via de Parione e comer na primeira pizzaria que tínhamos visto. 
 
After a morning visiting the Vatican and Castel Sant ‘Angelo, we needed “fuel” and wanted something specific … Pizza! Since we arrived in Rome we had not eaten one so it was only fair to require it for lunch.
Walked through the neighborhood of Ponte and Parioni in order to get to the street of the Governo Vecchio where they say there are lots of great quality pizzas but when we got there (and we had already seen this Taverna Parione) decided to go back to Via Parione and eat in the first pizzeria that we had seen.

 
Sim tinha a típica toalha de pizzaria com o xadrez vermelho mas algo nos fez olhar para o restaurante e acreditar que não seria uma ratoeira. Na nossa experiência não foi. Também não posso dizer que foi a melhor pizzaria onde já comi e nem vivo em Roma para dizer qual é a melhor, de qualquer forma não decepcionou. 
Também gostámos da esplanada, a rua é mais tranquila pelo o que podemos sentar e aproveitar o ambiente tranquilo para conversar sobre como estamos a adorar conhecer Roma e fazer planos para a tarde.
Para começar pedimos uma salada de tomate e mozzarella, algo fresco. Vinha regada com um azeite excelente.
 
Also we liked the terrace, the street is quieter therefore we can sit and enjoy the peaceful environment to talk about how we love to know Rome and make plans for the afternoon.
To start we ordered a salad of tomato and mozzarella, something fresh. It came seasoned with a excelent olive oil.

Yes it had the typical pizzeria towel with red plaid but something made ​​us look at the restaurant and believe that it wouldn’t be a trap. In our experience it was not. I can not say it was the best pizza ever eaten and neither live in Rome to say which is the best, anyway it did not disappoint.
Depois as pizzas, feitas de uma massa fina e estaladiça que começa logo a dar pontuação positiva, a minha era a de Quatro Queijos e estava deliciosa. Eram de um tamanho generoso, eu não consegui terminar a minha e por isso não pedimos sobremesa. 
 
After came the pizzas, made ​​of a thin and crispy dough that starts just to give them a positive score, mine was the Four Cheese and it was deliciousThey were of a generous size, I could not finish mine and that was why we didn’t ordered dessert.
Podem não ser as melhores da cidade, mas se decidirem aqui comer também não sairão com a impressão de que foram enganados. Muito boa relação preço/qualidade.
 
May not be the best in town, but if you decide to eat here also you won’t leave with the impression that you were deceived. Very good price / quality ratio.
 
O nosso guia/Our guide:
 

sleep: THE WESTIN – DUBLIN, IRLANDA

Se a minha viagem a Dublin tivesse sido de lazer não teria ficado neste hotel de cinco estrelas, teria escolhido algo mais barato até porque estaría a passear pela cidade e só lá entraría para dormir. Como fomos para uma reunião de trabalho em que fazíamos quase tudo no hotel o The Westin foi uma boa escolha mas cara!
Para além do luxo e do conforto, a sua localização é um dos pontos fortes.
 
If my trip to Dublin had been leisure I would not have stayed at this five stars hotel, I would have picked something cheaper because it would just to sleep since I would wander around the city all day. As we went to a workshop where we did almost everything in the hotel The Westin was a good choice but expensive!
Apart from the luxury and comfort, its location is one of the strengths.

Para quem não conhece o The Westin, uma das suas mais valias são as chamadas “Heavenly Beds” e quando me deitei numa pela primeira vez (em Vancouver) percebi rápidamente o porquê do nome, são as mais confortáveis que alguma vez dormi. E voltei a dormir lindamente em Dublín na tal cama divinal num quarto que não sendo grande era o suficiente para mim e com todas as comodidades que se espera de um bom hotel, simplesmente não sei se merecem cinco estrelas pelos quartos.
O hotel em si é extraordinário, instalado num edificio histórico tem por isso espaços muito interessantes como por exemplo o salão onde tivémos a nossa reunião ou o bar que eu via da janela do meu quarto.

