JOSEF HOLZERMAYR CONFISERIE – SALZBURGO, ÁUSTRIA

Entrámos na Josef Holzermayr em busca dos famosos Mozartkugel uns bombons feitos com nougat, maçapão de pistachio cobertos com chocolate negro. Foi Paul Fürst que os criou mas não foi o único a produzi-los por isso tanto na Fürst como na Holzermayer é possível encontrar os verdadeiros e feitos á mão.
Apesar da marca de chocolates existir desde 1865 a loja que fomos foi inaugurada em 1913 e está na praça de Alter Markt. O seu interior mantém a sua tradição e continua a dar vontade de comprar mais do que deveríamos.
We have entered the Josef Holzermayr looking for the famous Mozartkugel some chocolate made ​​with nougat, pistachio marzipan covered with dark chocolate. It was Paul Fürst who created them but was not the only one to produce them like in the Fürst Holzermayer it is also possible to find the real ones and hand made.
Despite the chocolate brand exists since 1865 the store we went to was opened in 1913 and is in the Alter Markt square. The interior retains its tradition and continues to entice you to buy more than you should.

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Getreidegasse – Salzburgo, Áustria

Tem um nome complicado mas é a rua mais emblemática de Salzburgo. É nela que está a casa onde nasceu Mozart e onde em 1923 se inaugurou um café com o seu nome.
Mas o que realmente mais me marcou nesta rua foram os seus letreiros anunciando as lojas que estão instaladas nos seus edificios medievais. E todos têm que cumprir esta tradição basta ver por exemplo o da Zara.
It has a complicated name but it’s the most emblematic street of Salzburg. This is where we can see the house where Mozart was born and where in 1923 a coffee opened with his name. But what really struck me in this street were it’s signs advertising stores that are located in its medieval buildings. And everyone has to fulfill this tradition just see eg Zara.

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Jardim do Palácio Mirabell – Salzburgo, Áustria

A seguir á nossa viagem a Salzburgo tive que ver o “Música no Coração” outra vez. Não me lembrava de quase nada do filme e depois vi que numa das músicas mais famosas do filme em que Maria leva os filhos de Von Trapp a dar um passeio por Salzburgo cantando o Do Re Mi e na parte final entram no jardin Mirabell.
Subsequent to our trip to Salzburg had to see The Sound of Music” again. I did not remember almost nothing of the movie and then saw that one of the most famous songs of the movie where Maria leads the children of the Von Trapp take a stroll through Salzburg singing Do Re Mi and at the end enter the jardin Mirabell.

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OBERLECH, ARLBERG, ÁUSTRIA

Chegar a Oberlech é uma viagem relativamente fácil, aterrámos em Munique e demorámos duas horas de carro a chegar.

Ficámos hospedados no Montana Oberlech (Link) cuja principal vantagem é passar pela sua porta e começar logo a andar nas pistas. Uma curiosidade do hotel é o símbolo olímpico orgulhosamente colocado na sua fachada, o motivo: o hotel é gerido pela familia Ortlieb e Patrick Ortlieb foi campeão olímpico de esqui alpino.

 

Aliás toda a estância de Oberlech está muito bem preparada para o ski, já nós os snowboarders sentimo-nos um pouco como peixes fora de água, por mais que tentemos nunca teremos a mesma velocidade para acompanhar os demais…

Acostumados que estamos ás estâncias espanholas chegamos a Oberlech e logo na primeira cadeira que nos sentamos começamos a sentir um calor pouco habitual…eram aquecidas!!!

A estância está a 1660 metros e o ponto mais alto a 2810 metros, são quilómetros e quilómetros de neve para esquiar.

Outro dos pontos altos da nova visita foi ter ido andar no Toboggan, uma pista de trenós onde a velocidade e a “batota” tornam tudo mais divertido. Bem mais do que rezar que a minha prancha ande o suficiente para apanhar o grupo de ski com quem eu andei, valeu-me o guia/professor de ski que liderava o grupo e com o baton lá me ia puxando como se eu fosse um atrelado…

Não é por nada que dizia que aqui é o berço do esqui alpino e poucos eram os que se atreviam a fazer snowboard por aquelas bandas, também não lhes deve estar no ADN.

 

De noite tivémos a oportunidade de passear pela estância com a ajuda de umas lanternas e uma boa resistência ao frio, á nossa espera um vinho aquecido numa fogueira.

 

(relato da viagem que fiz em 2006)