RHODES, GRÉCIA

Foi a nossa próxima paragem, felizmente nesta ilha tínhamos um dia inteiro para visitá-la, como não era muito grande decidimos fazê-lo de mota, alugámos assim que saímos do barco.

Quisémos ir primeiro á outra ponta da ilha, Lindos. E a principio devo admitir que não estava a dar muito por Rhodes porque fomos pela estrada da zona Norte e não parecia fantástica, mas assim que vislumbramos um paraíso…com as suas lagoas de água azul quase caribenha, com o seu castelo, com as suas ruelas cheias de charme e com a Acrópole. Tudo isto num espacinho só que curiosamente se chama…Lindos, faz jus ao nome.

It was our next stop, fortunately this island had a whole day to visit her, as it was not too big we decided to do it by motorbike, so we rented the boat left.
We wanted to go first to the other end of the island, Lindos. And at first I must admit I was not giving much for Rhodes because we were on the road in the North and did not look fantastic, but once you envision … a paradise with its blue water lagoons almost Caribbean, with its castle, with narrow streets full of charm and the Acropolis. All this in a small space that only … curiously called Lindos, lives up to its name.
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EPHESUS – SELÇUK, TURQUIA

Hoje conhecemos…a cidade antiga de Ephesus na Turquia.
O cruzeiro atracou na Turquia na provincia de Izmir, o nosso destino: Ephesus, uma antiga cidade grega e depois romana, que ainda hoje mantém uma boa parte da sua história e alguns edificios.
Durante o império romano, era a segunda maior cidade do mundo. Segundo o nosso guia, os primeiros a habitar a cidade foram na realidade as Amazonas. Explicou o porquê de elas serem sempre retratadas com menos um peito, como eram guerreiras muitas tiravam essa saliência (leia-se a mama) para melhorarem o manejo do arco e flecha.

Mais tarde, Alexandre o Grande tomou a cidade aos persas antes de se tornar parte integrante do império Romano. O nosso guia explicou-nos também que o mar estava muito mais próximo da cidade do que está hoje. Mas mesmo antes de entrarmos em Ephesus, visitámos a Casa da Virgem Maria.
Fiquei com a sensação de que não há grandes factos para suportar que nesta casa viveu a Virgem Maria mãe de Jesus. Bom, podíamos até falar sobre se Jesus realmente existiu, não sendo católica praticante, acredito que sim que existiu um homem que talvez se tenha tornado um mártir ao defender os seus ideiais e os valores. Talvez o resto tenha sido mais novela que outra coisa, mas se calhar daqui a 200 anos parecerá impossível ter existido um Ghandi, não sei…
Toda a história que envolve a descoberta da casa, o que apontam como factos também não me pareceu suficiente mas eu não sou nenhuma especialista nestes assuntos. A verdade é que muitos peregrinos vêm aqui rezar e deixar o seu lenço numa parede que foi colocada para o efeito, presumo que antes os deixassem noutra zona e tiveram que construir uma estrutura para os albergar.
A seguir: Ephesus. O entusiasmo era grande…íamos conhecer a cidade que tinha uma das sete maravilhas do mundo antigo, o Templo de Artémis. A nossa visita começa pela rua de Curetes
Esta rua faz a ligação entre a Agora e a Biblioteca de Celsus. Pelo caminho encontramos uma série de ruínas em que por momentos achamos que estamos a olhar para um amontoado de pedras sem sentido e depois encontramos algumas que resistiram ao tempo ou que os arqueólogos começaram a juntá-las adicionando peças ao puzzle. Uma delas é a  Fonte de Trajano.
Ao centro está o que sobra da estátua do Imperador Trajano, muitas das peças que compunham esta fonte estão agora exposta num Museu. Segue-se o Templo de Adriano. 
 
Aqui já começamos a ver um “puzzle” mais completo e não tanto pedras soltas. O interesse aumenta cada vez mais…
Logo a seguir vemos a Biblioteca de Celsus e a sua maravilhosa fachada.
 
  
Que grandiosidade, eu adoro história e fiquei sem palavras ao ver o que resta da antiga e gloriosa Biblioteca. Construída como masoléu para Julius Celsus, governador romano das provincias asiáticas, o edificio foi sobrevivendo a vários episódios de destruição, como um incêndio que lavrou a zona de leitura fazendo com que a biblioteca perdesse a sua utilidade. Hoje conseguimos ter uma pequena (grande) noção do seu esplendor graças á sua cuidadosa reconstrução.
Nos nichos estão quatro estátuas, ou melhor réplicas porque as originais estão na Áustria. Elas representam a Sabedoria, o Conhecimento, a Inteliência e a Virtude.
Mesmo ali perto o guia fala-nos de um Bordel e mostra-nos na estrada um pé gravado, segundo ele indicava o caminho para a referida casa de lazer.
Que boa sinaléctica devo dizer. Depois explica que se acredita que nessa época havia uma ligação secreta entre a Biblioteca e o Bordel, eu sei que ambos começam por B mas creio que é mesmo a única coisa que têm em comum, algumas letras. Pensava que os homens de cultura não precisavam de frequentar tais locais, mas provavelmente eram os seus melhores clientes.
Logo ao lado está a Porta de Augustus.
 Também conhecida por a Porta de Mazeus e Mythriades, foi construída pelos escravos com o mesmo nome, em compensação o seu imperador, Augustus concedeu-lhes a liberdade.
Chegamos depois ao ponto alto da visita o Grande Teatro de Ephesus.
As fotos não conseguem ilustrar a sua dimensão, é de facto grandioso. Está localizado na colina de Panayir e muito próximo do antigo porto da cidade. Ainda hoje se realizam concertos e outros espectáculos neste espaço como se pode ver pelas colunas e outro equipamento que estão a montar no palco. Não sei até que ponto ajuda na sua conservação mas deve ser magnifico ver aqui um concerto. 
Gostei tanto de visitar Ephesus que depois ainda comprei um livro sobre a cidade para ler.