For those not familiar with The Westin, one of their strengths is called “Heavenly Beds” and when I lay down in one for the first time (in Vancouver) I quickly realized why the name, it’s the most comfortable  bed I’ve ever slept in. And went back to sleep beautifully in Dublin in such heavenly bed in a room that was not big but enough for me and with all the amenities you would expect from a good hotel, just do not know if the rooms deserve the five-star.
The hotel itself is extraordinary, housed in a historic building has so much interesting spaces such as the lounge where we had our meeting or the bar that I saw from my bedroom window.
 
 
 
 
 
Morada: Westmoreland Street 35-39
 
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LA BURBUJA QUE RÍE, MADRID, ESPANHA

Um almoço com amigos proporcionou uma visita a esta sidreria em Madrid, La Burbuja que Ríe. Dizem que é muito conhecida mas como não vivo no centro é perfeitamente normal nunca ter ouvido falar nela.

Entrei quase ás 15h e estava cheia, tem barra mas nós ficámos numa mesa grande. Segundo percebi tínhamos um menú de grupo e a comida ia chegando á mesa, como cheguei mais tarde não sei o que serviram primeiro, vi uns “revueltos” com batatas e um prato com queijo entre eles o Cabrales (mais suave que o normal por isso muito bom) com o que chamam de “membrillo” (a nossa marmelada).

 

A seguir vieram mexilhões e ameijôas, eu provei uma das últimas porque não posso comer marisco confesso que não tinham grande sabor. Veio também chouriço feito em sidra que estava muito bom.

Quanto a bebidas, o típico é beber a sidra como no meu actual estado não posso beber algo pedi o mosto ou sumo de uva e que neste caso tinha também maçã, sem alcóol e bebe-se bem fresquinho. 

Vieram depois as carnes, um entrecosto e “entrecot” para fazer na chapa, o primeiro não provei mas o segundo estava óptimo, aliás a voltar será pela saborosa carne que serviram. 

 

 

Trazem as sobremesas num prato variado com tarte de maçã, um bolo de chocolate (muito bom) e umas 3 fatias de umas sobremesas á base de natas que não fizeram sucesso.

No final não é um asturiano barato, pagámos 27,5€ por cabeça e não vi ninguém dizer que estava cheio, creio que “picámos” um pouco de tudo mas não saímos a abarrotar de comida.

 

VER GUIA DA CIDADE:

 

DUNAS MASPALOMAS, GRAN CANARIA, ESPANHA

Visitámos as dunas em Maspalomas num dia tristonho e creio que as fotos não farão grande justiça á verdadeira beleza do local.

Esta reserva natural está localizada a sul da ilha, muito próxima da Playa do Inglés e do Aeroporto. Ao entrar em Maspalomas vemos que é uma zona muito turística mas cuja construção principalmente de hotéis pareceu-nos mais luxuosa do que vimos noutras partes da ilha. 

 

Não sabemos que outros acessos estão disponíveis para entrar nas dunas mas nós fomos pela Playa de Maspalomas e caminhámos um pouco até começar a subir os bancos de areia. Em época de Semana Santa o estacionamento é impossível, tivémos que pôr num parque um pouco mais afastado e caminhar até á praia.

Não percorremos todas as dunas, levávamos o nosso filho connosco e seria complicado fazê-lo contudo para quem tem 4 anos a experência é espectacular. Rebolar na areia foi a sua actividade preferida, a dele, a de outras crianças e adultos, algunas animais…vimos um cão por exemplo. 

A primeira vez que tinha visto fotos das Dunas foi através deste blog, vale a pena ver porque as suas fotografias são simplesmente extraordinárias:

http://www.maravillasde.com/html/blog/detalle_noticia.php?recordID=79&Categoria=Crónicas 

 

PUERTO DE MÓGAN, GRAN CANÁRIA, ESPANHA

Os folhetos que tínhamos visto falavam de uma pitoresca vila piscatória e uma “pequena Veneza”, ao chegar tivémos que gerir melhor as nossas expectativas. Um pouco abalados pela sinuosa estrada que nos levou desde Amadores até Puerto de Mogán estávamos mesmo a precisar de um bom banho de praia e um gelado.

Procurei por todo o lado a o que a fazia ganhar o título de Veneza das Canárias, mas a parte de algumas pontes com flores sobre um único não vi muito mais, sim é uma vila pitoresca com os seus edificios coloridos mas a verdade é que junto á praia não há muito por explorar apenas alguns restaurantes e mais umas lojas de venda de “souvenirs” e artigos de Verão. 

