IGLESIA DE LA CLERECÍA – SALAMANCA, ESPANHA

Também conhecida como a Igreja do Espírito Santo, está numa esquina ao lado da Universidade Pontificia e em frente á Casa das Conchas.
Na sua fachada está uma escultura e uma inscrição em homenagem ao Rei e Rainha responsáveis pela construção desta igreja de estilo Barroco. Foi no século XVII e esse rei era Filipe III (também Rei de Portugal) e a sua mulher era Margarida de Áustria. Tal como outras obras feitas por ordem de Reis, Filipe III nunca chegou a ver esta completa uma vez que demorou um século a ficar terminada.

 

Also known as the Church of the Holy Spirit, it’s in a corner beside the Pontifical University and in front of the House of Shells (Casa das Conchas).
On its facade there’s a sculpture and an inscription in honor of the King and Queen responsible for the construction of this Baroque-style church. It was in the seventeenth century and that was King Philip III (also King of Portugal) and his wife was Margaret of Austria. Like other works done by order of Kings, Philip III never got to see this complete since it took a century to be finished.

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do: SÉ – LISBOA, PORTUGAL

Portugal é um país recheado de bonitas igrejas, a Sé ou a Igreja de Santa Maria Maior, uma das mais importantes da cidade de Lisboa parece, quando comparada a outras menos espectacular. Mas se pensarmos em toda a sua história rápidamente entendemos a importância de visitá-la.
É também o seu entorno que lhe confere beleza, uma das imagens de marca de Lisboa que enchem ímans, t-shirts, postais e os cartões de memórias das máquinas digitais de muitos que visitam a cidade ou que nela vivam mas apreciem fotografia. Falo claro da célebre foto do eléctrico 28 a passar em frente á Sé.

Portugal is a country full of beautiful churches, the Cathedral or the Church of Santa Maria Maggiore, one of the most important city of Lisbon seems, when compared to other less spectacular. But if we think of its history quickly understand the importance of visiting it.
It is also your surroundings that gives beauty, one of the hallmarks of Lisbon filling magnets, tshirts, cards and memory cards of digital cameras of many visiting the city or you live in it but enjoy photography. I speak of course of the famous photo of the 28 tram passing in front of the Sé.

Uma vez dentro, parece um lugar sombrio que vai ganhando luz á medida que andamos em direcção á Capela-Mor. O que impressiona é a sua capaz de sobreviver, falamos de uma igreja que foi construída após a conquista da cidade aos Mouros por Afonso D. Henriques e o seu exército. Isto significa que a primeira construção é do século XII, mas muito se passou desde então e a igreja sofreu várias remodelações que lhe conferiu estilos diferentes desde o gótico ao românico.

Logo ao entrar, no lado esquerdo uma capela revela um móvel recheado de pequenas riquezas. No altar está um orgão do evangelho do século XVIII, os tectos decorados e as tonalidades mais claras conferem-lhe uma zona de luz que contrasta com o resto da Sé.

A Capela de S. Vincente presta homenagem á lenda e ao santo padroeiro da cidade.

Once inside, looks like a gloomy place that is gaining light as we walk towards the main chapel. What impresses the fact it was able to survive, we speak of a church that was built after the conquest of the city from the Moors by D. Afonso Henriques and his army. This means that the first construction is the twelfth century, but much has happened since then and the church has undergone several renovations that gave you different styles from Gothic to Romanesque.
Going in a chapel on the left side reveals a cabinet filled with riches. On the altar there is an organ of the gospel from the eighteenth century, decorated ceilings and lighter shades give this area more light that contrasts with the rest of the cathedral.
The Chapel of St. Vincent pays tribute to the legend and the city’s patron saint.

 

 
 

 

  
 
A Capela de S. Vincente presta homenagem á lenda e ao santo padroeiro da cidade.
 
 

 

Acabámos por não visitar os claustros, fica para a próxima.

We ended up not visiting the cloisters, maybe next time.

 
Our guide of:
http://hojeconhecemos.blogspot.com.es/p/guia-de-lisboa.html

Igreja de S. Inácio de Loyola – Roma, Itália

 Na impossibilidade de visitar a Capela Sistina no Vaticano (por falta de tempo e paciência para aguentar as intermináveis filas), achámos que visitar a Igreja de S. Inácio ajudaria a compensar essa falta.
Sem filas para entrar e a uns 5 minutos a pé (nem tanto) do nosso hotel pareceu-nos ser uma preciosidade ofuscada pela famosa capela com frescos de Miguel Ângelo.
 
Failing to visit the Sistine Chapel in the Vatican (for lack of time and patience to endure the endless queues), we felt that visiting the church of S. Ignatius helped to compensate that void.
No queues to get in and a 5 minute walk (not even) from our hotel seemed to us to be a gem overshadowed by the famous chapel frescoed by Michelangelo.

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Place Sainte Eugenie – Biarritz, França

A principal atracção desta praça é a Igreja de Sainte Eugenie, construída em honra da santa patrona da Imperatriz Eugenie, a mulher de Napoleão III. De estilo neo-gótico foi construída no século XIX.A Eugenie de Montijo (nasceu em Espanha) passava muitos verões em Biarritz e ficava instalada “Villa Eugenie” que hoje em dia dá lugar ao famoso Hotel du Palais. 

The main attraction of the square is the Church of Sainte Eugenie, built in honor of the patron saint of the Empress Eugenie, wife of Napoleon III. With a neo–Gothic style was built in the nineteenth century.
Eugenie de Montijo (born in Spain) spent many summers in Biarritz and stayed at “Villa Eugenie“ which today gives way to the famous Hotel du Palais.

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IGREJA DO NOSSO SENHOR DO BONFIM, SALVADOR, BRASIL

Hoje conhecemos…a Igreja do Nosso Senhor do Bonfim em Salvador.

Localizada na Sagrada Colina é a clara indicação da presença portuguesa em Salvador. Quando passeávamos de táxi pela linha da praia vimos logo ao longe a sua forma. Aqui tem lugar a Lavagem da Igreja, uma tradição antiga em que as baianas lavam as escadas segundo percebi no tempo da colonização os escravos eram obrigados a lavar a igreja por dentro e por fora.

Assim que chegamos vemos no seu gradeamento as famosas pulseirinhas (fitas) do Nosso Senhor do Bonfim.

Claro que comprámos uma, eu fiquei com uma laranja.

A origem das fitas é algo confusa, já vi várias versões no entanto uma parece ser comum, ela deverá ter 47cm que é o comprimento exacto do braço direito da imagem do Senhor do Bonfim. Talvez simbolize o braço direito de Deus, não sei bem, mas os três nós devem ter vindo depois para pedir os três desejos.

Por todo o lado elas dão cor á Igreja, mas não são do agrado de todos.

O interior da igreja é bastante adornado confirmando a sua importância, alguns elementos que a decoram vieram de Portugal, um deles a imagem do Nosso Senhor do Bonfim.

Nas paredes vemos alguns azulejos portugueses aqui colocados já muito depois da sua construção. 

Visitámos depois uma das zonas mais impressionantes da igreja, numa pequena sala vemos pernas e mãos feitas em cera, fotos, recortes de jornais e cartas, grande parte de pessoas que aqui vieram pedir ao Senhor do Bonfim para lhes curar uma maleita e aqui deixam estes “souvenirs” em troca desse favor, como quem vai a Fátima e queima uma vela num gesto de agradecimento.

Eu pedi saúde num dos três nós que dei, já tinha era torcido um pé…