Oceanográfic – Valência, Espanha

Hoje conhecemos…o Oceanográfic em Valência.
Como o nome indica, este complexo dedicado aos mares e seus habitantes, foi inaugurado em 2002 e é o maior complexo do género na Europa.
O seu percurso encontra-se dividido por ecosistema onde estão presentes um fantástico número e variedade de espécies que eu sem dúvida recomendaria visitar.

 

O preço das entradas parece á primeira vista um pouco caro, afinal são 24,90€ por pessoa. O Oceanário por exemplo custa metade, 12€ mas creio que não estamos a falar bem da mesma coisa pela sua dimensão. Aqui há mais espécies, inclui o espectáculo de golfinhos e acaba por ser um dia muito bem pasado.
A primeira parte que visitámos foram as Islas/Ilhas, neste espaço encontramos os leões marinos.
Eles estão num pequeno lago e acabam por ser dificeis de ver, pelo menos no momento em que passámos. Consegui no entanto apanhar um que deveria ter uma certa fome porque estava constantemente a ir á zona dos tratadores.
Seguimos para o Mar Rojo/Vermelho, que podíamos ver dentro de um anfiteatro.
Devo admitir que o conceito de anfiteatro deixou-me um pouco desiludida, sempre que vamos a um espaço do género os aquários permitem ver os peixes mais de perto, este funcionava como se fosse o nosso de casa mas a uma tamanho gigantesco e sentados numa sala de cinema em vez de estar no sofá.
Sim, é tranquilizante observar os peixes na sua rotina diária mas mesmo assim pareceu-me um ambiente mais “frio” que o Mar Vermelho merecia. Presumo que tenham um bom motivo para o ter feito assim, mas eu pessoalmente achei que foi a segunda parte menos interessante da visita, a primeira veio a seguir.
Num pequeno lago á volta do Restaurante Submarino, estavam cisnes e flamingos.
Chegamos ao frio da Antártida, logo á entrada há uma pequena exposição sobre a expedição da equipa do Oceanográfic.
Aqui veio para mim a segunda desilusão, porque a melhor foto que tenho acaba por ser mesmo a da exposição. A meio havia um tanque onde estavam os pinguins mas a visibilidade para nós era péssima, era muito escuro e o vidro estava sujo ou com o humidade, foi dificil de perceber assim como era de ver.
Conseguíamos ver apenas os que estavam a fazer a sua ginástica da tarde e que nadavam junto ao vidro, o resto pouco vimos e creio que houve mais visitantes a sentirem o mesmo. Devem ser espécies muito sensíveis a temperaturas que não sejam especificimente as suas e por aí entendo, mas entre as expôr pouco (e as pessoas não as vêm bem) e não as expôr, se calhar criavam-se condições mais favoráveis na última opção.
Passamos depois para o Ártico, com um edificio em formato de iglo onde lá dentro estavam duas belugas (ou baleias-brancas)e duas morsas.
Gostei muito das belugas, o cartaz indica que são conhecidas como os canários do mar pelo os sons que emitem e dentro do edificio ouvimo-las na perfeição, chega até a arrepiar. Além disso tem um aspecto simpático, parecem um cruzamento entre um golfinho e uma baleia.
A sua cor branca consolida-se quando é adulta e aparece por adaptação ao seu meio ambiente.
Logo ao lado estavam as morsas, uma delas estava bastante entusiasmada com os visitantes e ficou colada ao vidro só para as fotos, que estrela.
Ao ponto de ter uma legião de “paparazzi” que não lhe largavam. A outra morsa parecia estar a gozar de um bom soninho porque mal se mexia apesar da agitação da sua outra companheira.
Passamos depois para os Oceanos. Entramos no maior aquário dedicado a peixes com uma variedade enorme de espécies entre elas o tubarão, o peixe-guitarra, mantas, raias, etc..
Há outra curiosidade neste aquário, é formado por túneis que nos permitem ter a sensação de estarmos debaixo de água já que vemos os peixes olhando para os lados e também para cima.
Comecemos pelos tubarões, graças ao formato do aquário e os seus túneis conseguimos ver ainda melhor o quão assustadores podem ser. Ficam algumas fotos para se ver do que falo.
A mim só os olhos já assustam, pequenos e frios, mas quando vemos os seus afiados dentes…arrepia…E com o formato do aquário parece que vêm na nossa direcção.
Entramos depois na zona que chamam Templados/Tropicales, que tal como o Oceanos tem uma rede impressionante de túneis onde podemos ver várias espécies que vivem em águas mais quentinhas.
Há de tudo um pouco, estrelas do mar, corais, cavalos-marinhos e as impressionantes medusas.
E é nesta sala oval que se organiza um programa que têm de dormir no aquário. Pode ser um plano original para o aniversário de um filho por exemplo, claro está que no nosso caso havia que levar o nosso e os seus amigos a Valência só para o efeito.
Esta zona é das mais “coloridas” com os seus corais e com os seus pequenos peixes em cores fortes, amarelo, laranja, azul, etc..

 

Encontramos também o peixe-palhaço, mais conhecido entre os miúdos (e também os graúdos) como Nemo, graças ao filme de banda desenhada.
Ás 18h30 estava marcado o último espectáculo de golfinhos do dia. Fomos até ao Delfinário que tem por trás a cidade de Valência e a sua dimensão é impressionante.
Creio que durou 20 minutos, já não conseguimos lugares muito perto pelo o que não víamos muito bem no entanto o show de golfinhos vale a pena, está bem organizado e os truques acabam por ser quase sempre os mesmos mas é sempre bom vê-los.
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