 

 

A parte do canal também dependerá da maré e da hora, quando chegámos está como se vê nas fotos, quando nos fomos embora a maré estava vazia e o canal não tinha água o que não lhe dá o aspecto tão pitoresco que enche os folhetos turísticos. 

Ainda assim foi uma boa estadia, na Av. Varadero que está junto á praia há uma gelataria de italianos (pelo menos ele falava italiano na perfeição) em que o gelados são óptimos, os melhores que comemos nas nossas férias na Gran Canária (também não corremos a ilha toda). A praia estava cheia como a de S. Pedro do Estoril mas ainda assim foi possível encontrar um espacinho para pôr as toalhas e disfrutar.

do: PLAYA AMADORES – GRAN CANÁRIA, ESPANHA

Mesmo em frente ao nosso hotel estava a Playa Amadores, uma agradável praia numa baía com uma água de cor “caribenha” mas de uma temperatura mais baixa, pelo menos em Abril.
Tem uma grande zona de chapéus cujo aluguer fica a 3€ por peça um dia inteiro, ou seja, um chapéu de sol e duas cadeiras custam 9€ todo o dia.
Á sua volta está o que chamam o centro comercial Amadores onde há restaurantes e lojas sendo que tudo muito turístico.

Os restaurantes quase todos são pizzarias mas a verdade é que ainda se podiam provar algumas tapas típicamente espanholas como os “chipirones” fritos que são uns choquinhos fritos (mas panados), um polvo á galega (não muito típico da ilha mas estava bom), pimentos padrón, gambas al ajillo e claro os já habituais calamares ou até mesmo a paella que sempre faz sucesso entre os turistas. Alguns tinham também sardinhas e a um preço razoável. Quase todos têm menú pelo o que se pode almoçar por 8€.
A maré é bastante tranquila o que a torna a praia ideal para familias com crianças pequenas, não há corrente apenas tem que se ter cuidado porque rápidamente ficam fora de pé. Ao lado da praia estava também um mini-golf (3,5€ a crianças e 4,5€ os adultos…creio!!) e um clube um pouco mais selecto.
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GLORIA ROYAL PALACE HOTEL, GRAN CANÁRIA, ESPANHA

Há um ano atrás quando planeava uma viagem de Semana Santa em que pensava ir para Punta Cana, um colega meu mostrou-me este hotel e praia (Playa Amadores) nas Canárias. Na altura a viagem á praia transformou-se numa “road trip” por França mas o bichinho ficou.

Este ano e porque queríamos fazer umas férias tranquilas e em familia, optámos por ir para este hotel o Gloria Royal Palace que fica a pouco mais de 200 metros da vistosa Playa Amadores. Optámos por um meia pensão para não ficarmos demasiado prisioneiros do hotel e não nos arrependemos.

 

Os quartos são bastante grandes, confortáveis q.b. considerando o tempo que passamos nele, na realidade vamos só para dormir. Em geral os hotéis nesta zona tem todos os seus quartos com vista para o mar e do nosso podíamos ver muito bem a praia e durante a noite ouvimos o som das ondas. 

 

Uma das suas mais valias para além da proximidade da praia é o serviço completo que oferece, desde piscinas com água aquecida, a um clube para os meus pequenos desde as 9h da manhã com actividades que vão desde plantar um cacto a dançar na sua mini disco. Além disso tinha vários restaurantes e um serviço de SPA (thalasso). 

 

Tinha também uma zona de nudista junto a uma segunda piscina que fica noutra zona do hotel. Uma das leis de sobrevivência nestes hotéis é o ter que marcar as cadeiras de piscina, está proibido mas todos o fazem antes do pequeno-almoço.

O restaurante onde serviam o buffet (tanto ao almoço como ao jantar) tinha uma vista incrível para a praia, pena é que ao jantar a variedade deixasse muito a desejar e faz pensar se vale mesmo a pena a meia pensão, no nosso caso fazia por termos um filho pequeno mas ainda assim…Essa falha era compensada por um excelente pequeno-almoço onde aqui sim havia uma boa variedade.

Em geral gostámos muito do hotel e a voltar á Gran Canária creio que seria este que escolheríamos por uma boa relação preço/qualidade.