PATMOS – GRÉCIA

E devo um pedido de desculpas a Patmos porque na realidade não a entendi muito bem, pareceu-me uma ilha perdida no meio de muitas ilhas gregas com tanto glamour e paisagens bonitas que de repente Patmos parece triste e demasiado simples.
O cruzeiro organizava uma visita turistica pela ilha que básicamente se resumia a subir até ao Mosteiro e visitá-lo com um guia.

And I owe an apology to Patmos because in reality I didn’t quite understand it, seemed a lost island in the middle of many Greek islands with both glamor and beautiful landscapes that made Patmos suddenly look sad and too simple.
The cruise organized a tourist visit of the island that basically boiled down to climb up to the Monastery and visit it with a guide.



 
Decidimos poupar aqui uns cobres e pagámos 1€ cada um pela subida num autocarro local, o que acabou por ser fantástico e conhecer o lado B da ilha.
Para visitar o mosteiro ortodoxo, eu tive que vestir uma saia ou um “saco de batatas” para cobrir as pernas como sinal de respeito.
O mosteiro em si era pequenino e apertadinho, principalmente quando todo o cruzeiro estava lá dentro a ouvir o guia que pagaram, nós também ouvimos e á borla.
A vista desde o alto onde “plantaram” o mosteiro era soberba e realmente só quando chegamos lá acima é que realmente apreciamos a simplicidade da ilha e talvez, a sua grande honestidade, é o que é e pronto.
Em baixo antes de voltar ao cruzeiro ainda aproveitámos para tirar umas fotos no zona piscatória. 

We decided to save a few coins here and we paid € 1 each to get up by a local bus, which turned out to be fantastic and know the B side of the island.
To visit the Orthodox monastery, I had to wear a skirt or a “sack of potatoes” to cover the legs as a sign of respect.
The monastery itself was tiny and tight, especially when the entire cruise was inside listening to the guide they paid, we will also hear and tassel.
The view from the top where they “planted” the monastery was superb and really only when we got up there we really appreciate the simplicity of the island and perhaps his great honesty, is what it is and that’s it.
Down before returning to the cruise we took advantage of the extra time to take some pictures in fishing area.



Chora – Mykonos, Grécia

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Chora é o centro de Mykonos. É nesta zona que podemos ver a “Little Venice” e também os famosos moinhos que são outro símbolo da ilha. Os primeiros foram construídos pelos venezianos e de onde estão podemos contemplar o pôr-do-sol junto a Little Venice.
Entrando no centro em si, sentimos a verdadeira essência de Mykonos. As ruas são estreitas, têm muito comércio e habitação.
Chora is the center of Mykonos. It is in this area that we can see the “Little Venice” and also the famous windmills that are another symbol of the island. The first were built by the Venetians and from there we can admire the sunset near Little Venice.
Entering the center itself, we feel the true essence of Mykonos. The streets are narrow, they have much commerce and houses.

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do: PELICANO PETROS – MYKONOS, GRÉCIA

Este deve ser o “monumento” mais estranhei sobre o qual alguma vez fiz um post, mas eu acho que este pelicano merece um post só para ele afinal é considerado um dos símbolos de Mykonos e é talvez um dos mais fotografados da ilha.
Não admira que seja a sua mascota oficial, já que é sem dúvida um dos elementos mais hospitaleiros da ilha. Ainda assim eu dispensei as festinhas, não sou grande fã de animais com bico. 

This must be the most strange “monument” about which I ever made ​​a post, but I think this pelican deserves a  post because after all he is considered a symbol of Mykonos and is perhaps one of the most photographed island.
No wonder it is their official mascot, as it is undoubtedly one of the most hospitable  in the island. Still I dismissed the little parties, I am not a big fan of animals with beak.

Reza a história (há 40 anos atrás) que um pescador encontrou um pelicano ferido na ilha, decidiu cuidar dele e soltá-lo para que voltasse a “casa”, no entanto o pelicano considerou Mykonos a sua nova casa e nunca mais se foi embora. Esse foi o primeiro Petros, que entretanto morreu e logo procuraram um substituto que é o que hoje percorre as ruas de Mykonos sem qualquer medo da onda de turistas que se amontoa á sua volta.

The story says (40 years ago) that a fisherman found a wounded pelican on the island, decided to look after him and release him to go back “home”, however the pelican  tought of Mykonos as his new home and never went away . This was the first Petros, who however died and soon they sought a replacement that is what today walks the streets of Mykonos without any fear of the wave of tourists that piles up around you.

Omonia Grand Hotel – Atenas, Grécia

Quando estivémos em Atenas ficámos sempre neste hotel, o Omonia Grand Hotel localizado na praça com o mesmo nome.
A verdade é que está numa zona relativamente central, porque andámos muito a pé e do hotel fomos até Plaka, até á Acrópole e até ao Parlamento, demorávamos uns 15 ou 20 minutos.
When we were in Athens we were always in this hotel, the Grand Hotel Omonia located in a square of the same name.
The truth is that it is a relatively central area, because we always walked everywhere from the hotel we got to Plaka, the Acropolis and up until the Parliament, it would takes about 15 or 20 minutes.

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ITÁLIA :: ITALY

É um dos nossos países favoritos para visitar principalmente em fins de semana prolongados, pouco a pouco vamos picando cidades do seu mapa, conhecendo a sua história, arquitectura e claro, provando a sua maravilhosa gastronomia.

It is one of our favorite countries to visit mainly on long weekends, little by little we are chopping cities on your map, knowing its history, architecture and of course, tasting its wonderful gastronomy.

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